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As melhores atividades para passar tempo online no iOS

Os aparelhos com sistema iOS da Apple são os queridinhos do mercado e dispositivos como o iPhone e o iPad têm se tornado objetos de desejo da maioria dos jovens e adultos. Não importa seu preço ou quantas versões acabam saindo, a verdade é que a cada lançamento, os números de vendas disparam.

Se você tem um aparelho iOS e não sabe ainda quais os melhores apps ou atividades para passar o tempo, veja agora os mais populares aplicativos de passar tempo para iPhone e iPad que são praticamente obrigatórios para os usuários do sistema operacional da maçã.

Apps grátis e divertidos

A internet é um terreno fértil para muitos apps grátis mas que valem bem seu tempo. Além de não custar nada, eles divertem e servem para passar tempo enquanto você consegue explorar o melhor dos recursos de seu iOS. Um bom exemplo é o 9gag, que promete boas risadas com vídeos virais e hilariantes. Recomendadíssimo para quem é ligado nos memes da web. Além do viés cômico, há algumas ferramentas que atraem o público pela utilidade, a exemplo da poderosa lanterna do iOS que já vem nos aparelhos da Apple como aplicativo nativo.

Jogos três em linha

É impossível falar de aplicativos gratuitos para passar o tempo no iOS sem mencionar os jogos. Um dos gêneros em alta que tem feito sucesso entre os jogadores é o “três em linha”, bem representado por títulos como Candy Crush e Farm Heroes. Eles trazem desafios que exigem muita habilidade e raciocínio com o diferencial da interação social através do Facebook. Embora não explorem todo o potencial gráfico do iOS, a gente garante que esses jogos podem ser realmente viciantes!

Apostas e cassino online

É uma das indústrias em maior expansão e o mercado dos smartphones sabe como tirar proveito disso. Com apps totalmente dedicados ao iOS, você pode apostar nos seus esportes favoritos e jogar todos aqueles jogos de cassino que você tanto ama. Seja por dinheiro ou apenas por diversão, com o seu aparelho iOS, dá para aproveitar o tempo livre e testar sua sorte jogando na roleta, poker ou blackjack. Com vários aplicativos no mercado, fica difícil escolher dentre tantas opções. Um dos mais baixados é o 888casino, onde você encontrará todos aqueles jogos de cassino que tanto curte. É só baixar na loja de aplicativos e, em poucos minutos, você estará apto a jogar.

Música de qualidade

Se você é o tipo de pessoa que anda para lá e para cá com um fone de ouvido, provavelmente música faz parte de sua vida. E nada melhor do que passar o tempo ouvindo músicas da sua banda favorita no iOS, certo? Com o iTunes, você pode comprar, reproduzir e até organizar de modo bem detalhado suas faixas prediletas. O iTunes tem uma reputação maravilhosa e é essencial para qualquer aparelho da Apple. Outra sugestão bacana é checar os planos do Deezer e Spotify, que trabalham com um modelo de negócios on demand.

Redes sociais

Não há como negar que as redes sociais vieram para ficar e que elas consomem boa parte do nosso tempo livre. Seja para publicar suas fotos, curtir as atualizações dos seus amigos ou manter contato com parentes distantes, as redes sociais se tornaram indispensáveis para quem tem um dispositivo móvel como o iPhone e o iPad. As mais populares são Facebook, Twitter e Instagram, além do mensageiro instantâneo WhatsApp.

Homem acha celular perdido de DJ australiana e aproveita para dar uma cantada nela

A DJ australiana Monica Cook virou assunto na internet nos últimos dias. Na sexta-feira da semana passada, ela aparentemente perdeu o smartphone em uma estação de metrô de Sidney. O aparelho foi encontrado por um homem misterioso, que se identificou apenas como “Luke”.

A descoberta se deu de uma forma bem inusitada.

Ele simplesmente descobriu a senha do celular, desbloqueou e escreveu na timeline do Facebook de Monica. Na mensagem, Luke ainda disse que achou a DJ bonitinha e que havia usado o Tinder dela para dar um match em seu próprio perfil.

