Diego von Söhsten

Gamer desde os 2 anos, quando ganhou seu Master System e não conseguia tirar o Sonic do lugar. Hoje, é gerente de projetos PMP e CAPM e possui mestrado na área de TI, mas sempre consegue um tempo pra jogar algo. E-mail: dhvs@outlook.com

Games with Gold traz Ryse e Darksiders ao Xbox em abril

O Games with Gold tem se mostrado um programa mais interessante do que o do rival PlayStation, com mais jogos “gratuitos” interessantes para os assinantes. Abril (de 2017) parece ser um mês bem interessante. Basta olhar as pontuações do Metacritic abaixo!

É sempre importante lembrar que os títulos do Xbox 360 funcionam também no Xbox One, devido à retrocompatibilidade. Portanto, se você possui o console mais recente da Microsoft, são quatro jogos ao invés de dois.

Ryse: Son of Rome é o destaque do Xbox One

Gratuito para assinantes da Live Gold durante todo o mês de abril, Ryse: Son of Rome é um título de lançamento do One que dividiu opiniões. Ame ou odeie, vale a pena dar uma conferida! Enquanto isso, a segunda temporada de The Walking Dead, da Telltale Games, chega no fim do mês.

  • Ryse: Son of Rome – 01 a 30 de abril
    • Metacritic 60
  • The Walking Dead: Season 2 – 16 de abril a 15 de maio
    • Metacritic 81

Darksiders é o carro-chefe para o 360

Aventura épica da THQ Nordic, o primeiro Darksiders é o destaque para Xbox 360. Com uma longa campanha solo e influências da franquia Zelda, o título está disponível já a partir de primeiro de abril. Em seguida, o último jogo da série original de Assassin’s Creed, Revelations.

  • Darksiders – 01 a 15 de abril
    • Metacritic 83
  • Assassin’s Creed Revelations – 16 a 30 de abril
    • Metacritic 80

DLC de Dead Rising 4, Frank Rising ganha data de lançamento

Dead Rising 4 chegou no fim de 2016 ao Windows 10 e Xbox One. Em março de 2017, foi disponibilizado no Steam. Com grandes chances de receber uma versão no PS4 e encerrar por aí (já que o Xbox 360 e o PS3 estão agonizando), o que ainda podemos esperar do game? Felizmente, um DLC está a caminho: Frank Rising.

Prolongando a curta campanha de Dead Rising 4

Com uma campanha solo que dura cerca de 11 horas, além da ausência de um modo multiplayer cooperativo, o fator replay (a vontade de jogar de novo) parece não ser um ponto forte do game. No entanto, o DLC Frank Rising chega em 4 de abril, buscando trazer os fãs de volta.

Custando o equivalente a 10 dólares, o conteúdo para download traz o protagonista Frank infectado por zumbis. O jogador precisará encontrar uma cura para o herói. Se for divertido que nem o jogo original (veja nossas impressões durante a E3 2016 aqui), tem tudo para dar certo!

O pior está por vir

Um outro DLC, sem data definida, é Super Ultra Dead Rising 4 Mini Golf. Sim, a Capcom vai adicionar um minigame de golfe, com multiplayer online, em meio a uma cidade apocalíptica. Bizarro é pouco…

Protagonista Frank jogando golfe

Quem nunca sonhou em jogar golfe em um mundo apocalíptico?

Novo Digimon Story para PS4 e PS Vita é confirmado no Ocidente

Apenas um dia após a gente colocar aqui no BitBlog que o novo Digimon Story chegará ao PS4 e PS Vita no Japão, eis uma boa notícia: o título foi confirmado para o Ocidente em 2018!

Cena de gameplay do novo Digimon Story

Cena de gameplay do novo Digimon Story

Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory chega em formatos digital e físico ao PS4 e apenas digital no PS Vita. O lançamento para o Ocidente ficou em um vago, porém animador “início de 2018”. Abaixo, veja todos os detalhes fornecidos pela Bandai Namco.

Ficha

  • Gênero: JRPG
  • Jogadores: 1 (Offline) / 2 (Online)
  • Data de lançamento: Early 2018
  • Desenvolvedor: Media Vision
  • Publisher: Bandai Namco Entertainment
  • Dublagem: Japonês
  • Legendas: Inglês, alemão

Sinopse

Depois de ser acusado de um crime que ele não cometeu, Keisuke Amazawa não tem escolha a não ser mergulhar no mundo digital e investigar até provar sua inocência. Mesmo que isso signifique se juntar a um grupo de hackers e ajudá-los a resolver os problemas que ameaçam este universo misterioso.

