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Rumor com games do Nintendo Switch era falso

Atualização: o site Nintendo Life, fonte desta notícia indicada no texto, confirmou que era uma montagem. A informação abaixo não procede mais.


Quem diria que 2017 ia começar assim? O site Nintendo Life revelou uma notícia que interessa aos fãs da Nintendo. Antes mesmo do evento em 12 de janeiro, a loja australiana EBGames teria exposto, por alguns minutos, as caixinhas de três games do Nintendo Switch (Mario Kart 8, The Legend of Zelda: Breath of the Wild e The Elder Scrolls V: Skyrim) e os seus preços. No que diz respeito aos títulos, eles viriam em caixas quadradas, com um plástico transparente na cor vermelha.

Detalhe: na capinha de MK8, são anunciados 10 novos personagens, 24 pistas a mais (ou seja, 6 copas extras), além de um “modo batalha completamente novo” (seria o retorno do modo Battle como conhecíamos?). Provavelmente King Boo estaria presente, já que foi visto no trailer de anúncio do Switch.

Zoom na caixinha do Mario Kart 8 Switch

Novo modo batalha, 24 pistas extras e 10 novos personagens!

Enquanto o Switch propriamente dito está com um preço placeholder – isto é, não oficial ainda – de 999 dólares australianos (o que equivale a R$ 2.355 ou US$ 722), os games e o controle Pro custariam 119 dólares australianos (R$ 280 ou US$ 86). Esperamos que também sejam não oficiais, já que jogos em lançamento costumam sair por um pouco menos.

Veja abaixo a print, cortesia do Nintendo Life.

3 games do Switch em destaque, mais o console e o controle Pro

Será que foi mesmo acidente?

O PS Vita não morreu; veja 10 jogos para 2017

Parece inacreditável que uma plataforma sem apoio da sua própria fabricante consiga chegar tão longe. O PS Vita, lançado em fevereiro de 2012 nos EUA e no mês seguinte no Brasil, continua com fôlego: muitos games estão previstos para 2017. O BitBlog selecionou os mais aguardados.


10) Dynasty Warriors: Godseekers

Também para: PS4
Data de lançamento: 1 de fevereiro de 2017

Heróis se preparam para combate

Ame ou odeie, Dynasty Warriors está de volta

Mais um ano, mais um Dynasty Warriors. Será que, dessa vez, teremos o mesmo nível de qualidade da saga no PS2? Em Godseekers, Zhao Yun e o novato Lei Bin vivem os últimos dias da dinastia Han no ano de 220, quando tentam libertar uma maga, Lixia, de um santuário onde permanece aprisionada por séculos.

9) Oceanhorn: Monsters of Uncharted Seas

Também para: PS4, Xbox One, Windows, Mac OS X, Android e iOS
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena com o protagonista em uma pequena vila, cercada pelo mar

Sim, Oceanhorn é lindo

Inspiradíssimo em The Legend of Zelda – mais precisamente em Wind Waker – e com colaborações de Nobuo Uematsu na trilha sonora (famoso por Final Fantasy), Oceanhorn é uma espécie de homenagem aos RPGs. Lançado primeiramente para iOS, foi eleito um dos melhores jogos mobile e logo chegou aos consoles de mesa. 2017 será a vez do PS Vita e Android receberem este clássico indie, cuja continuação já está a caminho.

8) Full Throtlle Remastered

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena do game, com dois personagens

Os adventures da LucasArts estão de volta com tudo

Após remasterizar Grim Fandango e Day of the Tentacle para o PS4 e PS Vita, eis que o estúdio Double Fine resolveu reviver mais um adventure clássico da LucasArts. O retorno de Full Throttle terá gráficos desenhados à mão, com áudio refeito e a opção de alternar – a qualquer momento – entre os visuais antigo e novo. A aventura, criada pelo designer Tim Schafer, conta a trama de Ben, o líder de uma gangue de motociclistas, que é acusado de um assassinato e tenta limpar o seu nome a qualquer custo.

