Nintendo Switch

Prévia: Starlink Battle for Atlas é ambicioso e traz combates no espaço

A portas fechadas, o BitBlog teve a oportunidade de ver um pouquinho da nova aposta da Ubisoft, Starlink: Battle for Atlas. Revelado na conferência da empresa pré-E3 (veja o que rolou aqui, cobrimos direto de LA, in loco!), trata-se de uma propriedade intelectual da Ubisoft Toronto com elementos de mundo aberto, MMOs e combates espaciais. Veja a nossa prévia abaixo!


Não, não é um Skylanders

Action figure de aeronave acoplada ao Joy-con Grip do Nintendo Switch

Quer mudar de nave? Troca o action figure. Quer trocar o piloto? Idem.

O enredo do game ainda não está tão claro. Mas o que sabemos: você faz parte de um esquadrão que defende a galáxia (composta por seis planetas) de ameaças como monstros e robôs. O seu joystick sozinho não te ajuda muito: é preciso acoplar ao mesmo action figures de aeronaves e pilotos presentes no game. Cada veículo tem suas particularidades (velocidade, poder de combate, etc), enquanto cada piloto tem uma habilidade específica (como deixar o tempo mais devagar, por exemplo).

Na demo, além de bastante exploração pelo espaço, uma missão estava disponível, The Bone Wastes. A ideia era encontrar uma fonte de energia em um planeta específico e derrotar inimigos que estavam por perto, como um feroz Frost Giant. Sim, não é apenas abater espaçonaves, mas também formas de vida. Retirar as asas das naves do controle fazia, obviamente, a espaçonave não poder mais ganhar altitude. Três modos de pilotagem, desta forma, estão disponíveis: um mais básico (apenas locomoção a poucos metros do chão), voo (podendo ganhar bastante altitude) e voo entre planetas (com potência suficiente para poder explorar a galáxia).

O que esperar da versão final

Starlink: Battle for Atlas é um título prometido para 2018 no Switch, PS4 e Xbox One. No entanto, a versão disponível já estava bem madura, com visual caprichadíssimo e jogabilidade polida. Conversei com dois desenvolvedores do time e eles me afirmaram que a engine usada é a mesma de Tom Clancy’s The Division nas três plataformas – sim, isso inclui o Switch. A mesma versão do motor, o que mostra que o console da Nintendo já tem uma versão otimizada dele e que podemos esperar títulos mais maduros no futuro.

Os desenvolvedores da Ubisoft Toronto chutaram que o projeto já está mais ou menos 50% pronto. Questionados sobre o multiplayer, eles disseram algo interessante: um modo cooperativo vai existir, mas apenas offline em tela dividida. A qualquer momento, um segundo jogador pode entrar e sair da jogatina, sem afetar as missões do game que o Player 1 está envolvido. Gosto da ideia de incentivar multiplayer local, algo que parecia entrar em desuso, mas felizmente vem sido resgatado por diversas empresas de algum tempo pra cá.

Infelizmente, não pudemos tirar fotos da demonstração, mas posso afirmar que o game tá lindo! Parabéns, Ubisoft, por investir em novas propriedades intelectuais e por apostar no talento do seu pessoal. Eles não esconderam a empolgação com o projeto.


Enquanto esperamos Starlink em 2018, vai curtindo a nossa cobertura da E3! Tem muito conteúdo por vir nas redes sociais e site do BitBlog.

Jogamos: Sonic Mania é meu portal de volta para a infância

O Mega Drive foi o console que marcou a minha infância nos videogames e eu sempre vou ter um carinho especial por ele. Os jogos de Sonic da geração 16-bit me trazem uma nostalgia impossível de se traduzir em linhas. E nostalgia é algo que vai além de fases icônicas como Star Light, Emerald Hill, Ice Cap, Sky Sanctuary e – por que, não? – Volcano Valley. Sim, eu gosto até do Sonic 3D Blast. Mas Sonic é mais que isso para mim. É sobre eu e minha irmã achando que Knuckles era uma menina. É minha mãe, que nunca simpatizou com videogames, percebendo antes de mim a estratégia para vencer a Death Ball. É meu pai me entregando a caixa do Mega com o selo da Tectoy. Às vezes a gente gostaria de voltar no tempo. A demo de Sonic Mania na E3 2017 conseguiu fazer isso por mim.

