Sonic

Veja os games já confirmados para o Nintendo Switch

2017 marca o lançamento do famoso híbrido de console e portátil. O Nintendo Switch terá maiores detalhes revelados em um evento online no dia 12 de janeiro, mas não precisa esperar: o BitBlog consolidou todos os games já confirmados para a plataforma, além daqueles que estão só aguardando um empurrãozinho para se tornarem oficiais. Confira!

Confirmados

Link correndo de explosões

Breath of the Wild foi o primeiro game confirmado para o Switch

  • Just Dance 2017 (Ubisoft, março de 2017)
  • Project Sonic 2017 (Sega, 2017) – título provisório
  • Sacred Hero (Simplistic, 2018)
  • Seasons of Heaven (Any Arts, 2018)
  • Super Mario (Nintendo, sem data) – título provisório
  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo, 2017)

Demonstrados, aguardando confirmação

Dragão com montanhas ao fundo

A Bethesda tá esperando algo inexplicável para confirmar Skyrim

  • Dragon Quest XI (Square Enix)
  • Mario Kart 8 (Nintendo) – título provisório
  • NBA 2K17 (2K Games)
  • Splatoon (Nintendo) – título provisório
  • The Elder Scrolls V: Skyrim (Bethesda)

Rumores “fortíssimos”

Robô (doll) voando o universo de Mira

Clássico do Wii U, Xenoblade Chronicles X poderá ter uma nova chance no Switch

  • Animal Crossing (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Dark Souls 3 (From Software)
  • Luigi’s Mansion (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Final Fantasy VII Remake (Square Enix)
  • Mario RPG: Invasion of the Rabbids (Ubisoft)
  • Mass Effect Andromeda (EA Games)
  • Sphinx and the Cursed Mummy (THQ Nordic)
  • Super Mario Maker (Nintendo) – relançamento do Wii U
  • Super Mario Sunshine (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • Super Smash Bros. Melee (Nintendo) – relançamento do GameCube
  • The Binding of Isaac Afterbirth+ (Nicalis)
  • Xenoblade Chronicles X (Monolith) – relançamento do Wii U

5 jogos prejudicados pelo hype

Todo ano é a mesma história. Um game “espetacular” surge em alguma feira (como a E3), os jogadores enlouquecem e, quando o título chega às lojas, a reação é morna. Pior que, muitas vezes, o jogo propriamente dito é bom, mas a expectativa atrapalha tudo… No Man’s Sky não está sozinho em nossa lista, que tenta explicar cada caso em mais uma edição da coluna Bastidores.

Watch Dogs

O protagonista Adam tentando neutralizar um alvo

O primeiro Watch Dogs é bem diferente da sequência

A inteligência artificial, em algumas situações, pode ser bem duvidosa. A falta de objetivos compromete o interesse em jogar até o fim. No Wii U, chega a ser executado a 18 frames por segundo em muitos momentos. Mas Watch Dogs não é, nem de longe, um game fraco. Talvez a revelação midiática na E3 2012 tenha prometido uma experiência “AAA” para um título que, na minha opinião, oscila entre o “regular” e o “bom”. Felizmente, a sequência está muito mais interessante, já estando inclusive em nossa wishlist.

No Man’s Sky

Nave voando no espaço

Hello Games, vocês brincaram com nossos sentimentos

O estúdio Hello Games não fez um trabalho legal ao divulgar o seu ambicioso projeto. A maior queixa da comunidade é em relação ao modo multiplayer online, que foi anunciado (com outras palavras) pelo programador Sean Murray e, dias antes do lançamento, negado. Além disso, o jovem sugeriu que os DLCs futuros seriam gratuitos, desmentindo a informação uma semana após. O conceito de explorar “incontáveis planetas” mostrou-se, para muitos, entediante, pois há poucas diferenças entre eles. Isso não quer dizer que o jogo é ruim, mas sim que a versão final é bem diferente do que pensávamos.

