PC

Halo 3 Anniversary pode ser lançado para PC

Halo 3 foi o primeiro da série principal a ser lançado apenas para consoles – no caso, o Xbox 360. Com isso, os jogadores de PC ficaram órfãos da saga, desde então… Mas a situação pode mudar.

Ao apresentar seus novos processadores R5 na Coreia do Sul em um evento especial, a AMD mostrou um vídeo com a arte de vários títulos  famosos – entre eles, Halo 3! Faria sentido relançar o jogo para PC agora, já que em 2017 a aventura de Master Chief completa 10 anos. Além disso, pode ser a melhor forma de reaproximar a franquia do pessoal que não tem Xbox, começando pelo Halo 3, depois o 4 e daí em diante.

Halo 3 Anniversary, relançamento em HD do jogo, fez parte do pacote The Master Chief Collection do Xbox One, então este também seria um candidato para ser levado aos computadores – pois traria também o quarto título da saga principal. Por enquanto são apenas rumores, então vamos ficar atentos.

Call of Duty em terceira pessoa? Conheça Devil’s Brigade

Call of Duty é uma das franquias mais bem-sucedidas da história dos videogames. Após o lançamento de Modern Warfare em 2007, a série explodiu em termos de popularidade, determinando a saúde financeira da Activision. Para manter a frequência de lançamentos anual, a empresa reveza os projetos entre diferentes estúdios.

Para possibilitar lançamentos tão frequentes, sabe-se que existem inúmeros Call of Duty sendo feitos ao mesmo tempo, com muitos deles terminando cancelados. Um deles seria Devil’s Brigade, para Xbox 360, PS3 e Windows. Conheça um pouco do título em mais um post da coluna No Limbo.

Call of Duty “fora da caixa”

Soldado invade cidade italiana, com visão em terceira pessoa

Tudo parece tão calmo…

Conhecido na Activision por desenvolver jogos relacionados a BMX, além de Agressive Inline e X-Men: The Official Game, o estúdio interno Underground Development recebeu a difícil missão de trabalhar em um Call of Duty. O game seria uma espécie de “plano B”, caso a Infinity Ward não conseguisse entregar Modern Warfare para o final de 2007.

Usando (de forma clichê, mas enfim) a Segunda Guerra Mundial como tema, foi iniciado o desenvolvimento de Devil’s Brigade. Com combates táticos, muita exploração e esquadrões repletos de soldados americanos e canadenses, a primeira missão faria o jogador – em plena Itália – sair do esgoto, alcançando uma praia próxima ao Rio Tibre e então dominando uma cidade repleta por pontes.

A parte inicial do jogo levava 15 minutos e foi usada pela Activision para avaliar a viabilidade do projeto. Até mesmo movimentos de parkour eram possíveis! Orientações para o esquadrão seriam passadas a partir do direcional digital do joystick. Bastava um deslize e todos os colegas poderiam ser mortos. Em um ritmo mais lento que o habitual para um Call of Duty, era preciso adotar uma estratégia coerente para o jogador ser bem-sucedido.

Indo por água abaixo


Gameplay curtíssimo do jogo

Modern Warfare foi terminado a tempo pela Infinity Ward, lançado no fim de 2007 e vendendo horrores (num bom sentido). A Treyarch (com a experiência do segundo e terceiro CoD) já trabalhava no que seria Call of Duty: World at War. Enquanto tudo isso acontecia, a fusão da Activison com a Vivendi Games fazia os executivos reavaliarem os projetos atuais, fechando estúdios que não tinham um histórico comprovado, nem títulos em andamento já com uma quantidade considerável de progresso. Devil’s Brigade era uma aposta que giraria o rumo da série em 180 graus e, mesmo com uma demonstração bem avaliada dentro da Activision, terminou cancelado.

Competir, dentro da empresa, com estúdios com experiência comprovada na franquia tornou-se missão impossível para a Underground Development. No entanto, seria interessante ver o impacto de um game tão diferente como Devil’s Brigade para a série. Inovações são sempre bem-vindas. Infelizmente, CoD terminou seguindo uma fórmula clichê, que segue gerando receitas enormes. Quando tentou-se apostar em algo diferente (Advanced Warfare), os jogadores pediram… um remaster de Modern Warfare. Precisa falar mais alguma coisa?

Quer conhecer mais jogos arquivados? Siga a nossa coluna No Limbo. Já falamos das tentativas frustradas de retorno de Mega Man, do Tomb Raider que envolveria um macaco ajudando Lara CroftHalo para Nintendo DS, a sequência de Star Fox para SNES, Resident Evil 1.5 e 3.5, entre muitos outros!