Perdi as contas de quantas vezes desejei ver a SEGA apostar em algo assim. Por isso o anúncio de Sonic Mania me empolgou muito mais que o Sonic Forces – inclusive, caso você seja leitor assíduo do BitBlog, irá perceber que o preview do Forces ficou sob a batuta de Diego. Caso você tenha caído de paraquedas neste post, explico: Sonic Mania traz a jogabilidade em 2D com o mesmo estilo visual do que se convencionou chamar de Sonic clássico, em contraponto aos games em 3D do ouriço. É uma mistura das fases antigas reimaginadas com zonas completamente novas.

Os jogadores poderão escolher entre Sonic, Tails e Knuckles. Um detalhe interessante é que Sonic ganhou um novo movimento além do spin dash (giro supersônico). É o drop dash, que consegue ser tão veloz quanto, porém é mais rápido de ser executado. Basta pular e pressionar o botão de ação no ar para fazer Sonic girar e avançar sobre os inimigos ao cair.

Na demo que eu joguei, era possível escolher entre uma Green Hill Zone reimaginada e a estreante Mirage Saloon. Fui de Green Hill com Sonic. A fase está completamente diferente, mas a atmosfera é a mesma. O time de desenvolvimento soube como resgatar a essência dos títulos do Mega Drive e ao mesmo tempo se permitir uma dose de liberdade. O boss que eu enfrentei, por exemplo, lembrava o Giant Mech (aquele robôzão gigante) que está no final de Sonic the Hedgehog 2. Mas Green Hill é a primeira zona do primeiro Sonic the Hedgehog.

Um detalhe também interessante é que os escudos elementais (água, fogo e elétrico) estarão presentes em todas as fases e, na franquia clássica, eles foram implementados com o Sonic 3. O mais legal é que  eles deverão ser afetados pelo cenário. Isso fica bem claro no gameplay da Flying Battery Zone no Sonic Mania (veja a partir de 12 segundos). Até então, se não me falha a memória, a única “interação” era perder o escudo de fogo ao entrar na água.

Apesar de não ter jogado a Mirage Saloon, eu estava analisando um vídeo de gameplay e dá para dizer que foi feito um belo trabalho de usar os elementos do Sonic clássico. A zona lembra bastante a desértica Sandopolis Zone, mas tem – na minha opinião – algo da Carnival Night, da Launch Base e da Death Egg do S&K.

Ainda existem, porém, várias dúvidas sobre Sonic Mania. Os estágios especiais para conseguir as esmeraldas permanecem um grande segredo. Ninguém sabe se vão fazer algo totalmente novo, usar apenas um estilo de level design ou colocar todos no jogo ao mesmo. O mesmo pode se falar da possibilidade de Hyper Sonic, Hyper Knuckles e Super Tails, que aparecem em Sonic 3 & Knuckles graças ao recurso do lock-on, bastante inovador à época. Eu também me pergunto se as fases terão transições, algo que começou no Sonic 3. Torço muito que sim. Outra dúvida é se veremos caminhos e chefes alternativos de acordo com o personagem. Lembrem, por exemplo, da Marble Garden Zone com Knuckles.

Todas essas perguntas foram encaminhadas à assessoria de comunicação da SEGA, embora eu acredito que dificilmente teremos respostas assim tão facilmente. De todo modo, o jogo será lançado em 15 de agosto de 2017 para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e Windows PC. Em breve, vamos descobrir.

Vai ser incrível.

ATUALIZAÇÃO 1:

O leitor Toguro me lembrou nos comentários do post que os escudos elementais garantem proteção a danos dos respectivos elementos. Eu comentei com ele que isso é verdade e recordei, por exemplo, como o escudo de fogo é útil na Lava Reef Zone. Isso sem mencionar os ataques especiais conferidos pelos escudos.