Final Fantasy XIII

"Elenco" de FFXIII

Cloud e Tidus, sentimos falta de vocês

Final Fantasy X e XII são fantásticos. O XI também é, mas por ter foco na experiência online, pode não ser o que os fãs mais fiéis da série esperavam. Logo, a expectativa para a estreia no PS3 e Xbox 360 não poderia ser diferente. Embora tenha vendido muito bem, recebendo avaliações positivas, houve uma parcela considerável de gente reclamando da linearidade de XIII, levando o presidente da Square Enix a dar declarações em defesa do jogo.

Perfect Dark Zero

Cena de tiroteio em Perfect Dark Zero

Joanna Dark, você merecia algo melhor

Rare, o que aconteceu com você? Depois de alguns movimentos questionáveis, culminando com a sua venda para a Microsoft (e resultando no cancelamento de inúmeros projetos), parece que o estúdio inglês ex-Nintendo não foi mais o mesmo. Perfect Dark Zero era uma oportunidade perfeita: a estreia da Rare no Xbox 360, com cinco anos de desenvolvimento e um orçamento altíssimo de publicidade. Quem esperava algo similar ao elogiado Perfect Dark original, para N64, se decepcionou: Zero é genérico em todos os sentidos, conta com um online problemático e já nasceu com gráficos e controles ultrapassados.

Sonic the Hedgehog (2006)

 

A Sega não aprende. Depois de Sonic X-treme (uma oportunidade perdida para o Saturn), a empresa tropeçou de novo com o Sonic de 2006. A estreia do mascote no PS3 e no Xbox 360 foi um verdadeiro fiasco, mesmo sendo divulgada como o renascimento da franquia: o estúdio Sonic Team ignorou vários bugs para lançar o título a tempo do Natal. Pelo trailer acima, dá para entender o motivo da frustração: controlar o mascote em alta velocidade, com visual em alta definição, por si só já gera expectativas…

Sonic X-treme: a aventura cancelada do ouriço no Saturn

No meio da década de 90, os jogos em ambientes tridimensionais finalmente emplacaram. Empurrados pelo sucesso de Super Mario 64 e Crash Bandicoot, os estúdios precisaram se reinventar para incorporar esta tendência nos videogames da chamada quinta geração (Saturn, PlayStation e Nintendo 64).

Se o bigodudo foi aclamado pelo público em sua transição para o 3D, por outro lado, a franquia Sonic the Hedgehog teve problemas: Sonic X-treme, previsto para o Natal de 1996 no Saturn, foi cancelado, sendo considerado um dos responsáveis pelo fracasso comercial do console. Conheça mais sobre a aventura cancelada do ouriço em mais uma edição da nossa coluna No Limbo.


Mudando para o 3D

Sonic X-treme - 1

X-treme no Saturn era assim, com a visão fish-eye: algo incapaz para o Mega e o 32x

Após o desenvolvimento de Sonic & Knuckles terminar, a Sega sabia que era preciso trabalhar no próximo jogo do seu principal mascote. Sonic X-treme, originalmente um título 2D para o Mega Drive, já estava em produção quando a empresa interrompeu as atividades: era preciso fazer algo grandioso. Portanto, o projeto foi migrado para o Sega 32x, de forma a suportar ambientes tridimensionais.

Um dos grandes erros da Sega na década de 90 foi a ansiedade. O Sega CD e o 32x, acessórios para o Mega Drive, foram lançados em um curto período de tempo e confundiram o público. Quando o real sucessor do Mega, o Saturn, chegou em 1994 ao Japão, o timing da empresa se mostrou ineficiente. As vendas do 32x despencaram. Ao mesmo tempo, X-treme estava se tornando um game ambicioso demais para o acessório, e o projeto foi transferido para o Saturn.

Na ambiciosa plataforma, Sonic X-treme foi anunciado como o verdadeiro killer app: o título que seria capaz de vender o console, como Super Mario 64 veio fazer posteriormente com o N64. Daí, você imagina a pressão que existia sob os desenvolvedores. A matriz da Sega no Japão já tinha decidido que a data de lançamento do jogo seria no Natal de 1996, sem adiamentos. Com isso, o time passou a trabalhar de 16 a 20 horas por dia.

