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Bots chegam ao Facebook Messenger e prometem revolucionar e-commerce

O Facebook anunciou, nesta terça-feira (12), a criação de uma plataforma que vai permitir a utilização de bots (robôs) no Messenger. A novidade, que já era esperada, deverá tornar o aplicativo de mensagens instantâneas extremamente útil para fazer negócios e atender consumidores com eficiência. “Nunca conheci alguém que gosta de telefonar para o SAC de uma empresa”, brincou Mark Zuckerberg, CEO da rede social. Ele falou sobre a novidade durante a F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores que vai até amanhã. Oferecer respostas instantâneas e total atenção são os pilares da ferramenta, que promete revolucionar o segmento de e-commerce.

E de que forma esses robôs impactariam o mercado de lojas virtuais? Acontece que a chegada dos robôs ao Facebook Messenger não se trata apenas de SAC 2.0 ou um tira-dúvidas baseado em linhas de comando. Esqueça aqueles serviços que funcionavam via SMS e se popularizaram nos anos 90, quando você digitava “Ajuda” ou “Entrar” e recebia enormes blocos de texto. A ideia é proporcionar uma experiência mais fluida, humana e natural. Inclusive capaz de enviar fotos, fazer a reserva do hotel, atualizar informações e sugerir opções de produtos.

facebook messenger bot

Em uma das demonstrações exibida durante a F8, o cliente fala que quer pesquisar opções de sapatos. O robô pergunta quais tipos de sapatos e a faixa de preço. Na sequência, ele exibe um carrossel de produtos com a possibilidade do internauta comprá-los, saber mais sobre o item ou fazer uma pergunta. Ou seja, vai ficar muito mais simples fazer compras pela internet. Vale lembrar que os robôs, assim como o Instant Articles, não deixam de ser uma forma de prender a audiência no próprio Facebook. Afinal, se ele consegue atender nossas demandas, para quê o Google, não é mesmo? A lógica é essa.

O Facebook já está disponibilizando documentação necessária para que as empresas desenvolvam seus próprios bots. Eles ainda precisam ser submetidos para verificação. A companhia deve aprovar os robôs gradualmente. A precaução de Mark Zuckerberg é bem compreensível. Seria um desastre para a rede social se os novos recursos começassem a infernizar os usuários enviando SPAM.

Outro ponto que merece atenção é a possibilidade de que a liberação dos bots abra margem para um novo mercado a ser explorado por desenvolvedores, que poderão comercializar suas soluções – assim como ocorre no WordPress, onde temas e plugins premium são vendidos na internet. Entretanto, isso vai depender bastante do grau de dificuldade para se programar esses assistentes virtuais.

Atualmente, cerca de 50 milhões de páginas de negócios no Facebook enviam mais de um bilhão de mensagens por mês através do Messenger.

Transmissões de eventos esportivos em redes sociais

Quem é adepto do Twitter deve estar acostumado a ver, com certa frequência, #hashtags envolvendo competições esportivas – no Brasil ou no mundo – figurarem nos Trending Topics. Essas coberturas também contam com presença cativa na timeline do Facebook. Não é difícil entender o porquê desses conteúdos terem caído nas graças dos internautas.

Esporte é algo que acontece ao vivo e sem roteiro. Eles mexem com nossa razão e emoção – especialmente em um país com grande tradição esportiva, como o Brasil – de modo que é natural o impulso de querermos registrar nossas opiniões sobre eles nas redes sociais.

De olho nesse comportamento, o Twitter já há algum tempo adota hashtags personalizadas para os principais eventos esportivos. Para o azar dos brasileiros, que ainda não esqueceram a derrota por 7×1 na partida contra a Alemanha, a novidade estreou na Copa do Mundo FIFA 2014. Mas outros campeonatos, especialmente nos Estados Unidos, também receberam hashtags personalizadas. O último a aderir foi o March Madness, competição nacional de basquete universitário, que empolga os norte-americanos a cada mês de março.

