Prévia

Jogamos: Far Cry 5 faz jus ao legado da franquia

Assim que teve a sua primeira arte revelada, Far Cry 5 automaticamente ganhou um oceano de críticas (de todos os tipos) por representar o que seria um cenário político instável, com influência de religiosos e perseguições. Sim, é familiar: lembra o clima hostil e de ódio em que a sociedade vive, com intolerância de todos os lados. Prova disso é que muita gente parece ter perdido o bom senso na hora de criticar o novo capítulo de uma franquia tão elogiada, baseando-se apenas em suposições.

Contexto à parte, vamos focar no que interessa. Exposto na E3 2017, Far Cry 5 parece manter a essência dos anteriores. Veja as nossas impressões abaixo!


Dois heróis e um cachorro

Não, não é filme de Sessão da Tarde. A demo da E3 nos permitia escolher entre três modalidades: um cara (Nick) excelente em combates à curta distância, uma sniper (Grace) e jogar com o apoio de um cão (Boomer). Fui com o primeiro e percebi o óbvio: não é uma boa ideia partir pra guerra no que parece uma vila do interior do estado norte-americano de Montana, com várias casas e inimigos por toda parte, garantindo a “segurança” de lá. Subi em uma escada, peguei uma arma de longo alcance e comecei a detonar a galera do alto. Claro que começou um tiroteio e eu precisei me esconder o tempo inteiro, eliminando um por vez.

Concluindo a demo pela primeira vez, escolhi o modo do Boomer. É possível sinalizar aonde o cachorro deve ir e causar tumulto. Acredite – é divertido. Boomer pode ir pra cima de inimigos, distraí-los e roubar as armas deles, trazendo até você. Combine isso com uma estratégia legal e você tem o aliado perfeito.

No final do dia, é mais um Far Cry. O visual continua impressionante, mantendo a reputação da série. Fico curioso em relação a como o enredo vai se desenvolver, mas ao mesmo tempo confiante no trabalho da Ubisoft.


Previsto para PS4, Windows e Xbox One, Far Cry 5 chega em fevereiro de 2018. Siga acompanhando o site e redes sociais do BitBlog para mais conteúdo da E3 2017!

Jogamos: Ni No Kuni 2 traz mais ação para a série

Sequência de um RPG japa super elogiado do DS e PS3, Ni No Kuni 2: Revenant Kingdom era destaque no estande da Bandai Namco durante a E3 2017. Para quem jogou o primeiro, era inevitável perceber as mudanças na mecânica de batalhas do game. Veja as nossas impressões da demo abaixo!


Adeus, familiars

Os três heróis em destaque, em meio a um cenário com bastante lava

Os heróis sorrindo e confiantes. Acho que não tinham visto o tamanho do chefe ainda

O enredo de Ni No Kuni 2 envolve a saga do jovem rei Evan, que foi retirado à força do seu reino e precisa voltar ao poder para colocar as coisas em ordem novamente. O jovem tem o apoio de Roland, um visitante de outro mundo, e Tani, descendente de uma família de piratas. Na demo da E3, sem muito contexto, enfrentamos um chefe assustador no que parecia ser um vulcão. Em meio a muita lava, era preciso ser rápido para desviar dos ataques e combinar golpes de curto e longo alcance no momento certo para garantir a vitória.

Se você leu acima como o sistema de batalha vai funcionar, pode estar se perguntando: cadê as criaturas (os familiars) do primeiro game? Não sabemos como eles serão envolvidos nesta nova saga, mas o combate é feito pelos próprios personagens que mencionamos acima. Em tempo real, sem turnos nem nada do tipo. É muito cedo para dizer que o game vai perder com a mudança, pois o que jogamos foi uma parcela muito pequena da experiência final.

Abraçando o online

Se o novo sistema de combate parece perder um pouco do charme que o antecessor tinha – sim, lembrava Pokémon – ele me trouxe de volta aos melhores momentos de Phantasy Star Online. Sim, a nova mecânica parecia gritar desesperadamente por um modo online. Eis que, dias após a E3, a Bandai Namco confirmou a existência de um modo deste tipo – uma adição muito bem-vinda! Já posso ver perfeitamente três pessoas cooperando em quests contra monstros gigantes.

