Xbox One

Jogamos: Metal Gear Survive é inesperadamente divertido

O anúncio de Metal Gear Survive no ano passado deixou alguns fãs preocupados: será que trazer a franquia para um espaço mais inquieto, com mais ação e menos espionagem, terminaria bem?

Jogamos o game na E3 2017 na edição para PS4. Veja as nossas impressões abaixo!


Portais, zumbis e dimensões

Dezenas de zumbis atacando de uma vez só

No final da missão não fica nada fácil manter-se seguro

Em uma realidade alternativa, zumbis são transportados entre dimensões. Resta a você sobreviver ao ataque de um exército de criaturas estranhas. Esta é a trama do modo multiplayer do título, pelo menos, já que a campanha solo segue guardada a sete chaves. Em grupos de 4 pessoas, é preciso usar estratégia e muita conversa para orquestrar as missões, que são todas cooperativas.

Na demo da E3, estávamos em um cenário que lembrava ruínas de uma fortaleza, com um gerador que precisa ser protegido do ataque dos mortos-vivos. Com a missão dividida em três momentos, tínhamos pessoas de perfis diferentes: o game permite o uso de um homem ou mulher especialista em combate a curto alcance e outro(a) a médio alcance. Cada um tinha kits de armamento diferentes.

Em um primeiro momento, a ideia era infiltrar na fortaleza. Para isso, havia duas formas: com muita paciência, passando-se despercebido entre os poucos zumbis que ali estavam, ou partindo pro tiroteio e quebrando tudo. Em seguida, preparar terreno (e plantar machine guns!) para eliminar criaturas que eram transportadas de um portal para lá, dessa vez incluindo Bombers: cabeçudos, resistentes a tiros, porém explosivos ao serem derrotados. Na última etapa, usar robôs para proteger o gerador de um ataque massivo, mantendo-o operacional até um contador de tempo se esgotar.

Dividir para conquistar

Zumbis indo embora em balões

Adeus, jovens

Para quem curte e admira Metal Gear Solid, é difícil aceitar a ideia de a série ter tiroteios online com bichos excêntricos. Mas acredite: funciona, pelo menos no multiplayer. Na demo que joguei, outro jornalista brasileiro e mais dois gringos se juntaram a mim nesta missão cooperativa e conseguimos chegar com sucesso ao fim. Há, sim, elementos de MGS: a ideia de recuperar energia tratando partes do corpo com itens específicos, os balões que levam inimigos pro espaço ou um pouco de espionagem que ainda resta.

Após morrer uma vez e fazer algumas customizações de armas primárias e secundárias, além de entender como o D-pad funciona para plantar machine guns, barricades e até selecionar granadas, a experiência melhorou. Muito. Embora o novo medidor de resistência pare o seu personagem quando ele corre bastante, esgotando o mesmo, dá para lidar com isso e dividir para conquistar.

Enquanto alguns companheiros se organizavam no combate a curto alcance, eu plantei machine guns e fiquei agindo a nível mais estratégico, impedindo zumbis e bombers de se aproximarem do espaço do gerador. Na etapa final, larguei de vez o plano, subi em um robô e saí chutando (literalmente) a galera. Sim, chutes são bem efetivos contra alguns tipos de inimigos. Quando a partida terminou, teve aplausos e bastante comemoração. Sim, foi divertido.


Para curtir Survive, o melhor conselho que podemos dar é: abra sua mente. Pense que este é um spin-off da amada série e, se você curtir, será uma oportunidade nova de explorar o universo de Metal Gear, desta vez online com amigos (e desconhecidos). A campanha solo ainda é uma interrogação e pode prejudicar o pacote final, mas estamos otimistas.

Metal Gear Survive chega no início de 2018 ao PS4, Windows (via Steam) e Xbox One.

Jogamos: Sonic Mania é meu portal de volta para a infância

O Mega Drive foi o console que marcou a minha infância nos videogames e eu sempre vou ter um carinho especial por ele. Os jogos de Sonic da geração 16-bit me trazem uma nostalgia impossível de se traduzir em linhas. E nostalgia é algo que vai além de fases icônicas como Star Light, Emerald Hill, Ice Cap, Sky Sanctuary e – por que, não? – Volcano Valley. Sim, eu gosto até do Sonic 3D Blast. Mas Sonic é mais que isso para mim. É sobre eu e minha irmã achando que Knuckles era uma menina. É minha mãe, que nunca simpatizou com videogames, percebendo antes de mim a estratégia para vencer a Death Ball. É meu pai me entregando a caixa do Mega com o selo da Tectoy. Às vezes a gente gostaria de voltar no tempo. A demo de Sonic Mania na E3 2017 conseguiu fazer isso por mim.

