SNES

7 games de Star Wars pra você aguardar o novo filme

Enquanto Star Wars: The Force Awakens não chega aos cinemas, que tal ir entrando no clima jogando videogame? O BitBlog listou 7 títulos memoráveis de Star Wars, desde a época 16-bit até as gerações de consoles recentes, passando pelo PC.

7) Star Wars Episode I: Racer

Ano de lançamento: 1999
Plataformas: PC, Nintendo 64, Dreamcast, Mac OS, Arcade

No clima do Episódio 1, que chegava aos cinemas na mesma época, a LucasArts lançou um game inspirado em suas corridas de pod racer. A ideia era reviver uma das melhores partes do filme no conforto de casa. E deu certo. Racer é um belo jogo de corrida futurista. A trilha sonora era, no mínimo, sensacional (tanto que homenageamos aqui no BitBlog). E o multiplayer era motivo pra passar horas e horas em frente à TV.

6) Star Wars Jedi Knight: Dark Forces II

Ano de lançamento: 1997
Plataforma: PC

Exclusivo para Windows, Jedi Knight surpreendeu pelo visual caprichado para a época, além de duas visões de jogo: em primeira e em terceira pessoa. Com o uso de armas e do tradicional sabre de luz – que rebate tiros e ilumina ambientes – o título trouxe 21 fases para exploração, em uma narrativa paralela a dos filmes. Além disso, tinha multiplayer online, o que era um diferencial naquele momento.

5) Star Wars: Shadows of the Empire

Ano de lançamento: 1996
Plataformas: Nintendo 64 e PC

Star Wars Shadows of the Empire

Ambicioso. Isso define Shadows of the Empire. Misturando veículos terrestres e aéreos com o gênero de ação/plataforma em 3D, o game era daquele tipo “ame ou odeie”. Dividiu opiniões por ter estágios variados: uns eram entediantes, enquanto outros eram surpreendentes. Uma hipótese seria a pressão da Nintendo para ter o jogo pronto no lançamento do N64, mas não importa. No geral, Shadows of the Empire merece ser jogado – mesmo com a câmera atrapalhada ou a falta de polimento em alguns aspectos. No mínimo, você vai lembrar das suas aventuras voando com um jetpack pelos cenários grandiosos.

4) Star Wars: The Force Unleashed

Ano de lançamento: 2008
Plataformas: PS3, PSP, PS2, Xbox 360, Wii, Nintendo DS, PC, Mac OS X, N-Gage, iOS

Situado entre os episódios III e IV dos filmes, The Force Unleashed é protagonizado por um aprendiz de Darth Vader, que descobre seu caminho durante o enredo. Se adapta bem a diferentes estilos de jogo: seja você um apressadinho – que sai destruindo tudo, sem pensar duas vezes – ou um jogador mais estratégico. Vendeu milhões de cópias, passando por quase uma dúzia de plataformas.

3) Star Wars: Knights of the Old Republic

Ano de lançamento: 2003
Plataformas: Xbox, PC, Mac OS X, iOS, Android

Star Wars Knights of the Old Republic

O que você esperaria de um game de Star Wars desenvolvido pela BioWare, de Mass Effect e Dragon Age? Mesmo no início dos anos 2000, o estúdio canadense já fazia trabalhos reconhecidos pela indústria. KOTOR – como o título é chamado pelos fãs – colecionou prêmios e mostrou que era possível incorporar o gênero RPG ao amado universo de George Lucas. Ganhou versões para iOS e Android quase uma década após.

2) Super Star Wars

Ano de lançamento: 1992
Plataformas: SNES, Wii, PS4, PS Vita

Super Star Wars

Super Star Wars marcou a primeira adaptação fiel do Episódio IV para o mundo dos videogames. No comando de Luke Skywalker, Han Solo ou Chewbacca, seja a pé ou no comando de uma X-Wing, inaugurou as aventuras da série no SNES. Fez tanto sucesso que foi relançado muitos anos após para o Wii e, mais recentemente, no PS4 e PS Vita.

1) Star Wars Rogue Squadron III: Rebel Strike

Ano de lançamento: 2003
Plataforma: GameCube

Para muitos, Rogue Squadron II é a melhor adaptação para videogames de Star Wars. Mas nem todos lembram do lançamento seguinte. Rogue Squadron III: Rebel Strike trazia todas as fases do seu antecessor em modo multiplayer cooperativo, além de contar com uma campanha inédita. Não se limitou a combate aéreo, já que alguns estágios tinham uma “pegada” de ação em terra, com resquícios da série Battlefront original. Foi um dos melhores títulos do GameCube e é uma pena que tenha ficado ali, em 2003. Queremos uma continuação já!