ATUALIZAÇÃO 2:

Quando eu escrevi o post, eu havia jogado apenas a Green Hill Zone com Sonic, mas depois eu voltei duas vezes ao estande da Sega. Coisa de fã, né? Joguei a Mirage Saloon com Knuckles e gostei bastante da fase. Ela realmente tem uma pegada que lembra muito a Sandopolis. E aí joguei a Green Hill com Tails e voei por todo o mapa para tentar descobrir algo secreto. Perto do final da fase, lá no alto, eu achei a localização do que pode ser o segundo anel gigante que leva para as special stages. Abri um sorriso enorme. Com certeza alguém já tinha achado antes de mim, mas eu não tinha visto em nenhum gameplay até então. Tenho a impressão de que Tails vai ser importantíssimo para a galera que gosta de mapear as zonas. Eu, particularmente, acho bem interessante ver o design completo delas em sites como o Sonic Retro.

Jogamos: Super Mario Odyssey é candidato ao melhor jogo da E3

Um dos momentos mais aguardados por nós – e um dos motivos para cobrir a E3 2017 – era jogar Super Mario Odyssey, novo game do mascote para o Switch. Desde Super Mario Galaxy 2 (Wii, 2010), o bigodudo não estrelava uma aventura em 3D não-linear, com um hub central e diversos mundos em torno dele. Não, pelo menos, em sua série principal, que inclui obras primas como Super Mario 64 (N64, 1996) e Super Mario Sunshine (GameCube, 2002).

O resutlado final é um título que encanta, coloca um sorriso na cara do mais sério dos jogadores e traz a magia de Mario de volta. Confira abaixo as nossas impressões da demo disponível na feira!


O boné e o impacto no gameplay

Em Sunshine, o bigodudo tinha o apoio de F.L.U.D.D., uma bomba de água simpática que permitia flutuar e atingir inimigos. Em World, Yoshi dava novas possibilidades de jogo. O que esperar de Odyssey? A demo não explicava como, mas o herói ia parar em uma cidade chamada New Donk City. Também não soubemos como, mas o boné de Mario tinha dois olhos e podia ser lançado em qualquer direção. Jogá-lo em uma pessoa ou inimigo sem chapéus permite personificá-lo (a), o que aumentava exponencialmente as possibilidades de gameplay: imagine lançar o acessório em um bullet bill: com isso, você voa pelo cenário e alcança plataformas até então impossíveis.

Os movimentos comuns de Mario (wall jumpback fliplong jump) estão de volta, bastando conciliar o botão de pulo (A) e o ZL. Eles são mais necessários do que nunca para se aventurar nas duas áreas da demo: New Donk City (a cidade que mencionamos acima) e um estágio no deserto. Na primeira, é pular em táxis e alcançar lugares mais altos. No segundo, lançar o boné em bullet bills é praticamente obrigatório para descobrir todos os segredos.

Vale mencionar que, em Odyssey, o mascote tem um medidor de energia, similar a 64 e Sunshine. Morrer gasta apenas 10 moedas, retornando à última bandeira onde foi feito check-in. O objetivo é coletar luas espalhadas pelas fases. Moedas comuns e roxas podem ser usadas para adquirir novas habilidades e recuperar energia.

Sorrindo à toa

Odyssey traz a volta da ideia de um palco central com ligação com outros mundos. Fases não tão lineares, porém com múltiplas possibilidades, estão disponíveis. Logo, a exploração volta a fazer parte de um Mario. Foi fácil curtir o game, com exceção das piruetas que fiz no alto dos prédios – tenho medo de altura!

Se por um lado o visual não está tão caprichado assim, o fator “diversão” fala mais alto. Odyssey está longe de ser linear e explorar o vasto mundo do título é uma tarefa muito interessante. A trilha sonora remete aos anos 60, provável passagem do game. Quanto ao fator replay, é difícil afirmar agora com a ausência de informações.