O visual de Ni No Kuni 2 é ainda mais lindo que o do antecessor. Mantendo o estilo cartunesco de ser, mas usando efeitos especiais dignos da nova geração, o game será uma bela adição à biblioteca de RPGs do PS4 e do Windows. A demo estava um pouco difícil – confesso que me enrolei com o sistema de batalha – porém divertida. Confirmado para 2017, Revenant Kingdom é mais uma experiência épica que só os japas podem proporcionar.


Para PlayStation 4 e Windows, Ni No Kuni 2: Revenant Kingdom será lançado em 10 de novembro de 2017. Siga acompanhando o site e as redes sociais do BitBlog para mais conteúdo da E3! A feira acabou, mas tem muita coisa por vir.

Entrevista: Konami fala sobre PES 2018 e o futuro da série

Em nossa lista de melhores da E3, PES 2018 ganhou o título de melhor game esportivo. Justificamos o prêmio pelo esforço da Konami de tentar revitalizar o gênero, tão saturado com lançamentos anuais, promovendo o retorno de mecânicas que eram eficazes e incorporando mais realismo ao gameplay. Você vai ver aqui as principais novidades para este ano e, em seguida, uma entrevista onde tentamos desvendar o futuro da série Pro Evolution Soccer.

Em uma apresentação para a imprensa na E3 2017, transmitida online para os gamers, a Konami falou dos recursos do novo PES. Com o que a empresa chama de Real touch+, os jogadores dominam a bola com diversas partes do corpo, como os joelhos e barriga. A física para a bola nunca foi tão realista: as curvas são mais reais e, em alguns momentos, a grama sai do chão. Para alguns nomes famosos, como Neymar, nove emoções faciais foram capturadas (por jogador), além de escaneamento 3D. As comemorações de gol prometem ser bem fiéis!

Com estádios como o Camp Nou recebendo maior fidelidade dos vestiários e túneis, além de uma torcida que promete reagir mais naturalmente em relação ao que acontece na partida, o PES deste ano ouviu ainda feedbacks da comunidade e removeu a seta de marcação nas cobranças de falta e escanteio. Os pênaltis estão mais estratégicos, da forma em que acontecia na geração do PS2. Novos modos online (3 vs 3 e 2 vs 2) se juntam ao recurso de compartilhar o myClub com outra pessoa.

Jogamos uma demo na área da Konami para a imprensa (limitada a Barcelona FC e Borussia Dortmund) e foi pouco tempo para notar tantos avanços. Já a nossa conversa sobre o game com André Bronzoni, gerente da franquia para a América Latina, foi mais esclarecedora. Veja abaixo o papo, que rolou direto da feira em Los Angeles! Pelo jeito, teremos algo relacionado a realidade virtual e Switch nas próximas versões. Já as plataformas antigas (Xbox 360 e PS3) podem não ter a mesma sorte…


Até onde vai o realismo do PES 2018

Cobrança de falta com time do Barcelona

A seta de marcação dá adeus, após feedbacks da comunidade

BitBlog: Queria começar com uma curiosidade: qual o critério de escolha de jogadores para fazer, por exemplo, o mapeamento 3D e a captura de emoções faciais? Teremos, além do Neymar, brasileiros com estes recursos no PES 2018?

André Bronzoni: Selecionamos com base em nossas parcerias com os clubes. Quanto aos jogadores brasileiros (com recursos especiais), além do Neymar, teremos o (Philippe) Coutinho, (Roberto) Firmino… Tem mais outros por aí.

Sobre o modo cooperativo do myClub, o que exatamente será possível compartilhar com outro jogador?

Você vai poder compartilhar o seu time do myClub com outra pessoa. Eu ainda não tenho muitas informações (sobre quais recursos exatamente). Assim que tivermos novidades, vamos compartilhar!

Vocês anunciaram um maior realismo nas reações das torcidas. Queria saber se isso vai de acordo com a localidade da partida. Por exemplo, brasileiros podem ser mais animados na hora de comemorar um gol do que europeus (risos).

(O que foi anunciado) é um começo. Vamos em algum momento, sim, fazer uma representação maior da torcida do Brasil ou de outros lugares, mas é um bom começo. Gostei da tua ideia, vou inclusive anotar e passar pro pessoal da produção!

Suporte a PC e outras plataformas

Messi em destaque, olhando pra câmera

Messi vai estar mais realista do que nunca… pelo menos na nova geração

PES 2018 foi confirmado para Xbox 360 e PS3. Será uma mera atualização de clubes e jogadores? Ou vai incluir alguma das novas mecânicas anunciadas para a nova geração?