Dois times e muitos problemas

Sonic X-treme - 2

Uma versão do jogo com a mecânica 3D simples, sem fish-eye

A equipe era dividida em duas: o designer Chris Senn e o desenvolvedor Ofer Alon lideravam o desenvolvimento do jogo principal, enquanto Robert Morgan e Chris Coffin cuidavam das batalhas com os chefes em uma engine completamente diferente. A ideia era que os estágios permitissem uma movimentação livre, com visão semelhante a das câmeras fish-eye (com distorção a partir do centro da imagem). Já as áreas dos chefes não teriam este recurso, mas a câmera giraria em torno dos mesmos.

Uma visita realizada por executivos japoneses da Sega aos EUA, onde o projeto era desenvolvido, ligou o sinal de alerta: o game não estava nada bom. A visão fish-eye era ambiciosa demais para a realidade. O CEO da empresa ordenou que Morgan e Coffin assumissem também a parte principal do projeto, usando a mesma engine das batalhas contra os chefes.


Na engine de Morgan e Coffin, X-treme seria assim. Mas durou pouco

A esta altura, o ambiente estava completamente tumultuado: era março de 1996 e seria preciso fazer um milagre para entregar o game em nove meses. O novo CEO da Sega of America interviu e, a pedido do time, cedeu a engine criada para NiGHTS into Dreams, de forma a acelerar o desenvolvimento. Após duas semanas estudando o novo motor de jogo, vem o baque: Yuji Naka, criador de Sonic e responsável pela engine, ameaçou deixar a Sega se o seu trabalho fosse aproveitado em X-treme, que não tinha sua participação. A empresa cedeu e, mais uma vez, o projeto foi interrompido.

Correndo contra o tempo

A situação era desesperadora. Sendo obrigado a refazer os estágios principais do zero mais uma vez, Coffins trabalhou tanto que ficou em situação de saúde grave. Com uma rara pneumonia, o desenvolvedor líder precisou se afastar em meados de agosto. O produtor executivo Mike Wallis, que tentava supervisionar as duas equipes desde o início, não sabia mais o que fazer.

Em paralelo a este drama, Senn e Alon – do time originalmente responsável pelos estágios – não estavam convencidos de que os seus esforços teriam sido em vão. O motor de jogo que Alon criou, e que permitia a visão fish-eye, funcionava bem com o game no PC, mas não no Saturn, onde alcançava apenas 3 a 4 frames por segundo. Por isso, ele e Senn seguiram com os seus trabalhos por conta própria, e tentaram vender a proposta de lançar Sonic X-treme apenas no PC, onde tudo corria bem. A Sega não quis, pedindo foco ao Saturn. Alon, então, se demitiu.


A Sega até anunciou a versão de Senn e Alon na E3 1996

Quando o produtor Mike Wallis viu que nenhuma das duas abordagens estava funcionando, e que faltavam poucos meses até o lançamento, ele pediu aos diretores da Sega para cancelar o projeto. A verba de divulgação que seria usada em X-treme foi direcionada para NiGHTS Into Dreams, que se tornou o campeão de vendas do Saturn no Natal de 96. Para tentar compensar a ausência do ouriço, uma versão de Sonic 3D Blast com alguns extras foi migrada para o console em sete semanas e lançada em 30 de novembro.

Legado

Os fãs reclamaram do cancelamento. Muitos o apontam como o responsável pelo fracasso comercial do Saturn, que não teve nenhum Sonic da série principal. A frustração era enorme, porque Sonic X-treme tinha sido demonstrado na E3 1996, curiosamente usando a visão fish-eye (mesmo após a “liberação” do time de Senn e Alon, que tinha feito essa versão). Talvez a Sega não tivesse nada do projeto para mostrar em plena E3 e, mesmo assim, exibiu algo que que não poderia entregar.

