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7 jogos para adultos com temática de sexo e violência

Nos EUA, o órgão Entertainment Software Rating Board (ESRB) é famoso por fazer a classificação etária de videogames desde 1994. Nos anos anteriores, uma enxurrada de jogos para adultos – com bastante violência e temáticas sexuais – dividiu o país e justificou criar uma instituição para regular este tipo de entretenimento.

Em meio a tantos selos de classificação, um chama atenção: o Adults Only (AO), que é o mais “durão” da ESRB e identifica jogos para adultos – pessoas com 18 anos ou mais, de acordo com o órgão. Até hoje, menos de 30 títulos nesta situação foram lançados. Na maioria das vezes, os estúdios fazem o possível para não receber esta classificação, pois sua comercialização é impedida em lojas físicas americanas. GTA San Andreas, por exemplo, tinha a categoria Mature (indicado para pessoas com 17 anos ou mais), mas foi reclassificado para “cima” quando hackers descobriram um minigame comprometedor no código-fonte. A Rockstar o retirou às pressas, solicitando uma nova avaliação e reconquistando o Mature.

Conheça agora alguns jogos para adultos nesta temida (ou, algumas vezes, intencional) categoria. As notas do Metacritic não são muito boas, então você decide se joga ou não.

Leisure Suit Larry: Magna Cum Laude (Uncut and Uncensored)

PS2, Xbox, Windows
Metacritic: 60 (PS2), 62 (Xbox), 59 (Windows)
Data de lançamento: 26 de outubro de 2004

Protagonista Larry, nu, no meio de um colégio

Minigames bizarros fazem parte da “saga”

O estudante Larry Lovage sonha em participar de um programa de namoro na TV. Para chegar lá, o requisito é comprovar seu talento de sedução, adquirindo tokens que comprovam as suas conquistas amorosas. Em plena faculdade, Larry vai se envolver em fraternidades (típicas nos EUA) para se relacionar sexualmente com garotas.

Minigames bizarros no decorrer da “saga” dão direito aos tokens, aumentam a confiança do estudante ou até mesmo fornecem dinheiro como prêmio. A edição Uncut and Uncensored veio, de fato, sem censura, mostrando os personagens completamente nus. Daí veio o selo Adults Only, que não estava presente na versão original.

Playboy The Mansion: Private Party

Windows
Metacritic: N/A (a versão original recebeu 59 no PS2 e Windows e 61 no Xbox)
Data de lançamento: 2006

Mulher quase nua junto ao protagonista do jogo

Private Party tem, como objetivo, conquistar garotas e fazer dinheiro

No Playboy The Mansion, o jogador controla Hugh Hefner – o famoso fundador da revista – com a missão de erguer o império que ele construiu, desde o início. Conforme se avança no jogo erótico, é possível viver em mansões luxuosas, com festas rolando diariamente.

Private Party é um pacote de expansão disponível apenas na edição para PC, que traz novas festas e um recurso onde – em relações sexuais – os personagens tiram a roupa de baixo. Uma distorção é aplicada para embaçar algumas regiões do corpo, mas ainda assim o pacote de expansão recebeu o Adults Only da ESRB.

Fahrenheit: Indigo Prophecy Director’s Cut

Windows, Linux, Mac OS X, iOS, Android e PlayStation 4
Metacritic: N/A (o relançamento de 2015 tem nota 61 no PC e 75 no iOS)
Data de lançamento: 2005 na edição original para Windows (relançamento em 2015 para todas as plataformas mencionadas acima)

Cena de sexo no game

Os protagonistas Carla e Lucas bem à vontade

Em 2005, Fahrenheit chegava ao PS2, Xbox e Windows, mas apenas a última (com o subtítulo “Director´s Cut”) não tinha nenhuma espécie de censura. Dez anos depois, um relançamento baseado na Director´s Cut desembarcou no Windows, Linux, Mac OS X, Android, iOS e PS4, mas curiosamente não recebeu o selo Adults Only da ESRB. Vai entender…

Fahrenheit é considerado uma espécie de prólogo para Heavy Rain, sendo feito inclusive pelo mesmo estúdio. Se passa em Nova York, onde surgiram relatos de pessoas comuns sendo possuídas e cometendo assassinatos. Os protagonistas precisam desvendar o mistério sobrenatural. Várias cenas de sexo estão presentes, justificando a classificação etária máxima na versão de 2005 para PC.