Super Mario World completa 25 anos, veja legado

Em 21 de novembro de 2015, era lançado no Japão um dos títulos mais queridos do famoso mascote da Nintendo. Super Mario Bros. 4: Super Mario World (sim, lá o nome é esse mesmo) chegava ao mercado no mesmo dia que o Super Famicom, o Super Nintendo de lá. Para comemorar o aniversário de 25 anos do game, o BitBlog falou sobre alguns dos legados que o clássico deixou. Confira!

Yoshi, o dinossauro debutante

Evolução de YoshiEvolução do famoso dinossauro: o seu protótipo, aparição em Super Mario World e modelo atual

Shigeru Miyamoto, criador da série Mario, queria um animal que acompanhasse o bigodudo já nos primeiros games Super Mario Bros., na década de 80. Entretanto, as limitações técnicas do NES impediram a viabilidade disso. A ideia ficou na gaveta até o desenvolvimento do primeiro jogo da série para Super NES.

Yoshi foi inspirado em Tamagon, o dragão protagonista de Devil World. Seu nome completo é T. Yoshisaur Munchakoopas, de acordo com um guia da Nintendo de 1993. Namora um outro dinossauro, Birdo.

Parece que foi ontem que eu jogava os estágios da Star Road e descobria as versões alternativas de Yoshi… O azul, que pode voar, o vermelho, que cospe fogo e o amarelo, que causa dano ao atingir o solo. Bons tempos!

Ghost Houses e seus labirintos

Ghost House em Super Mario WorldQuando você não está perdido, está correndo de dezenas de Boos

Além de trazerem uma trilha sonora marcante, as Ghost Houses de Super Mario World também são lembradas pelos seus puzzles e saídas secretas. A fórmula “correr e pular” mudou um pouco, tirando os jogadores da aparente linearidade e obrigando-os a encontrar formas criativas de completar os estágios.

As fases “assombradas”  se tornaram um dos destaques do game de SNES, voltando na série spin-off New Super Mario Bros., para DS, Wii, 3DS e Wii U. Além disso, viraram palco de disputas de kart (Super Mario Kart) e tênis (Mario Tennis).

Pra mim, a pior coisa das Ghost Houses era não poder entrar com Yoshi. Achava isso um absurdo, no auge dos meus cinco anos.

Mario pode voar!

Caped MarioEsse era o item mais “rockstar” do jogo

Sim, eu sei que existia o Raccoon Mario antes disso. Mas a capa tinha todo um charme. E a mecânica de voo com ela em Super Mario World era bem mais divertida! Ela virou até item em Super Mario Kart e retornou em games posteriores da série principal, porém teve seu auge em SMW.

Com a capa, Mario (ou Luigi, disponível no modo multiplayer) podia alcançar passagens secretas no topo das fases, além de uma série de itens. Eu era daqueles jogadores que, ao perder este power-up, voltava ao começo dos estágios só para consegui-lo novamente.

Banzai Bills: é hora de correr!

Banzai Bill em Super Mario WorldNada mais assustador do que se deparar com um Banzai Bill

Não satisfeita com os Bullet Bills dos títulos anteriores, a Nintendo estava empenhada em assustar os jogadores. Eis que surge a versão “digivolvida”, o Banzai Bill, logo no primeiro mundo de SMW. Algo impossível de reproduzir no NES, mas que se tornava realidade com o novo 16-bit da empresa.

Magikoopas

Magikoopa em Super Mario WorldEncontrar um deles era algo bem… frustrante

Não tinha nada mais detestável em SMW do que os Magikoopas! Toda vez que via um, ficava na eterna dúvida: tento matá-lo ou corro? De qualquer forma, estes Koopas podem lançar feitiços que transformam elementos das fases, além de serem fatais para o coitado do Mario. Eles são os inimigos de alto escalão do exército de Bowser, além de serem conselheiros do mesmo.

O líder destas tartarugas infelizes, Kamek, só veio estrear na sequência de Super Mario World, mas comprova o legado do título em relação aos Magikoopas. Eles estão presentes em dezenas de games Mario.

A música tema dos estágios

Já percebeu que a música das fases – sejam elas tradicionais, aquáticas ou até Ghost Houses – é a mesma, com pequenas variações? A trilha é marcante e foi tema até de um trabalho de alunos da UFPE, apresentado no vídeo acima. Assista e deixe a nostalgia fluir.


