Campus Party

Guia das melhores palestras da Campus Party Recife

Palco Marte Campus Party Recife

Não foi para a quarta edição da Campus Party Recife? Está triste porque perdeu alguma palestra que queria muito ver? A boa notícia é que a organização do evento disponibiliza no YouTube a maior parte das atividades e conferências. Embora a quantidade de fotos deste ano no Flickr oficial tenha sido mais humilde que as edições passadas, existem vídeos para praticamente tudo o que aconteceu na Arena, a parte da feira que é restrita aos campuseiros pagantes. Nossa única observação – que serve de crítica construtiva – é a necessidade de maior cuidado com a qualidade do áudio, um problema que aconteceu nos anos passados e se repetiu.

O BitBlog traz um post com a descrição oficial de cada um dos seis palcos e uma seleção do que aconteceu de mais legal neles. Se você é um dos ferrenhos críticos da Campus Party e acha que o evento não acrescenta nada, talvez se surpreenda.

Palco Terra

“Da Terra à Lua serviu como inspiração para os nosso cenários. E quem melhor que o nosso planeta para ser palco das principais atrações? No palco Terra poderemos ver as estrelas da Campus Party Recife 2015 a olho nu. Palestrantes incríveis, desses assim que tiram você de órbita sabe? Que fazem você pensar, ver o mundo diferente, projetar coisas novas e acreditar que sim, o impossível é possível!”

Dado Schneider – Palestra Muda 2.0

Controle de fenômenos epidêmicos nas cidades do futuro

Compromisso e interação: uma nova era para os games. #CPRecife4

A educação do futuro

Who wants to be a Brazillionare?

Lorrana Scarpioni

Palco Júpiter

“Este palco compartilha o nome com o quinto planeta do sistema solar, o maior em tamanho e o deus supremo e criador do Universo. Com ele, nossos campuseiros mais inovadores serão capazes de criar seus próprios universos a partir de linhas de códigos e configurarem novas ordens e regras no mundo digital”

Desenvolvendo Wearables com JavaScript

Como Python está mudando o ensino de programação no mundo!

Os 5 maiores erros do desenvolvedor de Games e como eu cometi todos!

Cyberguerra: A quarta força se consolida

Marco Civil da Internet, como isso afeta a sua vida?

Palco Marte

“Marte era o deus da guerra, como bem representa a cor vermelha do quarto planeta do sistema solar; mas também se associava à juventude. Essa mistura de entusiasmo e competitividade são um perfeito reflexo das características dos participantes do palco dos Jogos e Simulação”

Gamificação como ferramenta motivacional na educação

Jogos e Educação: Desvendando a pré-história através de aplicação 3D

Como fazer meu jogo?

Games e Realidade Virtual: Aplicações e Desenvolvimento

Palco Saturno

“O sexto planeta do sistema solar tem seu nome de um deus associado ao tempo que simbolizava que a falta de mudança acaba destruindo tudo. Nesse cenário mostraremos os principais avanços do futuro e como as novas tecnologias podem ter aplicações muito práticas. Descubra que campos como a robótica se encontram em uma época de ouro, construindo as bases de muito do que está por vir”

O que esconde as belezas do céu?

Internet das Coisas

Makers colaborativos – inovando para pessoas com deficiência

Robôs domésticos

CESAR, uma instituição com nome de gente

Palco Vênus

“O nome do segundo planeta do sistema solar se associa com a deusa da beleza e da fertilidade. Esses dois conceitos são alguns dos principais objetivos dos participantes deste palco, sempre em busca do projeto perfeito, capaz de permanecer na mente do seu público criando um impacto único, e tratando de que a criatividade seja uma constante e não produto de uma ocasião singular”

O futuro do conteúdo digital: tendências para quem produz na web

Crowdfunding: o poder do financiamento coletivo

Caue Moura – Desce a Letra!

