Jogamos: Wayward Sky é uma experiência relaxante no PlayStation VR

O primeiro dia da E3 foi muito disputado e marcado por longuíssimas filas. Ainda impressionados com o grau de imersão do PlayStation VR demonstrado na conferência da Sony, eu e Diego von Söhsten (também editor do BitBlog) tentamos marcar mais demos com uma experiência de realidade virtual na plataforma da gigante japonesa. Extremamente visados, Resident Evil, Final Fantasy XV, Batman Arkham, RIGS e Farpoint rapidamente tiveram vagas esgotadas. Acabei indo para Wayward – um puzzle da Uber Entertainment – totalmente despido de grandes expectativas. Quando dei por mim, os 15 minutos do carismático point and click (ou seria look and click?) já tinham me conquistado e despertado o interesse em jogar mais.

wayward sky playstation vr

Com um visual colorido e cenários bem trabalhados – ainda que não tão ricos em detalhes – a nova aventura para o PlayStation VR traz o jogador na pele de Bess, uma jovem co-piloto que está voando com o pai quando acidentalmente cai em uma fortaleza voadora misteriosa. Com o pai sendo raptado e o avião destruído, ela precisa explorar o lugar para realizar o resgate. Com os óculos de realidade virtual o jogador usa as mãos (através do PS Move) para indicar os lugares para os quais Bess deve se deslocar. Conforme adiantei no início do post, há alguns puzzles que envolvem a ajuda de robôs – também controlados numa mecânica de point and click –  e painéis com botões que exigem a combinação certa. Nada muito complicado. Pelo menos não na demo. Em determinados momentos a câmera alterna entre primeira pessoa (durante alguns puzzles) e terceira (para se movimentar pelo cenário).

No geral, Wayward Sky é bonito e oferece uma experiência relaxante no PlayStation VR. É uma excelente alternativa para quem precisa de um descanso de tiros, explosões e zumbis. O lançamento deve ocorrer até o final deste ano.