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Super Mario Run: bigodudo chega ao iPhone e iPad

Por essa você não esperava. A Nintendo anunciou nesta quarta-feira, durante a revelação do iPhone 7, o jogo Super Mario Run. Ele chegará primeiro ao iOS, em dezembro, e trata-se de mais uma aventura side-scroller do famoso mascote.

Mario encara Bowser

Sim, vai ter Bowser mais uma vez

O game será pago, não contando com micro-transações. Dois modos estarão disponíveis: uma campanha, onde o objetivo é terminar as fases e coletar moedas, e uma competição contra o tempo contra os “fantasmas” de outros jogadores.

Com o anúncio, as ações da Nintendo dispararam 25%. Ao contrário de Pokémon GO, que teve a parceria da Niantic, Super Mario Run é um dos quatro títulos feitos junto à japonesa DeNA e conta com a supervisão de Shigeru Miyamoto.

Bug no calendário pode inutilizar iPhone, iPad e iPod

A Apple tem fama – desde a era Steve Jobs – de se preocupar muito com os detalhes de seus produtos. É justamente por conta desse zelo, que acompanha a imagem da marca entre o mercado consumidor, que um bug esquisito vem provocando inquietação na internet. Foi descoberto que alguns aparelhos da maçã podem “brickar” ao se ajustar manualmente a data para 1º de janeiro de 1970. O termo “brickar” é aportuguesado de brick, que em inglês significa “tijolo”. É exatamente isso que seu iPhone vai virar se você fizer o teste. Portanto, não teste isso em casa nem no aparelho de qualquer outra pessoa.

Segundo o The Guardian, o bug da data afeta iPhones, iPads e iPod touches com processadores 64-bit que rodam iOS 8 ou iOS 9. A relação de dispositivos vulneráveis inclui o iPhone 5S ou modelos mais novos, a sexta geração do iPod Touch ou versões mais novas, o iPad Air e o iPad Mini. É sério, estamos avisando: não teste. Há inúmeros relatos de que os aparelhos não conseguem inicializar após serem desligados depois de feito o procedimento de mudança da data. Ainda não se sabe exatamente o que provoca o erro.

Veja, no vídeo abaixo, o que acontece quando a data é alterada para 1º de janeiro de 1970:

Sequência falsa de Minecraft engana jogadores no iOS

Lá vem confusão… Um dos jogos mais vendidos no iTunes norte-americano é “Minecraft: Pocket Edition 2“, para iPhone e iPad. Mas se engana quem pensa que é uma sequência do sucesso da Mojang. Trata-se de um golpe.

Ao acessar a página do “produto” no iTunes (que, inacreditavelmente, ainda está no ar), é possível perceber por que tanta gente foi prejudicada: as telas e a descrição usadas são similares às oficiais, do primeiro (e até aqui, único) game. O desenvolvedor – que atende por “Scott Cawthorn”, um nome também falso – esconde a real mecânica do jogo, que é bem diferente. No papel de Scorpion, de Mortal Kombat, é preciso se defender de zumbis que surgem no cenário. Sério.

Minecraft 2 - jogo falso para iOS- iTunesA descrição do produto no iTunes comprova: é propaganda enganosa

A situação fica ainda mais grave quando se trata de um aplicativo pago. Custando o equivalente a 7 dólares ou 5 euros, dependendo do mercado, o golpe já conta com inúmeras reclamações. Para impulsionar as vendas, o desenvolvedor criou contas falsas, elogiando o título com 4 e 5 estrelas. Não demorou para avaliações de 1 estrela ocuparem a página no iTunes.

Minecraft 2 - jogo falso para iOS - ingameNem um pouco parecido com Minecraft, não é mesmo?

Em entrevista ao Eurogamer UK, a Mojang, estúdio responsável por Minecraft, alegou que a empresa está “ocupada com a questão”. De acordo com o funcionário Owen Hill, “quando um produto tenta enganar a comunidade, é de nossa responsabilidade se envolver nisso”.

Com milhares de aplicativos disponíveis, não é a primeira vez que algo desse tipo acontece no iTunes. Mesmo nas lojas concorrentes, como o Google Play, não há um sistema de controle rígido o suficiente para impedir que novos golpes como este aconteçam. A pergunta é: não está na hora de rever isso? Ou será que as empresas devem abrir mão de qualidade, em detrimento de números?

App Annie lista os aplicativos mais baixados e rentáveis para iOS

A consultoria App Annie, especializada em análise de tendências na indústria dos aplicativos para dispositivos móveis, publicou nesta quarta-feira (02) um relatório com a lista dos apps mais populares para iPhone e iPad. A pesquisa segmenta os resultados para aplicativos em geral e games. Ela também indica quais receberam mais downloads e os que tiveram maior receita.