Marimoon

Saiba como foi o encerramento da quarta edição da Campus Party Recife

Encerramento Campus Party Recife

Mais uma edição da Campus Party Recife chega ao fim. Apesar dos problemas com as filas e credenciamento – criticados também por muitos campuseiros – no geral o evento foi muito bom. É aquela velha história: a Campus Party é feita pelos campuseiros. Sempre fico impressionado com a quantidade de boas ideias e gente interessante com espírito de inovação que circula por lá. A sensação é que cada vez mais a organização dá uma atenção especial aos conteúdos de empreendedorismo e estimula muito a realização de concursos, hackathons e premiações. Foram tantos neste ano que eu perdi as contas. Isso é maravilhoso porque serve como estímulo para a turma que quer tirar uma ideia do papel. O apoio do Sebrae é sempre muito importante, assim como a conexão ultrarrápida oferecida pela Telefônica Vivo, um dos grandes atrativos da Campus Party.

Claro que o encontro não se resume a esse perfil de campuseiro. Além dos empreendedores, há os que vão para acompanhar certas palestras, a galera fissurada em conexão que faz download de gigabytes de seriados, os gamers (boa parte ocupada jogando League of Legends) e os curiosos, que não sabem muito bem o que estão fazendo ali mas se divertem com o espírito da Campus Party. Um evento que tem e produz sua cultura própria, vide os gritos, Pica-pau, Gandalf, brincadeira do PicMe e tantas outras coisas.

Pois é, acabou e vai deixar saudades.

A cerimônia oficial de encerramento aconteceu na noite do sábado (25), por volta das 20h. Ela começou com uma hora de atraso e precisamos registrar algo inusitado durante o teste de tela e som do palco Terra, o principal da feira. Não sabemos se era parte da programação ou se foi algum tipo de “incidente”, mas alguém rodou um clipe do Long MC, que é gravado no Recife. O vídeo faz duras críticas ao transporte público e aos políticos. Confesso que não sei o que o Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife acharam disso. Pode ter sido uma autocrítica ou o desejo de valorizar a livre opinião, como também pode ter acontecido totalmente fora do script. O fato é que provocou estranheza.

Sobre a cerimônia em si: um grupo de maracatu entrou na Arena e se dirigiu ao palco Terra fazendo uma performance que chamou a atenção de todo mundo para, em seguida, se juntar a um robô gigante. A organização agradeceu aos patrocinadores e apoiadores, exibiu alguns números do evento e anunciou as startups premiadas nas várias premiações. Um ponto importante aqui foi a preocupação em não deixar esses empreendimentos morrerem na praia. No caso do concurso Hacker Cidadão, promovido pela Empresa Municipal de Informática (Emprel), foi dito que as equipes passarão por uma rodada de pitches e devem receber mentoria para desenvolver os negócios.

Também gravamos depoimentos de alguns campuseiros falando sobre a despedida da quarta edição da Campus Party Recife:

Modelagem 3D e realidade virtual em games na #CPRecife4

Alex Rodrigues e Everaldo Neto na Campus Party Recife 4

Alex Rodrigues e Everaldo Neto têm carreiras bem parecidas: ambos são artistas 3D há oito anos no mercado, foram colaboradores do estúdio pernambucano de jogos Playlore e participaram da produção de grandes títulos, de Just Cause 2 a Elder Scrolls Online. Atualmente, a dupla é sócia da Diorama Digital, onde desenvolve soluções arquitetônicas mescladas com realidade virtual. Neste sábado, os apresentadores contaram, na Campus Party Recife, experiências de seus projetos passados e atuais.

Modelagem em 3D aplicada a games: por onde começar?

O ciclo de modelagem foi descrito pelos designers em cinco etapas. Primeiro, desenhos iniciais são elaborados (Concept). Em seguida, é feito um modelo em alta definição (High Poly), que ganha logo após uma versão mais detalhada (Low Poly). Na fase seguinte, com os modelos High e Low, são extraídas as texturas e então o processo finaliza na etapa In Game, com ajustes já aplicados. Eles recomendaram as tecnologias Autodesk 3ds Max, Maya e Blender, com uma consideração de Everaldo: “não se prenda a uma ferramenta específica, o mais importante é conhecer o processo“. Na visão dele, cada uma fornece possibilidades únicas.