Confira a mensagem/cantada abaixo:

post Monica Cook Luke

“Oi, Monica. Achei seu celular no trem e você realmente deveria mudar sua senha, já que foi fácil adivinhá-la. A propósito, bela foto de perfil. Espero que você tenha chegado direitinho a seu destino, já que o case do seu aparelho estava com seu cartão de crédito e US$ 50 dentro dele. Vou deixar tudo aqui para você, mas estou colocando também um cartão com meus contatos. Eu também atualizei o seu status para você saber que seu celular está em boas mãos. Acho que isso é algo para darmos boas risadas mais tarde, enquanto tomamos um drink. Ah, e eu também fui no seu Tinder e dei um match no “Luke”, assim você poderá conferir o perfil do cara honesto que achou seu smartphone e o devolveu na estação de trem da prefeitura. Tenha um bom dia!”

Ao chegar em casa, ligar seu notebook e dar de cara com a mensagem, Monica escreveu:

“Aquele momento em que você chega arrasada em casa após ter perdido seu celular e descobre que o Facebook INTEIRO sabe que ele já foi achado”. Algumas horas depois, ela voltou a escrever para dizer que havia resgatado seu celular com todos os seus pertences e enviado uma mensagem de texto para o tal do Luke.

Diante da repercussão do caso, muita gente passou a criticar a atitude do homem, que aproveitou a situação para paquerar a DJ. Mas ela saiu em defesa dele: “Não acho que o Luke seja estranho, mas apenas um cara muito criativo que fez toda uma rede social rir (…) Acho que sim, vou pagar um drink para ele”.

10 coisas que você deixa de fazer sem internet

A internet dominou o mundo e transformou a rotina de muita gente. Tanto que, quando a conexão cai, nós deixamos de fazer muita coisa. Muita coisa MESMO. Das atividades mais sérias às nossas doses diárias de enrolação, estar desconectado é sinônimo de sofrimento.

giphy 1

Você não tem como checar aquele e-mail importante que está esperando por semanas.

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E a coisa piora ainda mais quando a conexão volta e tem um “me responda o quanto antes” no corpo do e-mail.

3

Sua amiga te liga dizendo que você precisa ver as fotos da galera que encheu a cara na formatura ou que o boy magia cafajeste apareceu com uma namorada. Tudo no WhatsApp.

4

Com internet, ir ao banheiro pode durar horas. Sem internet, você demora 5 minutinhos, faz o necessário e olhe lá.

gif banheiro

Você se sente mais seguro na rua. Afinal, menos distrações significam menos tropeços.

6

Em compensação, você não tem acesso a nenhum dos seus aplicativos bacanas de música. Caminhar se torna algo entediante e as viagens de ônibus se revelam uma técnica especial de tortura.

7

Até dá para tirar uma selfie. Mas se um asteroide cair bem na sua frente ou um disco voador pousar ali do lado, #fail. Na melhor das hipóteses você consegue postar a foto antes do jornal da Indonésia ter noticiado o acontecimento.

giphy sad

Você sem internet é como futebol sem bola, Piu-piu sem Frajola. Uma solidão sem fim.

9

Brasileiro não desiste nunca. Você já cruzou os dedos, rezou e estourou seu calcanhar pedindo para São Longuinho. Falta pouco para apelar à dança da chuva.

10

Como dizia Chorão, mas ela vai voltar. Sua vida voltará a ter cor. E bytes.


A lista é do site NET Combo. Gostou dela? Compartilhe e marque seus amigos nas redes sociais!

Metade dos brasileiros usuários de smartphones já quebrou tela do aparelho

Eu sou desastrado, admito. Já trinquei a tela de smartphones duas vezes e a experiência, obviamente, é terrível. Primeiro pelo custo, afinal telas normalmente exigem um reparo mais caro, podendo chegar na casa dos R$ 300 se a “vítima” for um iPhone ou Galaxy. Segundo pelo inconveniente que é ficar sem o aparelho. Terceiro pelo valor afetivo. Hoje o celular é tratado quase que como um amigo ou extensão do corpo. Se você pensa que é exagero, leia isso aqui.

Mas eu não estou sozinho. Na verdade, uma pesquisa mundial encomendada pela Motorola à KRC Research ouviu mais de 6 mil pessoas no Brasil, Estados Unidos, México, China, Reino Unido e Índia sobre o problema, que é mais comum do que se pensa. Por aqui, quase metade dos usuários de smartphones já teve a tela trincada ou estilhaçada.

Leia as conclusões da pesquisa:

48% dos brasileiros que têm smartphones relataram que já tiveram a tela trincada ou estilhaçada. E do total de pessoas pesquisadas que têm este tipo de aparelho no país, 28% continuaram usando mesmo com a tela quebrada e 20% responderam que já tiveram a tela quebrada mais de uma vez.

