PlayStation VR

Análise: Thumper (PS4) justifica ter um PlayStation VR

Thumper foi uma das minhas primeiras experiências de realidade virtual. Joguei ele cobrindo a E3 2016 em Los Angeles, mais precisamente a edição PS VR, e as nossas impressões não podiam ser melhores. O que não tinha ficado claro era que o game final seria bem desafiador, mas a experiência desta análise – mais de um ano depois – foi tão boa quanto.

Se você quer conhecer mais sobre a killer app do PlayStation VR, também disponível no Steam, Nintendo Switch e agora também no Xbox One, leia a nossa análise abaixo. Talvez você se surpreenda (positivamente) tanto como eu.


Amor e ódio

 

Misture uma trilha sonora eletrônica com uma ambientação cyberpunk, F-Zero e Guitar Hero: este é o resultado final. Para uma combinação tão inusitada, Thumper surpreende (positivamente) e muito! O melhor game da leva inicial do PS VR é também um título rítmico desafiador, que vai trazer momentos de amor e ódio, ao mesmo tempo em que te faz explorar um lindo mundo futurista possível apenas por causa da realidade virtual.

No papel de um besouro espacial, você vai explorar lindos cenários cheios de curvas e obstáculos para enfrentar um chefe que vem e volta, cada vez mais forte. Não há um enredo bem definido, nem muitas regras. É basicamente se deliciar com o visual em VR, enquanto você faz combinações no joystick do PS4: “x” mais esquerda/direita para “grudar” nas paredes do trilho e fazer curvas, “x” mais direcional pra cima para desviar de obstáculos, ou o “x” sozinho para ativar blocos (azuis) no cenário que aumentam a sua pontuação.

As fases com o temido chefe exigem que você ative todos os blocos que você encontra (neste caso, verdes) para que você possa emitir uma gigantesca onda de energia contra o vilão. Em alguns casos, é esperado que você faça combinações de movimentos para derrubar escudos. Pode parecer complicado, mas é uma experiência que começa bem simples e despretensiosa, até se tornar viciante. Em nove mundos (que contam ainda com um modo mais acelerado) com uma média de 20 e poucas fases, é revoltante a ideia de parar e continuar a partida no dia seguinte.

De “inofensivo” a “Dark Souls”

Chefe dos primeiros mundos em frente ao besouro espacial protagonista

O chefe começa assim, até crescer e se tornar um imenso pesadelo

 

Para alguém que curte jogos rítmicos, mas não é jogador tão frequente nem tão bom assim, eu encarei o desafio de jogar Thumper do início ao fim com tranquilidade… até o quarto mundo. A dificuldade, que aumentava gradualmente, disparou e o chefe foi simplesmente o mais difícil do game. Tecnicamente, os seguintes são mais complexos, mas acredito que o jogo te deixa mais preparado para enfrentá-los. O do quarto mundo, no entanto, foi um choque pela imensa dificuldade que encontrei. Por outro lado, cada derrota me deixava com mais vontade de jogar e passar.

Este pode ser o Dark Souls dos títulos VR com orgulho. O estúdio Drool, que fez o game, tem que se orgulhar do posto. Desenvolvido por apenas duas pessoas, Thumper consegue misturar frustração com uma experiência incrível e relaxante. Sem exigir movimentos bruscos com a cabeça, o título não causa desconforto, apenas imersão. Se você estiver com o headset do PS VR devidamente configurado, esta vai ser uma experiência marcante. Talvez um modo competitivo online poderia torná-la perfeita, mas estou muito satisfeito com o game do jeito que ele é.


Visual: 5 / 5

Lindo, futurista, imersivo.

Jogabilidade: / 5

Simples e complexo ao mesmo tempo em termos de mecânica, mas não de jogabilidade, que é perfeita.

Som: 5 / 5

Sem as trilhas futuristas, o resultado final não seria o mesmo. Você vai se pegar batendo o pé no ritmo das faixas, ou até mesmo pensando nelas quando não tiver jogando!