Hatred

Windows (Steam)
Metacritic: 43
Data de lançamento: 1 de junho de 2015

Herói do jogo atirando em inimigo deitado no chão

A violência em Hatred é gratuita, até mesmo desnecessária

Embora contenha conteúdo sexual, Hatred recebeu o selo Adults Only por causa da violência extrema presente do início ao fim. É também um curioso caso onde a crítica avaliou mal (vide a média 43 no Metacritic), mas os usuários elogiaram no Steam. Por falar nisso, o título foi até mesmo removido do serviço Steam Greenlight, gerando críticas à Valve e voltando algum tempo em seguida.

O jogo é um festival de cenas de mal gosto, geradas a partir de um enredo ridículo: um sociopata desiste de acreditar no futuro da humanidade e começa a cometer crimes – um atrás do outro. Faz sentido desenvolver algo assim? Será que, neste caso, não estamos falando de algo extremamente desnecessário? Diferente de GTA, este aqui não é um tipo de arte, mas uma desculpa esfarrapada para mostrar o que existe de pior na cabeça de alguns desenvolvedores…

Manhunt 2 (uncut version)

Windows
Metacritic: N/A (versão censurada é 62 no PS2)
Data de lançamento: 6 de novembro de 2009

Protagonista prestes a acertar uma pessoa com um taco de baseball

Melhor mostrar a cena antes do golpe

O título de sobrevivência poderia não ter chegado ao Wii, PS2 e PSP, já que Nintendo e Sony não permitiam produções Adult Only em suas plataformas. O jeito que a Rockstar encontrou para receber a classificação “Mature”, mais leve, foi censurar as cenas de violência extrema, “embaçando” parte da imagem. Ainda assim, a edição Uncut chegou ao Windows pouco tempo depois, trazendo a visão original do estúdio para o game.

Em Manhunt 2, considerada uma aventura de “sobrevivência”, o jogador incorpora Daniel Lamb, uma pessoa com problemas mentais, que tenta recuperar suas memórias, até descobrir que fez parte de um programa financiado pelo governo para “fabricar” assassinos que poderiam ser comandados remotamente, através de um sistema.

Singles: Flirt Up Your Life

Windows
Metacritic: 58
Data de lançamento: 5 de outubro de 2003

Homem e mulher, ambos nus

Singles tenta ser um The Sims mais “assanhadinho”

Controle personagens em suas rotinas diárias: acordar, tomar banho, comer, trabalhar e etc. Essa temática pode te fazer lembrar de The Sims, mas também se aplica a Singles, que dá ênfase aos relacionamentos amorosos que o (a) protagonista pode ter. Uma sequência, Singles 2: Triple Trouble, permite relacionamentos sexuais homoafetivos.

Ef – A Fairy Tale of the Two

Windows
Metacritic: N/A
Data de lançamento: 24 de dezembro de 2014

Uma das personagens sem roupa

Ef lembra os típicos animes sem censura

Considerada uma visual novel adulta – ou um jogo erótico (como preferir) – esta é uma coletânea com os dois Ef originais, que foram lançados para o PS2 japonês mais de uma década atrás, mas agora para Windows e sem censura. Disponibilizado em conjunto com uma série em mangá e anime, Ef conta uma típica trama japa sem sentido, envolvendo um triângulo amoroso. O jogador toma decisões que afetam a narrativa.

Tyranny, RPG de ação, é destaque no Steam

Você se lembra de Pillars of Eternity? O game – que foi um dos maiores sucessos até hoje do financiamento coletivo – esteve entre os destaques de 2015. Agora, eis que surge um sucessor espiritual, Tyranny, também para Windows, Linux e Mac OS X.

Após a conquista do mundo pelo maligno Kyros, é preciso restabelecer a ordem e decidir o que fazer com as facções sobreviventes. Na pele de um dos membros mais altos do recém-estabelecido império, o jogador deverá navegar por diferentes regiões, encontrando novos adeptos e eliminando aqueles que insistem em se opor.

