Sega

Jogamos: Yakuza 6 – The Song of Life mantém o charme da franquia

Yakuza é uma série que nasceu em plataformas PlayStation e por lá ficou, com raras exceções (como o remake dos dois primeiros jogos no Wii U). O que esperar do primeiro jogo da franquia desenvolvido com a atual geração de consoles em mente? Primeiro, que sai no PS4. Segundo, todos os elementos dos anteriores.

Veja abaixo a nossa prévia de Yakuza 6: The Song of Life, direto da E3 2017 em Los Angeles!


Vai ter karaokê de novo

A mecânica de ação em um mundo aberto está mantida: o protagonista Kazuma Kiryu pode esbarrar nas pessoas pelo cenário, arrancar objetos e brigar bastante. O enredo envolve os esforços de Kiryu para proteger uma criança e descobrir o que aconteceu com a mãe dela, Haruka, durante o tempo em que ele passou na prisão, julgado pelos seus crimes.

Os minigames da série estão de volta. Na demo da E3, pudemos achar a casa de karaokê e colocar Kiryu para cantar – este era apenas um dos minigames disponíveis. Foi uma cena bem engraçada, arrancando risadas do pessoal que aguardava para jogar.

Explorando a demo

Na edição que jogamos, duas áreas estavam disponíveis: Kamurocho, visando explorar as sidequests, além de Onomichi, que introduz a narrativa principal do título. Fomos com Kamurocho mesmo, dadas as restrições de tempo. Gostamos do resultado: o Yakuza de sempre, com um visual mais atrativo.

Conversei rapidamente com o pessoal da Atlus, que está fazendo a localização do jogo para o Ocidente, e me falaram que Yakuza 6 é um dos projetos com maior quantidade de diálogo que eles já trabalharam. Tanto que o game foi lançado no Japão no fim de 2016, mas está previsto para um vago “2018” deste lado do mundo. Versões para outras plataformas (inclusive Windows!) não estão descartadas, mas por enquanto é um título exclusivo do PS4.


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Jogamos: Sonic Mania é meu portal de volta para a infância

O Mega Drive foi o console que marcou a minha infância nos videogames e eu sempre vou ter um carinho especial por ele. Os jogos de Sonic da geração 16-bit me trazem uma nostalgia impossível de se traduzir em linhas. E nostalgia é algo que vai além de fases icônicas como Star Light, Emerald Hill, Ice Cap, Sky Sanctuary e – por que, não? – Volcano Valley. Sim, eu gosto até do Sonic 3D Blast. Mas Sonic é mais que isso para mim. É sobre eu e minha irmã achando que Knuckles era uma menina. É minha mãe, que nunca simpatizou com videogames, percebendo antes de mim a estratégia para vencer a Death Ball. É meu pai me entregando a caixa do Mega com o selo da Tectoy. Às vezes a gente gostaria de voltar no tempo. A demo de Sonic Mania na E3 2017 conseguiu fazer isso por mim.

Perdi as contas de quantas vezes desejei ver a SEGA apostar em algo assim. Por isso o anúncio de Sonic Mania me empolgou muito mais que o Sonic Forces – inclusive, caso você seja leitor assíduo do BitBlog, irá perceber que o preview do Forces ficou sob a batuta de Diego. Caso você tenha caído de paraquedas neste post, explico: Sonic Mania traz a jogabilidade em 2D com o mesmo estilo visual do que se convencionou chamar de Sonic clássico, em contraponto aos games em 3D do ouriço. É uma mistura das fases antigas reimaginadas com zonas completamente novas.

Os jogadores poderão escolher entre Sonic, Tails e Knuckles. Um detalhe interessante é que Sonic ganhou um novo movimento além do spin dash (giro supersônico). É o drop dash, que consegue ser tão veloz quanto, porém é mais rápido de ser executado. Basta pular e pressionar o botão de ação no ar para fazer Sonic girar e avançar sobre os inimigos ao cair.

Na demo que eu joguei, era possível escolher entre uma Green Hill Zone reimaginada e a estreante Mirage Saloon. Fui de Green Hill com Sonic. A fase está completamente diferente, mas a atmosfera é a mesma. O time de desenvolvimento soube como resgatar a essência dos títulos do Mega Drive e ao mesmo tempo se permitir uma dose de liberdade. O boss que eu enfrentei, por exemplo, lembrava o Giant Mech (aquele robôzão gigante) que está no final de Sonic the Hedgehog 2. Mas Green Hill é a primeira zona do primeiro Sonic the Hedgehog.