Replay: 3.5 / 5

Após completar os nove mundos, existe a opção de jogar o modo “+”, onde as fases ficam mais aceleradas. Completar todas elas é requisito para platinar o jogo: logo, quem conseguiu não deve ser humano. No final das contas, um modo online competitivo poderia agregar mais valor e aumentar o fator replay.


Nota geral: ★★★★☆ (4.5/5)

Data de lançamento: 10 de outubro de 2016 (PS4/PSVR)
Plataforma: PS4/PSVR (também disponível no Steam, Nintendo Switch e Xbox One)
Desenvolvedora: Drool
Publisher: Drool
Jogadores: 1

Jogamos: Moss traz o mascote que o PlayStation VR precisava

Apresentado na conferência pré-E3 2017 do PlayStation, Moss é a estreia da Polyarc Games, formada por veteranos que trabalharam em Destiny e na série Halo. No entanto, não tem tiroteio futurista aqui: no lugar da ação dos FPS mencionados, um título de plataforma que tem bastante potencial e carisma. Veja a nossa prévia, direto da E3 2017!


O reino de Moss

Antes que você pergunte, o nome do ratinho protagonista é Quill. Moss é o reino onde o animal vive. No game, exclusivo para o PlayStation VR, é preciso resolver puzzles e combater inimigos com pulos e golpes de espada. Cada fase é um capítulo de um livro, cujo enredo ainda não está muito claro. Ao contrário de Star Child, aqui a fase é divida por áreas onde, para cada uma delas, a câmera é praticamente fixa, com poucos desvios.

Questionei ao pessoal super atencioso da Polyarc se eles não pretendiam trazer uma câmera que acompanhasse os movimentos do jogador, para proporcionar mais imersão na realidade virtual do PS VR. Eles afirmaram que pretendiam usar visão fixa mesmo, como forma de evitar enjoos, tão comuns a quem experimenta VR. No entanto, acredito que essa decisão penaliza um pouco do gameplay, pois alguns objetos terminam ficando escondidos atrás de outros.

Impressões

Mesmo com o feedback construtivo relacionado à visão fixa, gostei bastante de Moss. Os controles do Dual Shock 4 são bem intuitivos e o acelerômetro do joystick é usado na resolução de puzzles de forma bastante natural. O visual é colorido e a trilha pareceu um tanto minimalista. Resta aguardar o final de 2017 para experimentar o resultado final!


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Entrevista: Ubisoft fala sobre Nintendo, franquias antigas e novos projetos

Um dos pontos altos da E3 2017 para a gente foi um papo exclusivo com a galera da Ubisoft. Bertran Chaverot, Managing Director da empresa para a América Latina, conversou com a gente sobre diversos assuntos, como os games da empresa para o Switch e o possível retorno de franquias clássicas.

Diego, editor do BitBlog, e Bertran, da Ubisoft

Confira abaixo a entrevista, que rolou no espaço da empresa na E3 2017.


Just Dance

Gameplay de Just Dance 2018, com seis jogadores

Até o Wii vai ter sua versão

BitBlog: Para começar, Just Dance 2018. Podemos esperar músicas brasileiras mais uma vez?

Bertran Chaverot: Para este ano, acho que não vai ter músicas nacionais. Mas (o jogo) vai ter acesso ao catálogo de mais de 300 músicas, incluindo Ivete Sangalo, Daya Luz, Anita…

É verdade que o Wii é a plataforma onde Just Dance mais vende?

Não no Brasil, onde o Wii nunca foi muito forte (para a franquia). Aqui é muito equilibrado entre PlayStation e Xbox, com o uso de smartphone para jogar no PlayStation e, além dele, o Kinect no Xbox. Há ainda um pouco (de vendas) de Wii e Wii U.

Mario + Rabbids

Mario e o Luigi Rabbid em destaque

Mario + Rabbids esbanja carisma e bom humor

Sobre Mario & Rabbids: Kingdom Battle, de onde surgiu a ideia de fazer essa colaboração com a Nintendo?

