PlayStation 3

Xbox 360 e PS3: veja 8 jogos que virão em 2017

Lançados em 2005 e 2006 (respectivamente), o Xbox 360 e o PlayStation 3 representaram uma das mais longas gerações da história dos videogames. Com sucessores no mercado há mais de três anos, o 360 e o PS3 – incrivelmente – ainda têm novidades por vir.

O BitBlog já tinha feito um post com os principais games de 2016 nos sistemas (e, antes disso, os de 2015). Dessa vez, estamos olhando para 2017. Mais uma vez, os dois consoles estão agonizando, mas não morreram!

8) Madden NFL 18 | Xbox 360 e PS3

Também para: Xbox One e PS4
Data de lançamento: agosto de 2017

Jogadores disputam partida de futebol americano

A EA já anunciou que Madden e Fifa terão jogos no PS3 e 360 até 2017. Portanto, esta deve ser a despedida da famosa franquia de futebol americano da geração passada. Como novidade, provavelmente apenas a atualização dos times em relação ao Madden NFL 17.

7) Fifa 18 | Xbox 360 e PS3

Também para: Xbox One, PS4, Windows e Nintendo Switch
Data de lançamento: setembro de 2017 (a confirmar)

Atacante entra na pequena área em partida de futebol de FIFA

O último Fifa para PS3 e 360. Assim como no caso de Madden NFL, espere uma mera atualização dos times.

6) #KILLALLZOMBIES | PS3

Também para: PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 7 de março de 2017 (já disponível)

Cena de gameplay, com herói atirando em zumbis

Visual arcade traz uma dose de nostalgia

Com uma pegada PS1 / Saturn, #KILLALLZOMBIES é visto como um jogo viciante. Com modo cooperativo local para até 2 pessoas, promete horas e horas de partidas.

5) Rainbow Skies | PS3

Também para: PS4 e PS Vita
Data de lançamento: 2017, mês a definir

Cena gameplay de Rainbow Skies

Dos criadores do cultuado Rainbow Moon (2013), surge um sucessor espiritual. Rainbow Skies também é um RPG tático, com um longo enredo, mas que dessa vez dá um foco ainda maior ao desenvolvimento dos personagens.

4) Asdivine Hearts | PS3

Também para: PS4 e PS Vita
Data de lançamento: 10 de janeiro de 2017 (já disponível)

Cena de diálogo entre protagonistas

Com esse jeitão retrô, fica difícil não querer jogar

O primeiro RPG da Kemco para plataformas PlayStation é uma homenagem aos clássicos do gênero na era 16-bit. Em Asdivine Hearts, quatro heróis embarcam em uma jornada para reestabelecer a paz em seu mundo. O título possui cross-buy entre Vita, PS3 e PS4, 15 troféus a serem conquistados e mais de 40 horas de jogo.

3) Izle | Xbox 360 e PS3

Também para: Wii U, Xbox One, PS4 e Windows via Steam
Data de lançamento: 2017, a definir

Mundo aberto de Izle em destaque

Desenvolvido por veteranos da Ubisoft, este game de ação em 3D da Area Effect permitirá explorar e desenvolver ilhas flutuantes, personalizando (quase) tudo pela frente.

2) Guilty Gear Xrd Rev 2 | PS3

Também para: PS4, Windows e arcade
Data de lançamento: 26 de maio de 2017

Cena de gameplay

Visual do novo Guilty Gear é cheio de detalhes

Sequência de Guilty Gear Xrd: Revelator, o jogo promete trazer novos personagens (Baiken e Answer), episódios, técnicas, modo tutorial e melhorias nas partidas online. Quem tiver o original poderá atualizar por um preço reduzido.

1) Persona 5 | PS3

Também para: PS4
Data de lançamento: 4 de abril de 2017

Protagonista de Persona 5 em um dos calabouços do jogo

Para a Atlus, superar Persona 4 tornou-se um desafio. O título de PS2 e PS Vita tornou-se um dos RPGs mais bem avaliados da história dos games. Após capitalizar tanto no universo de Yu Narukami, Teddie (Kuma na versão japonesa) e companhia, com spin-offs de luta e até de dança, chegou a hora de incluir um novo episódio na franquia. Comparações serão inevitáveis. Mas, pelo que vimos até aqui de Persona 5, a subsdiária da Sega está fazendo um grande trabalho!