TWITTER SE ALIA À NFL

No último trimestre do ano passado, o Twitter teve queda de 15% no valor de suas ações na NASDAQ, a bolsa de valores voltada para empresas ligadas à tecnologia. Problemas na administração da empresa, bem como a falta de novos recursos para maior engajamento de usuários, destacam-se entre os motivos apontados por analistas para justificar as dificuldades. O Moments, por exemplo, prometia ser um trending topic expandido. No fim das contas, inovou pouco ao se parecer demais com a home de um portal.

Com 305 milhões de usuários ativos ao final do ano passado, o Twitter precisava se solidificar como uma plataforma rentável e capaz de fazer frente ao Facebook – hoje com mais de 1 bilhão de usuários. Um dos meios que o passarinho azul encontrou para isso foi se aliar aos esportes.

NFL Transmissões

Nesta semana, o Twitter anunciou parceria com a Liga Nacional de Futebol Americano (a NFL, mais poderosa liga esportiva profissional dos Estados Unidos) para a transmissão da primeira metade do calendário dos jogos de quinta do futebol americano (o Thursday Night Football). A experiência é um segmento do que a NFL fez no ano passado, quando transmitiu partida realizada em Londres entre Jacksonville e Buffalo por meio do Yahoo! – e foi um sucesso, mais de 15 milhões de pessoas assistiram ao jogo pela internet, o que é uma audiência bastante similar à TV.

O resultado do Yahoo! no ano passado fez com que o Twitter abrisse os olhos. A companhia deu a sorte do “irmão” mais velho Facebook desistir de negociar com a NFL após a liga não aceitar o pedido de que o jogo não tivesse intervalos comerciais. Há uma explicação para a exigência feita por Mark Zuckerberg: a maior parte da renda do Facebook vem de anúncios na barra lateral e nas timelines. Logo, intervalos comerciais seriam concorrência.

A NFL tenta se vender cada vez mais como um evento global e enxerga valor no Twitter para se consolidar mundialmente. Já estão programados jogos para Londres neste ano, mas poderão ocorrer partidas na Alemanha, China e até mesmo no Brasil num futuro próximo. Por sua vez, o Twitter fecha uma parceria com uma entidade poderosíssima nos Estados unidos.

Nem tão pioneiro assim…

CBLoL League of Legends

É a primeira vez que um esporte vai ser transmitido ao vivo pela internet? Na verdade, não. No campo dos e-sports (como LoL) é bastante comum que a transmissão se dê por plataformas sociais, como é o caso do Twitch – que nasceu como um lugar para transmitir partidas de videogame e cresceu a ponto de ser um ambiente propício para produtores de conteúdo.

Um exemplo bastante notório é o site de poker online PokerStars, que além de ter um aplicativo próprio para a transmissão de etapas do Campeonato Europeu de Poker (EPT, a European Poker Tour) também possui um canal no Twitch.

Watch live video from PokerStars on www.twitch.tv

Em território nacional, o canal brasileiro Esporte Interativo (como o próprio nome diz) foi outro vanguardista na transmissão de eventos de menor porte por meio das redes sociais. 

Não é à toa que o Facebook começou a investir pesado na democratização do Facebook Live, anunciando recentemente mais funcionalidades para a ferramenta, que permite transmissões ao vivo.

Norte-americana transmite casamento ao vivo pelo Facebook para que sogra, internada na UTI, possa participar

O Facebook anunciou, na última quarta-feira, uma série de novidades envolvendo o Facebook Live, ferramenta que permite a transmissão de vídeos através da rede social. Como de costume, Mark Zuckerberg fez uma publicação para apresentar os novos recursos. Mas um comentário com o depoimento de uma norte-americana chamou a atenção de internautas do mundo inteiro e do próprio CEO do Facebook, que respondeu a internauta.

Laina Peck-Bostwick escreveu: “Minha sogra estava gravemente doente e internada na UTI. Minha noiva e eu nos casamos no quarto dela enquanto todo mundo na sala de espera e várias pessoas pelos Estados Unidos acompanharam através do Facebook Live. Foi incrível e ficamos muito felizes em poder compartilhar este incrível momento. Para nossa tristeza, ela faleceu no último domingo. Nossos corações estão pesados, mas graças ao Facebook Live, todo mundo tem uma bela memória para compartilhar. Muito obrigado!”