Os brasileiros, ao passar pela situação de deixarem seus smartphones caírem, disseram que ficaram frustrados (53%), com medo (34%) e ansiosos (19%).

Sobre os fatores que provocaram a queda, 32% disseram que o aparelho caiu quando se levantaram porque não perceberam que ele estava no colo. Além disso, 24% apontaram que a tela se quebrou quando o smartphone caiu do bolso. Quem adora tirar selfie também pode se dar mal. Quase um em cada dez pesquisados (7%) teve a tela danificada enquanto tentava tirar fotos de si mesmo.

PS: No meu caso, a culpa foi do bolso. É inclusive uma das razões para eu detestar calças com bolsos pequenos ou apertados.

A tela quebrada foi responsável por machucar alguns usuários. No entanto, 23% dos entrevistados dos países analisados continuaram usando o aparelho mesmo após ter cortado os dedos em uma tela quebrada ou estilhaçada. A Índia é o país com o maior índice desse aspecto, com 36%; os EUA registram 27%; China, 20%; Reino Unido, 19%; Brasil, 19%; e México, 15%.

O estudo também mostra o tempo que os brasileiros demoram para arrumar a tela quando ela se quebra. Pouco mais de 31% dos brasileiros revelaram ter levado menos de uma semana para consertar o aparelho, e 52% levaram até duas semanas para reparar o dano.

Dá para sobreviver só com plano de dados no celular?

Celular plano dados voz

O setor de telefonia móvel passa por uma transformação no mundo inteiro. Conforme amplamente comentado, inclusive aqui no blog, a tendência é de queda na contratação dos pacotes de voz e crescimento dos pacotes de dados. Em outras palavras, o consumidor está cada vez mais imerso na cultura do smartphone e adere a aplicativos como WhatsApp, Facebook e Skype, preferindo se comunicar por texto ou VoIP. Publicamente, as operadoras brasileiras vêm adotando reações diferentes ao sucesso dos apps. Enquanto Tim e Claro investem em parcerias com o WhatsApp, a Vivo praticamente decretou guerra ao serviço.

Operadoras x WhatsApp

Taxistas x Uber

Emissoras x Netflix

Enquanto todos se engalfinham, um amigo meu, o webdesigner Dennis Calazans, 29 anos, decidiu tomar uma atitude drástica. Heavy user de smartphones, ele já teve chips de todas as quatro principais operadoras de telefonia do Brasil. No último dia 28, abri meu Facebook e dei de cara com um post de Dennis anunciando a decisão. “Caros amigos, gostaria de informar que decidi abrir mão das chamadas telefônicas pela operadora. Meu chip do smartphone agora é só de internet”, escreveu em sua própria timeline.

Caros amigos, gostaria de informar que decidi abrir mão das chamadas telefônicas pela operadora. Meu chip do smartphone…

Posted by Dennis Calazans on Quinta, 27 de agosto de 2015

Conheço Dennis há alguns anos. Ele é um cara muito inteligente, professor da Unibratec e apaixonado por tecnologia e design. Também é viciado no celular. Achei interessante a iniciativa e combinei que pegaria o relato dele ao longo dos dias e publicaria aqui no BitBlog passada uma semana da experiência.

O resultado você confere abaixo:


Dia 1

“Como eu sou um cara de tecnologia, sempre pensei em viver essa experiência. Sentir na pele as dificuldades de não contar com um telefone para ligar e receber. Mas, depois de viajar, eu vi que não preciso de chamadas de voz para me comunicar. Tirei a minha dúvida.

Depois de problemas não resolvidos com a operadora e, é claro, com a necessidade constante de economia, decidi abandonar o plano “família”, onde tinha que ter alta quantidade de minutos, para poder ter grande quantidade de dados, já que vários números utilizavam a mesma franquia.

Resolvi fazer um plano de dados e apostar na comunicação assíncrona dos bate-papos, mensagens de voz, acreditar nas chamadas de internet e nos serviços que ligam e recebem para telefones utilizando dados.

No primeiro dia, utilizei o meu chip de voz até ser cancelado. Acho que temia não poder ligar. Fiquei sentindo como se meu telefone faltasse um pedaço. Testei ligar e receber com uma amiga e nenhuma das duas ações se concretizam. A sensação é de sair só com um tablet conectado à internet ou quando a gente está viajando que compra um chip local só para navegar na rede”


Dia 2

“Hoje eu tive a primeira experiência impactada pela decisão de só usar dados. O pessoal da faculdade precisou me ligar, mas não conseguiu. Acho que é uma coisa que eu preciso educar as pessoas sobre como lidar e se comunicar pela internet. Através de casos como esse, vão aprendendo e repassando a informação.