Um detalhe também interessante é que os escudos elementais (água, fogo e elétrico) estarão presentes em todas as fases e, na franquia clássica, eles foram implementados com o Sonic 3. O mais legal é que  eles deverão ser afetados pelo cenário. Isso fica bem claro no gameplay da Flying Battery Zone no Sonic Mania (veja a partir de 12 segundos). Até então, se não me falha a memória, a única “interação” era perder o escudo de fogo ao entrar na água.

Apesar de não ter jogado a Mirage Saloon, eu estava analisando um vídeo de gameplay e dá para dizer que foi feito um belo trabalho de usar os elementos do Sonic clássico. A zona lembra bastante a desértica Sandopolis Zone, mas tem – na minha opinião – algo da Carnival Night, da Launch Base e da Death Egg do S&K.

Ainda existem, porém, várias dúvidas sobre Sonic Mania. Os estágios especiais para conseguir as esmeraldas permanecem um grande segredo. Ninguém sabe se vão fazer algo totalmente novo, usar apenas um estilo de level design ou colocar todos no jogo ao mesmo. O mesmo pode se falar da possibilidade de Hyper Sonic, Hyper Knuckles e Super Tails, que aparecem em Sonic 3 & Knuckles graças ao recurso do lock-on, bastante inovador à época. Eu também me pergunto se as fases terão transições, algo que começou no Sonic 3. Torço muito que sim. Outra dúvida é se veremos caminhos e chefes alternativos de acordo com o personagem. Lembrem, por exemplo, da Marble Garden Zone com Knuckles.

Todas essas perguntas foram encaminhadas à assessoria de comunicação da SEGA, embora eu acredito que dificilmente teremos respostas assim tão facilmente. De todo modo, o jogo será lançado em 15 de agosto de 2017 para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e Windows PC. Em breve, vamos descobrir.

Vai ser incrível.

ATUALIZAÇÃO 1:

O leitor Toguro me lembrou nos comentários do post que os escudos elementais garantem proteção a danos dos respectivos elementos. Eu comentei com ele que isso é verdade e recordei, por exemplo, como o escudo de fogo é útil na Lava Reef Zone. Isso sem mencionar os ataques especiais conferidos pelos escudos.

ATUALIZAÇÃO 2:

Quando eu escrevi o post, eu havia jogado apenas a Green Hill Zone com Sonic, mas depois eu voltei duas vezes ao estande da Sega. Coisa de fã, né? Joguei a Mirage Saloon com Knuckles e gostei bastante da fase. Ela realmente tem uma pegada que lembra muito a Sandopolis. E aí joguei a Green Hill com Tails e voei por todo o mapa para tentar descobrir algo secreto. Perto do final da fase, lá no alto, eu achei a localização do que pode ser o segundo anel gigante que leva para as special stages. Abri um sorriso enorme. Com certeza alguém já tinha achado antes de mim, mas eu não tinha visto em nenhum gameplay até então. Tenho a impressão de que Tails vai ser importantíssimo para a galera que gosta de mapear as zonas. Eu, particularmente, acho bem interessante ver o design completo delas em sites como o Sonic Retro.

Jogamos: Sonic Forces empolga, mas segue fórmula 3D do ouriço

Um dos games que eu mais queria jogar nesta E3 2017 tem nome e sobrenome: Sonic Forces. A nova aventura do mascote da Sega foi anunciada no ano passado em meio a bastante expectativa, após o fiasco de Sonic Boom: Rise of Lyric. Veja abaixo o que achamos, na edição do game para o PS4. Não deixe de ler também nossas impressões sobre Sonic Mania.

Demo: modos e fases

Ao iniciar a demonstração, é possível escolher entre Sonic, Classic Sonic e sua criação. O primeiro traz a versão moderninha do mascote (em uso desde Sonic Adventure) em um estágio parte 3D, parte 2.5D: a mesma cidade pegando fogo do trailer do jogo. O segundo vem com a edição clássica do ouriço em uma fase 2.5D mais confronto com Eggman. Já a terceira opção permite ao jogador controlar um personagem customizado. Sim, na versão final do jogo será possível criar o seu herói e jogar com ele!

Nossas impressões

Testamos o título com Sonic e Classic Sonic. Ambos lembram bastante as mecânicas de Sonic Generations. O primeiro, mais moderno, foi o que chamou mais atenção – seja pelo visual, seja pelo apelo do herói. Jogar com ele lembrou bastante Sonic Heroes no que diz respeito ao level design e à velocidade, além de Sonic Lost World com relação à jogabilidade.