Post Laina Peck-Bostwick

A reação foi imediata. O comentário recebeu centenas de curtidas em algumas horas e foi respondido por integrantes da equipe de desenvolvimento do Facebook. O relato impressionou até mesmo Mark Zuckerberg, que disse: “Laina, eu sinto muito por sua perda, mas fico feliz que você tenha conseguido compartilhar este momento com sua sogra e amigos”. Ele também desejou felicidades para ela e sua noiva.

No domingo passado, quando faleceu a sogra de Laina, que se chamava Val Eyster Bostwick, a norte-americana publicou uma foto da família em sua timeline. “Para uma das mulheres mais fortes, mais amáveis e mais bonitas que eu já conheci: Eu irei sentir muito a sua falta. Eu amo você e eu prometo que sua filha será amada, realizada e coberta de beijos enquanto Deus me permitir. Você poderá me assombrar sempre que quiser”.

 

Facebook envia alerta de explosão no Paquistão para usuários da RMR

Ao longo dos últimos meses, o Facebook tem utilizado com cada vez mais frequência o Safety Check. A ferramenta mapeia áreas onde ocorreram desastres naturais, acidentes ou atentados terroristas e pergunta aos usuários da região se eles estão bem. O objetivo é tranquilizar a rede de contatos dessas pessoas na rede social, funcionando como um meio de comunicação mais rápido para dizer “ok, não aconteceu nada comigo”. Apesar disso, críticos defendem que o recurso pode provocar mais pânico caso os usuários do Facebook optem por não sinalizar suas condições de segurança ou simplesmente passem batido pela notificação.

Polêmicas à parte, uma situação inusitada aconteceu com moradores da Região Metropolitana do Recife na tarde deste domingo (27). Alguns amigos me contaram que receberam um aviso do Safety Check, informando da explosão em um parque, no Paquistão. O atentado terrorista deixou mais de 50 mortos. Entretanto, por algum motivo ainda desconhecido, recifenses foram identificados como se estivessem nos arredores da localidade atingida pela bomba. Diego, que edita o BitBlog comigo, foi um deles e mandou o printscreen que reproduzo abaixo. Ainda não sabemos se outras regiões também receberam a notificação do Facebook erroneamente.

Facebook Safety Check Paquistao

ATUALIZAÇÃO: Acabei de conferir no Twitter e parece que usuários de diversos países, incluindo Estados Unidos e Reino Unido, também receberam a notificação por engano.


Facebook Reactions expõe insatisfação de brasileiros com a classe política

Mal chegou ao Brasil e o novo recurso do Facebook, o Reactions, já começou a ser utilizado pelos internautas para expressar a insatisfação com a classe política. A novidade da rede social mais usada pelos brasileiros são cinco carinhas (emoticons) alternativas ao botão “curtir”: amei, haha, uau, triste e grr. Enquanto os dois primeiros transmitem sentimentos positivos, o “uau” é neutro e os dois últimos são negativos – expressam tristeza e raiva.

Qual das novas reações você acha que é a mais usada nas publicações de políticos e partidos?

Independentemente de partido A, B ou C e posicionamentos mais à direita ou à esquerda, o BitBlog observou que o novo recurso do Facebook inaugura mais uma modalidade de protesto virtual. Na falta de um botão descurtir, várias pessoas estão marcando postagens neutras e até positivas com a cara da fúria.

É importante ressaltar que este comportamento era até previsível em assuntos que envolvam notícias ruins (como aumento de impostos), embate de ideias e temas controversos. Nessas situações, fica mais difícil interpretar se a reação negativa é dirigida ao autor da publicação ou ao contexto do que ela trata. Especialmente quando se trata de páginas da oposição, que tendem a partir para o confronto. Mas nem sempre é o caso.