Gameplay de Tyranny

Sai da frente

Tyranny chama atenção pelo enredo inusitado – não é mais uma aventura na pele de um herói ou uma heroína. Além disso, as decisões tomadas pelo protagonista geram profundas consequências. O que é melhor fazer? Tentar influenciar o povo, impor respeito ou incitar uma nova revolução? Depende de você.

Em menos de uma semana, o game da Obsidian já figura entre os mais vendidos do Steam. A avaliação da imprensa no Metacritic tem média de 83/100. Vindo de um estúdio tão cultuado, acho que ninguém esperava algo diferente. Tyranny está disponível desde 10 de novembro.

Stranger Things virou game para PC

A Netflix, vez ou outra, emplaca uma série original de grande sucesso em seu catálogo. O destaque da vez é Stranger Things, que traz o desaparecimento do jovem Will Byers em meio a uma atmosfera misteriosa. A série é realmente muito boa e não demorou até três fãs criarem uma versão em formato de game.

No jogo “tributo” para PC, usando uma mecânica point-and-click (aponte e clique), o jogador deve procurar o jovem Will, enquanto investiga os acontecimentos sobrenaturais que estariam acontecendo no vilarejo fictício de Hawkins, nos EUA. O título funciona no Windows, Linux e Mac OS X. Não se anime muito, dura apenas 10 minutos.

Worms W.M.D chega aos consoles e à Steam

Se você, leitor, se considera um gamer, já jogou (ou pelo menos conhece) Worms. Estou errado? A franquia que vendeu mais de 70 milhões de títulos está de volta. Worms W.M.D é o sucessor espiritual de Armageddon, de 1999, e foi lançado nessa semana sob aclamação da crítica.

Mesclando elementos tradicionais da série com novidades, W.M.D chegou à Steam (Windows, Linux e Mac), PS4 e Xbox One. Entre as inovações, estão a presença de veículos, a possibilidade de se esconder dentro de prédios e a personalização de armas. Nas partidas online, cada sala permite até seis pessoas – estas, cada, com oito worms, totalizando 48 “guerreiros”.

Veja abaixo o trailer do game, que já está no Top 20 dos mais vendidos na Steam:

Veja 5 minutos de Bloodstained, do criador de Castlevania

Se você acompanha o BitBlog, deve lembrar de Bloodstained: Ritual of the Night. O game é a mais nova aposta de Koji Igarashi, criador de Castlevania, e chegará aos consoles da oitava geração (PS4, Xbox One e Wii U), além do PS Vita, Mac OS X, Linux e Windows. Foi um dos jogos mais bem-sucedidos até hoje no Kickstarter, arrecadando rapidamente mais de 5 milhões de dólares.

Como forma de promover o game, que será lançado mundialmente em março de 2017, Igarashi se desafiou e jogou uma demo do game, com duração de 5 minutos, sem eliminar inimigos, nem o movimento backdash, nem mesmo poções para recuperar energia. Se você curtia Castlevania, deve lembrar que jogar nessas condições não seria nada fácil. Como Bloodstained é uma espécie de “sucessor espiritual” do clássico, espere o mesmo nível de desafio.

Confira abaixo:

Zelda: Breath of the Wild é eleito melhor jogo da E3 2016

A E3 2016 foi épica! A edição deste ano da maior feira de videogames aconteceu em junho. O BitBlog esteve presente e trouxe tudo, tudo, tudo (ou quase) o que aconteceu por lá (confira na tag BitBlogNaE3), direto de Los Angeles. E, para virar a página, só faltava a tradicional lista de melhores jogos do evento, feita anualmente pelo Game Critics Awards, que envolve os votos da imprensa.

Mesmo enfrentando uma concorrência forte de Horizon: Zero Dawn e do novo God of War, o destaque ficou mesmo com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, para Wii U (com versão para o NX a caminho). Veja abaixo a lista completa, com nossa opinião para cada categoria. Afinal, jogamos muita coisa no evento!