Pra mim, o melhor de tudo é poder demonstrar todos estes elementos acima, ao construir uma fase em Super Mario Maker (já leu nossa análise?). Não tem forma melhor de homenagear o aniversariante.

E para você, qual o legado mais marcante de Super Mario World?

#BitSound96 – Radical Rex

O BitSound desta semana veio do fundo do baú. Na época em que ter um mascote era uma necessidade para as empresas de games, a Activision lançava um jogo estrelado por um dinossauro que andava de skate. Nascia Radical Rex, para SNES, Mega Drive e Sega CD.

Radical Rex

O enredo não era nada inovador… O carismático tiranossauro precisa salvar sua namorada, Rexanne (sério!), de um vilão maligno chamado Sethron. Com habilidades que variavam de cuspir fogo a um spray de bolhas (!), Rex avançava por 10 fases, com chefões considerados difíceis para a época. Longe de ser uma obra-prima, o jogo vendeu bem e era comum até mesmo no Brasil. Pela nostalgia, aqui está o BitSound desta semana.

Abaixo, escute a trilha Jungle:

Toda semana o BitBlog traz uma trilha sonora de um game. Tem uma sugestão para a gente? É só deixar nos comentários.

#BitSound88 – Dragon Ball Z: Super Butouden 3

Aqui no Ocidente, demorou para Dragon Ball chegar aos videogames. A franquia estava limitada ao Japão, onde apareceu no NES, SNES, PS1, Game Boy, Mega Drive, Saturn e até no Apple Pippin. Os mercados americano e europeu receberam oficialmente o primeiro jogo da série apenas em 2001, The Legacy of Goku.

Como muitos sabem, o anime só veio fazer sucesso mesmo neste lado do mundo através da saga Z, no final da década de 90, quase dez anos após a exibição no Japão. DBZ, como os fãs costumavam chamar, virou uma febre, inclusive no Brasil, deixando os gamers ansiosos por jogos com Goku e companhia. A alternativa, para muitos, foi importar os títulos disponíveis no Japão, ou até mesmo recorrer a emuladores. No SNES, um dos games mais jogados em território nipônico era o Super Butouden 3.

Com uma mecânica similar aos clássicos de luta da época, SB3 contemplava a fase de Majin Boo do anime, trazendo personagens como o Trunks e Goten (ambos crianças), além do Kaioshin. Com modo multiplayer para 2 jogadores, era bem divertido reproduzir as batalhas do anime com os amigos.

Escute uma das faixas, a da tela de escolha dos lutadores:

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O fenômeno Mario Kart: conheça a história da série

Poucas séries fizeram tanto sucesso nos videogames quanto Mario Kart. É a 12ª franquia mais bem-sucedida na indústria, com mais de 105 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, de acordo com a Nintendo. O BitBlog fez uma retrospectiva, mostrando cada um dos títulos lançados para consoles e portáteis. Eu, particularmente, tenho todos (exceto pelo Mario Kart DS – ainda!) e sou fã #1 da série. Até hoje a caixinha em português do Super Mario Kart tá aqui, conservada.


Super Mario Kart
Plataforma: Super Nintendo
Ano de lançamento: 1992

A estreia de Mario e sua turma nas corridas de kart aconteceu no saudoso SNES. Permitindo partidas para até 2 jogadores, 20 pistas na campanha principal e quatro modos, Super Mario Kart é simplesmente inesquecível. Uma curiosidade interessante: na versão japonesa do game, Bowser e a princesa Peach tomam champagne em suas comemorações – algo que ia contra a política da Nintendo, uma vez que seus mascotes não poderiam aparecer ingerindo bebidas alcoólicas. Sinto saudade da Koopa Beach

Mario Kart 64
Plataforma: Nintendo 64
Ano de lançamento: 1997

Mario Kart 64

Na edição 64-bit da franquia, pela primeira vez Wario e Donkey Kong tornaram-se personagens jogáveis. Além disso, até 4 pessoas passaram a jogar simultaneamente nos modos multiplayer. Com cenários completamente tridimensionais e a vinda de itens como o Casco Espinhudo (amado por uns, odiado por outros) e os cascos triplos, este aqui era obrigatório nas coleções de Nintendo 64. Melhor pista, na minha humilde opinião: Sherbet Land (malditos pinguins).