É perigoso vender Sonic Forces como uma revolução na série, simplesmente porque nada mudou tanto assim. As referências que mencionamos acima (Heroes e Lost World) influenciam bastante o novo game e todos eles foram desenvolvidos pelo Sonic Team, o estúdio principal da série. Há quem ache Lost World morno – não é o meu caso – mas Heroes é cercado por elogios. Logo, se você é um fã deles, há vários motivos para aguardar o lançamento de Sonic Forces.


Sonic Forces será lançado em 2017 para Switch, PS4, Windows e Xbox One. Continue acompanhando a nossa cobertura da E3 no site e redes sociais do BitBlog!

Sonic Forces é anunciado pela Sega e tem gameplay revelado

Há algum tempo a Sega vinha desenvolvendo um novo game do ouriço azul que era tratado com o codinome Project Sonic. Nas últimas 24 horas tivemos várias novidades sobre o jogo, que havia sido anunciado na E3 2016. O perfil oficial de Sonic the Hedgehog no Twitter revelou na noite da quinta o nome oficial: Sonic Forces.

E nesta sexta-feira, conforme prometido pela Sega, foi a vez de divulgarem o primeiro gameplay do “Sonic moderno” de Sonic Forces. Colocamos o vídeo abaixo. Nele dá para sentir que há vários elementos do Sonic Colors e do Sonic Generations, dois títulos em 3D de Sonic que tiveram até que uma boa aceitação da crítica. O primeiro, em sua versão para Wii, ganhou 78 no Metacritic. Já o segundo teve uma nota parecida para o PlayStation 3 e Xbox 360, embora tenha sido massacrado no 3DS.

O que sabemos sobre Sonic Forces

Sonic Forces está sendo feito pelo Sonic Team, a divisão da Sega que deu início à franquia e que assina o desenvolvimento de Sonic Colors e Sonic Generations. O game vai ter um apelo visual em 3D muito forte e o gameplay revelado nesta sexta-feira realmente mostra um jogo bem polido. Ele vai ser lançado para Windows PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch no final de 2017.

Vamos ter o retorno da mecânica do Sonic moderno, bem mais acelerado e com um estilo inspirado no on-rails que nem sempre anima a galera das antigas. Ele vai coexistir, com o Sonic clássico, que apesar do visual caprichado ainda se assemelha aos jogos de plataforma que fizeram história no Mega Drive e favorece a exploração das fases.

Se você ainda está confuso sobre a diferença, confira este vídeo abaixo. Pode pular para 40 segundos:

Por fim, não temos praticamente nenhuma informação sobre o enredo, mas tanto o gameplay como o trailer da E3 2016 sugerem uma pegada pós-apocalíptica. Uma boa pista é o slogan: “Junte-se à resistência”.

Imagens de Sonic Forces

Capturamos algumas telas do gameplay. É importante destacar que a qualidade ingame fica bem superior a isso.

E os fãs do Sonic clássico?

Bem, ainda não temos nenhum gameplay de como vai ficar o Sonic clássico em Sonic Forces.

Minha dica para o pessoal mais nostálgico como eu, que curtia Sonic & Knuckles e toda aquela era de ouro do Mega Drive, é apostar as fichas também no Sonic Mania. Já escrevemos sobre o Sonic Mania aqui no BitBlog. A má notícia é que ele vai sofrer um pequeno atraso. Antes confirmado para o segundo trimestre deste ano, deve levar mais alguns meses até chegar nas prateleiras. Vale lembrar que a Sega classifica Sonic Mania como o game definitivo da franquia para o público retrô.

Falando nisso, não deixe de ver a nossa listinha das 10 melhores fases do Sonic no Mega Drive.

Abaixo, novo trailer recém-liberado do Sonic Mania, com a Flying Battery Zone:

Sega adquire estúdio da Crytek e reforça time de Alien e Total War

A divisão europeia da Sega adquiriu a Crytek Black Sea, de acordo com o GamesIndustry.biz.

O estúdio recém-comprado, que fica na capital da Bulgária, trabalhará de forma conjunta com o time interno Creative Assembly, responsável por Total War, Alien e trabalhos externos como Halo Wars 2. A mudança deixa evidente, mais do que nunca, a estratégia da Sega de investir em franquias rentáveis que fazem sucesso no Ocidente.

O novo time se chamará Creative Assembly Sofia. O MOBA Arena of Fate, que vinha sendo desenvolvido pelos búlgaros, tinha sido cancelado em dezembro e o seu destino era incerto, até a aquisição ser feita pela Sega.