Melhor jogo do evento

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U, NX)
Desenvolvedora: Nintendo
Leia aqui nossas impressões

Zelda - Breath of the Wild

Opinião BitBlog: Como não concordar? Ao entrar no pavilhão do LA Convention Center, o imponente estande que a Nintendo montou já chamava atenção. As filas para jogar o título davam voltas e voltas no entorno. Tudo isso para conferir a nova aventura de Link, que incorpora mecânicas clássicas da série com a modernidade de Dragon Age e similares. O time de Shigeru Miyamoto realmente saiu da zona de conforto para atualizar a franquia – e conseguiu. Mal podemos esperar por março de 2017! Que venha The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Melhor nova série

Horizon Zero Dawn (PS4)
Desenvolvedora: Guerrilla Games
Leia aqui nossas impressões

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Opinião BitBlog: Ao colocar as mãos no joystick do PS4 para curtir a aposta da Sony para este ano, pude perceber: o hype faz todo o sentido. O universo de Horizon é imenso, detalhado e único. Em nossa opinião, a briga com For Honor (veja aqui nossas impressões), da Ubisoft, foi boa nesta categoria. Mas no final, concordamos. Horizon: Zero Dawn merece o prêmio.

Melhor jogo de console

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U, NX)
Desenvolvedora: Nintendo
Leia aqui nossas impressões

Opinião BitBlog: Não tem nem o que falar. Essa categoria é mesmo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Melhor jogo de realidade virtual

Batman: Arkham VR (PS4)
Desenvolvedora: Rocksteady
Leia aqui nossas impressões
(Não fomos autorizados a divulgar imagens do título)

Opinião BitBlog: Ao aguardar na fila para curtir a demonstração, conversamos rapidamente com o pessoal da Rocksteady. Eles afirmaram que, toda vez que terminam de desenvolver um game do herói-morcego, dizem que foi o último. Mas aí surge uma oportunidade imperdível e eles voltam atrás. Após jogar a demonstração completa de Arkham VR, fica evidente o motivo: trazer Batman para a realidade virtual foi uma bela sacada. Sem a ação dos projetos anteriores, aqui o foco é a investigação. A propósito, a imersão é excelente. Gostamos muito de Arkham VR, mas, nesta disputadíssima categoria – em nossa opinião – o prêmio deveria ir para Thumper (PS4, Oculus Rift, Vive, veja aqui nossas impressões) – uma experiência que conseguiu ser ainda mais imersiva do que a nova aventura do morcego.

Melhor jogo de PC

Civilization VI (Windows, Mac OS X, Linux)
Desenvolvedora: Firaxis

Opinião BitBlog: Não jogamos o novo Civilization, apenas vimos o gameplay. O que a imprensa tem elogiado tanto é que, mesmo mantendo a essência clássica da franquia, o estúdio Firaxis conseguiu introduzir várias mecânicas novas. Até a inteligência artificial foi retrabalhada completamente.

Melhor hardware

PlayStation VR (PS4)
Fabricante: Sony Interactive Entertainment
Leia aqui tudo que jogamos no PS VR

PlayStation VR - o dispositivo

Opinião BitBlog: Não podíamos concordar mais! O PlayStation VR dominou o show. Mesmo em experiências frenéticas que causaram enjoo (Rigs e Eagle Flight, por exemplo), temos que reconhecer o enorme potencial do acessório em aventuras on-rails (como no assustador Until Dawn: Rush of Blood, Wayward Sky, Thumper e Batman: Arkham VR). Depois da E3 2016, finalmente acreditamos no potencial da realidade virtual nos videogames.

Melhor jogo de ação

Battlefield 1 (PS4, Xbox One, PC)
Desenvolvedora: DICE
Leia aqui nossas impressões

Battlefield 1 - gameplay

Opinião BitBlog: Conforme colocamos em nossa prévia, Battlefield 1 é bem ambicioso. Embora o hype seja enorme, não vimos nada extraordinário no game, que segue fielmente a fórmula da série. Em nossa opinião, seria mais justo o prêmio ir para o incrível Titanfall 2 (veja aqui nossas impressões), o destaque da EA neste ano. Em segundo lugar, ficaria Dead Rising 4 (veja aqui nossas impressões), um dos momentos mais divertidos que tivemos no evento!