De resto, minha comunicação com família e amigos não mudou. O que tenho feito é utilizar as chamadas de voz pelo Facebook e WhatsApp em vez de recorrer ao telefone normal. Até agora, perfeito. Mas ainda assim, penso em direcionar as chamadas do meu chip pré-pago para o telefone do meu pai ou até mesmo ter um safado só pra receber. Apenas para não perder as ligações e outras oportunidades.

Acho que fiz uma boa escolha. Até agora. Quero ver quando passar mais de três meses e vivenciar os possível perrengues. Estou imaginado no Natal e Ano Novo, quando o tráfego de internet se intensifica, ou em situações de certa urgência que preciso de agilidade.

Esqueci de dizer que fui duramente questionado sobre a minha decisão. E o argumento mais utilizado era que apesar das comunicações serem em sua maioria por mensagens de texto, voz e até ligações de Whatsapp ou Facebook, as empresas que têm o meu telefone celular cadastrado podem não conseguir entrar em contato comigo.

Sim, isso é um risco que eu só corro se quiser ser radical e não tiver uma forma de usar o pré-pago só para receber. Não é que não faço questão de não ter um número para voz. O que faço questão é de não ter um plano de voz atrelado a um plano de dados.

Eu me sinto muito menos explorado contratando um plano de tablet para o celular e utilizando o pré-pago apenas para receber”


Dia 4

“O chip só de dados tá indo superbem. Eu peguei um celular velho para colocar o chip pré-pago que eu estou usando, mas até agora ele não foi necessário. Todos os meus amigos que falam comigo, minha família, nada mudou. Alguns amigos até estão interessados em fazer a mesma coisa. Um professor da faculdade disse que ia adotar a mesma ideia. As pessoas ficam curiosas e começam a coletar informações se funciona.

Quando vou para a casa da minha avó, existe um serviço de segurança na rua compartilhado com os vizinhos. A gente precisa ligar e solicitar que eles acompanhem a chegada. Nessas situações eu preciso usar Skype, Viber ou qualquer aplicativo desses para fazer chamada.

O mais importante de reforçar é que vou reduzir o meu custo para 30% do que eu tava gastando. O plano que eu contratava era R$ 349 e me dava 8 GB + mil minutos que eu compartilhava com mais quatro pessoas da minha família. Os pacotes de voz atrelados a dados eram limitados a 8 GB e eu precisava de mais para mim, já que dividia. Agora estou pagando só R$ 109,90 por uma franquia com 12 GB de dados sem voz. Só não ficou mais barato porque eu decidi pegar o maior plano de dados. Talvez descubra que não é necessário tanto e reduza”


Dia 8

“Definitivamente eu não me arrependi. Principalmente porque quem, nos primeiros dias, não conseguiu falar comigo por telefone, terminou me procurando pela internet. Acho que é uma questão de cultura. Eu acabei mantendo meu número num plano pré-pago só para receber ligações.

Muitas pessoas acharam que eu queria não ter mais um número de telefone. Na verdade, isso é impossível, pois cada SIM tem um número de telefone. Porém, o que é apenas de dados não recebe nem realiza ligações. Mas ainda envia e recebe SMS.

Um vendedor de uma operadora me disse que o chip de tablet não poderia ser utilizado no smartphone, mas nada muda. É como se ele quisesse me convencer que existe alguma diferença entre um tablet e um smartphone.

A única coisa inconveniente é ter que utilizar dois aparelhos. Existem bons smartphones Dual SIM que nada muda, em relação ao hardware, quando comparado com a versão mono SIM. Pode ser uma opção no futuro”

Nordeste é a região do Brasil onde a Motorola mais cresce

Coletiva de Imprensa da Motorola

A relação das pessoas com o celular está ficando cada vez mais pessoal e elas querem ter poder de escolha para personalizar os aparelhos de forma que combinem com suas respectivas identidades. É nisso que acredita a Motorola, explica o diretor de vendas para o varejo no Brasil, José Cardoso. O executivo conversou com jornalistas durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (18), no Recife. Além de detalhar o conceito por trás dos smartphones Moto G (3ª geração), Moto X Play e Moto X Style, ele revelou que o Nordeste é a região do Brasil onde a companhia mais cresce e é o segundo mercado mais importante para a fabricante no país.