Faz uns 15 anos que a Ubisoft e a Nintendo são super parceiras em diversos projetos, como Just Dance. No ano passado, houve algumas discussões (sobre o novo título). Como você sabe, com os japoneses é preciso ir aos poucos para construir uma relação de confiança. Foi de uma maneira muito natural que decidimos fazer um teste e iniciar uma nova franquia com Mario. O objetivo do Miyamoto (criador do mascote) foi testar uma nova forma de gameplay, algo que nunca tinha sido feito antes com Mario.

Com funciona o processo criativo com a Nintendo? A Ubisoft tem total liberdade criativa?

Não, com a Nintendo não se tem total liberdade criativa. Como falei, a Ubisoft alcançou um patamar de confiança com a Nintendo e, como você pode lembrar, quando o Miyamoto fez uma homenagem ao trabalho dele (na conferência pré-E3), o Yves Guillemot (CEO) ficou emocionado. É uma parceria com supervisão da Nintendo japonesa e a força da Ubisoft para criar este novo jogo.

Nintendo Switch

Nintendo Switch: controles no Joy-con grip e dock

O Switch tem o seu próprio público, o que não impede eventuais adaptações, de acordo com a Ubisoft

Como vai ser a distribuição dos jogos da empresa para o Switch? Vocês possuem uma faixa de preço para esses títulos?

Nós mesmos vamos distribuir os nossos títulos do Switch no Brasil, além de cuidar de parceria com comunidades, eventos… Vamos tentar manter o preço de R$ 249 para os games.

Quais os jogos do Switch que vocês distribuem neste ano para o Brasil? Podemos esperar o Rayman Definitive Edition, o Steep…?

Apenas o Mario + Rabbids e Just Dance. Não há data prevista para os outros.

Qual a estratégia da Ubisoft para o Switch em termos de games mais maduros?

No passado, tivemos jogos maduros para o Wii U, como o Watch Dogs e Assassin’s Creed IV: Black Flag. Mas o Switch tem outro público, outra tecnologia. Pensamos em trabalhar games específicos para a plataforma e, quando possível, adaptar outras séries. Mas não há previsão, por exemplo, para o Assassin’s Creed Origins.

É uma decisão técnica, estratégica ou ambas? (não trazer jogos maduros para o Switch)

Técnica e estratégica. Tecnicamente, é outra máquina, que tem suas vantagens e também seus aspectos mais problemáticos.

Realidade virtual

Três pessoas em sala escura, com dispositivo VR no rosto, sentadas

Thriller psicológico Transference foi uma das surpresas da Ubisoft na conferência pré-E3 2017

Falando de VR, já tivemos o Eagle Flight e Star Trek: Bridge Crew. Como a Ubisoft vê este mercado?

É um mercado novo, que está crescendo. Por enquanto, há mais ou menos um milhão de PlayStation VR vendidos (pelo mundo). Tem que aumentar a resolução e abaixar o preço (do dispositivo). Mas acreditamos muito neste mercado. Para o Star Trek, a avaliação no Steam está em torno de 95%, o que é excepcional. Anunciamos um novo conceito na E3, o Transference com Elijah Wood, e temos vários outros projetos sendo trabalhados em segredo, que vamos revelar aos poucos.

Vocês planejam a distribuição dos próximos jogos VR em mídias física e digital?

Já distribuímos estes jogos via Steam. Pretendemos seguir apenas no formato digital no Brasil.

Brasil como mercado produtor

Extinto escritório de desenvolvimento da Ubisoft em Porto Alegre, na Tecnopuc

Extinto escritório de desenvolvimento da Ubisoft no Rio Grande do Sul, na Tecnopuc, em 2009 (créditos: Canal dos Games)

Como a Ubisoft vê o Brasil como mercado produtor? Muita gente sonha em desenvolver jogos aqui, mas termina saindo para outros países, devido à falta de oportunidades. Faz parte da estratégia de vocês ter um estúdio aqui?

Já fizemos, já tentamos e, infelizmente, o Brasil não é um país fácil para isso. Não é por acaso que não há nenhum grande estúdio aqui. Quando se tem que importar os computadores e servidores, quando se tem que organizar os times com mais flexibilidade, a lei trabalhista não permite. O país precisa fazer várias reformas para poder dar essa oportunidade a tantos talentos que existem hoje por aqui, sem ter que fazê-los imigrar para lugares como Estados Unidos ou Europa.

