Dreamcast

7 curiosidades sobre o clássico Tony Hawk’s Pro Skater

Tony Hawk’s Pro Skater, lançado em 1999 no PlayStation (e depois levado a outras plataformas), foi o primeiro de uma saga de sucesso nos videogames. Embora uma tentativa fracassada de retorno tenha acontecido em 2015, a excelência dos títulos originais da série é lembrada até hoje. A franquia do skatista Tony Hawk é ainda uma das responsáveis pela popularização dos games esportivos. Conheça, em mais uma coluna Bastidores, algumas curiosidades sobre o primeiro jogo.

Inspirado em… Super Mario 64?

Versão beta de THPS no PS1

Versão beta de THPS no PS1

No início do desenvolvimento, Pro Skater tinha uma visão distante, com os personagens descendo rampas e ladeiras de skate. Fazer manobras para obter pontuações mais altas e colecionar as famosas fitas já eram recursos presentes nesta versão. No entanto, para o time de produção, era difícil “encaixar as peças” e visualizar o esporte reproduzido nos jogos, de forma divertida. Após analisar Super Mario 64 e outros games similares, a equipe da Neversoft mudou o rumo do projeto, adotando uma mecânica mais livre.

Tony Hawk foi mais do que um personagem jogável

O famoso esportista era o ícone do skate naquele momento, nada mais justo do que chamá-lo para ser o protagonista. No entanto, o envolvimento de Hawk foi além, sendo participativo durante todo o ciclo de desenvolvimento: a mecânica adotada e as manobras foram discutidas em conjunto. A ideia era refletir a visão dele em relação ao esporte em um formato jogável.

Segredos bizarros

Namorada de Hawk na tela de pausa

Namorada de Hawk na tela de pausa

THPS é lembrado por ter cheats (códigos secretos) bem inusitados. Embora nos games seguintes seja possível desbloquear personagens como o Homem-Aranha, o primeiro jogo não fica muito atrás no quesito “bizarrice”. Por exemplo, após apertar uma sequência de teclas na tela de pausa, surge a namorada de Tony Hawk na tela. Outro comando traz a namorada de um dos programadores.

Censura no N64

Ao mesmo tempo em que tentou emplacar uma imagem de maturidade, a Nintendo também tropeçou, diversas vezes, em suas políticas de censura. Na edição do Nintendo 64, várias músicas do título foram censuradas, tendo que ser regravadas. A ideia era obter a classificação “para todos os públicos”. No PS1 e Dreamcast, para efeito de exemplo, o game era não recomendado para menores de 13 anos. A censura às faixas foi bem criticada pelos fãs, já que em alguns casos teria alterado o sentido das mesmas. Até o letreiro com os nomes das manobras foi trocado: no PS1 e DC, ele sai da tela deixando um rastro de sangue. No N64, as letras simplesmente descem.

Bruce Willis de skate

Sim, esse é Willis. Bizarro é pouco

Sim, esse é Willis. Bizarro é pouco

No início do desenvolvimento, o famoso skatista não tinha sido ainda modelado em 3D. Como os trabalhos precisavam andar, a Neversoft reaproveitou um modelo de Bruce Willis para testar as mecânicas adotadas. Isso foi porque o primeiro jogo do estúdio, Apocalypse (PS1), usava o ator como protagonista. O jeito foi colocá-lo andando de skate temporariamente.

Escolhendo as músicas

A trilha sonora da série definiu uma geração. Poucos sabem, no entanto, que o próprio Hawk sugeriu cada faixa. O primeiro jogo trazia de Dead Kennedys a Goldfinger, enquanto as sequências tiveram nomes mais comerciais (Foo Fighters, System of a Down, AC/DC).

Uma manobra impulsionou as vendas

Mesmo com o skate no auge, ainda havia incertezas em relação ao desempenho de THPS nas vendas. No entanto, um mês antes da chegada do jogo às lojas, uma manobra (900) feita perfeitamente por Hawk na X Games 99 trouxe grande atenção da mídia e do público, indiretamente refletindo no título, de acordo com o próprio time. Foi um sucesso tão devastador que a Activision transformou Pro Skater em uma série anual.