7) Windjammers

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Partida entre dois adversários

Momento retrô do artigo

Originalmente para Neo Geo, o jogo de 1994 da SNK ficou famoso pelas acirradas partidas multiplayer entre duas pessoas, onde o objetivo é fazer gol rebatendo uma espécie de disco voador. O reboot pretende manter o visual 2D antigão do original, mas vai trazer partidas online, além de outros cinco modos. Aposto que vai ter uma galera fã do Neo Geo louca pra comprar este aqui…

6) Tokyo Xanadu

Também para: Windows (Steam)
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena de combate

O jogo foi a fuga da Nihon Falcom das suas séries de fantasia

Já falávamos por aqui há algum tempo de Tokyo Xanadu. O lançamento ocidental foi, enfim, confirmado via Aksys Games. A Nihon Falcom desenvolveu o projeto tentando fugir das suas séries de fantasia – como Ys e The Legend of Heroes. Em mais um enredo clichê de jovens colegiais enfrentando o mal, não há muita inovação aqui, mas o conjunto da obra foi elogiado no Japão – onde o título já está disponível. Se tratando de um estúdio tão renomado em RPGs, a expectativa não poderia ser diferente.

5) Rainbow Skies

Também para: PS3, PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena gameplay de Rainbow Skies

O visual de Skies é bem detalhado

Dos criadores do cultuado Rainbow Moon (2013), surge um sucessor espiritual. Rainbow Skies também é um RPG tático, com um longo enredo, mas que dessa vez dá um foco ainda maior ao desenvolvimento dos personagens.

4) Toukiden 2

Também para: PS3, PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena gameplay de Toukiden 2

Na ausência de Monster Hunter…

Para alguns, o Toukiden original seria uma mera cópia de Monster Hunter. No entanto, não foi o que aconteceu: o game foi um sucesso de crítica e vendeu o suficiente para assegurar uma sequência, já disponível no Japão e confirmada para o Ocidente pela Koei Tecmo.

3) Valkyria Revolution

Também para: PS4 e Xbox One
Data de lançamento: entre março e maio de 2017

Herói enfrenta um robô gigante

Série da Sega é famosa nas plataformas da Sony

Da Sega, a franquia Valkyria é conhecida pelos seus combates táticos. No novíssimo Revolution, cinco amigos de longa data – motivados por vingança – levam o mundo a uma guerra. Será o chamado “Circle of Five” um grupo de heróis, ou uma aliança formada para causar o mal? Em meio a esta dúvida, as batalhas acontecem em tempo real, no lugar dos combates por turnos dos games anteriores. Várias opções de customização estão disponíveis, inclusive no que diz respeito à inteligência artificial dos seus companheiros.

2) Ys Origin

Também para: PS4 e Windows (Steam)
Data de lançamento: 21 de fevereiro de 2017

Calabouço do game, com plataformas acima de uma superfície de lava

Ys tá de volta! Todos (os fãs de RPGs japas) comemoram

Se você não conhece a elogiada franquia de RPG Ys, da Nihon Falcom, vamos te ajudar: é um dos nomes mais influentes do gênero, principalmente no Japão. Mesmo com vários de seus títulos limitados àquele país, graças ao lançamento de Ys: Memories of Celceta (leia nossa análise aqui) e Ys Seven no Ocidente, a série ultrapassou 1 milhão de cópias físicas em todo o mundo, o suficiente para ser considerada relevante.

Origin é uma espécie de prólogo, se passando 700 anos antes do jogo original. O único a não contar com o protagonista Adol Christin, inclusive. No game, demônios forçaram as deusas que governavam o mundo a recuar, sendo aprisionadas na sombria Devil´s Tower. Uma aliança de magos e guerreiros foi então formada para reestabelecer a paz no mundo. A edição de PS Vita e PS4 é um remake daquela já disponível na Steam, com gráficos e trilha sonora refeitas.

1) Ys VIII: Lacrymosa of Dana

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Protagonista Adol Christin corre em uma praia junto a colegas

Hype altíssimo, principalmente após o elogiado Ys: Memories of Celceta

E lá vem mais Ys. Aguardadíssimo, Lacrymosa of Dana é o real sucessor da franquia, cuja trama principal parou em Ys Seven, do PSP. O novo game para PS Vita recebeu avaliação 34/40 na revista japa Famitsu, que elogiou o enredo e o sistema de batalha. Uma edição para PS4 ainda chega no meio do ano ao Japão. Nós, do Ocidente, ficamos aguardando uma data mais precisa para ambas as versões. A capa tá linda, a propósito…

Outros títulos que vale a pena esperar

Super Mario Run: decepcionante ou injustiçado?