Outros projetos

Personagem do game em destaque

BG&E 2 foi uma das surpresas da Ubisoft neste ano

Beyond Good & Evil 2: é um projeto para 2017? Podemos esperá-lo para PS4, Switch e Xbox One?

Não é para este ano, é algo para o futuro. É o maior projeto da Ubisoft em termos de inovação, gameplay, tamanho do mundo, gráficos, então não tem data. No entanto, já existe um site, o Space Monkey Program, para os jogadores se cadastrarem, recebendo atualizações do desenvolvimento e dar feedback. Sobre as plataformas, o objetivo da Ubisoft é sempre alcançar o máximo possível de máquinas. São jogos que custam mais de US$ 100 milhões, então tem que desenvolver o máximo possível para pagar as contas e obter algum lucro.

Vocês trabalham com algo relativo a franquias mais antigas? Prince of Persia, Splinter Cell…?

A Ubisoft cuida com muito amor das suas marcas. Cada uma tem que ter seu ritmo. Pode ver que, com Assassin’s Creed, deixamos a marca respirar e voltamos com Origins. O Beyond Good & Evil mesmo, teve 15 anos de descanso e ainda não está pronto. Algumas franquias estão guardadas e outras estão sendo testadas em termos de conceito. A força da Ubisoft vem de suas marcas.

Como a Ubisoft mede o sucesso de um jogo? O que garante uma sequência?

Beyond Good & Evil, por exemplo, não foi um grande sucesso de vendas. Chegou muito cedo, era um gênero novo, difícil de explicar. Mas foi um imenso sucesso crítico para quem jogou. É uma marca que virou cult. Para a empresa, foi muito importante, pois mostrou que a Ubisoft poderia fazer jogos “top” em termos de gráficos, game design, o que projetou a empresa para o top 10 de grandes empresas no mundo. Hoje, no top 3.

 


Se quiser conferir um resumo da conferência pré-E3 da empresa, veja aqui a nossa cobertura. Siga acompanhando o site e redes sociais do BitBlog para mais conteúdo relativo à E3 2017!

Jogamos: Star Child mistura magia, mistério e medo

O primeiro jogo em VR que eu testei no estande da Sony durante a E3 2016 foi o Wayward Sky. Fiquei apaixonado por ele e escrevi aqui no BitBlog que se tratava de uma experiência relaxante para o jogador. Desta vez, em 2017, elegi Star Child, título recém-anunciado pela Playful Corporation, para iniciar os trabalhos. O game me cativou durante todo o gameplay. E aí pensei em começar este texto falando que tive muita sorte novamente. Mas seria injusto. Foi pura competência. Star Child é uma mistura de magia, mistério e medo que prende a pessoa em outro mundo, mas carrega traços que revelam beleza além disso. É um jogo para a alma.

Antes de qualquer coisa, é preciso alertar aos mais empolgados que pouca informação foi revelada sobre o título, já que ele está em fase inicial de desenvolvimento. Sabemos basicamente que é um game de plataforma 2.5D com elementos de puzzle. Mas se me permitem um exercício de futurologia, digo que o que eu joguei foi o suficiente para cravar: vai ser incrível!

Em Star Child, você controla uma mulher que caminha em um mundo que parece ser mágico, mas ao mesmo tempo perigoso. Existe uma forte pegada de sci-fi e o visual bebe na fonte de tons azuis com neón, mas com espaço para o colorido. Porém, o uso das outras cores é bem comedido e ao mesmo tempo sombrio, evocando mistério. A iluminação está linda. Trilha sonora, idem. E aí você sente vontade de explorar tudo com o Playstation VR acoplado no seu rosto.

Se por um lado a experiência é encantadora, por outro não tardará ao jogador perceber que tudo ali converge para que ele se sinta vulnerável. A visão de uma personagem minúscula diante da imensidão do ainda incompreendido cenário é prova disso. O final da demo, que infelizmente é curtinha, traz a cereja no bolo.