Embora Sonic Lost World (2013, Wii U / 3DS) tenha herdado vários elementos do projeto, o público não pode jogar X-treme até 2015, quando algumas ROMs vazaram na internet. Nelas, é possível ver que os trabalhos ainda estavam iniciais e, de fato, não empolgavam. Talvez o cancelamento tenha sido a decisão certa a se tomar. Por isso, Sonic X-treme está, literalmente, no limbo.

Sonic Mania e Sonic 2017 são anunciados pela Sega

Em transmissão para comemorar os 25 anos de Sonic the Hedgehog, dois novos games foram revelados. Ambos com a mesma proposta: revigorar o mascote. Pela proposta inicial, a Sega parece ter, enfim, anunciado o que os fãs queriam. Já estamos ansiosos!

Sonic Mania (PS4, Xbox One, PC)

Sonic Mania - 2Sonic Mania é o que a turma reclamona nostálgica mais esperava

Semelhante aos jogos clássicos da série, Sonic Mania traz novos estágios e versões melhoradas de fases antigas. Quem curtiu Sonic 1, 2, 3, CD e o Sonic & Knuckles vai se sentir em casa com a Green Hill Zone e outros estágios idolatrados pelos fãs.

Sonic, Tails e Knuckles serão personagens jogáveis. O game chega ao PlayStation 4, Xbox One e PC entre março e maio de 2017, sendo uma colaboração da Sega com a Headcannon, PagodaWest Games e o desenvolvedor indie Christian Whitehead. Veja o trailer abaixo:

Project Sonic 2017 (NX, PS4, Xbox One)

Project Sonic 2017 - 2Já vimos essa dupla antes, em Generations

Esse, sim. Com todo o respeito a Sonic Mania, que parece interessante, mas o Sonic da nova geração que aguardávamos é este daqui. Feito pelo Sonic Team – o mesmo de Sonic Lost World, Colors e Generations – o game vai contar com as versões clássica e moderna do herói (já vimos isso antes), em meio a um cenário apocalíptico.

O título foi confirmado para o Nintendo NX, além do PS4 e One. A previsão de lançamento é o final de 2017. Veja o trailer abaixo (e tente conter a empolgação):

Outros anúncios

A Sega anunciou ainda que Sonic Dash, para iOS, Android, Windows Phone e dispositivos Amazon, já passou dos 200 milhões de downloads. Por isso, quem acessar o evento especial in-game nesta semana vai receber a Green Hill Zone e o Sonic clássico jogável. Além disso, a empresa lembrou que Sonic Boom: Fire & Ice chega ao 3DS em 27 de setembro. Quem só tem o Wii U, pelo jeito, ficou deprimido com a ausência de novidades para o console.

Novo Sonic, em 2017, poderá sair no PS4, Xbox One e PC

Lembra que um novo game da série principal de Sonic tinha sido vazado? Agora é oficial. O estúdio Sonic Team, através de seu CEO Takashi Iizuka, revelou que o jogo existe e será lançado em 2017.

O título terá mais detalhes revelados em 22 de julho, em um evento que acontecerá em San Diego, na Califórnia, mas que também será transmitido no Twitch. Provavelmente, saberemos o nome do jogo e teremos imagens do gameplay, além de sabermos em quais plataformas estará disponível.

Após o acordo de exclusividade com a Nintendo ter – teoricamente – terminado, fica a dúvida: será este um lançamento multi-plataforma? Se a Nintendo não revelar nada do NX até 22 de julho, é bem provável então que este seja um jogo também para PS4, One e PC. Esta tese ganha força após as palavras de Iizuka nesta semana à MCV: “sentimos que as plataformas Nintendo eram onde os fãs apaixonados de Sonic estavam. Infelizmente, o Wii U não conseguiu conquistar tantos jogadores quanto gostaríamos. Isso foi ruim para Sonic, pois as massas não puderam apreciar o conteúdo que fizemos“.