Participando de grandes projetos

Just Cause 2

O jogo Just Cause 2 (foto acima) foi a experiência mais desafiadora até aqui para Alex, pois representou sua primeira oportunidade de aplicar seus conhecimentos em modelagem 3D em um game. Além disso, era necessário seguir a especificação de um cliente internacional. Com o passar do tempo, o designer foi se habituando ao processo da indústria. Curiosamente, nem sempre a dupla sabia para qual projeto exatamente estava trabalhando: durante a produção de Elder Scrolls Online, Alex e Everaldo se referenciavam ao título apenas pelo codinome, quando descobriram, seis meses após ingressarem no projeto, o nome do game. Parecia inacreditável, mas eles estavam, daqui de Recife, participando de uma das franquias mais cultuadas de todos os tempos.

Empreendendo em realidade virtual

Oculus Rift

O momento em que a dupla resolveu empreender em um negócio que envolve realidade virtual trouxe alguns desafios. Alex e Everaldo aplicaram todo o conhecimento que tinham nas engines Unreal e Unity, desta vez no desenvolvimento para Oculus Rift (foto acima). O famoso acessório exige um PC de alto processamento – além de ser mandatório ter placa de vídeo com suporte ao DirectX 11. O alto custo do Oculus Rift (350 dólares + frete e impostos brasileiros), dificuldade de locomoção (já que o acessório não é tão portátil assim e exige conexão com PC) e eventuais enjoos, que podem acontecer em alguns usuários, ainda limitam um pouco a tecnologia.

Mas, de qualquer forma, Alex e Everaldo mostraram que com planejamento, é possível, sim, empreender e ter sucesso nesta área. Para demonstrar uma das obras da Odebrecht no bairro Reserva do Paiva, em Pernambuco, a Diorama Digital desenvolveu um ambiente tridimensional com suporte à tecnologia da Oculus VR. Um projeto arquitetônico, nos mesmos moldes, para a Sinagoga do Recife também está sendo feito pela empresa. O futuro é animador.

#CPRecife4: Conheça o Waho, app amigo do subúrbio

Startup Waho

Nas postagens de ontem, falamos sobre o Startup & Makers da quarta edição da Campus Party e entrevistamos alguns empreendedores. Mas há outro espaço com uma proposta bem parecida e que “estreou” este ano: a Campus Future, que traz projetos incríveis de estudantes universitários. Para abrir os trabalhos, vamos falar do Waho, um aplicativo que está sendo desenvolvido por quatro alunos da UFPE. A equipe é formada por Eduarda Scharnhorst (administração/19 anos), Maysa Borges (design/20 anos), Déborah Mesquisa (ciência da computação/24 anos) e José Luiz Correa (ciência da computação/27 anos).

Do que se trata? Elas tiveram a ideia de divulgar uma parte do Recife pouco conhecida aos turistas e focar no potencial das boas histórias do subúrbio para atrair quem vem de fora do estado para nossas terras tupiniquins. A plataforma ainda é embrionária e, o protótipo, bastante cru.

Tela WahoO Waho terá um mapa com várias sugestões de locais aos turistas e os usuários poderão ver os mais próximos para montar um roteiro. O diferencial de grandes players do mercado, como TripAdvisor e Booking, é a aposta do grupo na humanização do turismo. O protótipo traz boas imagens e conta um pouco sobre o Bar da Geralda e o Mercado da Encruzilhada. Há um mês e meio, a equipe entrevistou pessoas no aeroporto e em hostels para coletar sugestões.

Na quarta edição da Campus Party Recife, o quarteto do Waho teve a ótima ideia de criar um quadro e circular nas áreas da Arena e Open Campus para receber novas ideias. Quando cruzei com eles, a quantidade de post-its me fez acreditar que atingiram o objetivo.

Para monetizar, o time planejou trabalhar a venda de anúncios no formato de histórias patrocinadas e oferecer algumas funcionalidades pagas.