Perdi as contas de quantas vezes desejei ver a SEGA apostar em algo assim. Por isso o anúncio de Sonic Mania me empolgou muito mais que o Sonic Forces – inclusive, caso você seja leitor assíduo do BitBlog, irá perceber que o preview do Forces ficou sob a batuta de Diego. Caso você tenha caído de paraquedas neste post, explico: Sonic Mania traz a jogabilidade em 2D com o mesmo estilo visual do que se convencionou chamar de Sonic clássico, em contraponto aos games em 3D do ouriço. É uma mistura das fases antigas reimaginadas com zonas completamente novas.

Os jogadores poderão escolher entre Sonic, Tails e Knuckles. Um detalhe interessante é que Sonic ganhou um novo movimento além do spin dash (giro supersônico). É o drop dash, que consegue ser tão veloz quanto, porém é mais rápido de ser executado. Basta pular e pressionar o botão de ação no ar para fazer Sonic girar e avançar sobre os inimigos ao cair.

Na demo que eu joguei, era possível escolher entre uma Green Hill Zone reimaginada e a estreante Mirage Saloon. Fui de Green Hill com Sonic. A fase está completamente diferente, mas a atmosfera é a mesma. O time de desenvolvimento soube como resgatar a essência dos títulos do Mega Drive e ao mesmo tempo se permitir uma dose de liberdade. O boss que eu enfrentei, por exemplo, lembrava o Giant Mech (aquele robôzão gigante) que está no final de Sonic the Hedgehog 2. Mas Green Hill é a primeira zona do primeiro Sonic the Hedgehog.

Um detalhe também interessante é que os escudos elementais (água, fogo e elétrico) estarão presentes em todas as fases e, na franquia clássica, eles foram implementados com o Sonic 3. O mais legal é que  eles deverão ser afetados pelo cenário. Isso fica bem claro no gameplay da Flying Battery Zone no Sonic Mania (veja a partir de 12 segundos). Até então, se não me falha a memória, a única “interação” era perder o escudo de fogo ao entrar na água.

Apesar de não ter jogado a Mirage Saloon, eu estava analisando um vídeo de gameplay e dá para dizer que foi feito um belo trabalho de usar os elementos do Sonic clássico. A zona lembra bastante a desértica Sandopolis Zone, mas tem – na minha opinião – algo da Carnival Night, da Launch Base e da Death Egg do S&K.

Ainda existem, porém, várias dúvidas sobre Sonic Mania. Os estágios especiais para conseguir as esmeraldas permanecem um grande segredo. Ninguém sabe se vão fazer algo totalmente novo, usar apenas um estilo de level design ou colocar todos no jogo ao mesmo. O mesmo pode se falar da possibilidade de Hyper Sonic, Hyper Knuckles e Super Tails, que aparecem em Sonic 3 & Knuckles graças ao recurso do lock-on, bastante inovador à época. Eu também me pergunto se as fases terão transições, algo que começou no Sonic 3. Torço muito que sim. Outra dúvida é se veremos caminhos e chefes alternativos de acordo com o personagem. Lembrem, por exemplo, da Marble Garden Zone com Knuckles.

Todas essas perguntas foram encaminhadas à assessoria de comunicação da SEGA, embora eu acredito que dificilmente teremos respostas assim tão facilmente. De todo modo, o jogo será lançado em 15 de agosto de 2017 para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e Windows PC. Em breve, vamos descobrir.

Vai ser incrível.

ATUALIZAÇÃO 1:

O leitor Toguro me lembrou nos comentários do post que os escudos elementais garantem proteção a danos dos respectivos elementos. Eu comentei com ele que isso é verdade e recordei, por exemplo, como o escudo de fogo é útil na Lava Reef Zone. Isso sem mencionar os ataques especiais conferidos pelos escudos.