Previstos originalmente no post, porém cancelados:

Forgotten Memories: Alternate Realities | PS3

Já disponível para smartphones, esta versão melhorada chegaria ao PS3 e PS Vita, mas foi cancelada em fevereiro de 2017. O time acreditou que o jogo precisaria ser pensado “do zero”, uma adaptação não funcionaria bem. Logo, foi anunciada uma sequência, mas apenas para PS4, Xbox One e Windows. Sobre o Forgotten Memories original, trata-se de um título de terror que narra a busca por uma garota desaparecida. O game tem dubladores de Silent Hill 2 e tem grande inspiração na série da Konami.

Toukiden 2 | PS3

Para alguns, o Toukiden original seria uma mera cópia de Monster Hunter. Não foi o que aconteceu: o game foi um sucesso de crítica e vendeu o suficiente para assegurar uma sequência. No entanto, a Koei Tecmo resolveu trazer o título ao Ocidente apenas para PS4 e PS Vita, além de uma nova versão para Windows via Steam. Com isso, quem quiser jogar Toukiden 2 no PS3 precisará importar a edição asiática.

5 jogos prejudicados pelo hype

Todo ano é a mesma história. Um game “espetacular” surge em alguma feira (como a E3), os jogadores enlouquecem e, quando o título chega às lojas, a reação é morna. Pior que, muitas vezes, o jogo propriamente dito é bom, mas a expectativa atrapalha tudo… No Man’s Sky não está sozinho em nossa lista, que tenta explicar cada caso em mais uma edição da coluna Bastidores.

Watch Dogs

O protagonista Adam tentando neutralizar um alvo

O primeiro Watch Dogs é bem diferente da sequência

A inteligência artificial, em algumas situações, pode ser bem duvidosa. A falta de objetivos compromete o interesse em jogar até o fim. No Wii U, chega a ser executado a 18 frames por segundo em muitos momentos. Mas Watch Dogs não é, nem de longe, um game fraco. Talvez a revelação midiática na E3 2012 tenha prometido uma experiência “AAA” para um título que, na minha opinião, oscila entre o “regular” e o “bom”. Felizmente, a sequência está muito mais interessante, já estando inclusive em nossa wishlist.

No Man’s Sky

Nave voando no espaço

Hello Games, vocês brincaram com nossos sentimentos

O estúdio Hello Games não fez um trabalho legal ao divulgar o seu ambicioso projeto. A maior queixa da comunidade é em relação ao modo multiplayer online, que foi anunciado (com outras palavras) pelo programador Sean Murray e, dias antes do lançamento, negado. Além disso, o jovem sugeriu que os DLCs futuros seriam gratuitos, desmentindo a informação uma semana após. O conceito de explorar “incontáveis planetas” mostrou-se, para muitos, entediante, pois há poucas diferenças entre eles. Isso não quer dizer que o jogo é ruim, mas sim que a versão final é bem diferente do que pensávamos.

Final Fantasy XIII

"Elenco" de FFXIII

Cloud e Tidus, sentimos falta de vocês

Final Fantasy X e XII são fantásticos. O XI também é, mas por ter foco na experiência online, pode não ser o que os fãs mais fiéis da série esperavam. Logo, a expectativa para a estreia no PS3 e Xbox 360 não poderia ser diferente. Embora tenha vendido muito bem, recebendo avaliações positivas, houve uma parcela considerável de gente reclamando da linearidade de XIII, levando o presidente da Square Enix a dar declarações em defesa do jogo.

Perfect Dark Zero

Cena de tiroteio em Perfect Dark Zero

Joanna Dark, você merecia algo melhor

Rare, o que aconteceu com você? Depois de alguns movimentos questionáveis, culminando com a sua venda para a Microsoft (e resultando no cancelamento de inúmeros projetos), parece que o estúdio inglês ex-Nintendo não foi mais o mesmo. Perfect Dark Zero era uma oportunidade perfeita: a estreia da Rare no Xbox 360, com cinco anos de desenvolvimento e um orçamento altíssimo de publicidade. Quem esperava algo similar ao elogiado Perfect Dark original, para N64, se decepcionou: Zero é genérico em todos os sentidos, conta com um online problemático e já nasceu com gráficos e controles ultrapassados.

