Nintendo Switch

Microsoft e Sony parabenizam a Nintendo pelo Switch

Esta sexta-feira, 3 de março de 2017, passará para a história da indústria dos videogames como uma data especial. É o dia do lançamento do Nintendo Switch, que também chega às lojas com o aclamado Zelda: Breath of the Wild. Nós, do BitBlog, estamos superdivididos entre comprar a versão do game para o Wii U ou segurar a expectativa e juntar uma graninha para adquirir o novo console. Enquanto isso, vale parabenizar a Microsoft e a Sony pela postura de fair play e respeito à concorrente.

A Microsoft comemorou a data no Twitter com uma mensagem parabenizando a Nintendo:

Vários usuários do Twitter comentaram sobre a tuitada, que foi bem recebida.

A Sony também prestou duas homenagens na rede social. A primeira, elogiando o novo Zelda – que teve nota 98/100 no Metacritic – e fazendo referência ao exclusivo Horizon. A segunda mensagem é mais focada no lançamento do Switch:

 

Clássico de estratégia, Constructor estreia no PS4, One e Switch

Se você jogava videogames em meados de 1997, principalmente em computadores, a chance de ter conhecido Constructor é enorme. Desenvolvido pela System 3 e publicado pela Acclaim no MS-DOS, Windows e Mac OS, o título de estratégia fez grande sucesso não apenas pelas inúmeras opções de personalização, mas também pelo bom humor.

Uma cidade com prédios e casas, cena de gameplay

As suas cidades podem ter até mesmo gangsters dividindo espaço com outros moradores

Agora, Constructor está de volta em versão remasterizada. No Windows (via Steam), PS4 e Xbox One, o jogo será lançado em 28 de fevereiro, chegando em 28 de abril ao Nintendo Switch. Representando uma construtora, o jogador usará times de trabalhadores para fabricar materiais que são utilizados para levantar prédios e casas. Até mesmo gangsters podem adquirir seus imóveis, mas vão incomodar a vizinhança, e a decisão vai ficar em suas mãos.

Veja abaixo um novo trailer, de 4 minutos, com algumas das funcionalidades do relançamento:

Zelda: Breath of the Wild terá DLCs

A expectativa pelo revolucionário Nintendo Switch é grande. O videogame, um híbrido de console e portátil, chega às prateleiras no dia 3 de março junto com o título de lançamento The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Além de ser o primeiro Zelda realmente em mundo aberto da franquia, ele trará uma novidade que divide os players: DLCs. A Nintendo vai comercializar dois pacotes com conteúdo adicional junto com um Expansion Pass que fornece itens a Link. A oferta sai por US$ 20 e os DLCs não estarão disponíveis na data do lançamento, mas ambos chegam ainda em 2017.

Rumor com games do Nintendo Switch era falso

Atualização: o site Nintendo Life, fonte desta notícia indicada no texto, confirmou que era uma montagem. A informação abaixo não procede mais.


Quem diria que 2017 ia começar assim? O site Nintendo Life revelou uma notícia que interessa aos fãs da Nintendo. Antes mesmo do evento em 12 de janeiro, a loja australiana EBGames teria exposto, por alguns minutos, as caixinhas de três games do Nintendo Switch (Mario Kart 8, The Legend of Zelda: Breath of the Wild e The Elder Scrolls V: Skyrim) e os seus preços. No que diz respeito aos títulos, eles viriam em caixas quadradas, com um plástico transparente na cor vermelha.

Detalhe: na capinha de MK8, são anunciados 10 novos personagens, 24 pistas a mais (ou seja, 6 copas extras), além de um “modo batalha completamente novo” (seria o retorno do modo Battle como conhecíamos?). Provavelmente King Boo estaria presente, já que foi visto no trailer de anúncio do Switch.

Zoom na caixinha do Mario Kart 8 Switch

Novo modo batalha, 24 pistas extras e 10 novos personagens!

Enquanto o Switch propriamente dito está com um preço placeholder – isto é, não oficial ainda – de 999 dólares australianos (o que equivale a R$ 2.355 ou US$ 722), os games e o controle Pro custariam 119 dólares australianos (R$ 280 ou US$ 86). Esperamos que também sejam não oficiais, já que jogos em lançamento costumam sair por um pouco menos.

Veja abaixo a print, cortesia do Nintendo Life.

3 games do Switch em destaque, mais o console e o controle Pro

Será que foi mesmo acidente?

