Momento Crítico apresenta cases de fracasso

Jovens empreendedores discutem o que deu errado no Momento Crítico

Quem disse que empreender e abrir uma startup é só glamour? A bem da verdade – e digo baseado em várias entrevistas – ser dono do próprio negócio é um desafio tão recompensador quanto dolorido. Num processo contínuo de tentativa e erro, muitos negócios acabam fechando e os empreendedores, com frequência, acumulam experiências e perdem dinheiro.

O que não é, necessariamente, algo ruim.

A aceleradora Jump Brasil convida o público a conhecer cases de fracasso. Nesta edição, a organização promete uma sessão de aprendizado com André Araújo e Emerson Silva através das experiências empreendedoras da Ogilvy no Recife. O segundo case será apresentado por Rafael Palermo, com as histórias de altos e baixos da startup RoofTOP.

O bate-papo é na noite desta quinta-feira (04), às 18h45, quando acontece o Momento Crítico 2016, um encontro que encerra as programações do Recife Summer School do Porto Digital. As inscrições para o evento custam R$ 20 e podem ser feitas neste link.

Interesse notar que no Vale do Silício – o maior polo de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo – prevalece a cultura do fail fast e smart fail. Quanto mais fracassos você acumula, mais conhecimento possui para não repetir os mesmos erros. É o tipo de experiência que chama a atenção dos investidores lá fora. Desde que não se esbarre sempre nas mesmas barreiras – daí o smart (inteligente).

Aqui no Brasil, essa lógica ainda é vista com desconfiança. Não é fácil entender, de imediato, por que o fracasso deve ser valorizado. Felizmente existem iniciativas que brotam da própria comunidade, como o Momento Crítico, e servem de farol para guiar a nova geração de empreendedores.