Vemos com mais detalhes – e o VR é perfeito para esse tipo de exploração – os contornos do que parece ser o – ou um dos – inimigo da protagonista. Visualmente se assemelha muito com um inseto gigante robótico, mas isso já é especulação minha. Quando parece ser o fim da linha para nossa personagem, eis que ao fundo uma espécie de estátua gigante que emite uma luz azulada, intervém e protege.

Você sabe que foi salvo por algum tipo de guardião.

Você se sente uma formiga.

Você apenas instintivamente inclina a cabeça para admirar este ser bruto e angelical enquanto torce para que Star Child não demore a chegar nas prateleiras.

PlayStation na E3 2017: veja todos os anúncios da conferência

Em 2016, testemunhamos a loucura coletiva que foi ver Hideo Kojima no palco, anunciando Death Stranding. Foi tanta coisa boa que corremos na feira para jogar os principais destaques: Horizon Zero Dawn, Gran Turismo Sport (não teve post!), os não exclusivos Final Fantasy XV e Resident Evil VII, além de algumas surpresas do PS VR (Thumper, Batman Arkham VR, Wayward Sky, Psychounauts, Until Dawn: Rush of Blood e RIGS).

Para 2017, será que a Sony iria ganhar a E3 de novo? É possível ter um evento pré-E3 tão bom quanto o do ano passado? O gostinho que ficou foi: “temos bastantes games”. Mais uma vez, o BitBlog foi a Los Angeles participar da conferência do PlayStation e, por isso, temos aqui tudo que rolou.


Filas e filas no The Shrine Auditorium & Expo Hall. Várias demos foram expostas antes da conferência, em meio a comes e bebes. Entre títulos já lançados e alguns ainda não disponíveis, não tínhamos muita noção ainda das surpresas da Sony.

Por volta das 22h (horário de Brasília), corremos pra assegurar o nosso lugar. O evento começou com Uncharted: Lost Legacy, que chega em 23 de agosto ao PS4.

A platéia começou a ser surpreendida quando uma expansão de Horizon Zero Dawn, The Frozen Wilds, foi anunciada, com direito a trailer no telão. Dessa vez, as aventuras serão em terras bem geladas.

Um adulto correndo de bandidos e zumbis, com direito a muita ação, até resgatar o seu amigo. Foi com cenas de gameplay que finalmente pudemos conhecer mais de Days Gone, anunciado na E3 anterior!

Quando o nome “Capcom” apareceu no início do teaser seguinte, com um dragão gigante em seguida, perseguindo um guerreiro, pensamos: tá com cara de Monster Hunter. Dito e feito. Com visual caprichado, Monster Hunter World é o retorno da série a plataformas PlayStation.

Shadow of the Colossus ganhando remake no PS4? Sim, você não leu errado. O clássico de PS2 passou por uma grande evolução visual, com direito a gráficos mais realistas.

Com direito a explosões e muitos efeitos especiais no palco – praticamente matando alguns jornalistas do coração – Call of Duty World War II foi o destaque seguinte. Cenas ultra caprichadas de gameplay no PS4 Pro demonstraram o potencial do novo jogo, com lançamento em 3 de novembro. Destiny 2 surge, em meio ao anúncio de conteúdo exclusivo do PlayStation até meados de 2018. Marvel vs Capcom Infinite ganha trailer que arranca aplausos do público ao mostrar Mega Man e Dante.

O PlayStation VR é incrível (já tínhamos concluído isso na cobertura do ano anterior). E, para reforçar a biblioteca de quem adquiriu o caro acessório, uma enxurrada de títulos: Skyrim VR, o inédito Bravo Team, o misterioso Star Child, o prequel de Until Dawn chamado The Inpatient, o ratinho carismático de Moss e um título de pesca baseado em Final Fantasy XV (estou ainda sem comentários sobre isso).

O novo God of War teve trailer caprichado, mostrando a mudança profunda na câmera e jogabilidade em relação aos games do PS2 e PS3.

Detroit: Become Human pareceu incrível. A cada situação ou diálogo, é possível escolher sua próxima ação e, com isso, mudar todo o destino do jogo. Marcus, o protagonista, lidera um esquadrão de colegas na luta contra invasores.