Revelados esboços do joystick do primeiro Xbox

Para muita gente, o Xbox original, lançado em novembro de 2001, é o sucessor espiritual do Dreamcast. Pois esta tese acaba de ficar mais forte. O console da Sega era uma das inspirações para a Microsoft na época, inclusive no que diz respeito ao controle. Jonathan “Seamus” Blackley, um dos criadores do Xbox, revelou no Twitter alguns esboços do joystick da plataforma, datados do final de 1999.

XboxO primeiro Xbox era enorme, assim como o controle

De acordo com Blackley, o Dreamcast na época era o “rei”. “É preciso ter em mente que designers conceituais frequentemente copiam o que está na frente deles“, justifica. Como sabemos, De qualquer forma, acompanhe na galeria acima os esboços e tente não se surpreender com as semelhanças. Se quiser ler mais sobre a origem do Xbox, não perca nossa matéria com 7 curiosidades da plataforma.


Leia mais:
10 videogames “imitação” que confundem o público
Xbox: 7 curiosidades do primeiro console da Microsoft

7 games de Star Wars pra você aguardar o novo filme

Enquanto Star Wars: The Force Awakens não chega aos cinemas, que tal ir entrando no clima jogando videogame? O BitBlog listou 7 títulos memoráveis de Star Wars, desde a época 16-bit até as gerações de consoles recentes, passando pelo PC.

7) Star Wars Episode I: Racer

Ano de lançamento: 1999
Plataformas: PC, Nintendo 64, Dreamcast, Mac OS, Arcade

No clima do Episódio 1, que chegava aos cinemas na mesma época, a LucasArts lançou um game inspirado em suas corridas de pod racer. A ideia era reviver uma das melhores partes do filme no conforto de casa. E deu certo. Racer é um belo jogo de corrida futurista. A trilha sonora era, no mínimo, sensacional (tanto que homenageamos aqui no BitBlog). E o multiplayer era motivo pra passar horas e horas em frente à TV.

6) Star Wars Jedi Knight: Dark Forces II

Ano de lançamento: 1997
Plataforma: PC

Exclusivo para Windows, Jedi Knight surpreendeu pelo visual caprichado para a época, além de duas visões de jogo: em primeira e em terceira pessoa. Com o uso de armas e do tradicional sabre de luz – que rebate tiros e ilumina ambientes – o título trouxe 21 fases para exploração, em uma narrativa paralela a dos filmes. Além disso, tinha multiplayer online, o que era um diferencial naquele momento.

5) Star Wars: Shadows of the Empire

Ano de lançamento: 1996
Plataformas: Nintendo 64 e PC

Star Wars Shadows of the Empire

Ambicioso. Isso define Shadows of the Empire. Misturando veículos terrestres e aéreos com o gênero de ação/plataforma em 3D, o game era daquele tipo “ame ou odeie”. Dividiu opiniões por ter estágios variados: uns eram entediantes, enquanto outros eram surpreendentes. Uma hipótese seria a pressão da Nintendo para ter o jogo pronto no lançamento do N64, mas não importa. No geral, Shadows of the Empire merece ser jogado – mesmo com a câmera atrapalhada ou a falta de polimento em alguns aspectos. No mínimo, você vai lembrar das suas aventuras voando com um jetpack pelos cenários grandiosos.

4) Star Wars: The Force Unleashed

Ano de lançamento: 2008
Plataformas: PS3, PSP, PS2, Xbox 360, Wii, Nintendo DS, PC, Mac OS X, N-Gage, iOS

Situado entre os episódios III e IV dos filmes, The Force Unleashed é protagonizado por um aprendiz de Darth Vader, que descobre seu caminho durante o enredo. Se adapta bem a diferentes estilos de jogo: seja você um apressadinho – que sai destruindo tudo, sem pensar duas vezes – ou um jogador mais estratégico. Vendeu milhões de cópias, passando por quase uma dúzia de plataformas.