Sonic the Hedgehog (2006)

 

A Sega não aprende. Depois de Sonic X-treme (uma oportunidade perdida para o Saturn), a empresa tropeçou de novo com o Sonic de 2006. A estreia do mascote no PS3 e no Xbox 360 foi um verdadeiro fiasco, mesmo sendo divulgada como o renascimento da franquia: o estúdio Sonic Team ignorou vários bugs para lançar o título a tempo do Natal. Pelo trailer acima, dá para entender o motivo da frustração: controlar o mascote em alta velocidade, com visual em alta definição, por si só já gera expectativas…

Sony surpreende com games grátis da PS Plus em setembro/2016

Depois de algumas decepções, o catálogo de jogos grátis (para assinantes da PS Plus) parece interessante em setembro. O destaque é Journey – um game de grande sucesso em 2012, que ganhou versão no PS4 ano passado. Acompanhe a lista completa:

  • Lords of the Fallen, PS4
  • Journey, PS4, PS3
  • Prince of Persia: The Forgotten Sands, PS3
  • Datura, PS3
  • Badland, PS Vita, PS4, PS3
  • Amnesia: Memories, PS Vita

Abaixo, o vídeo mostrando cada um dos títulos do catálogo, que estará disponível a partir da próxima terça (6 de setembro).

Campeonato Brasileiro confirmado no PES 2017

A Konami e a CBF revelaram, nesta segunda-feira (29), que todos os 20 clubes da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol estarão no devidamente licenciados em PES 2017. Ou seja, adeus aos nomes genéricos. O novo game da franquia chega ao Brasil no dia 13 de setembro para PS4, Xbox One, Windows, PS3 e Xbox 360. Pernambuco será representado pelo Sport e Santa Cruz.

Milton Leite foi anunciado como o narrador do game, substituindo Silvio Luiz – algo que já tinha ficado nas entrelinhas durante a entrevista exclusiva da Konami ao BitBlog. Dessa vez, não haverá times da Série B, ao contrário de edições anteriores. Mauro Beting segue no posto de comentarista.


De acordo com o TechTudo, o contrato possui validade de dois anos e, portanto, o campeonato está garantido para a edição de 2018. Seis estádios nacionais estão confirmados: Vila Belmiro, Maracanã, Arena Corinthians, Beira Rio, Mineirão e Morumbi. No entanto, a Konami deixou no ar a possibilidade de incluir mais estádios. Resta aguardar.

Arena Corinthians será um dos estádios brasileiros do PES 2017

Arena Corinthians será um dos estádios brasileiros do PES 2017

Vale lembrar que o BitBlog esteve cobrindo a E3 direto de Los Angeles em junho deste ano. Na ocasião, testamos uma demo PES 2017 e escrevemos nossas impressões, que você pode ler clicando aqui.

7 curiosidades sobre o clássico Tony Hawk’s Pro Skater

Tony Hawk’s Pro Skater, lançado em 1999 no PlayStation (e depois levado a outras plataformas), foi o primeiro de uma saga de sucesso nos videogames. Embora uma tentativa fracassada de retorno tenha acontecido em 2015, a excelência dos títulos originais da série é lembrada até hoje. A franquia do skatista Tony Hawk é ainda uma das responsáveis pela popularização dos games esportivos. Conheça, em mais uma coluna Bastidores, algumas curiosidades sobre o primeiro jogo.

Inspirado em… Super Mario 64?

Versão beta de THPS no PS1

Versão beta de THPS no PS1

No início do desenvolvimento, Pro Skater tinha uma visão distante, com os personagens descendo rampas e ladeiras de skate. Fazer manobras para obter pontuações mais altas e colecionar as famosas fitas já eram recursos presentes nesta versão. No entanto, para o time de produção, era difícil “encaixar as peças” e visualizar o esporte reproduzido nos jogos, de forma divertida. Após analisar Super Mario 64 e outros games similares, a equipe da Neversoft mudou o rumo do projeto, adotando uma mecânica mais livre.

Tony Hawk foi mais do que um personagem jogável

O famoso esportista era o ícone do skate naquele momento, nada mais justo do que chamá-lo para ser o protagonista. No entanto, o envolvimento de Hawk foi além, sendo participativo durante todo o ciclo de desenvolvimento: a mecânica adotada e as manobras foram discutidas em conjunto. A ideia era refletir a visão dele em relação ao esporte em um formato jogável.