ATUALIZAÇÃO 2:

Quando eu escrevi o post, eu havia jogado apenas a Green Hill Zone com Sonic, mas depois eu voltei duas vezes ao estande da Sega. Coisa de fã, né? Joguei a Mirage Saloon com Knuckles e gostei bastante da fase. Ela realmente tem uma pegada que lembra muito a Sandopolis. E aí joguei a Green Hill com Tails e voei por todo o mapa para tentar descobrir algo secreto. Perto do final da fase, lá no alto, eu achei a localização do que pode ser o segundo anel gigante que leva para as special stages. Abri um sorriso enorme. Com certeza alguém já tinha achado antes de mim, mas eu não tinha visto em nenhum gameplay até então. Tenho a impressão de que Tails vai ser importantíssimo para a galera que gosta de mapear as zonas. Eu, particularmente, acho bem interessante ver o design completo delas em sites como o Sonic Retro.

Jogamos: Super Lucky’s Tale traz o melhor do gênero plataforma

Jogos de plataforma, ao lado de RPGs, sempre travaram uma disputa acirrada em meu coração de gamer. O páreo é duro. Eu poderia facilmente listar inúmeros títulos que me cativaram nas últimas duas décadas. Ouso dizer que Sonic, Mario, Bubsy e Yoshi’s Woolly World me fizeram tão feliz quanto Secret of Mana, Chrono Trigger, Persona 4 Golden e Dragon Age. Mas se depender de Super Lucky’s Tale, que promete um futuro brilhante, a balança pode começar a pender para um lado. A equipe do BitBlog passou no estande do Xbox e jogou o game de plataforma da Playful Corporation – que, vale dizer, já me conquistou com Star Child no PlayStation VR. Não é exagero dizer que Super Lucky’s Tale traz o que há de melhor no gênero.

E o que faz um jogo de plataforma ser muito bom?

Bem, vou correr o risco de tentar adivinhar os ingredientes da fórmula – embora eu deteste com todas as forças quando esta palavra é associada a videogames. Mas, na minha opinião, 50% da receita é composta por: um personagem carismático, jogabilidade simples, fator replayable, exploração, ambientação envolvente e trilha sonora marcante. Os outros 50% correspondem ao toque de Midas – e a Nintendo é uma especialista nisso. É saber misturar muito bem todos esses elementos na dose certa para que a versão final do jogo seja vitoriosa no objetivo de fisgar os jogadores.

Ao contrário de vários títulos apresentados na E3 2017, a demo de Super Lucky’s Tale teve duração bem generosa. Antes de colocar as mãos no joystick, foi dito a mim que a experiência deveria durar cerca de 15 minutos, mas tenho certeza que levei mais ou menos o dobro do tempo (para quem estava na fila, sorry). Eu lembro que a cada transição de mapa ou desafio concluído eu ficava triste acreditando que veria a mensagem de fim da demo na tela. A todo momento eu queria continuar jogando mais. E, honestamente, escrevo este texto horas depois do gameplay e ainda me arrepio só de pensar nisso.

O mais estranho, porém, é que Super Lucky’s Tale é tão simples e intuitivo que com cinco minutos parecia que eu tinha passado uma vida inteira jogando ele. Talvez seja porque a raposa Lucky, mascote da franquia, evoca em mim a imagem de Tails. Já Diego, que também é editor do BitBlog, lembrou de Crash. Ou talvez a explicação para essa familiaridade seja ainda mais simples: Super Lucky’s Tale é MUITO bom.

De forma resumida, os comandos envolvem pular sobre os inimigos, acertá-los com a cauda, rolar e cavar túneis. É muito fácil se acostumar com eles. Os gráficos são de um colorido vívido que fica perfeito rodando a 4k no novíssimo Xbox One X. A propósito, o título em 3D será lançado no mesmo dia que o poderoso console, em 7 de novembro de 2017. Seguindo a prática adotada pela Microsoft na nova geração, ele também ganhará uma versão para Windows 10.

Super Lucky’s Tale também agrada quem gosta de exploração nos games. Parte do motivo de meu gameplay ter demorado mais que o previsto foi minha mania de vasculhar todos os cantos do cenário. Descobri caminhos ocultos. Onde não era possível chegar, fiz questão de usar a câmera para dar uma boa olhada. Acredite em mim, o visual é tão fascinante que você também vai querer reservar um tempinho só para olhar ao redor de Lucky. Aliás, aproveite para tentar localizar as cinco letras que formam o nome do personagem, ganhando uma vida extra. Tipo como acontecia com Donkey Kong.

Mas, apesar da breve comparação, vale ressaltar que Lucky tem originalidade e carisma próprio. Conversei com Shawn Ketcherside, da equipe responsável pelo jogo, e ele contou sobre como surgiu a ideia. “Nós queríamos fazer um mascote que realmente gostássemos e assim nasceu esta raposa fofinha e bastante expressiva. A alegria é uma característica do personagem”, contou.

De acordo com Shawn, o time está preparando várias fases e não tem como precisar agora a quantidade de horas de gameplay que a versão final terá, mas os jogadores podem esperar fases especiais em que pulos superprecisos serão fundamentais. Assim como mostrado na demo, outras boss arenas vão aparecer no decorrer do jogo e ao longo da narrativa o jogador conseguirá desbloquear novas coisas para fazer. Uma das dúvidas é sobre o que fazer com as moedas que serão coletadas nas fases. Atualmente uma certa quantidade delas adiciona uma vida extra, mas o time da Playful pensa em talvez implementar novas funções, como a possibilidade de também usá-las para destravar colecionáveis in-game. “Vamos oferecer o melhor conteúdo que temos”, frisou.

 

Jogamos: Sonic Forces empolga, mas segue fórmula 3D do ouriço

Um dos games que eu mais queria jogar nesta E3 2017 tem nome e sobrenome: Sonic Forces. A nova aventura do mascote da Sega foi anunciada no ano passado em meio a bastante expectativa, após o fiasco de Sonic Boom: Rise of Lyric. Veja abaixo o que achamos, na edição do game para o PS4. Não deixe de ler também nossas impressões sobre Sonic Mania.

Demo: modos e fases

Ao iniciar a demonstração, é possível escolher entre Sonic, Classic Sonic e sua criação. O primeiro traz a versão moderninha do mascote (em uso desde Sonic Adventure) em um estágio parte 3D, parte 2.5D: a mesma cidade pegando fogo do trailer do jogo. O segundo vem com a edição clássica do ouriço em uma fase 2.5D mais confronto com Eggman. Já a terceira opção permite ao jogador controlar um personagem customizado. Sim, na versão final do jogo será possível criar o seu herói e jogar com ele!

Nossas impressões

Testamos o título com Sonic e Classic Sonic. Ambos lembram bastante as mecânicas de Sonic Generations. O primeiro, mais moderno, foi o que chamou mais atenção – seja pelo visual, seja pelo apelo do herói. Jogar com ele lembrou bastante Sonic Heroes no que diz respeito ao level design e à velocidade, além de Sonic Lost World com relação à jogabilidade.

É perigoso vender Sonic Forces como uma revolução na série, simplesmente porque nada mudou tanto assim. As referências que mencionamos acima (Heroes e Lost World) influenciam bastante o novo game e todos eles foram desenvolvidos pelo Sonic Team, o estúdio principal da série. Há quem ache Lost World morno – não é o meu caso – mas Heroes é cercado por elogios. Logo, se você é um fã deles, há vários motivos para aguardar o lançamento de Sonic Forces.


Sonic Forces será lançado em 2017 para Switch, PS4, Windows e Xbox One. Continue acompanhando a nossa cobertura da E3 no site e redes sociais do BitBlog!

Ubisoft na E3: veja aqui todos os anúncios da conferência

Em 2016, a conferência da Ubi foi bastante diversificada. Anunciou o primeiro game third-party do Switch, além de surpreender com uma nova franquia (Steep) e trazer mais das suas principais séries. No decorrer da feira, curtimos alguns dos destaques: For Honor, Steep e Eagle Flight VR.

O BitBlog foi convidado mais uma vez para cobrir o evento da publisher e, dessa vez, esperamos novamente algo bem variado. Foi o que aconteceu, com direito a várias surpresas! Não incomodou o vazamento semanas antes de Assassin’s Creed Origins e de Mario + Rabbids, crossover do mascote da Nintendo com os coelhos malucos para o Switch. Acompanhe abaixo o que rolou!


Finalmente a Ubi confirma a existência de Mario + Rabbids: Kingdom Battle para o Switch. Eis que Shigeru Miyamoto, criador do mascote, junto a Bill Trinen, surgem no palco representando a Nintendo, batendo um papo com o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot. Cena emblemática.