10 jogos para o PS Vita que chegam em 2017

Parece inacreditável que uma plataforma sem apoio da sua própria fabricante consiga chegar tão longe. O PS Vita, lançado em fevereiro de 2012 nos EUA e no mês seguinte no Brasil, continua com fôlego: muitos games para o portátil da Sony estão previstos para este ano. O BitBlog selecionou 10 jogos para os PS Vita que chegam em 2017.

10) Dynasty Warriors: Godseekers

Também para: PS4
Data de lançamento: 1 de fevereiro de 2017

Heróis se preparam para combate

Ame ou odeie, Dynasty Warriors está de volta no PS Vita em 2017

Mais um ano, mais um Dynasty Warriors. Será que, dessa vez, teremos o mesmo nível de qualidade da saga no PS2? Em Godseekers, Zhao Yun e o novato Lei Bin vivem os últimos dias da dinastia Han no ano de 220, quando tentam libertar uma maga, Lixia, de um santuário onde permanece aprisionada por séculos. É com esse enredo que apresentamos o primeiro jogo para PS Vita em 2017 da nossa lista.

9) Oceanhorn: Monsters of Uncharted Seas

Também para: PS4, Xbox One, Windows, Mac OS X, Android e iOS
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena com o protagonista em uma pequena vila, cercada pelo mar

Outro jogo que chega para PS Vita em 2017, Oceanhorn oferece um visual lindo

Inspiradíssimo em The Legend of Zelda – mais precisamente em Wind Waker – e com colaborações de Nobuo Uematsu na trilha sonora (famoso por Final Fantasy), Oceanhorn é uma espécie de homenagem aos RPGs. Lançado primeiramente para iOS, foi eleito um dos melhores jogos mobile e logo chegou aos consoles de mesa. Em 2017, será a vez do PS Vita e Android receberem este clássico indie, cuja continuação já está a caminho.

8) Full Throtlle Remastered

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena do game, com dois personagens

Os adventures da LucasArts estão de volta com tudo no PS Vita em 2017

Após remasterizar Grim Fandango e Day of the Tentacle para o PS4 e PS Vita, eis que o estúdio Double Fine resolveu reviver mais um adventure clássico da LucasArts. O retorno de Full Throttle terá gráficos desenhados à mão, com áudio refeito e a opção de alternar – a qualquer momento – entre os visuais antigo e novo. A aventura, criada pelo designer Tim Schafer, conta a trama de Ben, o líder de uma gangue de motociclistas, que é acusado de um assassinato e tenta limpar o seu nome a qualquer custo.

7) Windjammers

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Partida entre dois adversários

Momento retrô do artigo

Originalmente para Neo Geo, o jogo de 1994 da SNK ficou famoso pelas acirradas partidas multiplayer entre duas pessoas, onde o objetivo é fazer gol rebatendo uma espécie de disco voador. O reboot pretende manter o visual 2D antigão do original, mas vai trazer partidas online, além de outros cinco modos. Aposto que vai ter uma galera fã do Neo Geo louca pra comprar este aqui…

6) Tokyo Xanadu

Também para: Windows (Steam)
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena de combate

O jogo foi a fuga da Nihon Falcom das suas séries de fantasia

Já falávamos por aqui há algum tempo de Tokyo Xanadu. O lançamento ocidental foi, enfim, confirmado via Aksys Games. A Nihon Falcom desenvolveu o projeto tentando fugir das suas séries de fantasia – como Ys e The Legend of Heroes. Em mais um enredo clichê de jovens colegiais enfrentando o mal, não há muita inovação aqui, mas o conjunto da obra foi elogiado no Japão – onde o título já está disponível. Se tratando de um estúdio tão renomado em RPGs, a expectativa não poderia ser diferente. Pode colocar na sua lista de games para o PS Vita que serão lançados em 2017.

5) Rainbow Skies

Também para: PS3, PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena gameplay de Rainbow Skies

O visual de Skies é bem detalhado e promete agradar os jogadores do PS Vita

Dos criadores do cultuado Rainbow Moon (2013), surge um sucessor espiritual. Rainbow Skies também é um RPG tático, com um longo enredo, mas que dessa vez dá um foco ainda maior ao desenvolvimento dos personagens.

4) Toukiden 2

Também para: PS3, PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Cena gameplay de Toukiden 2

Na ausência de Monster Hunter…

Para alguns, o Toukiden original seria uma mera cópia de Monster Hunter. No entanto, não foi o que aconteceu: o game foi um sucesso de crítica e vendeu o suficiente para assegurar uma sequência, já disponível no Japão e confirmada para o Ocidente pela Koei Tecmo.

