Capcom

Monster Hunter XX confirmado para o Nintendo Switch

Versão deluxe de Monster Hunter Generations (3DS), com conteúdo extra, Monster Hunter XX chegará ao Nintendo Switch japonês em 2017. É o que revelou a Capcom, que promete mostrar o gameplay do título nos próximos dias. Um anúncio para o Ocidente ainda não foi feito, mas – no pior dos mundos – o Switch não tem trava de região, então será possível comprar o game (tanto em mídia digital quanto física) e jogá-lo em um console americano ou europeu.

Os investidores da Nintendo gostaram do anúncio: as ações da Nintendo dispararam, obtendo o maior valor em oito anos. Isto deve-se à popularidade da franquia Monster Hunter, em especial no Japão.

Espera-se que XX seja demonstrado na E3 2017, que acontecerá entre 13 e 15 de junho em Los Angeles. Mais uma vez, o BitBlog vai estar por lá, marcando presença no evento e nas pré-conferências in loco. Abaixo, veja um trailer da edição do jogo para o 3DS, disponível no Japão desde março, pra ter um gostinho do que vem por aí!

DLC de Dead Rising 4, Frank Rising ganha data de lançamento

Dead Rising 4 chegou no fim de 2016 ao Windows 10 e Xbox One. Em março de 2017, foi disponibilizado no Steam. Com grandes chances de receber uma versão no PS4 e encerrar por aí (já que o Xbox 360 e o PS3 estão agonizando), o que ainda podemos esperar do game? Felizmente, um DLC está a caminho: Frank Rising.

Prolongando a curta campanha de Dead Rising 4

Com uma campanha solo que dura cerca de 11 horas, além da ausência de um modo multiplayer cooperativo, o fator replay (a vontade de jogar de novo) parece não ser um ponto forte do game. No entanto, o DLC Frank Rising chega em 4 de abril, buscando trazer os fãs de volta.

Custando o equivalente a 10 dólares, o conteúdo para download traz o protagonista Frank infectado por zumbis. O jogador precisará encontrar uma cura para o herói. Se for divertido que nem o jogo original (veja nossas impressões durante a E3 2016 aqui), tem tudo para dar certo!

O pior está por vir

Um outro DLC, sem data definida, é Super Ultra Dead Rising 4 Mini Golf. Sim, a Capcom vai adicionar um minigame de golfe, com multiplayer online, em meio a uma cidade apocalíptica. Bizarro é pouco…

Protagonista Frank jogando golfe

Quem nunca sonhou em jogar golfe em um mundo apocalíptico?

Mega Man e as tentativas frustradas de retorno aos games

Se você é fã da franquia Mega Man, provavelmente se sente deprimido com a falta de novidades desde 2010. O herói azulzinho da Capcom tentou voltar inúmeras vezes, mas os projetos dos jogos terminaram cancelados e, por isso, a série está “arquivada”. Conheça algumas dessas tentativas em mais um post da coluna No Limbo. Você vai ler sobre games de Mega Man que pouca gente ouviu falar – e, infelizmente, não deram certo.

Mega Man Legends 3 (3DS, 2010)

Com ambientação tridimensional, Legends é uma sub-série de Mega Man que nasceu no PS1 – bastante elogiada, por sinal. Legends 3 foi anunciado para o Nintendo 3DS em 2010, causando euforia entre os fãs.

Herói enfrentando chefe

Dadas as limitações técnicas do 3DS, até que este jogo de Mega Man parecia divertido

Uma versão preliminar do título, chamada Prototype Version, seria disponibilizada a tempo do lançamento do 3DS em 2011, contando com 10 missões. Dependendo das vendas, a edição completa do jogo seria lançada ou não. Eis que ambas foram canceladas, causando revolta na comunidade gamer. A Capcom alegou que houve pouco engajamento e interesse dos fãs com o projeto, algo questionado até hoje. Músicas, games indie e outras formas de protesto foram criadas tentando reverter a decisão da Capcom, o que não aconteceu.

Mega Man Universe (PS3 e Xbox 360, 2010)

Baseado no visual e mecânica de Mega Man 2, Universe seria uma espécie de Super Mario Maker da franquia. Os jogadores poderiam criar suas próprias fases e compartilhar com a comunidade. Versões 8-bit de outros personagens da empresa, como Ryu (Street Fighter) e Arthur (Ghosts ‘n Goblins) estariam disponíveis, além de outras novidades via DLC.

Cena de gameplay, com uma fase sendo construída

Até o Dr. Willy aparece pra dar palpite nas suas criações…

Poucos meses após a revelação do projeto, o criador de Mega Man, Keiji Inafune, deixou a Capcom. Nenhuma novidade sobre Mega Man Universe foi anunciada até que, no ano seguinte, a empresa cancelou o jogo alegando “inúmeras circunstâncias”.