Para encerrar, o caprichado Spiderman da Insomniac. Voar com o herói pelas cidades nunca foi tão divertido e, com o poder do PS4, os combates nunca foram tão espetaculares. Parece filme de primeira linha.

Bethesda: veja o que rolou na conferência da E3

Em 2017, cobrimos in loco – pela primeira vez – a conferência da Bethesda. Se por um lado estávamos muito empolgados, por outro, não tínhamos certeza do que mais está por vir. No convite enviado a imprensa, a empresa colocou uma arte que remete um parque de diversões, fazendo menções a The Elder Scrolls, Doom, Quake, Fallout, Dishonored, Prey e dois projetos secretos. E terminou que um espaço similar foi montado no Los Angeles Center Studios, onde cada franquia da empresa representava uma barraquinha de comidas ou bebidas para os jornalistas e convidados.

Todas as franquias mencionadas no convite foram mencionadas, de alguma forma, na apresentação. Veja abaixo um resumo do que rolou na cobertura do BitBlog, que transmitiu ao vivo!

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

A conferência começa com números: desde que a plataforma oficial de mods para Skyrim Special Edition e Fallout 4 foi lançada, mais de 300 milhões de customizações foram lançadas.

Hora de realidade virtual: Doom VFR é anunciado para o PS VR e HTC Vive com cenas de gameplay, fazendo a plateia ir ao delírio. Em seguida, teaser de Fallout 4 VR. Ambos os games estarão jogáveis na feira.

The Elder Scrolls Online ganhará atualização com novos mapas: Horns of the Reach e Clockwork City. Sem data específica revelada, apenas um vago “2017”.

Quanto a The Elder Scrolls Legends, o card game da série, vem aí uma expansão: Heroes of Skyrim adiciona 25 missões e 40 cards, estando disponível a partir de 29 de junho.

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Trailer de Skyrim no Switch mostra suporte ao amiibo de Link em Breath of the Wild, que habilita a roupa do herói, além do Hylian Shield e Master Sword. Controle por movimentos com os Joy-cons será possível, dando mais realismo a movimentos de ataque e defesa.

Uma aventura complementar a Dishonored 2 vem aí. Dishonored: Death of the Outsider será lançado em 15 de setembro no PS4, Xbox One e Windows em formatos digital e físico. O conteúdo não é DLC, mas stand-alone: você não precisa de Dishonored 2 para jogar.

The Evil Within 2 ganha trailer com a saga de um pai para salvar a filha Lily. É o retorno do produtor Shinji Mikami, criador de Resident Evil. Título será lançado em uma sexta-feira 13, em outubro deste ano!

Quake World Champions é uma competição do famoso game a ser sediada no Texas neste ano, com prêmio de US$ 1 milhão para o vencedor.

Wolfenstein 2: The New Colossus é confirmado, após vazamento horas antes na Amazon. Com lançamento em 27 de outubro, trailer levou os jornalistas e convidados ao delírio. A aventura estará jogável na feira.

Com o encerramento da conferência, Bethesda chama o The Chainsmokers ao palco e libera todo mundo para andar pelo espaço do evento, onde há demos de The Elder Scrolls Online (com a atualização que leva os jogadores a Morrowind), além de comes e bebes. Valeu, Bethesda!


Obrigado por acompanhar a gente. Abaixo, um vídeo que lançamos em nosso Facebook com os bastidores do evento. Siga acompanhando o BitBlog para novos posts sobre EA Play e E3!

E3 2017: Acompanhe as conferências ao vivo no BitBlog

A maior feira de games do mundo está chegando! A E3 2017 vem aí e o BitBlog, pelo segundo ano consecutivo, vai estar em Los Angeles para fazer uma transmissão via site, Twitter e Facebook (corre pra curtir a gente por lá!). No ano passado, nos desdobramos para fazer uma cobertura completa: entrevistas, vídeos ao vivo, avaliações de gameplay e bastidores. Nesse ano, vamos repetir a dose.