Veja os games já confirmados para o Nintendo Switch

2017 marca o lançamento do famoso híbrido de console e portátil. O Nintendo Switch terá maiores detalhes revelados em um evento online no dia 12 de janeiro, mas não precisa esperar: o BitBlog consolidou todos os games já confirmados para a plataforma, além daqueles que estão só aguardando um empurrãozinho para se tornarem oficiais. Confira!

Confirmados

Link correndo de explosões

Breath of the Wild foi o primeiro game confirmado para o Switch

  • Just Dance 2017 (Ubisoft, março de 2017)
  • Project Sonic 2017 (Sega, 2017) – título provisório
  • Sacred Hero (Simplistic, 2018)
  • Seasons of Heaven (Any Arts, 2018)
  • Super Mario (Nintendo, sem data) – título provisório
  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo, 2017)

Demonstrados, aguardando confirmação

Dragão com montanhas ao fundo

A Bethesda tá esperando algo inexplicável para confirmar Skyrim

  • Dragon Quest XI (Square Enix)
  • Mario Kart 8 (Nintendo) – título provisório
  • NBA 2K17 (2K Games)
  • Splatoon (Nintendo) – título provisório
  • The Elder Scrolls V: Skyrim (Bethesda)

Rumores “fortíssimos”

Robô (doll) voando o universo de Mira

Clássico do Wii U, Xenoblade Chronicles X poderá ter uma nova chance no Switch

  • Animal Crossing (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Dark Souls 3 (From Software)
  • Luigi’s Mansion (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
  • Mario RPG: Invasion of the Rabbids (Ubisoft)
  • Mass Effect Andromeda (EA Games)
  • Sphinx and the Cursed Mummy (THQ Nordic)
  • Super Mario Maker (Nintendo) – relançamento do Wii U
  • Super Mario Sunshine (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Super Smash Bros. Melee (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • The Binding of Isaac Afterbirth+ (Nicalis)
  • Xenoblade Chronicles X (Monolith) – relançamento do Wii U

Wii completa 10 anos; veja os bastidores do console

Em 19 de novembro de 2006, a Nintendo lançava nos EUA a sua plataforma de mesa mais bem-sucedido: o Wii. Ao apresentar o conceito, os japoneses dividiram a sua base de fãs, que esperava algo com um hardware moderno – como foi o antecessor GameCube. No entanto, a proposta vingou: foram mais de 100 milhões de unidades comercializadas globalmente, vencendo os rivais PS3 e Xbox 360. Confira, em nossa coluna Console do Mês, algumas curiosidades da plataforma.

O controle seria (bem) similar ao do Switch

Protótipo do Wiimote, com parte destacável

Olha o controle do Switch – ops, Wii (créditos: Gizmodo)

O Joy-con, comando “desacoplável” do novíssimo Nintendo Switch, não é uma ideia exatamente nova. O primeiro protótipo do joystick do Wii usaria uma ideia similar: se chamaria Gyropod e teria a parte direita destacável, tornando-se um controle a ser usado em uma mão apenas. Este foi um conceito da Gyration, empresa que criou a tecnologia sensitiva a movimentos do Wii. A ideia foi apresentada à Nintendo em 2001 e refinada, até se tornar o Wiimote que todos nós conhecemos.

Seria um acessório para o GameCube

Patente mostra que o Wiimote seria acessório do GameCube

Patente mostra que o Wiimote seria acessório do GameCube – teria dado certo?

Patentes registrada pela Nintendo em 2006 comprovam: o conceito do Wii nasceu, na verdade, como um acessório para o GameCube. A partir de um adaptador plugado no console, similar ao comando Wavebird (do GC), o Wiimote poderia ser usado sem fios. Para ilustrar o uso do sensor de movimentos, há um protótipo com uma pessoa jogando tênis.

Considerando as vendas frustrantes do Cube, talvez imaginar o conceito do Wii como um acessório seria algo que não teria dado tão certo assim. Afinal, um dos maiores motivos para o sucesso do último foi oferecer, de cara, uma plataforma simples e fácil de usar, onde toda a interface de navegação girava em torno do curioso joystick. A empresa protegeu a ideia até onde foi possível, atrasando a revelação do Wiimote em três meses após a E3 2005.