Maverick Hunter (?, 2010)

Não confunda este aqui com Mega Man Maverick Hunter X do PSP. Maverick Hunter, apenas, seria um FPS (tiro em primeira pessoa) no universo do mascote, mas com uma ambientação sombria e futurística. A ideia era desenvolver uma trilogia, com X no papel principal para os dois primeiros jogos e Zero no terceiro e último.

Maverick Hunter ia ser o jogo de Mega Man mais diferente da franquia

Maverick Hunter ia ser o jogo de Mega Man mais diferente da franquia

Seguindo uma direção controversa para os padrões da franquia, Maverick Hunter foi cancelado seis meses após o seu anúncio. Mesmo com bons feedbacks de parte da crítica e na própria Capcom, o game nunca foi uma unanimidade e era considerado uma “aberração” para muita gente, se tornando algo que seria facilmente comparado a Halo, mas incapaz de competir à altura.

Bônus: um jogo feito pela comunidade, Mega Man 2.5D

Se por um lado a série está completamente abandonada, pelo menos os fãs mostram que não esqueceram o mascote. Mega Man 2.5D é prova disso: um projeto executado pela comunidade por oito anos e recém-lançado (download gratuito aqui).

Enquanto a Capcom não traz novidades, os fãs surgem com Mega Man 2.5D

Enquanto a Capcom não traz novidades, os fãs surgem com Mega Man 2.5D

Com um modo cooperativo e cenários que podem girar em 3D durante certos momentos, o jogo para Windows é uma solução alternativa pra quem tem saudade do clássico herói.

Mega Man Legacy Collection é para matar a saudade

Que tal aproveitar o hiato da série para conhecer mais sobre os primeiros games? Mega Man Legacy Collection foi lançado em 2015 e traz os seis primeiros jogos da franquia, do Mega Man 1 ao Mega Man 6. Eles foram desenvolvidos para o Nintendo 8-bit (nosso querido Nintendinho).

Megaman Legacy Collection vai te transportar para a década de 80!

Megaman Legacy Collection vai te transportar para a década de 80!

Embora muita gente sinta falta de uma coletânea mais completa, Mega Man Legacy Collection resgata a simplicidade dos jogos daquela época e deixa um gosto de nostalgia. Procurando na internet, dá para achar em algumas lojas.

Conheça os requisitos para Resident Evil 7 no Windows

24 de janeiro de 2017. Esta é a data de lançamento de Resident Evil 7. Experimentamos o game na E3 deste ano e não poderíamos estar mais ansiosos. Após as recentes novidades sobre os protagonistas, chegou a hora de conhecer os requisitos mínimos (e os recomendados) para o game no PC (Windows). Confira abaixo, lembrando que a informação está sujeita a mudanças e vem do site do jogo no Steam.

Requisitos mínimos (1080p, 30 fps):

– SO: Windows 7, 8 ,8.1 ou 10 (edição 64-bit)
 Processador: Intel Core i5-4460, 2.70GHz ou AMD FX-6300 ou superior
– Memória: 8 GB de RAM
– Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 760 ou superior
– DirectX: Versão 11

Requisitos recomendados (1080p, 60 fps):

– SO: Windows 7, 8 ,8.1 ou 10 (edição 64-bit)
– Processador: Intel Core i7 3770 3.4GHz ou equivalente AMD ou superior
– Memória: 8 GB de RAM
– Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou superior
– DirectX: Versão 11

Três jogos Resident Evil que (quase) ninguém viu

Poucas franquias de videogames são tão bem-sucedidas quanto Resident Evil. Criada por Shinji Mikami na década de 90, a série é um ícone do gênero survival horror – por mais que tenha patinado, em alguns títulos, com mecânicas mais apelativas para o público ocidental, com explosões e muita ação.

A Capcom, que detém a propriedade intelectual, não pensava duas vezes ao cancelar projetos que não lhe interessavam. No post de hoje da coluna No Limbo, você vai conhecer três Resident Evil que não viram a luz do dia, cada um com uma história, no mínimo, interessante.

Resident Evil 1 para Game Boy Color (!)

Resident Evil 1 - GBC

Cenas da versão para Game Boy Color. Até que ficou legal (visualmente falando)

Parece inacreditável, mas é verdade. Em 1999, três anos após a estreia da série, foi encomendada uma versão do primeiro RE para o Game Boy Color – querido por todos, mas limitadíssimo em questão de hardware. O estúdio inglês HotGen, especialista na plataforma, recebeu a tarefa quase impossível. Com o game em estágio avançado de desenvolvimento, em 2000, os chefões da Capcom resolveram cancelar o projeto, acreditando que o mesmo não corresponderia aos desejos dos fãs.