A feira propriamente dita vai acontecer entre 13 e 15 de junho. No entanto, antes disso teremos as conferências de imprensa das principais empresas, onde grandes revelações costumam acontecer. Fomos convidados para cobri-las in loco (diretamente de onde acontecem), ao vivo. Vamos estar nos eventos da EA, Bethesda, Ubisoft e PlayStation, além de transmitir com comentários o evento online da Nintendo. Veja abaixo o nosso calendário e fique ligado no BitBlog!

EA

  • Quando? sábado 10/06, começando às 16h (Brasília)
  • Onde? Hollywood Palladium
  • Transmissão do BitBlog? sim, in loco, com cobertura no site e Twitter
  • Ficar ligado em: os novos Star Wars e Need for Speed, Fifa on the Nintendo Switch

Repetindo 2016, a EA opta por não participar da E3 propriamente dita, tendo o seu próprio evento (EA Play) acontecendo na mesma semana. Como você viu em nosso vídeo de bastidores, transmitido ao vivo no Facebook, vários títulos ficam expostos para serem jogados, com áreas temáticas e distribuição de brindes (tivemos posts para Titanfall 2 e Battlefield 1). No ano passado, a conferência da empresa anunciou os games que todo mundo já esperava, mas surpreendeu ao falar dos múltiplos projetos de Star Wars que a empresa promete.

Para 2017, estamos de olho não apenas em Star Wars Battlefront II e o novo Need for Speed, mas também em outros dois Star Wars: o que está sendo desenvolvido pela Respawn (de Titanfall) e o da Visceral Games. A versão de Fifa para o Switch também promete chamar atenção, afinal, estamos curiosos para saber quais funcionalidades únicas o jogo terá no console da Nintendo. Espere também o retorno das tradicionais séries esportivas: Madden NFL 18 e Fifa 18.

Vamos transmitir ao vivo a conferência da EA aqui no site e em nosso Twitter a partir das 16h e, no mesmo dia, lançaremos conteúdo de bastidores em nossas redes sociais. Em seguida, teremos posts no site com nossas impressões sobre os próximos lançamentos.

Bethesda

  • Quando? segunda-feira 12/06, começando à meia-noite (Brasília, na virada do dia 11 pro dia 12)
  • Onde? LA Center Studios
  • Transmissão do BitBlog? sim, in loco, com cobertura no site e Twitter
  • Ficar ligado em: Fallout VR, novos The Evil Within e Wolfenstein (rumor)

Em 2017, vamos cobrir in loco – pela primeira vez – a conferência da Bethesda. Se por um lado , por outro, não temos certeza do que mais está por vir. No convite enviado a imprensa, a empresa colocou uma arte que remete um parque de diversões, fazendo menções a The Elder Scrolls, Doom, Quake, Fallout, Dishonored, Prey e dois projetos secretos.

Será que todas essas elogiadíssimas séries estarão presentes? Rumores apontam para a revelação de novos The Evil Within e Wolfenstein. No que diz respeito a Fallout, teremos Fallout VR (que provavelmente será jogável na feira). Sobre The Elder Scrolls, uma edição de Skyrim para o Switch poderá ser abordada. Mas e as outras? Só esperando pra descobrir.

Vamos transmitir ao vivo aqui no site e em nosso Twitter a partir da meia-noite. Mas fique ligado, é na virada do domingo 11 pra segunda-feira 12.

Ubisoft

  • Quando? segunda-feira 12/06, começando às 17h (Brasília)
  • Onde? Orpheum Theatre
  • Transmissão do BitBlog? sim, in loco, com cobertura no site e Twitter
  • Ficar ligado em: novo Assassin’s Creed, Mario + Rabbids e Far Cry 5

Em 2016, a conferência da Ubi foi bastante diversificada. Anunciou o primeiro game third-party do Switch, além de surpreender com uma nova franquia (Steep) e trazer mais das suas principais séries. No decorrer da feira, curtimos alguns dos destaques: For Honor, Steep e Eagle Flight VR.