A geração antiga é um assunto bem complicado, mais especificamente as limitações de espaço (das duas plataformas). Os recursos do game nestes consoles ainda são algo indefinido, mas vamos tentar recriar da melhor forma possível.

Podemos finalmente esperar PES no PC com a mesma experiência dos consoles da nova geração? Mesma versão do motor de jogo (Fox Engine)?

(A experiência) será igual ou até melhor, dependendo da configuração do seu PC! A demonstração jogável aqui está rodando no PC, é o mesmo motor, não se trata mais de uma versão híbrida como no ano passado.

Curiosidade para o futuro: faz parte do roadmap de PES ter algum modo de realidade virtual?

A Konami como uma desenvolvedora já enxerga isso como uma realidade. Então, vocês já podem imaginar algo dessa linha vindo por aí. Não nesse ano, mas futuramente!

Nintendo Switch: vocês já fizeram algum experimento com o game na plataforma?

Interesse nós sempre temos. Já temos um jogo no Switch, o Super Bomberman R, então por que não? A Nintendo é considerada nossos primos, né…

Torneios

Sobre a parceria feita com a CBF em 2017 para trazer o Campeonato Brasileiro licenciado: segue de pé no PES 2018? 20 times da Série A mais os 4 que caíram?

Sim, haverá representação oficial do Campeonato Brasileiro. Teremos os 20 da Série A. Dos que caíram, teremos o Inter e ainda estamos avaliando os outros (Figueirense, Santa Cruz e América-MG).

Podemos esperar a Copa do Nordeste? 

Interesse, nós temos. Eu sei da importância do futebol para o Nordeste, do PES especificamente, mas para isso eu dependo de espaço. Sobre a geração antiga (Xbox 360 e PS3), a base instalada dela no Nordeste ainda é muito grande. Entendemos isso e queremos prover o jogo para esse pessoal.

Lançamentos anuais VS jogos como serviço

E uma última curiosidade: veremos, um dia, PES no modelo de “jogo como um serviço”, talvez em paralelo aos lançamentos anuais?

Vou te falar o motivo pelo qual isso não é possível em jogos de esporte: quando se faz um game anual, ele demanda muitas atualizações e muitos comentários da imprensa e comunidade para fazer mudanças. Se você mantém o mesmo motor gráfico por muito tempo, isso é possível. Mas a nossa ideia é fazer mudanças frequentes no motor, como estamos fazendo agora (no 2018). Há games que trabalham neste modelo, mas eles usam a mesma engine e a atualização termina demandando muito espaço. Nos preocupamos com a manutenção do jogo em si, deixando a jogabilidade a mais realista possível.


PES 2018 chega em 12 de setembro às Américas no PS4, PS3, Windows, Xbox One e Xbox 360. Siga acompanhando o site e redes sociais do BitBlog para mais novidades da E3!

Jogamos: Fire Emblem Warriors diverte, mas preocupa

Games hack ‘n slash: Ou você os ama, ou você os odeia.

Bayonetta é um dos exemplos que o gênero de correr e acertar tudo o que puder pela frente pode, sim, ter grandes games. A série Dynasty Warriors, responsável pela popularização desse tipo de jogos, terminou se perdendo um pouco com o passar dos anos e parcerias com outras franquias vêm ajudando a renovar a fórmula. Após cross-overs com The Legend of Zelda e Dragon Quest, chegou a hora de Fire Emblem receber uma aventura nesse estilo. Confira a nossa prévia de Fire Emblem Warriors no Switch, direto da E3 2017!


Mais do mesmo?

Guerreiro enfrentando centenas de inimigos

Tava achando que era fácil? Montes de inimigos surgem a todo instante em Warriors

A demo da E3 2017, disponível apenas com o Switch dockado, trouxe quatro personagens: Marth (claro que começamos com ele!), Rowan, Chrom e Corrin. É possível alternar entre eles a qualquer momento. A mecânica não é exatamente inovadora: derrote os chefes dos exércitos inimigos e vá conquistando áreas do mapa. Derrubar os outros inimigos não é mandatório, mas metade da graça desse tipo de game é sair distribuindo combos para todos os lados em todo mundo, não é mesmo?

Na demo, o jogo pareceu ser bem fácil, não sendo preciso defender. Basta golpear os inimigos e exagerar nos combos (inclusive em grupo). Enquanto explorava o cenário, eventualmente vários oponentes e objetos surgiam do nada, o que pode indicar que ainda há caminho pela frente no desenvolvimento para ter uma experiência mais fluida.