3) Star Wars: Knights of the Old Republic

Ano de lançamento: 2003
Plataformas: Xbox, PC, Mac OS X, iOS, Android

Star Wars Knights of the Old Republic

O que você esperaria de um game de Star Wars desenvolvido pela BioWare, de Mass Effect e Dragon Age? Mesmo no início dos anos 2000, o estúdio canadense já fazia trabalhos reconhecidos pela indústria. KOTOR – como o título é chamado pelos fãs – colecionou prêmios e mostrou que era possível incorporar o gênero RPG ao amado universo de George Lucas. Ganhou versões para iOS e Android quase uma década após.

2) Super Star Wars

Ano de lançamento: 1992
Plataformas: SNES, Wii, PS4, PS Vita

Super Star Wars

Super Star Wars marcou a primeira adaptação fiel do Episódio IV para o mundo dos videogames. No comando de Luke Skywalker, Han Solo ou Chewbacca, seja a pé ou no comando de uma X-Wing, inaugurou as aventuras da série no SNES. Fez tanto sucesso que foi relançado muitos anos após para o Wii e, mais recentemente, no PS4 e PS Vita.

1) Star Wars Rogue Squadron III: Rebel Strike

Ano de lançamento: 2003
Plataforma: GameCube

Para muitos, Rogue Squadron II é a melhor adaptação para videogames de Star Wars. Mas nem todos lembram do lançamento seguinte. Rogue Squadron III: Rebel Strike trazia todas as fases do seu antecessor em modo multiplayer cooperativo, além de contar com uma campanha inédita. Não se limitou a combate aéreo, já que alguns estágios tinham uma “pegada” de ação em terra, com resquícios da série Battlefront original. Foi um dos melhores títulos do GameCube e é uma pena que tenha ficado ali, em 2003. Queremos uma continuação já!

#BitSound91 – Sonic Adventure 2

O ano era 2001. Após anunciar o fim da produção do Dreamcast e decepcionar milhões de fãs, a Sega se preparava para lançar Sonic Adventure 2. Em meio a um cenário não tão positivo, a empresa japonesa fez bonito. O game do ouriço conseguiu repetir o feito do primeiro Sonic Adventure: mesmo usando uma mecânica 3D, provocou as mesmas sensações da franquia em seu auge no Mega Drive, em 2D. Os fãs da Sega puderam, pelo menos por um instante, sorrir.

Diferentemente do antecessor, SA2 não ficou exclusivamente focado nas fases de ação com Sonic e trouxe também estágios de exploração, com Knuckles, além do uso de robôs, com Tails. Estas não são tão divertidas quanto as fases do ouriço. Principalmente os estágios de exploração sofrem com a falta de criatividade, se tornando repetitivos. Entretanto, para compensar, a Sega trouxe um modo – no melhor estilo Tamagotchi – que consiste em cuidar das criaturas Chao, além de disputas multiplayer. No conjunto da obra, Sonic Adventure 2 não deixou de ser um grande jogo, encerrando a fabricação do Dreamcast em alto nível.

Escute a trilha City Escape:

OBS: Se você acha que o Dreamcast morreu de vez, está enganado. Mesmo não sendo mais fabricado, os desenvolvedores indie ainda apoiam a plataforma, conforme noticiamos por aqui.

Toda semana o BitBlog traz uma trilha sonora de um game. Tem uma sugestão para a gente? É só deixar nos comentários.

(A dica desta semana foi do leitor Leonio Ranulfo)

10 videogames “imitação” que confundem o público

Parece incrível como, em pleno ano de 2015, os consoles clones ainda existem. No momento em que você lê esta matéria, certamente há uma mãe comprando um deles para os filhos em algum lugar do mundo. A reação em casa, logo depois, provavelmente não vai ser das melhores… Mas o que seria um videogame clone?

Principalmente em mercados emergentes, versões de plataformas famosas costumam ser vendidas, usando um nome parecido, mas um hardware bem diferente. Foi assim com o famoso PolyStation, que nada mais era do que um Nintendinho (NES) com cara de PlayStation. Pra piorar de vez a confusão, a caixa dele era similar à do Nintendo 64. Na hora de apertar “Open”, em vez de se deparar com o drive de CD, surgia uma entrada para cartuchos.