Abaixo, veja um vídeo de gameplay de Lost World (Wii U / PC), de 2013. Em minha opinião, o último Sonic que realmente empolgou e que merece ser jogado.

Após fiasco de Sonic Boom, estúdio quase fechou

Em um post de meses atrás, critiquei duramente as franquias anuais de videogames. Entre os motivos, a pressa imposta aos estúdios, que entregavam jogos de qualquer jeito, com muitos defeitos e fora da visão original. Entre os exemplos, estava Sonic, que teve uma overdose de lançamentos nos últimos anos, culminando com o péssimo Sonic Boom: Rise of Lyric, do Wii U.

Em uma matéria especial sobre o mascote, produzida pelo site Polygon, o CEO do estúdio Big Red Button falou sobre o impacto do recente game em sua recém-inaugurada empresa. “A recepção dada a Rise of Lyric não foi forte como esperávamos. A indústria realmente te pune se você não tem um produto que vá bem. Quase fechamos nosso estúdio”, declarou Bob Rafei.

Sonic Boom - glitch de quedaAmy Rose em queda livre pelo cenário: um dos glitches de Sonic Boom: Rise of Lyric

“Percebi que Sonic tem um relacionamento muito complicado com seus fãs e o mercado. Muitas pessoas se veem associadas ao mascote porque o mesmo fez parte da infância. Após amadurecerem, elas têm sentimentos opostos sobre quem é o personagem”, afirmou o executivo, que acha que saiu demais da zona de conforto. “Tentamos fazer algo bem diferente, o que fez alguns se entusiasmarem e outros não”, complementou.

Sonic Boom - multiplos personagensMúltiplos heróis? Não, é mais um defeito, mesmo

A postura do executivo, sinceramente, me impressiona. Não vi, em nenhuma das recentes entrevistas da Big Red Button, um pedido de desculpas – ao contrário da Sega, que teve a humildade de reconhecer o fracasso. Antes que você pergunte se Rise of Lyric é tão ruim assim, eu me antecipo: é. Não consegui jogar mais do que 20 minutos, bateu logo uma dor de cabeça forte. O problema, na minha opinião, vai além do estilo visual bizarro: são dezenas de glitches que podem impedir o progresso, além da falta de criatividade nos puzzles. Punir relacionamento com os fãs é procurar uma saída mais fácil. Basta ver Mario e Rayman, dois mascotes que amadureceram sem perder o charme.

Perguntado sobre qual a direção que Sonic deveria tomar no futuro, o produtor se esquivou. “Não tenho autoridade para responder. Acho que cabe aos fãs e à indústria”. Bom, pelo menos já sabemos que o nosso ouriço favorito poderá ter um novo game em 2016.

Sonic pode ganhar novo game em aniversário de 25 anos

2016 marca os 25 anos de Sonic the Hedgehog. São programados para este ano Sonic Boom: Fire & Ice (3DS) e Mario & Sonic at the Rio 2016 Olympic Games (3DS e Wii U). Nada de jogo novo na série principal do porco-espinho (ou seria ouriço?), até então.

Neste final de semana, no entanto, a banda Crush 40 – responsável por parte da trilha sonora do mascote – deu uma informação reveladora. Em sua página do Facebook, uma postagem já removida dizia o seguinte: “estamos planejando algumas apresentações em 2016 para comemorar o aniversário de Sonic. Nós devemos escrever novas músicas para o jogo do aniversário. Fiquem ligados“.

O site TSSZ News teve acesso à postagem original e divulgou ao público em seguida. A banda teria apagado a mensagem logo em seguida.

Depois dos excelentes Generations e Colors (2011), do regular Lost World (2013) e do terrível Sonic Boom (2014), o que podemos esperar da Sega? Será que vamos ter que aguardar a E3 2016 para um anúncio? Só o tempo vai dizer.

Abaixo, acompanhe a música tema de Sonic Adventure, gravada pela Crush 40.