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Star Wars: Fã cria Faroeste Jedi, inspirado em Faroeste Caboclo

Nesta semana, aconteceu um dos eventos mais importantes de todos os tempos para a população nerd/geek do planeta, da qual eu faço parte. Claro que estamos falando da estreia mundial do episódio VII de Star Wars: O despertar da Força.

No Diario de Pernambuco, o Viver fez uma cobertura muito bacana falando sobre o filme, a reação dos fãs e curiosidades sobre a saga. Aqui no BitBlog, preparamos uma lista com sete jogos de Star Wars.

Confesso que eu e Diego – também editor do BitBlog – ainda não fomos ao cinema e estamos organizando nossa maratona regada a muita pipoca.

FAROESTE JEDI

Enquanto isso, o que anda bombando na internet é um vídeo de um cara chamado Alek Conrad. Ele se inspirou em Faroeste Caboclo, um sucesso da Legião Urbana e uma das músicas mais tocadas da MPB, para fazer uma versão que conta a saga Star Wars.

Publicado no YouTube na última terça-feira (14), a “homenagem” viralizou e já vai em mais de 35 mil visualizações. Batizada de “Faroeste Jedi”, a paródia narra momentos dos seis episódios de Star Wars roteirizados por George Lucas.

Que fique bem claro: é recheado de spoilers para quem nunca viu. Mas não tem nada do filme novo, a gente conferiu antes de divulgar aqui ;)

Ah, e a música segue a ordem cronológica dos episódios – e não a de lançamento – o que pode deixar alguns fãs meio chateados. Mesmo assim vale a pena!

BatBand imita morcegos e faz você ouvir músicas através de condução óssea

BatBand KickStarter Headphone

Se você acompanha regularmente o BitBlog, já deve ter notado que somos fãs do KickStarter, o maior serviço de financiamento coletivo da internet. Até mesmo com uma rápida navegada na plataforma é possível se deparar com ideias geniais, esperando apenas investimentos para deslanchar. Em outra ocasião também mostramos sete games bem-sucedidos no KickStarter – todos arrecadaram mais de um milhão de dólares. Desta vez vamos falar do BatBand, um headphone que não obstrói seus ouvidos, mas ainda assim permite que você escute o som. Sabe como isso funciona? Através de condução óssea.

Caso você não tenha sacado pelo nome, Bat é “morcego” em inglês. Esses animais se orientam de forma muito peculiar, emitindo ondas ultrassônicas para se comunicar, desviar de obstáculos e caçar presas. Em vez do tradicional fone de ouvido, o BatBand transmite ondas sonoras através dos ossos do aparelho auditivo. A Panasonic desenvolveu um produto similar há alguns anos.

O diferencial do acessório anunciado no KickStarter é o design (bem mais bonito) e alguns sensores que facilitam a experiência do usuário, facilitando comandos como atender uma ligação, ajustar o volume e pular para a próxima música. Desenvolvido pelo Studio Banana Things, o BatBand pode se conectar a outros aparelhos, como o smartphone, através de bluetooth. A bateria é recarregável através de USB e pode durar até oito horas. Segundo a companhia, o som é escutado apenas pela pessoa que utiliza o equipamento.

O projeto ultrapassou a meta de arrecadar US$ 150 mil, o que significa que o financiamento coletivo foi bem sucedido e ele deve sair do papel. De acordo com a página do BatBand no KickStarter, é preciso desembolsar pelo menos US$ 149 para levar o produto para casa. A empresa faz entregas apenas para alguns países, porém o Brasil está na lista.

Cantora Taylor Swift critica Apple Music por não pagar artistas

Desde os anos 80, a Apple realiza anualmente uma conferência voltada para desenvolvedores. É a Apple Worldwide Developers Conference, também conhecida como WWDC. Há um bom tempo ela tem acontecido em junho e, neste ano, não foi diferente. Normalmente o evento traz informações sobre as próximas versões do iOS, o sistema operacional da Apple, mas eventualmente a companhia revela novos produtos e serviços. No dia 8 deste mês, a empresa da maçã apresentou o Apple Music ao público, que vai seguir os moldes do Spotify, Deezer e Rdio, oferecendo streaming de música. Ele chega ao mercado no final de junho, no dia 30, com um agressivo trial de três meses para impressionar e abocanhar potenciais assinantes.

Foi justamente o trial de três meses que levou a cantora Taylor Swift a publicar, neste domingo (21), um desabafo nas redes sociais. Em um longo texto, ela critica a Apple e sugere que a gigante de Cupertino tentou esconder dos usuários que não pagará royalties aos artistas durante o primeiro trimestre do serviço. “Eu considero isso chocante e decepcionante”, escreveu Taylor Swift, acrescentando que seu novo álbum, 1989, não será disponibilizado na Apple Music por conta disso.

Na mensagem, que teve mais de 26 mil retuitadas e 7 mil compartilhamentos no Facebook até às 20h deste domingo, a cantora explica que a decisão da companhia afetará sobretudo os artistas que estão começando a carreira e lançando seus primeiros singles, mas não serão pagos pelo esforço e sucesso.

“Sabemos que a Apple faz um sucesso astronômico e que essa empresa incrível possui dinheiro para pagar artistas, escritores e produtores por três meses, mesmo que eles sejam gratuitos para os fãs que estão testando”, observa a cantora norte-americana. Ou seja: Para Taylor Swift, a Apple está sendo muquirana, mesquinha, pão-dura, pirangueira… Bem, deu para entender, né?

Ela encerra o desabafo torcendo para que a política de pagamentos aos artistas seja revista e que ninguém está pedindo um iPhone de graça. “Então, por favor, não nos peça também para fornecer nossas músicas sem nenhum retorno”, conclui.