“Segundo dados do IDC, a indústria nacional de smartphones está praticamente estagnada, mas desde o início do ano até hoje a Motorola cresceu 18%. Não podemos divulgar os números do Nordeste, mas a média da região ficou acima disso e ultrapassou as outras regiões”, afirma José Cardoso. Como reflexo disso, a fabricante dobrou investimentos em comunicação para o público nordestino e triplicou a rede de distribuição no varejo. Especificamente em Pernambuco, no início deste ano foi anunciado o investimento de R$ 40 milhões na instalação de um novo laboratório no Centro de Informática da UFPE, que irá atuar em pesquisa e desenvolvimento.

Confira alguns pontos abordados durante o evento:

Motorola Personalização Moto Maker

Personalização

A Motorola lançou, no Brasil, o Moto Maker, uma plataforma onde os usuários podem customizar as capas de smartphones e comprá-los sem custo adicional pela personalização. Disponível apenas para o Moto G, é possível fazer 200 combinações de cores diferentes. Há outras opções, no entanto, que trazem um pequeno acréscimo no preço, como gravar um texto na capa. Nas próximas semanas, o Moto X Play e o Style devem entrar no rol de modelos customizáveis.

De acordo com o gerente de produtos da Motorola Brasil, Renato Arradi, a quantidade de compras personalizadas superou em 30% as expectativas da empresa. “O cliente entende que é um produto feito para ele e aceita esperar até mais tempo para receber o aparelho”, avalia.

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Moto G

A terceira geração do Moto G, que também atende pelo nome de “novo Moto G”, foi lançada no final de julho no Brasil. Renato Arradi explicou que a estratégia para o produto é focar em tela, desempenho, interface e personalização. Uma das novidades é o selo PX7, que confere resistência à água em até um metro de profundidade durante 30 minutos. Não é o suficiente para proteger o aparelho caso ele caia numa piscina, mas o torna invulnerável a uma ducha no banheiro ou chuva.

A decisão da Motorola em apostar na resistência à água pode ser compreendida através de um estudo, citado pelos executivos durante a coletiva de imprensa, que mostra que um terço dos problemas que usuários sofrem com smartphones são relacionados à água.

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Moto X Play

O grande diferencial do aparelho, já disponível no Brasil, é a bateria, que dura até 36 horas de acordo com a Motorola. A autonomia aumentou 50% em relação ao antecessor. Outra mudança é que o modelo passa a ser dual chip. As capinhas podem ser trocadas a gosto pelo usuário.

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Moto X Style

Aqui o foco é design, que traz um bonito acabamento curvo. Serão comercializados modelos com a parte traseira do smartphone revestida com madeira, bambu e couro, além de cores variadas. A Motorola trabalhou para que ele tivesse uma boa experiência de tela para o usuário, atingindo a proporção de 76% na relação tela/frente do aparelho. A fabricante também trouxe uma nova tecnologia que acelera o carregamento do celular. Renato Arradi diz que uma bateria zerada chega a 100% com uma hora e trinta minutos de carga. O Moto X Style não teve preço revelado e chega ao Brasil em setembro.

 

Um quarto dos brasileiros prefere ficar sem sexo a ficar sem smartphone

 

sexo pesquisa motorola smartphones

As pessoas amam mais os seus smartphones do que dormir, fazer sexo ou curtir o companheiro? Esta foi a pergunta feita pela Motorola em uma pesquisa online, realizada entre 29 de junho e 13 de julho de 2015, com mais de 7 mil usuários de smartphones acima dos 18 anos. Os respondentes são de sete países: Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, China, Espanha, México e Índia.

Os dados impressionam. No Brasil, 25% dos participantes revelaram que optariam por ficar um fim de semana sem sexo a passar o período sem smartphone. Se houvesse um incêndio na residência, 54% dos brasileiros disseram que o celular seria um dos primeiros itens que tentariam salvar.

O levantamento mostra que os aparelhos são cada vez mais uma extensão do corpo humano, o que em marketing é chamado de self estendido. Ou seja, o celular já faz parte de nossa identidade e temos uma relação muito pessoal com ele. Mais do que isso, incorporamos os valores simbólicos do produto. Para as marcas – no caso, a Motorola – a constatação serve para reavaliar o posicionamento e traçar novas estratégias para fisgar o mercado.

Confira a pesquisa completa:

Pesquisa Motorola Smartphone