Abaixo, colocamos alguns exemplos:

Dilma Rousseff

facebook reactions dilma rousseff

Geraldo Alckmin

facebook reactions geraldo alckmin

José Serra

facebook reactions jose serra

Jair Bolsonaro

facebook reactions jair bolsonaro

Eduardo Cunha

facebook reactions eduardo cunha

PT

facebook reactions partido dos trabalhadores

PSDB

facebook reactions psdb

 

Facebook libera Reactions para todos os usuários da rede social

O Facebook anunciou, na manhã desta desta quarta-feira (24), que está liberando o Reactions – até então em fase de testes em poucos países – para todos os usuários da rede social. O recurso acrescenta ao botão “curtir”, marca registrada do Facebook, a possibilidade de usar emoticons para expressar reações. A princípio, serão cinco: love (amei), haha, wow (uau), sad (triste) e angry (raiva). A tradução não é a oficial, mas é provável que seja similar.

Um dos objetivos do Facebook é melhorar a comunicação entre os usuários da plataforma. Em algumas situações, por exemplo, o botão curtir é usado para expressar apoio a uma situação, embora não seja o ideal. Imagine um amigo seu que perde um ente familiar e escreve um texto de despedida lembrando da pessoa. Você pode até achar bacana a homenagem post mortem, mas talvez se sinta melhor em usar o “sad” em vez do curtir.

As marcas e personalidades famosas, por outro lado, precisarão redobrar os esforços para agradar o público. É que a mudança deixa todo mundo mais exposto. Apesar de não se tratar de um botão “descurtir”, caso uma publicação na fanpage deles desagrade os usuários do Facebook, o público poderá indicar sentimentos negativos (como tristeza e raiva) através do Reactions.

Políticos, inclusive, serão fortes candidatos a alvo de uma nova modalidade de protesto virtual, em que grupos se juntam para expressar emoções negativas em suas publicações na rede social.

Se o seu Facebook ainda não traz as opções, é porque a implementação ocorre de forma gradual. A previsão é que nos próximos dias todos tenham acesso ao novo recurso, começando pela versão web e depois se estendendo também aos aplicativos para smartphones.

Mark Zuckerberg tira onda no Facebook e mostra guarda-roupa

No dia 1º de dezembro do ano passado, Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, usou seu perfil na rede social para anunciar o nascimento de sua filha. Na ocasião, ele publicou uma espécie de carta para Max – o nome da menina – e prometeu doar, ao longo de sua vida, 99% das ações da companhia – estimadas em US$ 45 bilhões. O valor será usado para promover a igualdade entre crianças nas próximas gerações. Nos dias seguintes, não faltaram fotos de Mark, Priscilla Chan (sua esposa) e Max nas redes sociais. Mas, nesta segunda-feira (25), os dias de folga que Zuckerberg deu a si próprio acabaram.

Em um novo post no Facebook, ele brincou com o seu retorno ao trabalho, exibindo uma foto de seu guarda-roupa com a pergunta: “o que devo vestir?”

First day back after paternity leave. What should I wear?

Posted by Mark Zuckerberg on Monday, January 25, 2016

Mark Zuckerberg, assim como Steve Jobs – falecido em 2011 – e outras personalidades, têm uma mania em comum. Eles usam o mesmo tipo de roupa quase que o tempo todo, especialmente em ocasiões relacionadas à vida profissional. Em uma sessão de perguntas e respostas, certa vez o fundador do Facebook falou sobre o assunto. O guarda-roupa pouco diversificado, segundo ele, é uma forma de poupar energia com decisões que não vão ajudar as pessoas.

Quando Steve Jobs, o antigo CEO da Apple, optava por sempre vestir camisas de gola rolê, ele na verdade estava tentando se desapegar das decisões triviais que nós, meros mortais, precisamos tomar todos os dias, como o que vestir, o que comer, que perfume usar e etc.

Além do mais, usar a mesma roupa pode parecer uma moda estranha, mas é uma estratégia de marketing para trabalhar a própria imagem.