StarCraft Remastered é revelado pela Blizzard

Clássico de 1998, StarCraft será relançado para Windows e Mac no meio de 2017. StarCraft Remastered vai trazer também o pacote de expansão Brood War, gráficos em 4K e trilhas sonoras refeitas. Além disso, contará com suporte à Blizzard App (conhecida antes como Battle.net), o mesmo client de Overwatch – habilitando um sistema robusto de matchmaking.

O anúncio foi feito em um evento do game na Coreia do Sul. Mike Morhaime, CEO da Blizzard, destaca que o game é uma “referência nos jogos competitivos e em ligas eSports durante quase 20 anos”. Ainda não há informações sobre o preço da edição remasterizada. No entanto, sabe-se que tanto o original quanto o StarCraft Remastered terão cross-play e compartilharão os dados salvos. Tá de parabéns pelo gesto, Blizzard! Só assim para justificar a compra de um remaster, principalmente em uma época em que a indústria parece viver uma crise de identidade.

DLC de Dead Rising 4, Frank Rising ganha data de lançamento

Dead Rising 4 chegou no fim de 2016 ao Windows 10 e Xbox One. Em março de 2017, foi disponibilizado no Steam. Com grandes chances de receber uma versão no PS4 e encerrar por aí (já que o Xbox 360 e o PS3 estão agonizando), o que ainda podemos esperar do game? Felizmente, um DLC está a caminho: Frank Rising.

Prolongando a curta campanha de Dead Rising 4

Com uma campanha solo que dura cerca de 11 horas, além da ausência de um modo multiplayer cooperativo, o fator replay (a vontade de jogar de novo) parece não ser um ponto forte do game. No entanto, o DLC Frank Rising chega em 4 de abril, buscando trazer os fãs de volta.

Custando o equivalente a 10 dólares, o conteúdo para download traz o protagonista Frank infectado por zumbis. O jogador precisará encontrar uma cura para o herói. Se for divertido que nem o jogo original (veja nossas impressões durante a E3 2016 aqui), tem tudo para dar certo!

O pior está por vir

Um outro DLC, sem data definida, é Super Ultra Dead Rising 4 Mini Golf. Sim, a Capcom vai adicionar um minigame de golfe, com multiplayer online, em meio a uma cidade apocalíptica. Bizarro é pouco…

Protagonista Frank jogando golfe

Quem nunca sonhou em jogar golfe em um mundo apocalíptico?

Senran Kagura retorna ao Steam com Estival Versus

Já ouviu falar de Senran Kagura? A franquia de games, que também teve adaptações para mangá e anime, traz a saga de mulheres ninjas contratadas pelo governo japonês enfrentando mafiosos que representam interesses de grandes corporações e políticos. Para estar na academia de lutadoras, é preciso ter um histórico criminal limpo. Quem se envolve em assassinatos não pode representar o governo.

Popular entre fãs de cultura japonesa, a série foi criada em 2011 e, desde então, recebe lançamentos praticamente anuais. O mais recente, Estival Versus (PS4 / PS Vita), recebeu avaliação positiva (32/40) da revista Famitsu e alcançou quase meio milhão de unidades. Com isso, a Marvelous e a Xseed se juntaram novamente para relançar o jogo de ação no Windows, via Steam. A edição PC de Estival Versus já está disponível por lá e figura entre os mais vendidos.

Cena de gameplay, com ninjas na praia em roupas de banho

Ninjas de biquíni lutando na praia – algo que só podia vir de um game japa…

A edição Steam é basicamente a mesma do PS4, mas com suporte a conquistas, leaderboardssaves na nuvem e trading cards, além de supportar 1440p e 4K, rodando a 60 fps. O modo online para até 10 jogadores continua presente. Mas só uma observação para os (as) desavisados (as): o game não é recomendado para menores de 18 anos, pois inclui nudez.

Quer mais dicas de títulos para Steam? Siga o BitBlog. Recentemente, falamos de um FPS online com piratas (Blackwake), a versão de Nier Automata, o retorno de Constructor e até mesmo uma nova aventura de Yu-Gi-Oh!.

Blackwake é uma aventura pirata no Steam

Antes que você nos pergunte, sim, nós conhecemos Sea of Thieves, um game multiplayer de piratas para Xbox One e PC/Windows. Inclusive jogamos ele na E3 2016. Eis que a temática ressurge em Blackwake, um jogo nos mesmos moldes, mas que já está disponível para Windows via Steam. Figurando entre os mais vendidos, inclusive.

