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Conheça os requisitos para Resident Evil 7 no Windows

24 de janeiro de 2017. Esta é a data de lançamento de Resident Evil 7. Experimentamos o game na E3 deste ano e não poderíamos estar mais ansiosos. Após as recentes novidades sobre os protagonistas, chegou a hora de conhecer os requisitos mínimos (e os recomendados) para o game no PC (Windows). Confira abaixo, lembrando que a informação está sujeita a mudanças e vem do site do jogo no Steam.

Requisitos mínimos (1080p, 30 fps):

– SO: Windows 7, 8 ,8.1 ou 10 (edição 64-bit)
 Processador: Intel Core i5-4460, 2.70GHz ou AMD FX-6300 ou superior
– Memória: 8 GB de RAM
– Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 760 ou superior
– DirectX: Versão 11

Requisitos recomendados (1080p, 60 fps):

– SO: Windows 7, 8 ,8.1 ou 10 (edição 64-bit)
– Processador: Intel Core i7 3770 3.4GHz ou equivalente AMD ou superior
– Memória: 8 GB de RAM
– Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou superior
– DirectX: Versão 11

Três jogos Resident Evil que (quase) ninguém viu

Poucas franquias de videogames são tão bem-sucedidas quanto Resident Evil. Criada por Shinji Mikami na década de 90, a série é um ícone do gênero survival horror – por mais que tenha patinado, em alguns títulos, com mecânicas mais apelativas para o público ocidental, com explosões e muita ação.

A Capcom, que detém a propriedade intelectual, não pensava duas vezes ao cancelar projetos que não lhe interessavam. No post de hoje da coluna No Limbo, você vai conhecer três Resident Evil que não viram a luz do dia, cada um com uma história, no mínimo, interessante.

Resident Evil 1 para Game Boy Color (!)

Resident Evil 1 - GBC

Cenas da versão para Game Boy Color. Até que ficou legal (visualmente falando)

Parece inacreditável, mas é verdade. Em 1999, três anos após a estreia da série, foi encomendada uma versão do primeiro RE para o Game Boy Color – querido por todos, mas limitadíssimo em questão de hardware. O estúdio inglês HotGen, especialista na plataforma, recebeu a tarefa quase impossível. Com o game em estágio avançado de desenvolvimento, em 2000, os chefões da Capcom resolveram cancelar o projeto, acreditando que o mesmo não corresponderia aos desejos dos fãs.

 

Felizmente, o jogo vazou na internet, através de duas ROMs. Uma delas, a “Cartridge 2”, é consideravelmente mais completa, mas também termina bruscamente no elevador do laboratório. Ainda assim, há assets de objetos não usados nas ROMs, o que indica que a decisão de cancelamento pode ter sido tomada bruscamente. Se tiver curiosidade, basta procurar pela internet e você encontrará essas versões.

Resident Evil “1.5”

Tela de escolha do personagem: Leon ou Elza

Elza ou Leon?

Após o sucesso do game original, o time de produção estava desafiado a criar uma continuação à altura. Em 1997, perto do lançamento e com os trabalhos quase concluídos, a Capcom cancelou o que seria Resident Evil 2, para PS1 e Saturn. A decisão veio do próprio Shinji Mikami, que preferiu recomeçar tudo completamente, pois o título não estaria interessante e poderia causar a morte da franquia. Será que era tão ruim assim?

 

Seria possível, mais uma vez, escolher entre a trama de dois personagens. Desta vez, Leon Kennedy ou Elza Walker (que veio a se tornar Claire Redfield na edição final). As duas estórias se complementavam, aumentando o fator replay (a vontade de jogar de novo). Mais uma vez, a ISO do projeto vazou na internet, então dá para ter uma ideia de como seria o sucessor do primeiro Resident Evil.