 

Felizmente, o jogo vazou na internet, através de duas ROMs. Uma delas, a “Cartridge 2”, é consideravelmente mais completa, mas também termina bruscamente no elevador do laboratório. Ainda assim, há assets de objetos não usados nas ROMs, o que indica que a decisão de cancelamento pode ter sido tomada bruscamente. Se tiver curiosidade, basta procurar pela internet e você encontrará essas versões.

Resident Evil “1.5”

Tela de escolha do personagem: Leon ou Elza

Elza ou Leon?

Após o sucesso do game original, o time de produção estava desafiado a criar uma continuação à altura. Em 1997, perto do lançamento e com os trabalhos quase concluídos, a Capcom cancelou o que seria Resident Evil 2, para PS1 e Saturn. A decisão veio do próprio Shinji Mikami, que preferiu recomeçar tudo completamente, pois o título não estaria interessante e poderia causar a morte da franquia. Será que era tão ruim assim?

 

Seria possível, mais uma vez, escolher entre a trama de dois personagens. Desta vez, Leon Kennedy ou Elza Walker (que veio a se tornar Claire Redfield na edição final). As duas estórias se complementavam, aumentando o fator replay (a vontade de jogar de novo). Mais uma vez, a ISO do projeto vazou na internet, então dá para ter uma ideia de como seria o sucessor do primeiro Resident Evil.

Resident Evil “3.5”

Leon Kennedy em RE 3.5

Leon não tá muito diferente de RE4 aqui

O Resident Evil 4 que você conhece, originalmente um exclusivo do GameCube, teve várias reviravoltas em seu desenvolvimento. Embora tenha sido anunciado em 2001 e chegado em 2005, o projeto iniciou em 1999. Daí você imagina a quantidade de experimentos que a Capcom fez…

O chamado RE “3.5” é uma versão imediatamente anterior à que “emplacou”. Nesta proposta, a visão do personagem seria na maior parte do tempo em câmera fixa (como nos anteriores), embora fosse permitido – a qualquer momento – mudar para uma perspectiva sob os ombros do protagonista Leon, ao mirar, de forma semelhante ao RE4 final. Interessante, não? O clima de terror dos títulos originais continua aqui. Confesso que teria muita vontade de jogá-lo, mas RE 3.5 infelizmente não vazou ainda na internet. Veja um vídeo abaixo pra ter uma ideia de como seria.

Novo trailer de Resident Evil 7 traz novos personagens

24 de janeiro de 2017 se aproxima. Para quem não sabe, é a data de lançamento de Resident Evil 7 Biohazard, para PS4 e PS VR, Xbox One e PC/Windows. Visando aumentar as expectativas do público (é possível?), a Capcom revelou um novo trailer de gameplay durante a feira alemã Gamescom.

O título de survival horror se passa na Louisiana, nos EUA, onde a população está sem notícias do casal Jack e Marguerite Baker. No final da demo apresentada na E3, que também está disponível para os assinantes da PS Plus no PS4, é possível encontrar Jack, mas esta parte não vai estar no jogo final. O novo trailer, por outro lado, contempla cenas que estarão no game, trazendo Marguerite junto a novos personagens. Quem seriam eles?

Veja o trailer abaixo. A propósito, o game estará jogável na BGS deste ano, que acontece de 01 a 05 de setembro em São Paulo.

Dead Rising original chega à Steam em setembro

Dead Rising 4, para Windows 10 e Xbox One, é um dos melhores games a sair em 2016 (veja nossas impressões durante a E3 2016). Mas, até hoje, o pessoal do PC não teve a oportunidade de jogar o game original. Parece que a Capcom ouviu os fãs.

Um relançamento de Dead Rising (2006) foi anunciado para 13 de setembro na Steam (link aqui). Oferecido por R$ 39, mas apenas em inglês e para Windows (sem Mac nem Linux, infelizmente), esta edição terá as seguintes melhorias:

  • Suporta até 5 slots para salvamento do progresso;
  • Suporte nativo aos controles do Xbox 360, Xbox One e PS4 (DualShock 4) com ícones correspondentes aos botões na tela;
  • Compatível em 4K;
  • Taxa de frames variável, incluindo suporte a monitores 144Hz com tecnologia Nvidia G-Sync;
  • Configurações personalizáveis de teclado e mouse.
O protagonista Frank demonstrando seu carinho com zumbis

O protagonista Frank demonstrando seu carinho com zumbis