Personagem, em navio pirata, observa o horizonte

Só não dá pra pular no mar – não ainda

De acordo com o seu estúdio, o Mastfire, a produção do game começou em 2013 com um time bem reduzido, dois anos antes da revelação de Sea of Thieves. Logo, acho que vale a pena dar um crédito, não é mesmo?

Blackwake é um FPS (tiro/ação em primeira pessoa) online, onde – no papel de um pirata – o jogador precisa cooperar com outros companheiros do mundo real e destruir os barcos dos oponentes. Estão disponíveis partidas 1X1 e 3X3, com cada embarcação tendo até 16 pessoas. É possível também personalizar o seu próprio navio pirata.

Quem comprou o título no Steam, em maioria, aprovou. As animações, a comunidade de jogadores e a trilha sonora vêm sendo apontados como os principais destaques de Blackwake. A queda brusca na taxa de frames por segundo ainda preocupa, mas o Mastfire promete melhorar esse aspecto em próximas atualizações. Veja abaixo um pouquinho do game!

7 jogos para adultos com temática de sexo e violência

Nos EUA, o órgão Entertainment Software Rating Board (ESRB) é famoso por fazer a classificação etária de videogames desde 1994. Nos anos anteriores, uma enxurrada de jogos para adultos – com bastante violência e temáticas sexuais – dividiu o país e justificou criar uma instituição para regular este tipo de entretenimento.

Em meio a tantos selos de classificação, um chama atenção: o Adults Only (AO), que é o mais “durão” da ESRB e identifica jogos para adultos – pessoas com 18 anos ou mais, de acordo com o órgão. Até hoje, menos de 30 títulos nesta situação foram lançados. Na maioria das vezes, os estúdios fazem o possível para não receber esta classificação, pois sua comercialização é impedida em lojas físicas americanas. GTA San Andreas, por exemplo, tinha a categoria Mature (indicado para pessoas com 17 anos ou mais), mas foi reclassificado para “cima” quando hackers descobriram um minigame comprometedor no código-fonte. A Rockstar o retirou às pressas, solicitando uma nova avaliação e reconquistando o Mature.

Conheça agora alguns jogos para adultos nesta temida (ou, algumas vezes, intencional) categoria. As notas do Metacritic não são muito boas, então você decide se joga ou não.

Leisure Suit Larry: Magna Cum Laude (Uncut and Uncensored)

PS2, Xbox, Windows
Metacritic: 60 (PS2), 62 (Xbox), 59 (Windows)
Data de lançamento: 26 de outubro de 2004

Protagonista Larry, nu, no meio de um colégio

Minigames bizarros fazem parte da “saga”

O estudante Larry Lovage sonha em participar de um programa de namoro na TV. Para chegar lá, o requisito é comprovar seu talento de sedução, adquirindo tokens que comprovam as suas conquistas amorosas. Em plena faculdade, Larry vai se envolver em fraternidades (típicas nos EUA) para se relacionar sexualmente com garotas.

Minigames bizarros no decorrer da “saga” dão direito aos tokens, aumentam a confiança do estudante ou até mesmo fornecem dinheiro como prêmio. A edição Uncut and Uncensored veio, de fato, sem censura, mostrando os personagens completamente nus. Daí veio o selo Adults Only, que não estava presente na versão original.

Playboy The Mansion: Private Party

Windows
Metacritic: N/A (a versão original recebeu 59 no PS2 e Windows e 61 no Xbox)
Data de lançamento: 2006

Mulher quase nua junto ao protagonista do jogo

Private Party tem, como objetivo, conquistar garotas e fazer dinheiro

No Playboy The Mansion, o jogador controla Hugh Hefner – o famoso fundador da revista – com a missão de erguer o império que ele construiu, desde o início. Conforme se avança no jogo erótico, é possível viver em mansões luxuosas, com festas rolando diariamente.

Private Party é um pacote de expansão disponível apenas na edição para PC, que traz novas festas e um recurso onde – em relações sexuais – os personagens tiram a roupa de baixo. Uma distorção é aplicada para embaçar algumas regiões do corpo, mas ainda assim o pacote de expansão recebeu o Adults Only da ESRB.