Resident Evil “3.5”

Leon Kennedy em RE 3.5

Leon não tá muito diferente de RE4 aqui

O Resident Evil 4 que você conhece, originalmente um exclusivo do GameCube, teve várias reviravoltas em seu desenvolvimento. Embora tenha sido anunciado em 2001 e chegado em 2005, o projeto iniciou em 1999. Daí você imagina a quantidade de experimentos que a Capcom fez…

O chamado RE “3.5” é uma versão imediatamente anterior à que “emplacou”. Nesta proposta, a visão do personagem seria na maior parte do tempo em câmera fixa (como nos anteriores), embora fosse permitido – a qualquer momento – mudar para uma perspectiva sob os ombros do protagonista Leon, ao mirar, de forma semelhante ao RE4 final. Interessante, não? O clima de terror dos títulos originais continua aqui. Confesso que teria muita vontade de jogá-lo, mas RE 3.5 infelizmente não vazou ainda na internet. Veja um vídeo abaixo pra ter uma ideia de como seria.

Novo trailer de Resident Evil 7 traz novos personagens

24 de janeiro de 2017 se aproxima. Para quem não sabe, é a data de lançamento de Resident Evil 7 Biohazard, para PS4 e PS VR, Xbox One e PC/Windows. Visando aumentar as expectativas do público (é possível?), a Capcom revelou um novo trailer de gameplay durante a feira alemã Gamescom.

O título de survival horror se passa na Louisiana, nos EUA, onde a população está sem notícias do casal Jack e Marguerite Baker. No final da demo apresentada na E3, que também está disponível para os assinantes da PS Plus no PS4, é possível encontrar Jack, mas esta parte não vai estar no jogo final. O novo trailer, por outro lado, contempla cenas que estarão no game, trazendo Marguerite junto a novos personagens. Quem seriam eles?

Veja o trailer abaixo. A propósito, o game estará jogável na BGS deste ano, que acontece de 01 a 05 de setembro em São Paulo.

Dead Rising original chega à Steam em setembro

Dead Rising 4, para Windows 10 e Xbox One, é um dos melhores games a sair em 2016 (veja nossas impressões durante a E3 2016). Mas, até hoje, o pessoal do PC não teve a oportunidade de jogar o game original. Parece que a Capcom ouviu os fãs.

Um relançamento de Dead Rising (2006) foi anunciado para 13 de setembro na Steam (link aqui). Oferecido por R$ 39, mas apenas em inglês e para Windows (sem Mac nem Linux, infelizmente), esta edição terá as seguintes melhorias:

  • Suporta até 5 slots para salvamento do progresso;
  • Suporte nativo aos controles do Xbox 360, Xbox One e PS4 (DualShock 4) com ícones correspondentes aos botões na tela;
  • Compatível em 4K;
  • Taxa de frames variável, incluindo suporte a monitores 144Hz com tecnologia Nvidia G-Sync;
  • Configurações personalizáveis de teclado e mouse.
O protagonista Frank demonstrando seu carinho com zumbis

O protagonista Frank demonstrando seu carinho com zumbis

Jogamos: Dead Rising 4 traz a diversão de sempre

Jogar Dead Rising é sempre uma experiência divertida. Por mais controverso que pareça ser, o game consegue ser violento e, ao mesmo tempo, bem humorado. O quarto título da série consegue ser ainda mais sangrento do que os anteriores, com quantidades recordes de zumbis à sua volta.

Três anos após a estreia da franquia no Xbox One, a Capcom Vancouver não pretende mudar muita coisa em relação ao seu antecessor. Dead Rising 4 tem recursos curiosos, como as selfies que o protagonista Frank pode tirar – com direito a caretas – ou a armadura de aço que permite arremessar carros e objetos pelos ares. No final das contas, o que importa é saber que, em poucos minutos, você eliminou milhares de zumbis das formas mais bizarras possíveis, com direito a combos malucos.

Dead Rising 4 - E3 2016A fila para jogar o game era enorme

Na E3 2016, quem quisesse jogar Dead Rising 4 tinha que enfrentar filas que só não eram maiores que as de Gears of War 4 e ReCore. A quase uma hora de espera valeu a pena, no entanto. Embora eu tenha conseguido travar a demonstração, sendo preciso reiniciá-la, os 10 minutos de experiência foram muito interessantes. Combinar o uso de armas brancas com o lança-projéteis é impagável. E ainda ganhei um par de meias de brinde! Até nisso o título é escrachado.