Odyssey é o Mario que aguardamos desde 2010. As novidades (boné, cenários trazendo interações com humanos) são bem-vindas e acrescentam bastante ao pacote. De fato, estamos falando de um jogo candidato a melhor da E3 2017.

Jogamos: Sonic Forces empolga, mas segue fórmula 3D do ouriço

Um dos games que eu mais queria jogar nesta E3 2017 tem nome e sobrenome: Sonic Forces. A nova aventura do mascote da Sega foi anunciada no ano passado em meio a bastante expectativa, após o fiasco de Sonic Boom: Rise of Lyric. Veja abaixo o que achamos, na edição do game para o PS4. Não deixe de ler também nossas impressões sobre Sonic Mania.

Demo: modos e fases

Ao iniciar a demonstração, é possível escolher entre Sonic, Classic Sonic e sua criação. O primeiro traz a versão moderninha do mascote (em uso desde Sonic Adventure) em um estágio parte 3D, parte 2.5D: a mesma cidade pegando fogo do trailer do jogo. O segundo vem com a edição clássica do ouriço em uma fase 2.5D mais confronto com Eggman. Já a terceira opção permite ao jogador controlar um personagem customizado. Sim, na versão final do jogo será possível criar o seu herói e jogar com ele!

Nossas impressões

Testamos o título com Sonic e Classic Sonic. Ambos lembram bastante as mecânicas de Sonic Generations. O primeiro, mais moderno, foi o que chamou mais atenção – seja pelo visual, seja pelo apelo do herói. Jogar com ele lembrou bastante Sonic Heroes no que diz respeito ao level design e à velocidade, além de Sonic Lost World com relação à jogabilidade.

É perigoso vender Sonic Forces como uma revolução na série, simplesmente porque nada mudou tanto assim. As referências que mencionamos acima (Heroes e Lost World) influenciam bastante o novo game e todos eles foram desenvolvidos pelo Sonic Team, o estúdio principal da série. Há quem ache Lost World morno – não é o meu caso – mas Heroes é cercado por elogios. Logo, se você é um fã deles, há vários motivos para aguardar o lançamento de Sonic Forces.


Sonic Forces será lançado em 2017 para Switch, PS4, Windows e Xbox One. Continue acompanhando a nossa cobertura da E3 no site e redes sociais do BitBlog!

Nintendo na E3 traz novo Metroid; veja os anúncios da empresa

Em 2016, não houve uma pré-conferência da Nintendo na E3. O que existiu foi um evento online, o Nintendo Treehouse, onde se falou de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Pokémon Sun & Moon, Paper Mario: Color Splash e jogos indie. Faltaram anúncios de cair o queixo. Sim, jogamos o novo Zelda na feira, mas era o único título jogável.

Mesmo sendo algo apenas online, sem o luxo e a grandiosidade de um palco com uma imensa platéia, o chamado Nintendo Spotlight E3 2017 olhou para a frente, com jogos já anunciados e outras surpresas para o Switch. Abaixo, veja um resumão, além de gameplays e entrevistas ao vivo que a Nintendo está realizando até quinta-feira! Lembrando que todos os anúncios abaixo foram para o Nintendo Switch.


Com FIFA 18 e Rocket League no Switch (este último, até então, uma surpresa), começa o evento.

Teaser de Xenoblade Chronicles 2 mostra que a série está regressando a uma abordagem mais linear, com um enredo mais profundo, após o gigantesco mundo aberto de Xenoblade Chronicles X (Wii U, 2015).

Novo Kirby! Com partidas cooperativas para até 4 pessoas, o jogo retoma o visual tradicional da série e desembarca no Switch em 2018.

Pokkén Tournament estará jogável na feira. E, acredite se quiser, mas na sequência um novo RPG de Pokémon é anunciado. Sim, para o Switch.

Um enorme número 4 surge na tela e a trilha introdutória de Metroid Prime surge. CLARO que é Metroid Prime 4! Sem cenas de gameplay, apenas com a confirmação, o jogo será lançado em 2018. A repercussão no Twitter foi gigantesca.