O BitBlog listou 10 plataformas alternativas que provocaram confusão. Veja e se surpreenda.

10) Pop Station PCP

Inspiração: Sony PSP
Mercado de origem: China

O PSP, querido portátil da Sony, foi lembrado pelos chineses através do PCP. Não me pergunte o que diabos significa este nome, mas o dispositivo lembra um daqueles “minigames” da década de 90. O mais curioso é a mídia usada pelos jogos: eles são fornecidos em formato de cartuchos com displays LCD (!), que devem ser encaixados no aparelho. Isso mesmo, o PCP em si (sem mídia nenhuma) vem sem tela. Se a ideia foi homenagear o VMU do Dreamcast, acho que não deu tão certo. O console imitação tem outro detalhe esquisito: é comercializado com fone de ouvido (!!!).

09) JXD S5100

Inspiração: Nintendo Wii U
Mercado de origem: China

 

Com uma “homenagem” ao controle Gamepad do Wii U, este aqui foi uma obra da empresa chinesa Jin Xing. Usando o Android 2.4.3 como sistema operacional, o dispositivo é classificado pelos seus criadores como um tablet e ganhou um sucessor em apenas 1 mês no mercado.

08) Game Theory Admiral

Inspiração: Game Boy Advance
Mercado de origem: desconhecido

Um portátil, com cara de GBA, mas que funciona apenas com cartuchos do Famicom, o Nintendinho japonês. Esta é a proposta do Game Theory Admiral. Como consta na caixa, ele fornece “cores de alta precisão”. Tá certo.

07) Xdcx

Inspirações: Xbox e Dreamcast
Mercado de origem: Japão

Xdcx - Clone do Xbox e Dreamcast

Uma mistura de Dreamcast com o primeiro Xbox, este aqui foi desenvolvido durante uma competição japonesa, mas não foi vendido oficialmente.

06) Treamcast

Inspiração: Dreamcast
Mercado de origem: China

Treamcast

Foi só anunciarem o fim do Dreamcast que lançaram um clone bem bizarro. O Treamcast consistia em uma modificação do videogame da Sega, mantendo suas peças originais, trazendo ainda um joystick semelhante ao do Saturn e uma tela LCD embutida, que lembrava a do PS1. Essa “salada” chamou a atenção da Sega, que entrou com uma ação judicial e interrompeu a fabricação do aparelho.

05) Chintendo Vii

Inspiração: Nintendo Wii
Mercado de origem: China

Para enriquecer ainda mais o post, uma obra de arte. O Chintendo Vii conta ainda com jogos AAA (ironia, ok?) embutidos na memória, como o Fry Egg (sim, aprenda a fritar um ovo usando sensores de movimento!) e Fever Move (o jogo da estátua, corajosamente levado a um videogame). Épico.

 04) FunStation 3

Inspiração: PlayStation 3
Mercado de origem: Taiwan

O PolyStation que se cuide… Em 2007, veio ao mundo o FunStation 3. Esqueça os discos Blu-Ray do PS3: o console aceita apenas cartuchos. Inclusive, o pacote básico do mesmo já traz o seu título mais consolidado no mercado: “Super Game – 1000000 in 1”. Com tamanha modernidade e um catálogo tão vasto, muitos se perguntam: “por que eu ainda não comprei um FunStation 3”?

03) Ouye

Inspirações: PS4 e Xbox One
Mercado de origem: China

O console, em si, lembra o PS4. O joystick é a cara daquele encontrado no Xbox One. E os jogos? Bom, o Ouye nada mais é do que um trambolho com Android 4.4.2 que tem saída 4K. Claro, por que não jogar Angry Birds em 4K? Que ideia genial.

02) Neo Double Games

Inspiração: Nintendo DS
Mercado de origem: China

Esqueça o Nintendo DS. A novidade do momento é o Neo Double Games, que traz duas telas, sendo uma com iluminação backlight e outra sem. Afinal, pra que gastar bateria, não é mesmo? O moderno dispositivo traz vários títulos na memória e é o feroz rival do PCP, apresentado aqui na lista. Duelo de titãs.