As conclusões do levantamento são bem interessantes. Ele indica que Google, Facebook e Apple, sozinhos, respondem por oito dos dez aplicativos mais baixados no iOS. A maioria do Top 10 Geral exista há mais de quatro anos. Uma característica em comum entre eles são os recursos de compartilhamento e o fator social.  Entre os mais rentáveis ocorre maior diversificação das empresas desenvolvedoras e o Skype é o único que figura no Top 10 dos mais baixados e mais lucrativos. Quanto aos games, o relatório da consultoria App Annie conclui que os jogos casuais são os mais baixados.

Top 10 Games – Maior quantidade de downloads

App Annie Games mais baixados

Top 10 Games – Maior receita

App Annie Games mais rentaveis

Top 10 Geral – Maior quantidade de downloads

app Annie Geral mais baixados

Top 10 Geral – Maior receita

App Annie Geral mais rentaveis

Rumor: Novo iPhone será anunciado em 9 de setembro

Tim Cook iPhone

A Apple tradicionalmente apresenta as novas versões do iPhone em um evento realizado no mês de setembro. Como a indústria da tecnologia sempre esteve mergulhada em uma cultura de rumores, vazamentos e apostas – o que de certa forma funciona como estratégia de marketing – a data do provável anúncio já começa a correr a internet. O BuzzFeed afirma que a maçã vai mostrar o novo aparelho na segunda semana de setembro e o dia 9 é o grande cotado para o anúncio. Sites especializados também indicam que a companhia vai trazer novidades sobre a Apple TV.

Apple pode lançar um iPad com caneta styllus

iPad
Steve Jobs nunca foi um grande fã das canetas styllus. Na conferência de apresentação do primeiro iPhone, ele inclusive chegou a debochar do objeto, falando que não era simples de usar e se perdia com facilidade. Justamente por isso, qualquer pessoa poderia presumir que um dispositivo com styllus não está nos planos da Apple.

Mas um rumor está ganhando força e mostra que não é bem assim. O Business Insider revelou, citando como fonte um engenheiro da maçã, que nos últimos anos a companhia testou protótipos do iPad com caneta styllus. Apesar da resistência de Jobs, que morreu em 2011, a empresa parece reconhecer que há um mercado que prefere styllus para tablets com telas grandes em vez do tradicional touchscreen.

O Business Insider também relata que a Apple registrou várias patentes para designs diferenciados de canetas styllus, porém faz a ressalva de que isso não significa que elas chegarão ao mercado algum dia. Empresas que tem a inovação em seu DNA frequentemente prototipam novos produtos e fazem testes de conceito para analisar a viabilidade dos mesmos. Mas também é um sinal de que a possibilidade é considerada.

Cantora Taylor Swift critica Apple Music por não pagar artistas

Desde os anos 80, a Apple realiza anualmente uma conferência voltada para desenvolvedores. É a Apple Worldwide Developers Conference, também conhecida como WWDC. Há um bom tempo ela tem acontecido em junho e, neste ano, não foi diferente. Normalmente o evento traz informações sobre as próximas versões do iOS, o sistema operacional da Apple, mas eventualmente a companhia revela novos produtos e serviços. No dia 8 deste mês, a empresa da maçã apresentou o Apple Music ao público, que vai seguir os moldes do Spotify, Deezer e Rdio, oferecendo streaming de música. Ele chega ao mercado no final de junho, no dia 30, com um agressivo trial de três meses para impressionar e abocanhar potenciais assinantes.

Foi justamente o trial de três meses que levou a cantora Taylor Swift a publicar, neste domingo (21), um desabafo nas redes sociais. Em um longo texto, ela critica a Apple e sugere que a gigante de Cupertino tentou esconder dos usuários que não pagará royalties aos artistas durante o primeiro trimestre do serviço. “Eu considero isso chocante e decepcionante”, escreveu Taylor Swift, acrescentando que seu novo álbum, 1989, não será disponibilizado na Apple Music por conta disso.

Na mensagem, que teve mais de 26 mil retuitadas e 7 mil compartilhamentos no Facebook até às 20h deste domingo, a cantora explica que a decisão da companhia afetará sobretudo os artistas que estão começando a carreira e lançando seus primeiros singles, mas não serão pagos pelo esforço e sucesso.

“Sabemos que a Apple faz um sucesso astronômico e que essa empresa incrível possui dinheiro para pagar artistas, escritores e produtores por três meses, mesmo que eles sejam gratuitos para os fãs que estão testando”, observa a cantora norte-americana. Ou seja: Para Taylor Swift, a Apple está sendo muquirana, mesquinha, pão-dura, pirangueira… Bem, deu para entender, né?

Ela encerra o desabafo torcendo para que a política de pagamentos aos artistas seja revista e que ninguém está pedindo um iPhone de graça. “Então, por favor, não nos peça também para fornecer nossas músicas sem nenhum retorno”, conclui.