Novo Yoshi, com modo cooperativo para 2 pessoas, estará disponível no próximo ano. Lembra bastante Yoshi´s Wooly World, mas com parte da ação em 3D e com a possibilidade de alternar entre o cenário principal e o fundo dele, com o que a Nintendo chama de “flip”.

Fire Emblem Warriors, desenvolvido pela Koei Tecmo, tem gameplay bem interessante revelado.

Hora de falar de DLCs de The Legend of Zelda: Breath of the Wild. O primeiro, The Master Trials, tem os modos Trial of the Sword e Master Mode, além de armaduras e acessórios como a Majora’s Mask. Chega em julho por 20 dólares. O segundo, The Champion’s Ballad, tem personagens clássicos da série pelo mesmo preço, sendo esperado para o fim do ano.

Reggie Fils-Aime fala dos torneios durante a E3 de Splatoon 2, ARMS e Pokkén Tournament.

Novo trailer de Mario + Rabbids: Kingdom Battle, já revelado na conferência da Ubisoft. Na sequência, ficamos sabendo que Rocket League no Switch terá conteúdo exclusivo, além de partidas online com outras plataformas!

Em seguida, mais imagens do incrível Super Mario Odyssey, com data de lançamento revelada: 27 de outubro.

No término do evento, foi revelado um novo Metroid para o 3DS: Metroid Samus Returns.


Abaixo, veja a transmissão ao vivo do Nintendo Treehouse, com gameplays e entrevistas até quinta-feira. O evento já revelou um novo Metroid para o 3DS, Metroid Samus Returns, que é um remake de Metroid 2 (para o Game Boy clássico)!

Ubisoft na E3: veja aqui todos os anúncios da conferência

Em 2016, a conferência da Ubi foi bastante diversificada. Anunciou o primeiro game third-party do Switch, além de surpreender com uma nova franquia (Steep) e trazer mais das suas principais séries. No decorrer da feira, curtimos alguns dos destaques: For Honor, Steep e Eagle Flight VR.

O BitBlog foi convidado mais uma vez para cobrir o evento da publisher e, dessa vez, esperamos novamente algo bem variado. Foi o que aconteceu, com direito a várias surpresas! Não incomodou o vazamento semanas antes de Assassin’s Creed Origins e de Mario + Rabbids, crossover do mascote da Nintendo com os coelhos malucos para o Switch. Acompanhe abaixo o que rolou!


Finalmente a Ubi confirma a existência de Mario + Rabbids: Kingdom Battle para o Switch. Eis que Shigeru Miyamoto, criador do mascote, junto a Bill Trinen, surgem no palco representando a Nintendo, batendo um papo com o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot. Cena emblemática.

Xavier Manzanares, produtor do jogo, revela alívio por finalmente poder falar do projeto, que já está há mais de 3 anos em desenvolvimento. A mecânica de combate por turnos, usando estratégia é revelada e agrada. Game chega em 29 de agosto.

Hora de Assassin’s Creed Origins. Demo jogável estará presente na feira.

The Crew 2 surge com um trailer cinematográfico. Expandindo para helicópteros, barcos e motos, o game pretende explorar novos ambientes, como selvas e rios, saindo do caos das metrópoles. Inscrições para uma versão beta estão abertas no site do jogo, que será lançado apenas em 2018.

South Park: A Fenda que Abunda Força (sim, esse é o nome do título no Brasil) tem novo trailer. Após o recente adiamento, é prometido para outubro.

Elijah Wood aparece em trailer do inédito Transference, em realidade virtual, aguardado para 2018.

Duelo de piratas! Partidas 5 vs 5 de barcos em alto mar são o tema de Skull & Bones, franquia inédita da Ubi. A direção do vento e muita estratégia devem ser levados em conta para vencer os combates! Público aplaude bastante.

Cantora pop americana Bebe Rexha canta no palco para promover Just Dance 2018, que terá músicas coreanas. Título será lançado para PS4, Xbox One, Switch, Wii U e – acredite – Wii!

South Park: Phone Destroyer será a nova aposta da série cômica no iOS e Android.