01) PolyStation

Inspiração: PlayStation
Mercado de origem: China

Um clássico. Como explicar o sucesso deste clone do NES? Basta ler o que há na caixa:

“1- A máquina. Visualize gráficos 8-bit incríveis e sons com qualidade de cartucho (!) em incríveis 94 MhZ (!!);
2-  O controle. Alcance novos níveis de precisão. Use o ergonômico joystick, que contém 14 botões e direcionais analógicos (onde???);
3- Os jogos. Os gráficos colocam você em ambientes 3D (não, viu). Se prepare para velocidade e animação em um campo interminável de perspectivas (ruins, tá?);
4- Conecte e jogue. Cabos estéreo AV são incluídos para a mais alta qualidade de imagem (pra que HDMI?) e som. Além disso, você pode ter sua zona de diversão conectada à TV simultaneamente (que moderno! Pensei que era pra conectar na geladeira!)”.

Dreamcast terá dois novos jogos neste ano

Dreamcast

13 anos depois de ser descontinuado, o Dreamcast ainda vive. Dois novos títulos foram anunciados na feira Gamescom, ambos do estúdio independente Hucast. Pela referência a Phantasy Star Online no nome, é possível ver que são fãs da Sega.

The Ghost Blade (trailer acima) lembra bastante o clássico Ikaruga. Em uma visão de cima, com a tela se movendo, o jogador controla uma nave que precisa destruir vários obstáculos.

Já o bizarro Elansar und Philia (cenas acima) é um point-and-click genérico. Diferente do anterior, não empolgou.

Embora a notícia seja inusitada, não deveria chamar tanta atenção. Vários estúdios independentes têm lançado suas criações para o finado console da Sega nos últimos anos. É muito interessante ver que, mesmo tanto tempo depois, a caixinha branca ainda tem muitos fãs em todo o mundo. Merece, pois foi um dos melhores momentos dos videogames.

 

Gamers criam versões portáteis de seus consoles preferidos

Muitos dizem que o futuro dos jogos portáteis é o celular, não é mesmo? Para alguns fãs corajosos, errado. Pode não ser ainda tão comum, mas cada vez mais gente resolve construir versões personalizadas dos seus consoles preferidos. Já pensou em ver, um dia, um PS3 de tamanho reduzido, com tela embutida e direito até ao drive de Blu-Ray? Ou até mesmo um Xbox 360, do tamanho de um controle gigante, mas com suporte aos discos da plataforma da Microsoft? Embora desengonçadas, as modificações de videogames estão ganhando adeptos em todo o mundo, que resolvem publicar suas criações na internet. O BitBlog listou algumas para você.


Xbox 360 Portable: uma mistura de Neo Geo e Game Gear com a plataforma da Microsoft

Este aqui deve ter dado um trabalho enorme. Com a configuração de um Xbox 360 do modelo 250 GB, o videogame desengonçado tem uma tela enorme de 7 polegadas, suporte a partidas online e até 2 portas USB. O que deve ter de marmanjo louco pra jogar Halo em rede dessa forma…

GameCube U: parece oficial, mas não é

Visualmente, este é bem interessante. O ponto negativo vai para o drive de jogos na traseira, sem nenhuma proteção (também um problema do anterior). De qualquer forma, jogar Mario Kart: Double Dash em qualquer lugar agora é algo possível… Sonho realizado.

PlayStation 3 WVI: medo, muito medo

Parece aqueles controles de quinta categoria, mas não é. Por trás da aparência assustadora, está um PlayStation 3. Não foi revelado se o mod tem suporte a partidas em rede, mas nem precisa. Um PS3 portátil é algo digno de aplausos.

DreamTrooper: não, não vai caber no seu bolso

Sonic Adventure, Phantasy Star Online, Shenmue e Skies of Arcadia em qualquer lugar? Isso é real? É, se você não se incomodar com um trambolho como este.


Infelizmente, nenhuma das criações acima está à venda, pois representam apenas experimentos. Portanto, no mundo real, você tem três opções: celulares, 3DS e PS Vita.