E se…?

Questionado sobre um modo multiplayer, o pessoal da Nintendo disse que não há nada a anunciar. Se não houver uma modalidade cooperativa (semelhante à Hyrule Warriors), sinceramente, acho que o game perde muito e entra em um campo perigoso: o de tornar-se ainda mais repetitivo. Engraçado que, ao trocar entre personagens, fiquei com o sentimento de que vem um modo online por aí… é como se o respawn tivesse alguma semelhança. Se vai ter online ou não, só vamos saber mais à frente.

Ainda não foi divulgada a diferença entre as edições do Switch e New 3DS (é, o game não vai funcionar no 3DS convencional!). Com lançamento em novembro, talvez seja sensato esperar um cooperativo multiplayer no Switch e missões exclusivas para o duas telas, já que há restrições grandes de hardware no último. Espero que a galera do Omega Force surpreenda com modalidades interessantes de jogo, pois esse título aqui, do line-up da Big N na feira, foi o que ficou devendo mais.


Desenvolvido pelo estúdio Omega Force (da Koei Tecmo) em parceria com a Intelligent Systems (da Nintendo), Fire Emblem chega ao New 3DS e Switch em novembro de 2017. Siga acompanhando o nosso site e redes sociais para mais conteúdo da E3 2017!

Jogamos: Moss traz o mascote que o PlayStation VR precisava

Apresentado na conferência pré-E3 2017 do PlayStation, Moss é a estreia da Polyarc Games, formada por veteranos que trabalharam em Destiny e na série Halo. No entanto, não tem tiroteio futurista aqui: no lugar da ação dos FPS mencionados, um título de plataforma que tem bastante potencial e carisma. Veja a nossa prévia, direto da E3 2017!


O reino de Moss

Antes que você pergunte, o nome do ratinho protagonista é Quill. Moss é o reino onde o animal vive. No game, exclusivo para o PlayStation VR, é preciso resolver puzzles e combater inimigos com pulos e golpes de espada. Cada fase é um capítulo de um livro, cujo enredo ainda não está muito claro. Ao contrário de Star Child, aqui a fase é divida por áreas onde, para cada uma delas, a câmera é praticamente fixa, com poucos desvios.

Questionei ao pessoal super atencioso da Polyarc se eles não pretendiam trazer uma câmera que acompanhasse os movimentos do jogador, para proporcionar mais imersão na realidade virtual do PS VR. Eles afirmaram que pretendiam usar visão fixa mesmo, como forma de evitar enjoos, tão comuns a quem experimenta VR. No entanto, acredito que essa decisão penaliza um pouco do gameplay, pois alguns objetos terminam ficando escondidos atrás de outros.

Impressões

Mesmo com o feedback construtivo relacionado à visão fixa, gostei bastante de Moss. Os controles do Dual Shock 4 são bem intuitivos e o acelerômetro do joystick é usado na resolução de puzzles de forma bastante natural. O visual é colorido e a trilha pareceu um tanto minimalista. Resta aguardar o final de 2017 para experimentar o resultado final!


Continue acompanhando a E3 aqui no BitBlog! Mais conteúdo por vir em nosso site e redes sociais.

Jogamos: The Crew 2 quer prezar pela liberdade de pilotagem

Em 2014, a Ubisoft trouxe uma franquia nova de corrida ao mundo: The Crew. O game foi avaliado pela crítica como promissor e inovador ao trazer um vasto mundo aberto ao gênero. Ao mesmo tempo, houve críticas construtivas no que diz respeito à variedade de missões.

The Crew 2, revelado com mais detalhes na conferência pré-E3 da empresa, trabalha cada ponto construtivo com bastante atenção. Veja abaixo a nossa prévia, direto da E3 2017!


Novas possibilidades

Se no anterior a experiência era apenas com carros, em The Crew 2 é possível pilotar também motos, helicópteros, aviões e barcos. O mundo aberto online-only está de volta, com várias missões espalhadas por seis cidades americanas. Você pode ir de uma cidade até a outra dirigindo (sim, é possível!) ou usando um mapa para ir diretamente.

Quando não se está em uma missão, é possível alternar entre tipos de veículo a qualquer momento. E isso é lindo. Você está lá, em Nova York, conduzindo um barco próximo aos arranha-céus da Tribeca e, de uma hora pra outra, muda para um avião. Vai chegando perto do solo e, abruptamente, alterna para uma moto. Essa liberdade dá muitos pontos ao game, que vai te fazer jogar sem nenhum objetivo apenas pela experiência, para relaxar.