Fahrenheit: Indigo Prophecy Director’s Cut

Windows, Linux, Mac OS X, iOS, Android e PlayStation 4
Metacritic: N/A (o relançamento de 2015 tem nota 61 no PC e 75 no iOS)
Data de lançamento: 2005 na edição original para Windows (relançamento em 2015 para todas as plataformas mencionadas acima)

Cena de sexo no game

Os protagonistas Carla e Lucas bem à vontade

Em 2005, Fahrenheit chegava ao PS2, Xbox e Windows, mas apenas a última (com o subtítulo “Director´s Cut”) não tinha nenhuma espécie de censura. Dez anos depois, um relançamento baseado na Director´s Cut desembarcou no Windows, Linux, Mac OS X, Android, iOS e PS4, mas curiosamente não recebeu o selo Adults Only da ESRB. Vai entender…

Fahrenheit é considerado uma espécie de prólogo para Heavy Rain, sendo feito inclusive pelo mesmo estúdio. Se passa em Nova York, onde surgiram relatos de pessoas comuns sendo possuídas e cometendo assassinatos. Os protagonistas precisam desvendar o mistério sobrenatural. Várias cenas de sexo estão presentes, justificando a classificação etária máxima na versão de 2005 para PC.

Hatred

Windows (Steam)
Metacritic: 43
Data de lançamento: 1 de junho de 2015

Herói do jogo atirando em inimigo deitado no chão

A violência em Hatred é gratuita, até mesmo desnecessária

Embora contenha conteúdo sexual, Hatred recebeu o selo Adults Only por causa da violência extrema presente do início ao fim. É também um curioso caso onde a crítica avaliou mal (vide a média 43 no Metacritic), mas os usuários elogiaram no Steam. Por falar nisso, o título foi até mesmo removido do serviço Steam Greenlight, gerando críticas à Valve e voltando algum tempo em seguida.

O jogo é um festival de cenas de mal gosto, geradas a partir de um enredo ridículo: um sociopata desiste de acreditar no futuro da humanidade e começa a cometer crimes – um atrás do outro. Faz sentido desenvolver algo assim? Será que, neste caso, não estamos falando de algo extremamente desnecessário? Diferente de GTA, este aqui não é um tipo de arte, mas uma desculpa esfarrapada para mostrar o que existe de pior na cabeça de alguns desenvolvedores…

Manhunt 2 (uncut version)

Windows
Metacritic: N/A (versão censurada é 62 no PS2)
Data de lançamento: 6 de novembro de 2009

Protagonista prestes a acertar uma pessoa com um taco de baseball

Melhor mostrar a cena antes do golpe

O título de sobrevivência poderia não ter chegado ao Wii, PS2 e PSP, já que Nintendo e Sony não permitiam produções Adult Only em suas plataformas. O jeito que a Rockstar encontrou para receber a classificação “Mature”, mais leve, foi censurar as cenas de violência extrema, “embaçando” parte da imagem. Ainda assim, a edição Uncut chegou ao Windows pouco tempo depois, trazendo a visão original do estúdio para o game.

Em Manhunt 2, considerada uma aventura de “sobrevivência”, o jogador incorpora Daniel Lamb, uma pessoa com problemas mentais, que tenta recuperar suas memórias, até descobrir que fez parte de um programa financiado pelo governo para “fabricar” assassinos que poderiam ser comandados remotamente, através de um sistema.

Singles: Flirt Up Your Life

Windows
Metacritic: 58
Data de lançamento: 5 de outubro de 2003

Homem e mulher, ambos nus

Singles tenta ser um The Sims mais “assanhadinho”

Controle personagens em suas rotinas diárias: acordar, tomar banho, comer, trabalhar e etc. Essa temática pode te fazer lembrar de The Sims, mas também se aplica a Singles, que dá ênfase aos relacionamentos amorosos que o (a) protagonista pode ter. Uma sequência, Singles 2: Triple Trouble, permite relacionamentos sexuais homoafetivos.

Ef – A Fairy Tale of the Two

Windows
Metacritic: N/A
Data de lançamento: 24 de dezembro de 2014

Uma das personagens sem roupa

Ef lembra os típicos animes sem censura

Considerada uma visual novel adulta – ou um jogo erótico (como preferir) – esta é uma coletânea com os dois Ef originais, que foram lançados para o PS2 japonês mais de uma década atrás, mas agora para Windows e sem censura. Disponibilizado em conjunto com uma série em mangá e anime, Ef conta uma típica trama japa sem sentido, envolvendo um triângulo amoroso. O jogador toma decisões que afetam a narrativa.