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#CPRecife4: Entrevista com Tulio Caraciolo, gamer e empreendedor

Público na Campus Party Recife 4

Tulio Caraciolo, 32 anos, atua profissionalmente na área de games desde 2006 e já fundou três empresas na área. Atualmente, é Produtor Executivo nos estúdios Manifesto e BigHut Games, onde gerencia um grupo de 50 pessoas na criação de jogos para diversas audiências e plataformas. Além disso, Tulio é aluno de doutorado no Centro de Informática (CIn) da UFPE, onde desenvolve pesquisas sobre algoritmos e técnicas que permitam ajustar a dificuldade em títulos comerciais, de forma a possibilitar experiências adaptadas para cada tipo de jogador.

Na Campus Party Recife, o gamer falou sobre Game as a Service (GaaS) – um novo paradigma que permite a distribuição de jogos de forma digital – seja por download ou via transmissão (streaming). Um conceito que, ao mesmo tempo em que traz facilidades e novas possibilidades de distribuição, proporciona também debates na indústria, devido a games que são lançados com muitos bugs – que só são corrigidos através de atualizações.

Também foi abordado o conceito de freemium games – títulos que são lançados de forma gratuita, mas que pedem microtransações para que seja possível chegar mais longe ou adquirir itens exclusivos. Para engajar o público a desembolsar um valor, na visão de Tulio, é preciso investir em novos conteúdos, balanceamento constante da inteligência artificial, experiências multi-player e em fidelização dos jogadores. Este modelo veio a ser destaque a partir de 2011, quando passou a representar a maioria das vendas nas lojas da Apple e da Google. Na atualidade, embora os premium games (pagos, obrigatoriamente) sejam bastante representativos, estão mais associados às franquias mais maduras e consolidadas na indústria – algo que, na opinião de Tulio, também deve mudar. Acompanhe a entrevista.


Para as startups que vão desenvolver seu primeiro game, você recomendaria a abordagem freemium? Ou este tipo de empresa ainda não tem maturidade para promover atualizações frequentes e manter o público engajado?

Sim, o modelo freemium se aplica às startups e é o mais recomendado neste cenário. É complicadíssimo gerar um título premium (pago) que tenha renda constante – talvez no PC, mas há dificuldades. O caminho que indico é criar e disponibilizar um produto mínimo viável, medir custo e uso no decorrer do tempo com ferramentas web analíticas e ir iterando com atualizações. Como foi mencionado na apresentação, apenas 20% do esforço envolve lançar um game, em si, neste modelo.

Qual a importância do modelo Games as a Service para a indústria brasileira de jogos? Ela é a responsável pela evolução nos últimos anos?

O crescimento da indústria no país tem mais a ver com a popularização e facilidade de distribuição. Na minha visão, o Brasil precisa melhorar muito. Existem algumas iniciativas isoladas obtendo repercussão, mas ainda não há um jogo referência, que seja realmente estruturado e tenha feito grande sucesso, como alguns casos que vemos em países da Europa, por exemplo.

Um dos grandes sucessos da BigHut Games, de Tulio: Boney the Runner

Franquias mais maduras, como Assassin’s Creed e Call of Duty, devem aderir a este modelo freemium no futuro, com microtransações, ou ele estará limitado a jogos casuais?

Com certeza haverá adesão, é apenas uma questão de tempo. Jogos mais complexos, principalmente de console, por terem muito conteúdo, exigem uma largura de banda mais expressiva para download. É diferente adquirir um complemento de 100 MB, por exemplo, em um jogo mais casual em relação a transferir 1 GB de conteúdo em uma grande produção. Por isso, estas franquias ainda estão afastadas do modelo freemium, mas certamente irão aderir.

Serviços de streaming como o PS Now (vídeo abaixo), da Sony, e o GameFly, presente em TVs da Samsung, permitem que usuários paguem uma assinatura e tenham acesso a um catálogo para jogar, em transmissão direta. Você acredita neste modelo fazendo sucesso no Brasil? Será o fim dos consoles, da forma que conhecemos?