Na demo da E3, passei por três missões onde era preciso alcançar checkpoints dentro do tempo estabelecido. Fui de carro, barco e avião e posso assegurar: o título está bem divertido e realista. O visual melhorou significativamente em relação ao antecessor. Ainda é a mesma engine, mas o time da Ivory Tower (agora uma subsidiária da Ubisoft) trabalhou bastante em texturas e efeitos visuais (como névoa).

Vale a pena dar uma chance?

Não joguei o primeiro The Crew. Logo, fica complicado dar uma resposta para essa pergunta. O que posso dizer é: se você experimentou o primeiro e não gostou da variedade de missões ou das perseguições policiais, há motivos para apostar na sequência. A variedade de tipos de veículos aumenta exponencialmente as possibilidades para as missões. Sobre perseguições policiais, elas não estarão em todo o game. Isto é, você poderá jogar para relaxar, ou até mesmo aceitar alguns desafios, e a polícia não estará colando em você. Para quem curtiu o predecessor, pode ir com vontade. Tem bastante conteúdo inédito.


The Crew 2 sai no início de 2018 para PS4, Windows e Xbox One. Siga acompanhando o site e redes sociais do BitBlog para mais cobertura da E3 2017!

Jogamos: Mario + Rabbids Kingdom Battle esbanja bom humor

Um projeto que vazou em 2016 e que só foi confirmado na E3 2017, Mario + Rabbids: Kingdom Battle mescla os mundos de Mario e dos simpáticos Rabbids em uma aventura exclusiva para o Switch. Jogamos o game na feira, veja abaixo as nossas impressões!


Enfrentando os Rabbids do mal

Mario lançando Rabbid Peach em direção a uma parte segura do tabuleiro

Se proteger em posições estratégicas é essencial para vencer as batalhas

Quando você é Mario, olha pros lados e vê Rabbid Luigi e Rabbid Peach, o que você faz? Claro que você se une a eles para enfrentar os Rabbids vilões, que estão assombrando o Reino do Cogumelo! Enredo à parte, Mario + Rabbids é um game de estratégia onde você precisa usar objetos do cenário para conseguir abrigo e atacar os inimigos sempre que possível.

Na demo da E3, era possível controlar Mario, Rabbid Luigi e Rabbid Peach livremente pelo cenário entre cada puzzle. Basicamente, a cada turno, é possível se movimentar (inclusive entrando em canos espalhados pelo mapa, desde que eles estejam na sua área de alcance), atacar um inimigo ou usar uma técnica. O seu alcance, seja para movimentação ou ataque, gira em torno da sua posição. Mario pode lançar Rabbid Peach, por exemplo, para cima dos inimigos através de um combo.

Coletar moedas entre cada puzzle é essencial, pois elas permitem adquirir novas armas e técnicas para os heróis. O jogo tem um visual bem colorido, com diversos Rabbids NPCs pelo cenário. Sabemos que outros personagens poderão se juntar à aventura, como Yoshi, mas eles não estavam disponíveis na demo da E3.

Não é que deu certo?

Mario e o Luigi Rabbid em destaque

Carisma não falta aqui

Eu estava preocupado com este crossover. Não conseguia ver como os universos de Mario e dos Rabbids poderiam se entrelaçar. Eis que, a julgar pela demonstração, deu certo: é divertido vencer os puzzles do jogo e adqurir novas armas e habilidades. Como soubemos através da nossa entrevista com a Ubisoft, Shigeru Miyamoto (criador de Mario) tinha uma grande preocupação com o gameplay e com criar algo novo para o mascote. Eis que a Ubisoft conseguiu encontrar uma mecânica que empolga.

Ficamos curiosos em relação ao modo multiplayer, que promete trazer missões cooperativas, e com possíveis easter eggs. Questionei um dos designers do projeto na feira se poderíamos aguardar a aparição de Rayman. Ele sorriu e despistou, mas se os coelhos carismáticos foram apresentados ao mundo em um game junto ao mascote da Ubisoft, eu acredito fortemente nessa possibilidade. Talvez caia uma lágrima se acontecer…


Mario + Rabbids: Kingdom Battle chega exclusivamente ao Switch em 29 de agosto. Siga acompanhando o site e redes sociais do BitBlog para mais novidades da E3 2017!