Mario Kart: Super Circuit
Plataforma: Game Boy Advance
Ano de lançamento: 2001

Estreia das corridas de Mario e sua turma nos portáteis, Super Circuit é o menos querido pelos fãs, talvez pela falta de grandes inovações. De qualquer forma, a possibilidade de se divertir em qualquer lugar, podendo conectar-se aos GBAs de outros amigos para partidas em grupo, fez o título ser bem vendido na época. Além disso, trouxe 40 circuitos: 20 inéditos, 20 clássicos – embora todos sejam muito simples. A Sky Garden é “interessantezinha”…

Mario Kart: Double Dash!!
Plataforma: GameCube
Ano de lançamento: 2003

Com uma mecânica que permitia dois corredores por kart, Double Dash!! trouxe algumas mudanças para permitir esta novidade, como os itens duplos e rebalanceamento dos personagens. A possibilidade de conectar-se a outros consoles GameCube para partidas em LAN abriu uma brecha, na época, para alguns gamers disputarem partidas online, ao plugar o Cube em um PC com software específico. Jogar a DK Mountain (foto), deixar bananas na ponte no final do trajeto e derrubar alguém é uma experiência que faz parte da vida.

Mario Kart DS
Plataforma: Nintendo DS
Ano de lançamento: 2005

Em MKDS, finalmente a Nintendo ouviu os apelos dos fãs e trouxe, oficialmente, a funcionalidade de partidas online. Como se não bastasse, esta versão foi bastante elogiada pelo design das pistas. Sem contar com o visual, caprichadíssimo para o limitado hardware do Nintendo DS. Melhor circuito, disparado: a Airship Fortress.

Mario Kart Wii
Plataforma: Wii
Ano de lançamento: 2008

Mario Kart Wii é o terceiro jogo mais vendido de todos os tempos, com mais de 34 milhões de unidades globalmente. Além de melhorar bastante o modo online, trouxe motocicletas e novos personagens, sem contar com o suporte ao controle Wii Remote para fazer curvas através de movimentos. Considerado, por muitos, o melhor da série (não é o meu caso – continue lendo para saber minha opinião). Saudades enormes da Mushroom Gorge

Mario Kart 7
Plataforma: Nintendo 3DS
Ano de lançamento: 2011

Além de novos itens e circuitos, Mario Kart 7 trouxe a personalização dos veículos. Além de permitir a troca do modelo do carro ou moto, é possível mudar os pneus e o acessório para planar. Gosto muito da divertidíssima DK Jungle, que inclusive foi desenvolvida pela Retro Studios (responsável pelos dois mais recentes Donkey Kong Country: o Returns e o Tropical Freeze). O trajeto dela é genial.

Mario Kart 8
Plataforma: Wii U
Ano de lançamento: 2014

(Esse, para mim, é o melhor da franquia.)

Além das 40 pistas incluídas no pacote (entre inéditas e clássicas), foram lançados 8 novos circuitos posteriormente, no formato de DLCs. As pistas incluem personagens e cenários de games fora do universo Mario. Sim, você pode jogar como Link no Hyrule Castle, de The Legend of Zelda, e na Big Blue, de F-Zero, por exemplo. Além disso, as pistas dão “loops” e a gravidade foi deixada de lado completamente. O modo online é o melhor até aqui na franquia. Obrigatório para quem tem o Wii U. Além dos dois circuitos citados, também sou fã #1 da Sunshine Airport, Excitebike Arena e Bowser Castle.

(OBS: Quem quiser jogar online comigo é só pesquisar por @diegovonsohsten lá na Nintendo Network. Quero ver se esses leitores do BitBlog são bons mesmo no MK8!) :)


E você, tem algum dos títulos acima? Qual o seu Mario Kart preferido? Queremos saber sua opinião, é só deixar um comentário aqui no post.

10 games clássicos que você (provavelmente) jogou na sua infância

Se você nasceu entre 1980 e 1990, a chance de um dos jogos listados abaixo ter feito parte da sua infância é grande. O BitBlog listou alguns clássicos da década de 90. Você lembra deles?

10) Final Fantasy VII
Plataforma: PlayStation
Data de lançamento: 31 de janeiro de 1997 (EUA)

O mercenário Cloud Strife e seus amigos partem em busca de explicações sobre experimentos realizados no planeta em que vivem. Executados por uma organização corrupta chamada ShinRa, os mesmos estão consumindo os recursos naturais e causando problemas sociais. Este é o enredo do sétimo episódio de Final Fantasy, um sucesso do PS1 que já vendeu cerca de 10 milhões de cópias em todo o mundo.

09) Starcraft
Plataformas: PC, Mac e Nintendo 64
Data de lançamento: 31 de março de 1998 (EUA) – PC

O primeiro grande sucesso da Blizzard, Starcraft envolve a guerra entre espécies galácticas. O clássico de estratégia ainda é jogado no PC de forma online nos dias atuais, pois conta com uma base fiel de fãs.