Acredito que (o streaming) vai emplacar por aqui sim, mas é algo a médio prazo, pois ainda não estamos prontos. Precisamos, primeiro, ter uma internet melhor. O crescimento da largura de banda vai permitir este modelo. Os consoles ainda têm algumas gerações pela frente, mas a mídia física deve deixar de existir logo. É só ver o que aconteceu com as indústrias de filmes e músicas. Quem ainda compra DVDs e CDs? Pouca gente. Quanto mais a banda larga evoluir, mais rápida será esta transição.


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Confira a programação do terceiro dia na Arena da Campus Party Recife

Palco Terra

10:30 Desafios e Inovações de Streaming de Música na América Latina.

11:45 OVNI – O Coração da Campus Party. Edson Borelli.

13:00 Lorrana Scarpioni

14:30 O lado humano da tecnología. Valter Ferreira

15:45 O papel dos Living Labs em Smart Cities

17:00 Transformando Sonhos em Realidade

19:00 Cerimônia de encerramento

21:00 Maratona JustDance

Palco Júpiter

10:30 Inotify: observando seus arquivos e tomando decisões de segurança em tempo real.

11:45 Cyberguerra: A quarta força se consolida

14:30 Marco Civil da Internet, como isso afeta a sua vida? Marcelo Fernandes Costa.

15:30 Empreendedorismo na prática.

18:00 Utilizando Containers com Docker

Palco Marte

10:30 É possível ganhar dinheiro com jornalismo de games ? O que é a experiência “Drops de jogos” ?

11:45 JOGADORES TÓXICOS: uma análise comportamental dos jogadores brasileiros de LOL

14:30 Games e Realidade Virtual: Aplicações e Desenvolvimento.

Palco Lua

10:30 Como montar um time campeão

11:45 Os Investidos – painel de empreendimentos que receberam investimentos

14:30 O Investidor Empreendedor

15:45 Como decolar a sua startup? Lindalia Reis.

17:00 Os empreendedores que viraram investidores

18:00 Tecnologias e Inovações para o segmento de Saúde.

Palco Saturno

10:30 Diagnóstico virológico animal: ciência, tecnologia e impacto econômico

11:45 Berimbot

14:30 Caçadas astronômicas

15:45 CESAR, uma instituição com nome de gente

17:00 JavaScript Robotics: O que acontece quando o Hardware se encontra com o JavaScript?

Palco Vênus


10:30 Marimoon

11:45 Ajuda Luciano – Da internet para a agência

14:30 Monitoramento Além das Mídias Sociais – Transformando empresas a partir da inteligência extraída das mídias sociais

15:45 Geek TV Show: Como os quadrinhos estão reinventando o cinema (Cinema).

17:00 Como as pessoas leem textos visuais. Ana Elisa Ribeiro.

Clique aqui para conferir a agenda completa, incluindo a programação da Open Campus, aberta ao público.

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#CPRecife4: StepBox remunera entregadores de encomendas

Startup StepBox

A equipe da StepBox é formada por Roberto Almeida, 27 anos, Gustavo Lemos, 26 anos e Alaim Alves, 36 anos. A ideia da startup, presente na quarta edição da Campus Party Recife, é criar uma plataforma para entregas comunitárias que remunera a pessoa que faz o transporte. Exemplo: Eu preciso levar um notebook do Recife para Olinda. Cadastro o pedido no StepBox e alguém faz a entrega para mim, mas é cobrado um valor em função do veículo utilizado (bicicleta, moto ou carro) e quilometragem rodada. “É uma dinâmica que ajuda a resolver problemas de mobilidade urbana, colocando menos veículos nas ruas”, explica o campuseiro Roberto Almeida ao BitBlog.

Modelo StepBox

Para evitar “incidentes” (leia-se: furtos) o time explica que o app da StepBox mostra a localização GPS do entregador e há um sistema de avaliação mútua (para entregador e usuário). A exemplo do que acontece em outros aplicativos, como o EasyTaxi, quem tiver um ranking negativo vira carta fora do baralho. A equipe começou a trabalhar no projeto há cerca de três meses e ainda não chegou a validar a ideia, mas já desenvolveu um protótipo. O faturamento viria de um percentual calculado por cada transação financeira dentro da ferramenta.

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