Desde que foi lançado para o iOS na semana passada, Super Mario Run tem sido comparado a Pokémon GO de uma forma nada elogiosa. Uma parcela considerável da crítica especializada – e também do público – acredita que o game mobile da Nintendo não vai durar uma longa temporada e dificilmente sobreviverá às primeiras semanas de hype. Para usar uma expressão bem brasileira, ele é visto como “fogo de palha”. Mas esta não é a maior reclamação dos jogadores sobre o runner que foi maciçamente propagandeado pela gigante japonesa e ganhou até destaque no programa do comediante norte-americano Jimmy Fallon. O preço cobrado – US$ 10, o equivalente a R$ 33 na cotação atual – desagradou para valer e teve impacto negativo nas ações da Nintendo, que sofreram uma queda abrupta.

Mas, afinal de contas, Super Mario Run é realmente tão decepcionante assim ou está sendo injustiçado?

As avaliações do título revelam que o descontentamento não pode ser ignorado. No Metacritic, enquanto a nota da imprensa ficou em 77/100, os jogadores se mostraram impiedosos, dando reviews que resultaram na fraca pontuação de 5.5/10. Apesar disso, outro número não poderia ser omitido desta análise: Super Mario Run ultrapassou 40 milhões de downloads nos quatro primeiros dias, o que quebrou o recorde da App Store de número de downloads para aplicativos gratuitos.

Bem… Acontece que, como já foi dito aqui, o jogo não é realmente gratuito.

O download pode ser feito na App Store e, a partir do ano que vem, provavelmente até março, o game desembarca no Android. A grande questão é que somente três fases do primeiro mundo estão disponíveis gratuitamente. Para liberar todo o resto do conteúdo, o jogador precisa desembolar os US$ 10 já mencionados aqui. Ao todo, são seis mundos e cada um deles possui quatro fases que levam em média dois a três minutos para que o gamer chegue ao final. Façamos a conta mais otimista: 6 x 4 x 3 = 72 minutos.

Ou seja, com pouco mais de uma hora, um jogador casual torra seus R$ 33 e zera Super Mario Run. Talvez duas ou três horas, se a pessoa for realmente muito ruim e morrer com frequência – mas muito ruim mesmo, já que o título possui um nível baixíssimo de dificuldade. Se você for o perfil de jogador para qual o game acaba ao resgatar a princesa Peach, de fato, o custo-benefício deixa a desejar. Some isso ao fato de Super Mario Run exigir conexão com a internet e sugar os dados como um vampiro esfomeado e é fácil perceber o motivo da rejeição.

Dito isso tudo, aqui vai minha opinião: eu sou um defensor de Super Mario Run e pendo a achar que ele está sendo injustiçado. Não tanto, só um pouquinho. E por mais que eu seja fã assumido da Nintendo, as críticas fazem sentido.

Vamos, agora, às minhas considerações:

Além das mecânicas clássicas de um runner, existe o modo Corrida em que o jogador pode competir com outros amigos e pessoas do mundo inteiro. A Nintendo também deve ter absorvido alguma inspiração de simuladores como Animal Crossing e deu aos jogadores a possibilidade de criar e customizar seus próprios reinos, com casas, canos e cogumelos coloridos. O fator replayable está presente e não pode ser desconsiderado. Cada fase do modo Mundo de Super Mario Run possui cinco moedas rosas que desafiam o jogador a serem coletadas. Uma vez que isso é feito, a missão é conseguir cinco moedas roxas. E, por fim, cinco moedas pretas. A cada mudança de cor, maior a dificuldade.

Se você for um jogador mais casual, talvez nada disso funcione como atrativo ao ponto de justificar a quantia acima da média para um game de celular. Mas se o desafio de reunir todas as moedas especiais e desbloquear os personagens do jogo te motivam a continuar pulando nos inimigos e desviar de obstáculos, possivelmente as críticas vão soar exageradas. É o meu caso.

Tentar pegar todas as moedas especiais e vencer as corridas com outros jogadores para aumentar o reino transforma Super Mario Run e faz o jogo pular de um título de fácil digestão para um game que exige paciência e muita destreza. Adicione isso ao fato de que Mario é um dos personagens mais populares da indústria dos videogames. E, inegavelmente, Super Mario Run é visualmente bonito e diverte.

Olhando por este lado, talvez os dez dólares tenham sido um investimento até que justo.

Veja os games já confirmados para o Nintendo Switch

2017 marca o lançamento do famoso híbrido de console e portátil. O Nintendo Switch terá maiores detalhes revelados em um evento online no dia 12 de janeiro, mas não precisa esperar: o BitBlog consolidou todos os games já confirmados para a plataforma, além daqueles que estão só aguardando um empurrãozinho para se tornarem oficiais. Confira!

Confirmados

Link correndo de explosões

Breath of the Wild foi o primeiro game confirmado para o Switch

  • Just Dance 2017 (Ubisoft, março de 2017)
  • Project Sonic 2017 (Sega, 2017) – título provisório
  • Sacred Hero (Simplistic, 2018)
  • Seasons of Heaven (Any Arts, 2018)
  • Super Mario (Nintendo, sem data) – título provisório
  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo, 2017)

Demonstrados, aguardando confirmação

Dragão com montanhas ao fundo

A Bethesda tá esperando algo inexplicável para confirmar Skyrim

  • Dragon Quest XI (Square Enix)
  • Mario Kart 8 (Nintendo) – título provisório
  • NBA 2K17 (2K Games)
  • Splatoon (Nintendo) – título provisório
  • The Elder Scrolls V: Skyrim (Bethesda)

Rumores “fortíssimos”

Robô (doll) voando o universo de Mira

Clássico do Wii U, Xenoblade Chronicles X poderá ter uma nova chance no Switch

  • Animal Crossing (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Dark Souls 3 (From Software)
  • Luigi’s Mansion (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
  • Mario RPG: Invasion of the Rabbids (Ubisoft)
  • Mass Effect Andromeda (EA Games)
  • Sphinx and the Cursed Mummy (THQ Nordic)
  • Super Mario Maker (Nintendo) – relançamento do Wii U
  • Super Mario Sunshine (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Super Smash Bros. Melee (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • The Binding of Isaac Afterbirth+ (Nicalis)
  • Xenoblade Chronicles X (Monolith) – relançamento do Wii U

Lost Odyssey está gratuito no Xbox One e 360

Se você tem o Xbox One ou 360 e está com vontade de jogar um bom RPG, boa notícia: Lost Odyssey, lançado originalmente para o 360, está gratuito em ambas as plataformas até 31 de dezembro deste ano. Para baixar, clique aqui ou vá até a loja em seu console.

Lost Odyssey é da Mistwalker, estúdio do criador de Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi. O game conta ainda com trilhas sonoras de Nobuo Uematsu, que trabalhou junto à Sakaguchi nos primeiros games da famosa franquia. Esta nova aventura é sobre a estória de Kaim, um personagem imortal que viveu mais de 1000 anos, mas que não lembra do seu passado. Com mecânicas de MMORPG, o título traz ainda o protagonista em diversas vidas, compondo várias famílias e se despedindo das mesmas, enquanto outros heróis tentam ajudá-lo a entender a sua origem. Veja abaixo o trailer.

Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist estreia bem no Steam

Um ano após chegar ao PS4 e Xbox One, finalmente Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist ganhou versão para Windows. O game, que custa convidativos R$ 40, foi lançado no início de dezembro no Steam e segue entre os dez mais vendidos. Não poderia ser diferente: o fator nostalgia grita a todo momento, seja na campanha solo ou nas partidas online. Contando com personagens das cinco gerações do anime, o jogo parece ser o que os fãs mais pediam.

É importante apontar que Legacy of the Duelist tem um visual muito duvidoso, assim como a sua trilha sonora. A Konami parece ter preferido focar no conteúdo (com mais de 6 mil de cartas, por exemplo, além das modalidades de jogo e fator replay) ao invés de caprichar na apresentação. Os DLCs – R$ 10 cada – parecem ter preços exagerados, mas no final das contas é o conjunto da obra que fala mais alto. Veja abaixo um trailer do título.

Jogue Sea of Thieves antes de todo mundo

Entre 16 e 18 de dezembro (final de semana, por acaso), a Rare permitirá o acesso de 1000 jogadores à versão Technical Alpha de seu próximo grande game, Sea of Thieves, no Windows 10 e Xbox One. Para estar entre os privilegiados, é preciso ter uma conta da Xbox Live, se inscrever aqui e posteriormente assinar um termo de confidencialidade.

Jogamos o título na E3 2016 e, sinceramente, achei bem repetitivo. Mas se você quer tirar suas próprias conclusões, corra com a sua aplicação. No vídeo abaixo, veja o que esperar!