Design first

Revelação do Wii, ainda com o codinome Revolution, na E3 2005

Inicialmente revelado como “Revolution”, o design do console não mudou muito até o lançamento

Após decidir que a ideia do Wii mereceria uma nova plataforma dedicada, não mais um mero acessório, a Nintendo começou a esboçar como seria o console propriamente dito. Satoru Iwata – o então presidente da empresa – pediu que o aparelho não fosse mais largo do que dois cases de DVD. Em plenos anos 2000, como entregar algo robusto, seguindo uma restrição tão impactante?

Os japoneses receberam feedbacks negativos sobre o design do GameCube e estavam decididos a lançar um sucessor mais “discreto” para a sala de estar. Além disso, o sensor de movimentos seria embutido no aparelho e – por isso – ele deveria ser posicionado o mais próximo possível à TV, para funcionar corretamente. Quem sofreu com a decisão foi o hardware, que precisou usar tecnologia mais simples para caber nas especificações. No final das contas, a barra de sensor ficou externa e o console ultrapassou a largura planejada.

Teve uma versão para mercados emergentes…

… que não saiu em mercados emergentes. Foi o Wii Mini.

Foto da caixa do Wii Mini

Como explicar essa situação? O Wii Mini era uma versão mais simplificada do original: não tinha suporte a jogos/controles/Memory Cards do GameCube, não contava com Wi-Fi para partidas online, nem mesmo entrada para cartões SD. Para piorar a situação, a saída de vídeo componente (480p) foi retirada, restando usar os cabos AV compostos ou S-Video. Sério.

A ideia inicial era boa: uma opção de baixo custo para mercados emergentes, aproveitando o fortíssimo line-up já disponível (Mario Kart Wii, Super Smash Bros. Brawl, Super Mario Galaxy e etc). A execução, no entanto, foi péssima: o Mini só foi disponibilizado no natal de 2012, a princípio apenas no Canadá. Sim, em um país rico e em plena época de lançamento do Wii U, um novo aparelho com a proposta de competir com o PS4 e o Xbox One.

O Mini chegou, no decorrer de 2013, à Europa e aos EUA, mas não aos países emergentes. Um verdadeiro desperdício! Imaginem esta versão no Brasil, custando entre 300 e 400 reais? Em um lugar onde o Master System ainda é fabricado (e vende pra caramba!), a Nintendo teria ganho muito, muito, muito dinheiro. Quem sabe até fabricando o aparelho por aqui, com representação oficial e jogos em português. Mas, infelizmente, a empresa olha torto demais para nós. Corrupção e políticos lamentáveis à parte, aqui tinha (e, se brincar, ainda tem) espaço para o Wii Mini. Como se não bastasse, a opção de baixo custo ainda atrapalhou os consumidores por onde passou, prejudicando o desempenho comercial do Wii U.

Ainda é a plataforma “oficial” de Just Dance

A edição Wii de Just Dance 2017 é a campeã em vendas

A edição Wii de Just Dance 2017 é a campeã em vendas

Se o Wii está fazendo 10 anos, você pode imaginar que não há mais jogos sendo lançados pra ele, certo? Quase isso, mas a franquia Just Dance não abandonou o dispositivo da Nintendo, até porque é nele onde estão os usuários. Just Dance 2016, por exemplo, vendeu no Wii quase o dobro da edição para Wii U e o triplo das versões para PS4 e Xbox One, de acordo com o site VGChartz. O 2017 já está disponível e acredito fortemente que ainda veremos Just Dance 2018 no Wii. Onde tem demanda, tem jogo!

Nintendo Switch terá grandes anúncios em 12 de janeiro

Após tanta especulação, a Nintendo finalmente revelou o seu console híbrido, até então conhecido como NX. O Nintendo Switch chegará às lojas em março de 2017, mas ainda não sabemos muito sobre a plataforma. Quais serão os games de lançamento? Quanto pagaremos pelo aparelho?

Essas e outras informações serão fornecidas em um evento que acontecerá em Tokyo, na famosa torre Big Sight, com transmissão online no dia 12 de janeiro. O chamado Nintendo Switch Presentation ainda não tem horário confirmado, mas também deverá revelar as datas em que o público poderá jogar demos de futuros lançamentos no Japão, Europa e EUA. Redes de lojas, como a GameStop, farão parceria com a Nintendo para dar um gostinho de como será a nova plataforma da empresa. Provavelmente, o Brasil ficará de fora.

Fique ligado no BitBlog, vamos transmitir aqui o evento. Assim que tivermos mais informações, vamos revelar!