Funcionalidades principais

  • Atmosfera Cyber Punk – Mergulhe em uma aventura mais profunda e sombria, nos limites entre o real e o digital.
  • Gameplay profundo e viciante – Experimente a mistura perfeita entre aventura e batalhas, com mais de 320 Digimon para descobrir. Curta uma maior variedade de estratégias de batalha em um gameplay clássico por turnos, melhorado através de skills e combos dos Digimon.
  • A estória não conhecida – Descubra a misteriosa trama paralela aos eventos de Digimon Story: Cyber Sleuth.

Tomb Raider Ascension: a aventura cancelada no PS3 e Xbox 360

Tomb Raider é uma das franquias mais conhecidas e admiradas do mundo dos games. Antes do reboot homônimo de 2013 no PS3, Xbox 360 e Windows, no entanto, a série passava por uma crise de identidade. Com lançamentos mornos, que não arrancaram elogios como na era PlayStation, era preciso reimaginar Lara Croft. Tomb Raider Ascension, protótipo de 2009, seria a nova aposta da extinta Eidos. Conheça mais sobre o jogo cancelado em mais um post da coluna No Limbo.

Tomb Raider com zumbis?

Em um livro digital datado de 2013, a Eidos falou um pouco de como seria Ascension. Quem traz a carta é o site Unseen64:

“O emocionante Ico, o survival horror de Resident Evil e as criaturas épicas de Shadow of the Colossus serviram como inspirações iniciais. No primeiro esboço, Lara Croft cooperava com uma garota de 6 anos chamada Izumi enquanto elas enfrentavam uma ilha misteriosa, habitada por fantasmas e monstros. Izumi teria acesso a lugares minúsculos para ajudar o jogador, criado um gameplay assimétrico.

Eventualmente o jogador descobriria a habilidade mágica de Izumi de manipular água e interagir com a ilha. Após alguns meses de trabalhos, o conceito foi classificado como muito difícil de entender como um Tomb Raider. Izumi foi até substituida por um macaco que acompanharia Lara em suas aventuras.

No segundo esboço conceitual, Lara montaria em um cavalo e batalharia contra monstros que arremessariam árvores nela, em cenas que remetem a um jogo God of War. Trabalhos seguintes mudariam a direção de arte em algo mais relacionado a terror, com zumbis gigantescos que habitariam em uma ilha em meio a uma forte névoa.

O que seria um trabalho confidencial se tornou público quando um dos envolvidos vazou imagens  detalhes na internet em 2009. A reação dos fãs em fóruns foi de choque, enquanto outros ficavam preocupados com a possibilidade de o game abandonar o clima ‘Indiana Jones’ que sempre foi um padrão da série. Seguir naquela direção nos faria criar o melhor game artístico que ninguém jogaria.”

Futuro

Com o reboot homônimo da série pegando carona em mecânicas de Uncharted e fazendo bastante sucesso, além do elogiado Rise of Tomb Raider, Ascension não tem futuro algum. Tomb Raider reencontrou seu caminho, e misturar Lara Croft com zumbis poderia, de fato, ter sido um desastre.

Quer conhecer mais jogos arquivados? Siga a nossa coluna No Limbo. Já falamos das tentativas frustradas de retorno de Mega Man, Halo para Nintendo DS, a sequência de Star Fox para SNES, Resident Evil 1.5 e 3.5, entre muitos outros!

Novo Digimon anunciado para PS4 e PS Vita

Você conhece a série de RPG Digimon Story? O título mais recente da saga é Cyber Sleuth (PS4, PS Vita), que chegou ao Ocidente em 2016 e trouxe de volta a nostalgia do famoso anime. O RPG de turnos já ganhou uma continuação: Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory foi revelado neste final de semana pela revista japonesa V-Jump.

Digimon Story mantém sua fórmula em novo game

Também para PlayStation 4 e PS Vita, Hacker’s Memory vai se passar no mesmo ambiente do seu antecessor, mas com um novo enredo: no papel do protagonista Keisuke Amazawa, o jogador vai se enrolar em um caso criminal. Mais de 320 Digimon estarão disponíveis, incluindo os clássicos da primeira geração.

No Japão, o título chega em 2017, enquanto no Ocidente chega em 2018. Em terras nipônicas, haverá uma edição que inclui Cyber Sleuth e a recém-anunciada continuação. Fãs de Digimon, podem comemorar! Veja mais imagens e todas as novidades do game aqui.

Scan da revista V-Jump traz cenas do jogo

Scan da revista V-Jump traz cenas do jogo (créditos: Gematsu)

Nintendo Switch chega ao Museu do Videogame

  • Com vendas de estreia equivalentes às do Wii, o Nintendo Switch chegou de forma sólida ao mercado. Com um novo Zelda entre os títulos disponíveis, o sistema já é bem desejado: muita gente está louca para experimentar o console, em especial com a nova aventura de Link. Eis que o Museu do Videogame Itinerante incluiu o lançamento da Nintendo em sua exibição, que agora está em cartaz no Shopping Center Recife!

A iniciativa, que é gratuita, traz consoles antigos e novos sob a curadoria do jornalista Cleidson Lima. A terceira passagem do Museu por Recife foi a primeira no Brasil a trazer o Switch – “dockado” e conectado à TV – e The Legend of Zelda: Breath of the Wild entre as demonstrações abertas ao público. O BitBlog participou da experiência.

Breath of the Wild e Nintendo Switch: uma dupla ambiciosa

Joy-con Grip do Switch em nossas mãos, durante demonstração de Zelda

Bonito, mas desconfortável – essa foi a nossa impressão do Joy-con Grip do Nintendo Switch

Já tínhamos curtido o Breath of the Wild na E3 2016, especificamente no Wii U. A edição do Switch realmente estava mais estável, sem quedas notáveis de framerate. Na TV, o visual cartoon ajuda a esconder eventuais imperfeições, casando bem com a proposta do jogo. Em um save compartilhado por quem passava pelo evento, o título podia ser apreciado por até cinco minutos por cada pessoa presente. Difícil era passar tão pouco tempo jogando uma aventura tão vasta! Aventura que, por sinal, pode ficar maior com DLCs prometidos pela Nintendo para Breath of the Wild.

Dois consoles Switch estavam lá, cada um em seu dock, enquanto cada par de Joy-cons estava conectado ao suporte (grip) que vem com o videogame. Aí que reside o problema: o Joy-con Grip é minúsculo e quem tem mãos grandes vai sofrer um pouco para se acostumar. A impressão que passa é que as mãos ficam muito próximas. Para uma empresa que produziu comandos confortáveis – como o do N64 e GameCube – esperávamos mais nesse sentido.

De qualquer forma, Zelda é Zelda. Acreditamos que, no modo portátil, a “pegada” dos Joy-cons fica muito melhor com eles acoplados ao console propriamente dito. E ainda há o Pro Controller, um joystick mais tradicional fabricado pela Nintendo, que vem sido bastante elogiado pela crítica até aqui. Portanto, experimentar o jogo (que promete ser o melhor de 2017) na nova aposta da empresa é algo obrigatório!

Museu do Videogame tem até Atari

O Museu do Videogame Itinerante, que somente em 2015 e 2016 recebeu mais de 7 milhões de visitantes em 15 cidades, é o primeiro do gênero do país registrado pelo Ibram – Instituto Brasileiro de Museus. Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

A exposição totalmente interativa resgata quatro décadas de história da evolução dos videogames. Entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogamefabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985).

Em 2017, uma outra novidade interessante é o PlayStation VR, disponível para demonstrações.

Próximas cidades que vão receber o Museu do Videogame

Atualmente, o Museu do Videogame está de passagem pelo Recife. Ele pode ser visitado gratuitamente no Shopping Center Recife de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 21h. Para acompanhar as próximas cidades a receber o evento, basta acessar o Facebook do Museu ou o site oficial. Para facilitar, colocamos uma listinha abaixo, mas lembrem de verificar se as datas permanecem as mesmas, ok?

Recife – 04/03 a 26/03
Maceió – 08/04 a 23/04
Maringá – 04/05 a 14/05
Fortaleza – 12/08 a 03/09
São Paulo – 07/10 a 29/10

Senran Kagura retorna ao Steam com Estival Versus

Já ouviu falar de Senran Kagura? A franquia de games, que também teve adaptações para mangá e anime, traz a saga de mulheres ninjas contratadas pelo governo japonês enfrentando mafiosos que representam interesses de grandes corporações e políticos. Para estar na academia de lutadoras, é preciso ter um histórico criminal limpo. Quem se envolve em assassinatos não pode representar o governo.

Popular entre fãs de cultura japonesa, a série foi criada em 2011 e, desde então, recebe lançamentos praticamente anuais. O mais recente, Estival Versus (PS4 / PS Vita), recebeu avaliação positiva (32/40) da revista Famitsu e alcançou quase meio milhão de unidades. Com isso, a Marvelous e a Xseed se juntaram novamente para relançar o jogo de ação no Windows, via Steam. A edição PC de Estival Versus já está disponível por lá e figura entre os mais vendidos.

Cena de gameplay, com ninjas na praia em roupas de banho

Ninjas de biquíni lutando na praia – algo que só podia vir de um game japa…

A edição Steam é basicamente a mesma do PS4, mas com suporte a conquistas, leaderboardssaves na nuvem e trading cards, além de supportar 1440p e 4K, rodando a 60 fps. O modo online para até 10 jogadores continua presente. Mas só uma observação para os (as) desavisados (as): o game não é recomendado para menores de 18 anos, pois inclui nudez.

Quer mais dicas de títulos para Steam? Siga o BitBlog. Recentemente, falamos de um FPS online com piratas (Blackwake), a versão de Nier Automata, o retorno de Constructor e até mesmo uma nova aventura de Yu-Gi-Oh!.