Melhor jogo de console

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U, NX)
Desenvolvedora: Nintendo
Leia aqui nossas impressões

Opinião BitBlog: Não tem nem o que falar. Essa categoria (também) é mesmo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Melhor RPG

Final Fantasy XV (PS4, Xbox One)
Desenvolvedora: Square Enix
Leia aqui nossas impressões

Final Fantasy XV - E3 2016 - 2

Opinião BitBlog: O sistema de combate mudou completamente. Embora isso tenha afastado alguns fãs de longa data, convidamos estes a testarem o próximo FF, assim que estiver disponível. A Square Enix realmente está se esforçando para inovar. XV consegue ser frenético como nenhum outro Final Fantasy, ao mesmo tempo em que traz elementos clássicos. O prêmio é justo, Final Fantasy XV foi o melhor RPG da EE 2016.

Melhor jogo de corrida

Forza Horizon 3 (Xbox One, PC)
Desenvolvedora: Playground Games, Turn 10

Opinião BitBlog: Mais uma disputa grande. Embora Horizon 3 agrade bem os fãs, por uma pequena diferença, acreditamos que o prêmio poderia ir para Gran Turismo Sport. A imersão no último foi maior, então, vamos usar isto como critério de desempate. Na correria da E3, terminamos sem escrever prévias para eles, mas fica aqui a nossa recomendação para o título do PS4.

Melhor jogo de luta

Injustice 2 (PS4, Xbox One)
Desenvolvedora: Netherrealm

Opinião BitBlog: Sim, o prêmio é de Injustice 2, por dois motivos: além de ser divertido, não houve concorrência na feira.

Melhor jogo de esportes

Steep (PS4, Xbox One, PC)
Desenvolvedora: Ubisoft Annecy
Leia aqui nossas impressões

Steep - gameplay

Opinião BitBlog: Jogamos Steep. A iniciativa da Ubisoft de inovar no gênero é louvável. Alguns bugs foram encontrados na demonstração, mas nada que prejudique a experiência. Se a categoria se limitasse a futebol, certamente indicaríamos Pro Evolution Soccer 2017 (veja aqui nossas impressões e uma entrevista exclusiva). Como não é caso, assinamos embaixo: parabéns, Steep!

Melhor jogo para a família

Skylanders: Imaginators (PS4, Xbox One, Wii U, PC, PS3, Xbox 360)
Desenvolvedora: Toys for Bob

Opinião BitBlog: Não há concorrência, portanto, assinamos embaixo, é Skylanders: Imaginators mesmo. Quem poderia ameaçar o posto seria Sea of Thieves (veja aqui nossas impressões), mas este último pecou pela ausência de modo cooperativo local e pela mecânica repetitiva.

Melhor multiplayer online

Titanfall 2 (PS4, Xbox One, PC)
Desenvolvedora: Respawn
Leia aqui nossas impressões

Titanfall 2

Opinião BitBlog: Claro que é Titanfall 2. Além de ser a chegada da série ao PS4, o título consegue melhorar o que já era bom no anterior. Graças à liberdade de jogar em um gigante Titan ou não, aos cenários relativamente pequenos (perfeitos para o combate) e ao mais importante: agilidade.

Melhor jogo independente

Inside (Xbox One, PC)
Desenvolvedora: Playdead

Opinião BitBlog: Não jogamos Inside. Subestimamos a atmosfera envolvente do indie, que já está há seis anos em desenvolvimento. Ao mesmo tempo que amamos We Happy Few (veja aqui nossas impressões), gostaríamos de experimentar Inside para tirarmos uma conclusão. Portanto, nesta categoria, vamos ficar devendo.

Menção honrosa para gráficos

God of War (PS4)
Desenvolvedora: Sony Santa Monica

Opinião BitBlog: O novo God of War não estava jogável, mas merece o prêmio. Através do gameplay exibido na feira, ficou evidente que ele merece!

Bear Simulator: um game sobre… ursos

Ainda surpreso com o sucesso de Goat Simulator, que permite controlar uma cabra assassina? Eis que apareceu mais um simulador bizarro.

Bear Simulator chegou na última sexta-feira à Steam. No papel de um urso, corra por florestas, montanhas e praias, enfrentando animais, entre outras atividades típicas de um predador. O título alcançou mais de US$ 100 mil de financiamento coletivo através do Steam Greenlight em 2014. Na internet, o “jogo” enfrenta uma reação “ame ou odeie” de quem já jogou.

O título está disponível para Windows, Linux, SteamOS e Mac OS X por R$ 27,99. Veja o trailer: