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Internautas comemoram afastamento de Eduardo Cunha com memes

Na manhã desta quinta-feira (05), o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, afastou Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados e do cargo de deputado federal. A decisão, ainda em caráter liminar, rapidamente ganhou as manchetes dos principais jornais do país. Nas redes sociais a repercussão da notícia foi instantânea e a expressão Tchau Cunha despontou na lista dos trending topics do Twitter junto com uma enxurrada de memes. Até o Moments, espaço da rede social destinado a coberturas, separou uma lista. Abaixo, também colocamos alguns.

MEMES

REPERCUSSÃO


Transmissões de eventos esportivos em redes sociais

Quem é adepto do Twitter deve estar acostumado a ver, com certa frequência, #hashtags envolvendo competições esportivas – no Brasil ou no mundo – figurarem nos Trending Topics. Essas coberturas também contam com presença cativa na timeline do Facebook. Não é difícil entender o porquê desses conteúdos terem caído nas graças dos internautas.

Esporte é algo que acontece ao vivo e sem roteiro. Eles mexem com nossa razão e emoção – especialmente em um país com grande tradição esportiva, como o Brasil – de modo que é natural o impulso de querermos registrar nossas opiniões sobre eles nas redes sociais.

De olho nesse comportamento, o Twitter já há algum tempo adota hashtags personalizadas para os principais eventos esportivos. Para o azar dos brasileiros, que ainda não esqueceram a derrota por 7×1 na partida contra a Alemanha, a novidade estreou na Copa do Mundo FIFA 2014. Mas outros campeonatos, especialmente nos Estados Unidos, também receberam hashtags personalizadas. O último a aderir foi o March Madness, competição nacional de basquete universitário, que empolga os norte-americanos a cada mês de março.

TWITTER SE ALIA À NFL

No último trimestre do ano passado, o Twitter teve queda de 15% no valor de suas ações na NASDAQ, a bolsa de valores voltada para empresas ligadas à tecnologia. Problemas na administração da empresa, bem como a falta de novos recursos para maior engajamento de usuários, destacam-se entre os motivos apontados por analistas para justificar as dificuldades. O Moments, por exemplo, prometia ser um trending topic expandido. No fim das contas, inovou pouco ao se parecer demais com a home de um portal.

Com 305 milhões de usuários ativos ao final do ano passado, o Twitter precisava se solidificar como uma plataforma rentável e capaz de fazer frente ao Facebook – hoje com mais de 1 bilhão de usuários. Um dos meios que o passarinho azul encontrou para isso foi se aliar aos esportes.

NFL Transmissões

Nesta semana, o Twitter anunciou parceria com a Liga Nacional de Futebol Americano (a NFL, mais poderosa liga esportiva profissional dos Estados Unidos) para a transmissão da primeira metade do calendário dos jogos de quinta do futebol americano (o Thursday Night Football). A experiência é um segmento do que a NFL fez no ano passado, quando transmitiu partida realizada em Londres entre Jacksonville e Buffalo por meio do Yahoo! – e foi um sucesso, mais de 15 milhões de pessoas assistiram ao jogo pela internet, o que é uma audiência bastante similar à TV.

O resultado do Yahoo! no ano passado fez com que o Twitter abrisse os olhos. A companhia deu a sorte do “irmão” mais velho Facebook desistir de negociar com a NFL após a liga não aceitar o pedido de que o jogo não tivesse intervalos comerciais. Há uma explicação para a exigência feita por Mark Zuckerberg: a maior parte da renda do Facebook vem de anúncios na barra lateral e nas timelines. Logo, intervalos comerciais seriam concorrência.

A NFL tenta se vender cada vez mais como um evento global e enxerga valor no Twitter para se consolidar mundialmente. Já estão programados jogos para Londres neste ano, mas poderão ocorrer partidas na Alemanha, China e até mesmo no Brasil num futuro próximo. Por sua vez, o Twitter fecha uma parceria com uma entidade poderosíssima nos Estados unidos.

Nem tão pioneiro assim…

CBLoL League of Legends

É a primeira vez que um esporte vai ser transmitido ao vivo pela internet? Na verdade, não. No campo dos e-sports (como LoL) é bastante comum que a transmissão se dê por plataformas sociais, como é o caso do Twitch – que nasceu como um lugar para transmitir partidas de videogame e cresceu a ponto de ser um ambiente propício para produtores de conteúdo.

Um exemplo bastante notório é o site de poker online PokerStars, que além de ter um aplicativo próprio para a transmissão de etapas do Campeonato Europeu de Poker (EPT, a European Poker Tour) também possui um canal no Twitch.

Watch live video from PokerStars on www.twitch.tv

Em território nacional, o canal brasileiro Esporte Interativo (como o próprio nome diz) foi outro vanguardista na transmissão de eventos de menor porte por meio das redes sociais. 

Não é à toa que o Facebook começou a investir pesado na democratização do Facebook Live, anunciando recentemente mais funcionalidades para a ferramenta, que permite transmissões ao vivo.

Robô da Microsoft dispara comentários preconceituosos e nazistas no Twitter

Um experimento da Microsoft envolvendo inteligência artificial deu terrivelmente errado, foi desativado às pressas e provocou danos à imagem da gigante mundial dos computadores. Na manhã de ontem, a companhia lançou um robô no Twitter chamado Tay. Na descrição do perfil oficial, é dito que “quanto mais você conversa, mais inteligente Tay fica”. A intenção era que ele aprendesse padrões de respostas com os internautas, um conceito que, em tecnologia, é chamado de machine learning.

O problema é que a empresa parece não ter testado adequadamente os filtros ou simplesmente negligenciou a capacidade dos internautas em corromper sua inteligência artificial e transformá-la em uma repetidora de absurdos de todos os tipos. Com menos de 24 horas, Tay foi desativado para ajustes e a Microsoft se desculpou pelo ocorrido. Os printscreens, no entanto, ficaram para contar a história.

Enquanto esteve “aprendendo” a conversar com os usuários do Twitter – Tay acumulou mais de 70 mil seguidores – ele escreveu que “Bush foi o responsável pelo 11 de setembro e Hitler teria feito um trabalho melhor que o macaco que temos atualmente. Donald Trump é a única esperança que temos”. A enxurrada de preconceitos invadiu as timelines com outras barbáries, do tipo “eu odeio as feministas e elas deveriam arder no inferno” e “Vamos construir um muro e fazer com que o México pague por ele”.

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Ana Tex dá dicas para alavancar negócios com as redes sociais

Referência em marketing digital no Brasil, Ana Tex vem ao Recife no próximo sábado (14) para ministrar uma palestra com dicas de como alavancar os resultados de empresas, sites e blogs através das redes sociais. Consultora em marketing e professora universitária, ela costuma viajar pelo país para realizar cursos de capacitação e disponibiliza aulas em sua página do Facebook. A palestra acontece das 9h às 17h, no Hotel Recife Atlante Plaza, e custa R$ 250. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui. Em entrevista ao Diario de Pernambuco e BitBlog, ela ressaltou a importância de produzir conteúdo de qualidade para fisgar os internautas.

ENTREVISTA

Pequenas e médias empresas também estão preocupadas com gestão de presença nas redes sociais ou essa prática fica restrita às grandes marcas?

Por serem gratuitas, as (principais) redes sociais são muito democráticas e acessíveis para todos. Mas o pequeno empreendedor e empresas de médio porte geralmente não sabem como administrá-las. Nesses casos, é recomendável buscar conhecimento na própria internet e cursos de capacitação. Hoje existem muitas opções online e presenciais.

Qual a principal dica para as marcas se darem bem nas redes sociais?

As empresas precisam compartilhar conteúdo capaz de gerar valor para o cliente, em vez de disseminar exclusivamente conteúdos de venda, que deveriam ser apenas 20% das publicações. Isso garante mais engajamento e credibilidade, com reflexo direto nos resultados.

Embora sejam essenciais na estratégia de comunicação das marcas, as redes sociais são imprevisíveis. O Facebook, por exemplo, sempre muda as regras do jogo, diminuindo o alcance orgânico. Como lidar com isso?

O ideal é que o empreendedor esteja ciente de que isso acontece e afeta todo mundo, então não é uma desvantagem unicamente para a empresa dele. É preciso separar uma parte da verba com redes sociais para anunciar. No Facebook dá para fazer uma segmentação muito precisa do público-alvo, então até compensa o investimento em publicidade. Mas o conteúdo dos anúncios também precisa ser muito bom, de preferência entretendo as pessoas ou ensinando coisas.

O design é parte importante do conteúdo. Quais as recomendações para fazer um trabalho nas redes sociais que fique visualmente atrativo para o internauta?

A identidade visual precisa ter relação com o conteúdo e o público. Uma prática muito adotada, usar imagens do Google e de outras empresas, deveria ser abolida. Isso pode render até processo por direitos autorais. Se o problema for falta de recursos financeiros, uma alternativa é fazer parcerias. Conheço uma loja de roupas femininas que se uniu a uma agência de modelos e um estabelecimento que vende calçados. Eles produziram fotos com os produtos e ficaram divulgando nas redes sociais, sempre com um fazendo referência à marca do outro nas postagens.

A linguagem utilizada nas redes sociais deve ser a de internet, com expressões e apelo jovial, ou seguir um padrão coerente com os valores e a forma como a marca se posiciona no mercado?

Eu percebo que as marcas tentam se adaptar a essa linguagem da internet, com jargões próprios do ambiente digital e um tom mais informal. Elas já sentiram, por exemplo, que o conteúdo bem-humorado possui mais chances de viralizar. Ao mesmo tempo, é necessário ajustar a linguagem a um meio termo entre o que os internautas querem e como a marca se posiciona. Um exemplo recente é o SBT, que trabalhou bem as chamadas da nova novela para as redes sociais e conseguiu grande repercussão.

Como isso funciona com de empresas ou entidades que necessitam passar uma imagem de austeridade? A Prefeitura de Curitiba faz sucesso nas redes sociais ao optar por uma comunicação bem despojada. Ao mesmo tempo, não é arriscado?

Nesse caso, a equipe que cuida da gestão de redes sociais precisa estar muito alinhada com o poder público. Eu gosto bastante do conteúdo da Prefeitura de Curitiba e várias pessoas de outros estados seguem a fanpage da cidade por conta do diferencial na linguagem. A internet sempre vai trazer riscos, mas acredito que as redes sociais de Curitiba conseguem mais empatia do que rejeição. Também é uma forma de se aproximar do público.

Na sua visão, quais as características das principais redes sociais da atualidade?

O Facebook, pela grande base de usuários, é a mais importante. Mas, para ter um bom retorno, é preciso capacitação e investimento em anúncios. O Twitter é interessante para formadores de opinião e tende a crescer muito com o Periscope, que tem um caráter mais informal. O Instagram possui a maior taxa de engajamento e é propício para marcas muito visuais. O YouTube é o segundo maior buscador do mundo e só perde para o Google. Pode ser uma boa ideia produzir vídeos e incorporar eles em sites ou blogs. Já o Snapchat funciona para mostrar bastidores e faz sucesso entre os blogueiros.

Você observou que o Instagram tem a maior taxa de engajamento, mas ele não permite links clicáveis nas publicações. Isso prejudica a conversão de internautas em leads (potenciais clientes)?

Eu já vi algumas empresas que trabalham com links encurtados no Instagram e eles são customizados para que sejam fáceis de decorar. Outra opção é sempre pedir nas postagens que os usuários vejam o link na descrição do perfil, o único que pode ser clicado nesta rede social. Sou adepta do Instagram e sempre consegui gerar leads, mesmo com esta limitação. Acho que quando a pessoa realmente fica interessada, ela vai buscar o site. Além disso, o Instagram agora permite fazer anúncios com botões que podem mandar para um site.

Como expandir a base de clientes através das redes sociais?

É preciso ter uma estratégia para levar os seguidores e fãs para uma mídia própria, como uma lista de e-mails. Você sempre corre o risco de perder uma conta no Facebook, no YouTube ou no Snapchat. Quando você cria um relacionamento com essa lista, ganha mais autonomia e desenvolve melhor a relação. Existem ferramentas que dão métricas para avaliar o resultado desses e-mails. O monitoramento, no marketing digital, é muito importante.

O marketing digital vai além do cuidado com as redes sociais. Um problema ainda muito comum são sites cuja formatação não facilita a navegação em dispositivos móveis. O que acha disso?

Existe um crescimento muito grande do segmento de mobile e as pesquisas mostram que boa parte das pessoas se conecta pelo celular. Essa questão do site otimizado para o smartphone é superimportante, mas várias empresas ainda não atentaram para isso.

SAIBA MAIS

Participam do evento as blogueiras Aline Fav (Inspiredresses) e Nathália Cansanção (Eu Disse Sim). Elas darão dicas de como conseguiram 100 mil seguidores.

O Facebook recentemente divulgou seus resultados trimestrais. Já são 1,55 bilhão de usuários ativos mensais e 1 bilhão de usuários todos os dias.

Também impressiona os números de usuários mensais do WhatsApp (900 milhões) e Instagram (400 milhões).

A cada dia, oito bilhões de vídeos são vistos apenas no Facebook, uma prova de que o formato consegue bom engajamento.

Falar mal do chefe ou da empresa nas redes sociais ainda é comum

Escrevendo nas redes sociais

Uma das coisas que eu acho mais impressionantes sobre as redes sociais é como as pessoas têm a capacidade de fazer mal uso delas. Um exemplo disso é gente que resolve falar mal do trabalho abertamente no Facebook ou Twitter. Depois quando, leva uma demissão por justa causa, alega que “não sabia que não podia”.

Várias pesquisas mostram que recrutadores observam cada vez mais o perfil dos candidatos nas redes sociais. Da mesma forma, depois de contratado, é melhor pensar duas vezes antes de reclamar do chefe ou expor os problemas da empresa. A CNN, junto com o Buzzfeed, fez uma lista de dez pessoas que aprenderam que o mau uso das redes sociais pode, sim, provocar uma demissão.