08) Counter-Strike
Plataformas: PC, Mac, Linux e Xbox
Data de lançamento: 19 de junho de 1999 (EUA) – PC

O popular “mod” de Half-Life para partidas multiplayer online fez bastante sucesso, ao ponto de virar um game próprio cinco anos depois no Xbox. Counter-Strike consiste em disputas entre terroristas e contra-terroristas, através de dezenas de armas e inúmeros cenários. “CS”, como é chamado pelos fãs, foi um dos maiores responsáveis pela massificação das Lan Houses há mais de 10 anos (e por muitas notas baixas na escola também).

07) Pokémon Red & Blue
Plataforma: Game Boy
Data de lançamento: 28 de setembro de 1998 (EUA)

Pokemon Red e Blue

O título que massificou o Game Boy no Ocidente e que deu início a uma das franquias mais rentáveis de todos os tempos. As versões Red e Blue tinham a mesma estória, mas cada uma tinha alguns monstrinhos exclusivos. Era possível se conectar ao Game Boy de outro amigo via cabo Game Link, viabilizando partidas multiplayer e troca de Pokémon entre os jogadores.

06) Resident Evil
Plataformas: PlayStation, Saturn, PC e Nintendo DS
Data de lançamento: 22 de março de 1996 (EUA) – PS1

A famosa série de horror começou no PS1, com um game assustador e repleto de desafios. A saga de Chris Redfield e Jill Valentine em busca de seus companheiros desaparecidos nas dependências de Raccoon City impulsionou dezenas de sequências, filmes e até livros.

05) Chrono Trigger
Plataformas: Super Nintendo
Data de lançamento: 22 de agosto de 1995 (EUA) – SNES

Contando com um time de renomados produtores, desenhistas e músicos, Chrono Trigger marcou a década de 1990 com o seu enredo cativante e personagens carismáticos. As viagens de Chrono pelo tempo para salvar o mundo até hoje estão nos corações de milhões de fãs.

04) Sonic the Hedgehog 2
Plataformas: Mega Drive, Master System
Data de lançamento: 21 de novembro de 1992 – Mega Drive

O segundo jogo da franquia Sonic é um dos mais lembrados. Com a introdução do herói Tails e o novo movimento Spin-Dash, este foi um título obrigatório para quem tinha o Mega Drive. Uma versão alternativa para Master System, com menos recursos e fases diferentes, também foi lançada, mas não obteve o mesmo sucesso.

03) Super Mario 64
Plataforma: Nintendo 64
Data de lançamento: 26 de setembro de 1996 (Américas)

A primeira aventura de Mario em ambientes tridimensionais revolucionou a indústria e criou novos paradigmas. Este foi o game que impulsionou o Nintendo 64 no lançamento, além de ter representado uma das transições mais elogiadas de um mascote do 2D para o 3D. A essência da série foi mantida, mesmo com tantas novidades.

02) Super Metroid
Plataforma: Super Nintendo
Data de lançamento: 18 de abril de 1994 (EUA)

A saga solitária da caçadora de recompensas Samus Aran no planeta Zebes se mostrou um dos jogos mais maduros da geração 16-bit. Enquanto Samus procura os malignos Space Pirates e recupera seus equipamentos, o jogador vai se envolvendo profundamente com o enredo.

01) The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Plataforma: Nintendo 64
Data de lançamento: 23 de novembro de 1998 (Américas)

A jornada de Link para impedir a destruição do mundo por Ganondorf  – enquanto usa sua Ocarina para mudar o clima, o horário e até para se teletransportar – é tão envolvente, tão imensa e tão épica que ainda é considerada o melhor Zelda de todos os tempos. Para muitos, além disso: Ocarina of Time é também avaliado como o melhor título da história.


E você, se identificou com a lista? Faltou algum jogo dos anos 90? Queremos a sua opinião nos comentários.

 

#BitSound81: Harvest Moon (Town)

Lançado em 1996 para o Super Nintendo, Harvest Moon foi o início de uma famosa e bem-sucedida franquia. No enredo, um garoto perde o avô e herda uma fazenda, tendo que lidar com o desafio de mantê-la da mesma forma. Ao longo dos anos, a série evoluiu bastante, contando até mesmo com funções online.

Escute a faixa Town:

Toda semana o BitBlog traz uma trilha sonora de um game. Tem uma sugestão para a gente? É só deixar nos comentários.