O BitBlog foi convidado mais uma vez para cobrir o evento da publisher e, dessa vez, esperamos novamente algo bem variado. Sim, Just Dance 2018 vai vir, assim como novos The Crew e Far Cry (esse último tá visualmente arrasador) estarão presentes. Assassin’s Creed deve retornar com tudo: rumores apontam para Origins, uma aventura no Egito e Grécia. Conte ainda com Mario + Rabbids, crossover do mascote da Nintendo com os coelhos malucos para o Switch.

Iremos transmitir ao vivo aqui no site e em nosso Twitter a partir das 17h e, no decorrer da feira, traremos gameplay de alguns dos destaques!

PlayStation

  • Quando? segunda-feira 12/06, começando às 22h (Brasília)
  • Onde? The Shrine Auditorium & Expo Hall
  • Transmissão do BitBlog? sim, in loco, com cobertura no site e Twitter
  • Ficar ligado em: God of War, Death Stranding e Days Gone

Em 2016, enquanto brigávamos com o problema de Wi-Fi lá no The Shrine, testemunhamos a loucura coletiva que foi ver Hideo Kojima no palco, anunciando Death Stranding, entre outros anúncios. Foi tanta coisa boa que corremos na feira para jogar os principais destaques: Horizon Zero Dawn, Gran Turismo Sport (não teve post!), os não exclusivos Final Fantasy XV e Resident Evil VII, além de algumas surpresas do PS VR (Thumper, Batman Arkham VR, Wayward Sky, Psychounauts, Until Dawn: Rush of Blood e RIGS).

Será que, em 2017, a Sony vai ganhar a E3 de novo? É possível ter um evento pré-E3 tão bom quanto o do ano passado? Vai ser difícil, mas não vai faltar jogos. Vários anúncios de 2016 ainda estão por vir e devem ser relembrados (Detroit: Become Human, Days Gone, God of War, Death Stranding, o novo Spiderman), além de Final Fantasy VII Remake, que foi mencionado em 2015 e – desde então – ficou no limbo. Aguarde ainda uma tonelada de títulos para o PlayStation VR. Rumores indicam que um sucessor do PS Vita será oficializado, mas nós não acreditamos muito nisso.

Iremos transmitir ao vivo aqui no site e em nosso Twitter a partir das 22h e, no decorrer da feira, traremos gameplay de alguns dos destaques!

Nintendo

  • Quando? terça-feira 13/06, começando às 13h (Brasília)
  • Onde? evento online
  • Transmissão do BitBlog? sim, com cobertura no site e Twitter
  • Ficar ligado em: Super Mario Odyssey, Xenoblade Chronicles 2 e o novo projeto da Retro Studios

Em 2016, não houve uma pré-conferência da Nintendo na E3. O que existiu foi um evento online, o Nintendo Treehouse, onde se falou de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Pokémon Sun & Moon, Paper Mario: Color Splash e jogos indie. Fizemos uma cobertura modesta no Twitter, com ficou um gosto amargo na boca. Faltam anúncios de cair o queixo. Sim, jogamos o novo Zelda na feira, mas era o único título jogável. Em meio ao fim de vida do Wii U e a resistência a anunciar o Switch naquele momento, realmente, não havia o que falar mais.

Felizmente, o Switch já saiu, está vendendo horrores (no bom sentido) e agora a empresa pode voltar ao formato que vinha apresentado nos anos anteriores. Mesmo sendo algo apenas online, sem o luxo e a grandiosidade de um palco com uma imensa platéia, o chamado Nintendo Spotlight E3 2017 vai olhar para a frente, com jogos já anunciados e outras surpresas para o Switch e 3DS. Claro que Super Mario Odyssey será o destaque, junto a Splatoon 2, ARMS e o aguardado Xenoblade Chronicles 2. Porém, os fãs esperam mesmo é pela revelação do projeto da Retro Studios, de Metroid Prime, que vem sendo guardado a sete chaves por, pelo menos, quatro anos. Um novo Metroid? Uma propriedade intelectual inédita? Que comecem as apostas.

Vamos transmitir o evento ao vivo em nosso site e Twitter a partir das 13h. No decorrer da feira, teremos vários posts com gameplay!