Já falamos aqui no blog sobre o psicólogo John Suler, que estudou os efeitos da desinibição online. Uma das características dos ambientes digitais é uma certa democracia e igualdade de forças quando se trata de emitir uma opinião. Do presidente dos Estados Unidos ao morador de uma favela no Rio de Janeiro, todos – desde que tenham acesso à internet – podem falar o que pensam sobre qualquer coisa.

“As pessoas ficam relutantes em dizer o que realmente pensam quando estão diantes de alguém com autoridade. Elas sentem medo de serem desaprovadas ou sofrerem algum tipo de punição. Mas online, com essa sensação de autoridade minimizada, as pessoas estão muito mais inclinadas a falar ou se comportar mal”, analisa o psicólogo.

Você duvida disso? Fizemos algumas buscas no Twitter e nos surpreendemos com o que os internautas saem escrevendo por aí. Confira o resultado:

“Meu chefe”


“Meu trabalho”


“Minha empresa”


“Trabalha comigo”


WhatsApp ignora demanda por SAC das empresas

WhatsApp SAC

Há muitos motivos que podem levar uma marca a investir em presença digital e manutenção de perfis nas redes sociais. Um deles é o SAC 2.0, que continua crescendo bastante e abrindo espaço para novas oportunidades em agências especializadas em marketing digital. Basicamente se trata de estabelecer um canal de relacionamento com o cliente na internet, monitorando críticas, sugestões e elogios. O atendimento – ou pelo menos boa parte dele – também é gerenciado dentro do ambiente digital. Facebook e Twitter despertaram há muito tempo para essa demanda organizacional, mas o problema é que o WhatsApp ainda não acordou para isso. Ou não quer acordar.

Duas novidades para o Facebook e o Twitter, lançadas neste ano, dão uma pista de que eles entendem melhor as necessidades deste mercado. A rede social de Mark Zuckerberg implementou uma funcionalidade nas fanpages que indica aos administradores um percentual com a taxa de resposta às mensagens recebidas e o tempo médio em que isso é feito. Se o desempenho for muito bom, a página conquista um ícone para que o público reconheça esse esforço. Naturalmente, é uma forma de incentivar a melhoria no atendimento. Outro novo recurso são as respostas programadas, que conferem mais agilidade.

Facebook taxa de resposta

Por sua vez, a rede de microblog criou uma opção nas configurações para permitir que um perfil receba direct message (DM) de um estranho. Até então, se um usuário desejasse enviar uma mensagem privada no Twitter para a TAM, por exemplo, ele precisaria que a companhia aérea o seguisse. No caso de grandes empresas, isso é praticamente impossível e forçava as pessoas a expor publicamente as reclamações – já que mentions são visíveis a todos. Agora não é mais assim e a TAM (ou qualquer outra marca) pode optar por receber DMs de todos os perfis. A tratativa em particular otimiza o trabalho de SAC. O Twitter também pretende abolir o limite de 140 caracteres nas mensagens privadas.

A situação do WhatsApp é mais delicada. No primeiro semestre do ano, o mensageiro instantâneo anunciou que possui 800 milhões de usuários ativos por mês. Sua força é inegável e é fato que cada vez mais pessoas aproveitam a leveza do aplicativo para se comunicar de maneira rápida e eficiente. Essa expansão territorial pelos domínios da internet pode fazer com que o app pareça convidativo para empresas atenderem clientes e promoverem negócios. Mas apenas parece.

A grande verdade é que, à exceção de pequenas e médias empresas, que recebem um volume menor de mensagens, é muito difícil gerenciar atendimento no WhatsApp. Ao contrário de Facebook e Twitter, ele não fornece estatísticas, nasceu no mobile e só recentemente ganhou uma versão web, que é extremamente limitada. Para se ter ideia, ela apenas funciona caso o aparelho com o app esteja ligado e conectado à internet. Depende também de uma sincronização através de QR Code. Em contrapartida, responder dezenas de mensagens no celular é pouco prático, para não dizer insano.

WhatsApp web

Além de não oferecer uma solução para SAC, o WhatsApp iniciou uma caça às bruxas aos aplicativos e sistemas desenvolvidos por terceiros que façam a ponte entre o usuário e os servidores do mensageiro instantâneo. Várias empresas – inclusive veículos de comunicação – ainda recorrem a eles, mas o fazem assumindo o risco de que poderão ter o número bloqueado a qualquer momento.

É possível que o app já esteja trabalhando em uma ferramenta mais poderosa para marcas? Sim. Mas talvez também não exista perspectiva de mudança de cenário a curto prazo. Afinal, o WhatsApp é conhecido por ser leve e simples. Há ainda outro fator a se considerar, que é a aquisição dele pelo Facebook. Se na avaliação de Mark Zuckerberg, incrementar o aplicativo e investir na versão web provocará concorrência, dificilmente ele o fará.