Mais uma surpresa. Starlink: Battle for Atlas vai ter combates espaciais e action figures acopláveis ao joystick liberando extras. Será um lançamento de 2018 no Switch, PS4 e Xbox One.

Steep: Road to the Olympics é uma expansão do jogo de esportes na neve. Chega em dezembro.

Far Cry 5 aparece, arrancando aplausos da platéia. O seu visual nunca foi tão realista.

Para fechar, Beyond Good & Evil 2! Quase virou lenda, mas o projeto foi confirmado e teve o seu criador, Michel Ancel (o mesmo de Rayman), se emocionando no palco. Sem mais detalhes revelados, infelizmente!


Obrigado por acompanhar a gente. Abaixo, o vídeo completo da conferência. Siga acompanhando o BitBlog para novos posts sobre EA Play e E3!

Bethesda: veja o que rolou na conferência da E3

Em 2017, cobrimos in loco – pela primeira vez – a conferência da Bethesda. Se por um lado estávamos muito empolgados, por outro, não tínhamos certeza do que mais está por vir. No convite enviado a imprensa, a empresa colocou uma arte que remete um parque de diversões, fazendo menções a The Elder Scrolls, Doom, Quake, Fallout, Dishonored, Prey e dois projetos secretos. E terminou que um espaço similar foi montado no Los Angeles Center Studios, onde cada franquia da empresa representava uma barraquinha de comidas ou bebidas para os jornalistas e convidados.

Todas as franquias mencionadas no convite foram mencionadas, de alguma forma, na apresentação. Veja abaixo um resumo do que rolou na cobertura do BitBlog, que transmitiu ao vivo!

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

A conferência começa com números: desde que a plataforma oficial de mods para Skyrim Special Edition e Fallout 4 foi lançada, mais de 300 milhões de customizações foram lançadas.

Hora de realidade virtual: Doom VFR é anunciado para o PS VR e HTC Vive com cenas de gameplay, fazendo a plateia ir ao delírio. Em seguida, teaser de Fallout 4 VR. Ambos os games estarão jogáveis na feira.

The Elder Scrolls Online ganhará atualização com novos mapas: Horns of the Reach e Clockwork City. Sem data específica revelada, apenas um vago “2017”.

Quanto a The Elder Scrolls Legends, o card game da série, vem aí uma expansão: Heroes of Skyrim adiciona 25 missões e 40 cards, estando disponível a partir de 29 de junho.

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Trailer de Skyrim no Switch mostra suporte ao amiibo de Link em Breath of the Wild, que habilita a roupa do herói, além do Hylian Shield e Master Sword. Controle por movimentos com os Joy-cons será possível, dando mais realismo a movimentos de ataque e defesa.

Uma aventura complementar a Dishonored 2 vem aí. Dishonored: Death of the Outsider será lançado em 15 de setembro no PS4, Xbox One e Windows em formatos digital e físico. O conteúdo não é DLC, mas stand-alone: você não precisa de Dishonored 2 para jogar.

The Evil Within 2 ganha trailer com a saga de um pai para salvar a filha Lily. É o retorno do produtor Shinji Mikami, criador de Resident Evil. Título será lançado em uma sexta-feira 13, em outubro deste ano!

Quake World Champions é uma competição do famoso game a ser sediada no Texas neste ano, com prêmio de US$ 1 milhão para o vencedor.

Wolfenstein 2: The New Colossus é confirmado, após vazamento horas antes na Amazon. Com lançamento em 27 de outubro, trailer levou os jornalistas e convidados ao delírio. A aventura estará jogável na feira.

Com o encerramento da conferência, Bethesda chama o The Chainsmokers ao palco e libera todo mundo para andar pelo espaço do evento, onde há demos de The Elder Scrolls Online (com a atualização que leva os jogadores a Morrowind), além de comes e bebes. Valeu, Bethesda!


Obrigado por acompanhar a gente. Abaixo, um vídeo que lançamos em nosso Facebook com os bastidores do evento. Siga acompanhando o BitBlog para novos posts sobre EA Play e E3!