A Capcom revelou, no último dia de E3, que o game apocalíptico chegará ao PS4 um ano após do lançamento no Xbox One e Windows 10 – ou seja, no final de 2017. Se você curte a série, no entanto, não recomendaria esperar esse tempo todo. Dê um jeito de jogar, porque trata-se de um dos principais lançamentos do ano.

Jogamos: Resident Evil VII está realmente assustador

A aparência da casa de madeira montada no meio do pavilhão não deixava dúvidas: iríamos tomar sustos ali dentro. Sob o nome Resident Evil VII, algumas portas davam acesso a salas com pouca iluminação onde jogamos a demo do novo título da franquia, anunciado durante a conferência da Sony na E3. A principal mudança é a visão em primeira pessoa, que deve cair muito bem na versão para o VR – esta, um verdadeiro teste de coragem. Infelizmente só conseguimos jogar a demo para o PS4, lembrando que o game também será lançado para Xbox One e PC em 24 de janeiro de 2017.

De cara, foco na exploração e no horror psicológico pesado. A missão era tentar sair vivo de uma casa macabra. Nos primeiros minutos, basicamente se vê um quarto com uma televisão ligada. Há um corredor escuro com um armário trancado a corrente, uma escada para uma sala com o que pareciam ser manequins e a cozinha. Um videotape traz um flashback e você controla um cara que faz parte de um trio tentando entrar e explorar a casa, quando algo sai terrivelmente errado. Neste momento do flashback a iluminação muda e fica em preto e branco. A sensação de angústia é permanente durante toda a demo e os efeitos sonoros são a cereja no bolo para consolidar o clima de pânico, assim como coisas que acontecem ou aparecem dependendo de certas ações. A mecânica de examinar objetos e fazê-los interagir com o cenário continua uma marca forte da série.

Em resumo, Resident Evil VII promete demais. A demo está liberada para os assinantes da PS Plus e estamos muito ansiosos para colocar as mãos no game no início do ano que vem. Já consideramos uma compra certa. Abaixo, caso você não se importe em estragar a surpresa, colocamos um vídeo da demo. É importante lembrar o que os produtores deixaram claro: ela não é um mero recorte do jogo final, mas uma experiência concebida como uma espécie de teaser.

Resident Evil 7 poderá voltar às origens da série

Resident Evil está fazendo 20 anos em 2016. Como forma de comemorar, é previsto um novo game da franquia neste ano, embora a Capcom evite declarações oficiais sobre o assunto. No entanto, todo mundo sabe que Resident Evil 7 está sendo feito há algum tempo.

O presidente da consultoria japonesa Kantan Games revelou, em seu Twitter, que RE7 será exibido na E3 2016 e que terá uma mecânica similar a dos primeiros jogos da série, voltando às suas raízes de survival horror. Ainda de acordo com o executivo, o game designer Jordan Amaro – que trabalhou em MGS V e no cancelado P.T. da Konami – teria sido contratado pela Capcom para trabalhar no novo projeto.

Resident Evil 1 - PS1Muitos sustos, câmera fixa e pouca munição: será que isso tudo vai voltar?

Embora eu entenda o saudosismo dos fãs e os constantes pedidos pela mecânica antiga, com menos ação e um clima mais horripilante, não podemos afirmar de jeito algum que os Resident Evil recentes foram ruins. Não joguei o sexto, mas RE4, RE5 e RE Revelations 2 foram obras primas.

Há algum tempo, executivos da Capcom vinham afirmando que a série spin-off Revelations tinha mais elementos de survival horror como forma de agradar mais os fãs antigos, enquanto a franquia principal seguia em uma linha de ação para os jogadores ocidentais apreciarem mais. No entanto, Revelations ainda é bem diferente dos títulos originais. Será que finalmente teremos uma experiência assustadora dessa vez? Estaremos cobrindo a E3, então, vamos te deixar atualizado.


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