3) Valkyria Revolution

Também para: PS4 e Xbox One
Data de lançamento: entre março e maio de 2017

Herói enfrenta um robô gigante

Série da Sega é famosa nas plataformas da Sony

Da Sega, a franquia Valkyria é conhecida pelos seus combates táticos. No novíssimo Revolution, cinco amigos de longa data – motivados por vingança – levam o mundo a uma guerra. Será o chamado “Circle of Five” um grupo de heróis, ou uma aliança formada para causar o mal? Em meio a esta dúvida, as batalhas acontecem em tempo real, no lugar dos combates por turnos dos games anteriores. Várias opções de customização estão disponíveis, inclusive no que diz respeito à inteligência artificial dos seus companheiros.

2) Ys Origin

Também para: PS4 e Windows (Steam)
Data de lançamento: 21 de fevereiro de 2017

Calabouço do game, com plataformas acima de uma superfície de lava

Ys tá de volta! Todos (os fãs de RPGs japas) comemoram

Se você não conhece a elogiada franquia de RPG Ys, da Nihon Falcom, vamos te ajudar: é um dos nomes mais influentes do gênero, principalmente no Japão. Mesmo com vários de seus títulos limitados àquele país, graças ao lançamento de Ys: Memories of Celceta (leia nossa análise aqui) e Ys Seven no Ocidente, a série ultrapassou 1 milhão de cópias físicas em todo o mundo, o suficiente para ser considerada relevante.

Origin é uma espécie de prólogo, se passando 700 anos antes do jogo original. O único a não contar com o protagonista Adol Christin, inclusive. No game, demônios forçaram as deusas que governavam o mundo a recuar, sendo aprisionadas na sombria Devil´s Tower. Uma aliança de magos e guerreiros foi então formada para reestabelecer a paz no mundo. A edição de PS Vita e PS4 é um remake daquela já disponível na Steam, com gráficos e trilha sonora refeitas.

1) Ys VIII: Lacrymosa of Dana

Também para: PS4
Data de lançamento: 2017, a confirmar

Protagonista Adol Christin corre em uma praia junto a colegas

Hype altíssimo, principalmente após o elogiado Ys: Memories of Celceta

E lá vem mais Ys. Aguardadíssimo, Lacrymosa of Dana é o real sucessor da franquia, cuja trama principal parou em Ys Seven, do PSP. O novo jogo para PS Vita recebeu avaliação 34/40 na revista japa Famitsu, que elogiou o enredo e o sistema de batalha. Uma edição para PS4 ainda chega no meio do ano ao Japão. Nós, do Ocidente, ficamos aguardando uma data mais precisa para ambas as versões. A capa tá linda, a propósito…

Outros títulos que vale a pena esperar

Veja os games já confirmados para o Nintendo Switch

2017 marca o lançamento do famoso híbrido de console e portátil. O Nintendo Switch terá maiores detalhes revelados em um evento online no dia 12 de janeiro, mas não precisa esperar: o BitBlog consolidou todos os games já confirmados para a plataforma, além daqueles que estão só aguardando um empurrãozinho para se tornarem oficiais. Confira!

Confirmados

Link correndo de explosões

Breath of the Wild foi o primeiro game confirmado para o Switch

  • Just Dance 2017 (Ubisoft, março de 2017)
  • Project Sonic 2017 (Sega, 2017) – título provisório
  • Sacred Hero (Simplistic, 2018)
  • Seasons of Heaven (Any Arts, 2018)
  • Super Mario (Nintendo, sem data) – título provisório
  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo, 2017)

Demonstrados, aguardando confirmação

Dragão com montanhas ao fundo

A Bethesda tá esperando algo inexplicável para confirmar Skyrim

  • Dragon Quest XI (Square Enix)
  • Mario Kart 8 (Nintendo) – título provisório
  • NBA 2K17 (2K Games)
  • Splatoon (Nintendo) – título provisório
  • The Elder Scrolls V: Skyrim (Bethesda)

Rumores “fortíssimos”

Robô (doll) voando o universo de Mira

Clássico do Wii U, Xenoblade Chronicles X poderá ter uma nova chance no Switch

  • Animal Crossing (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Dark Souls 3 (From Software)
  • Luigi’s Mansion (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
  • Mario RPG: Invasion of the Rabbids (Ubisoft)
  • Mass Effect Andromeda (EA Games)
  • Sphinx and the Cursed Mummy (THQ Nordic)
  • Super Mario Maker (Nintendo) – relançamento do Wii U
  • Super Mario Sunshine (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Super Smash Bros. Melee (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • The Binding of Isaac Afterbirth+ (Nicalis)
  • Xenoblade Chronicles X (Monolith) – relançamento do Wii U