Segredos bizarros

Namorada de Hawk na tela de pausa

Namorada de Hawk na tela de pausa

THPS é lembrado por ter cheats (códigos secretos) bem inusitados. Embora nos games seguintes seja possível desbloquear personagens como o Homem-Aranha, o primeiro jogo não fica muito atrás no quesito “bizarrice”. Por exemplo, após apertar uma sequência de teclas na tela de pausa, surge a namorada de Tony Hawk na tela. Outro comando traz a namorada de um dos programadores.

Censura no N64

Ao mesmo tempo em que tentou emplacar uma imagem de maturidade, a Nintendo também tropeçou, diversas vezes, em suas políticas de censura. Na edição do Nintendo 64, várias músicas do título foram censuradas, tendo que ser regravadas. A ideia era obter a classificação “para todos os públicos”. No PS1 e Dreamcast, para efeito de exemplo, o game era não recomendado para menores de 13 anos. A censura às faixas foi bem criticada pelos fãs, já que em alguns casos teria alterado o sentido das mesmas. Até o letreiro com os nomes das manobras foi trocado: no PS1 e DC, ele sai da tela deixando um rastro de sangue. No N64, as letras simplesmente descem.

Bruce Willis de skate

Sim, esse é Willis. Bizarro é pouco

Sim, esse é Willis. Bizarro é pouco

No início do desenvolvimento, o famoso skatista não tinha sido ainda modelado em 3D. Como os trabalhos precisavam andar, a Neversoft reaproveitou um modelo de Bruce Willis para testar as mecânicas adotadas. Isso foi porque o primeiro jogo do estúdio, Apocalypse (PS1), usava o ator como protagonista. O jeito foi colocá-lo andando de skate temporariamente.

Escolhendo as músicas

A trilha sonora da série definiu uma geração. Poucos sabem, no entanto, que o próprio Hawk sugeriu cada faixa. O primeiro jogo trazia de Dead Kennedys a Goldfinger, enquanto as sequências tiveram nomes mais comerciais (Foo Fighters, System of a Down, AC/DC).

Uma manobra impulsionou as vendas

Mesmo com o skate no auge, ainda havia incertezas em relação ao desempenho de THPS nas vendas. No entanto, um mês antes da chegada do jogo às lojas, uma manobra (900) feita perfeitamente por Hawk na X Games 99 trouxe grande atenção da mídia e do público, indiretamente refletindo no título, de acordo com o próprio time. Foi um sucesso tão devastador que a Activision transformou Pro Skater em uma série anual.

10 fatos sobre Final Fantasy X que poucos conhecem

Terminei, enfim, a versão HD Remaster de Final Fantasy X. Que grande jogo. Não poderia haver um melhor momento para trazer aqui curiosidades sobre o título, disponível no PS2, PS3, PS Vita, PS4 e, mais recentemente, PC (via Steam). Veja abaixo alguns fatos que poucos conhecem, afinal, é mais uma edição da nossa coluna Bastidores.

OBS: não tem nenhum spoiler significativo neste artigo, exceto pela menção aos nomes dos Aeons e por uma cena bizarra entre os protagonistas. Se considera isso um spoiler, fica o aviso.


A Buster Sword, de FF7, estaria de volta

A famosa espada de FF7 foi encontrada em FFX

A famosa espada de FF7 foi encontrada em FFX

Um dos pontos marcantes de Final Fantasy VII é a Buster Sword. A espada do protagonista Cloud Strife, no entanto, estava prevista para retornar em FFX. Alguns jogadores descobriram que o equipamento gigantesco está no código do game, como uma espada compatível apenas com Tidus. Não se sabe o motivo pelo qual a Square retirou a Buster da versão final, sendo necessário o uso de cheats (como o acessório Action Replay) para obtê-la.

Haveria um modo online

Já ouviu falar do PlayOnline? O serviço foi uma tentativa da Square de criar uma plataforma única para os seus jogos online, como Front Mission Online e EverQuest II. Final Fantasy X, no PS2, seria um dos primeiros games compatíveis. No entanto, os recursos online foram descartados no decorrer do desenvolvimento, pois o projeto já estava bem ambicioso. Tais funcionalidades foram migradas para Final Fantasy XI, o único game que ainda mantém o PlayOnline ativo em 2016 (em sua versão para PC).

A inspiração para o mundo de Spira

O designer de personagens Tetsuya Nomura revelou a inspiração para Spira. Segundo ele, o Japão, Tailândia e a região do Pacífico Sul determinaram a ambientação e a cultura do mundo de FFX, principalmente nas ilhas de Besaid e Kilika, presentes no início do jogo.

Uma longa jornada

O mundo de Spira é imenso, pelo menos para a época (2001)

O mundo de Spira é imenso, pelo menos para a época (2001)

O script de Final Fantasy X é 10 vezes maior que a média dos filmes hollywoodianos. São tantas reviravoltas no enredo que até os dubladores se impressionaram. Matt Mckenzie e Hideo Ishikawa, as vozes de Auron nas edições americana e japonesa – respectivamente – ficaram “imensamente chocados” com o final daquele personagem, por exemplo.

Arrancando lágrimas

Em uma pesquisa feita pela revista Famitsu no Japão, divulgada em 2012, FFX foi eleito o jogo que mais emocionou os jogadores. De fato, o final é muito tocante. Mas não vou falar nada, vamos conter os spoilers… Se não jogou ainda, tá perdendo tempo!

Desafio adicional

As edições europeia e International do jogo no PS2, lançadas algum tempo após a norte-americana, trouxeram vários desafios adicionais, incluídos também no recente HD Remaster (PS3, Vita, PS4 e PC). O mais notável: todos os Aeons ganharam versões “Dark”, que surgem durante as side-quests no intuito de atrapalhar o jogador. De Dark Valefor até as Dark Magnus Sisters, é preciso ter paciência para derrotá-los (ou pagar muito pro Yojimbo)…

Teve cena virando meme

Em um momento do jogo, Tidus sugere a Yuna rir bem alto, como forma de motivá-la e esquecer os problemas. Foi algo bizarro (veja acima), que gerou piadas entre os jogadores. O site USGamer fez uma entrevista recente com três tradutores do game e ouviu a seguinte resposta:

Em um momento, conversei com o escritor Nojima-san sobre essa cena, e perguntei: “o que diabos é isso? o que devo dizer ao ator? Porque essa cena é bem incomum”. E o Nojima basicamente disse que ele estava praticando a ideia de rir forçadamente, e que isso inclusive era algo feito em aulas de atuação. Então, foi algo estranho, tanto na versão em inglês quanto em japonês. Não foi algo relacionado à tradução.

O retorno dos Summons

Summons, Eidolons, Espers… Embora tenham nomes diferentes no decorrer da série Final Fantasy, todos eram formas de invocar “entidades” para auxílio nas batalhas. Em FFX, eles se chamam Aeons e podem ser controlados pelo jogador, sendo invocados por Yuna. Vários deles aparecem em outros jogos da série, exceto por Valefor (o Aeon preferido de Yuna) e os 3 secretos. Em outras palavras, você verá aqui os clássicos Ifrit, Ixion, Shiva e Bahamut.

Teve, pela primeira vez, uma continuação direta

Até então, todos os Final Fantasy da série principal eram independentes. Mas o sucesso de X foi tão grande que veio Final Fantasy X-2 em 2003, a primeira continuação direta em formato jogável. Embora não tenha vendido tanto quanto X, a sequência X-2 também foi um sucesso de crítica, sendo incluído nos relançamentos recentes em HD.

Tentou-se criar um elo com FF7

O jovem al-bhed Shinra, cientista de FFX-2

O jovem al-bhed Shinra, cientista de FFX-2

Os produtores do jogo tentaram criar conexões com o universo de Final Fantasy VII, mas só conseguiram implementar em X-2, quando Shinra e Rin discutem o potencial do Farplane como uma fonte de energia. O primeiro afirma que a possibilidade de refinar tal energia de forma segura só poderia ser feita “muitas gerações após”. Foi daí que viria a origem da Shinra Electric Power Company de FF7, viabilizada através da viagem espacial.

Call of Duty: Black Ops III está de graça no Steam

Gamers que curtem o gênero FPS (first person shooter) podem aproveitar o sábado e o domingo para jogar Call of Duty: Black Ops III no Steam sem pagar nada. Além do período gratuito que dura todo o fim de semana, o título da Treyarch fica com desconto e 50% até a tarde da segunda-feira (08). Para deixar vocês ainda mais empolgados, colocamos um vídeo de gameplay abaixo.

Call of Duty: Black Ops III foi lançado para várias plataformas e está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360 e PC. A história se passa em 2065, 40 anos depois do Black Ops II. O enredo distópico insere o jogador em temas futuristas como a engenharia genética para a criação de supersoldados e a transformação do homem em máquinas – correndo o risco de ser dominado pelos próprios robôs. Além da campanha, estão presentes os modos multiplayer e zombie.