Xavier Manzanares, produtor do jogo, revela alívio por finalmente poder falar do projeto, que já está há mais de 3 anos em desenvolvimento. A mecânica de combate por turnos, usando estratégia é revelada e agrada. Game chega em 29 de agosto.

Hora de Assassin’s Creed Origins. Demo jogável estará presente na feira.

The Crew 2 surge com um trailer cinematográfico. Expandindo para helicópteros, barcos e motos, o game pretende explorar novos ambientes, como selvas e rios, saindo do caos das metrópoles. Inscrições para uma versão beta estão abertas no site do jogo, que será lançado apenas em 2018.

South Park: A Fenda que Abunda Força (sim, esse é o nome do título no Brasil) tem novo trailer. Após o recente adiamento, é prometido para outubro.

Elijah Wood aparece em trailer do inédito Transference, em realidade virtual, aguardado para 2018.

Duelo de piratas! Partidas 5 vs 5 de barcos em alto mar são o tema de Skull & Bones, franquia inédita da Ubi. A direção do vento e muita estratégia devem ser levados em conta para vencer os combates! Público aplaude bastante.

Cantora pop americana Bebe Rexha canta no palco para promover Just Dance 2018, que terá músicas coreanas. Título será lançado para PS4, Xbox One, Switch, Wii U e – acredite – Wii!

South Park: Phone Destroyer será a nova aposta da série cômica no iOS e Android.

Mais uma surpresa. Starlink: Battle for Atlas vai ter combates espaciais e action figures acopláveis ao joystick liberando extras. Será um lançamento de 2018 no Switch, PS4 e Xbox One.

Steep: Road to the Olympics é uma expansão do jogo de esportes na neve. Chega em dezembro.

Far Cry 5 aparece, arrancando aplausos da platéia. O seu visual nunca foi tão realista.

Para fechar, Beyond Good & Evil 2! Quase virou lenda, mas o projeto foi confirmado e teve o seu criador, Michel Ancel (o mesmo de Rayman), se emocionando no palco. Sem mais detalhes revelados, infelizmente!


Obrigado por acompanhar a gente. Abaixo, o vídeo completo da conferência. Siga acompanhando o BitBlog para novos posts sobre EA Play e E3!

Bethesda: veja o que rolou na conferência da E3

Em 2017, cobrimos in loco – pela primeira vez – a conferência da Bethesda. Se por um lado estávamos muito empolgados, por outro, não tínhamos certeza do que mais está por vir. No convite enviado a imprensa, a empresa colocou uma arte que remete um parque de diversões, fazendo menções a The Elder Scrolls, Doom, Quake, Fallout, Dishonored, Prey e dois projetos secretos. E terminou que um espaço similar foi montado no Los Angeles Center Studios, onde cada franquia da empresa representava uma barraquinha de comidas ou bebidas para os jornalistas e convidados.

Todas as franquias mencionadas no convite foram mencionadas, de alguma forma, na apresentação. Veja abaixo um resumo do que rolou na cobertura do BitBlog, que transmitiu ao vivo!

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

Roda gigante da Bethesda, no meio das atrações, dava o tom divertido que a conferência teria

A conferência começa com números: desde que a plataforma oficial de mods para Skyrim Special Edition e Fallout 4 foi lançada, mais de 300 milhões de customizações foram lançadas.

Hora de realidade virtual: Doom VFR é anunciado para o PS VR e HTC Vive com cenas de gameplay, fazendo a plateia ir ao delírio. Em seguida, teaser de Fallout 4 VR. Ambos os games estarão jogáveis na feira.

The Elder Scrolls Online ganhará atualização com novos mapas: Horns of the Reach e Clockwork City. Sem data específica revelada, apenas um vago “2017”.

Quanto a The Elder Scrolls Legends, o card game da série, vem aí uma expansão: Heroes of Skyrim adiciona 25 missões e 40 cards, estando disponível a partir de 29 de junho.

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Vista do camarote da conferência, de onde fizemos a transmissão do BitBlog

Trailer de Skyrim no Switch mostra suporte ao amiibo de Link em Breath of the Wild, que habilita a roupa do herói, além do Hylian Shield e Master Sword. Controle por movimentos com os Joy-cons será possível, dando mais realismo a movimentos de ataque e defesa.

Uma aventura complementar a Dishonored 2 vem aí. Dishonored: Death of the Outsider será lançado em 15 de setembro no PS4, Xbox One e Windows em formatos digital e físico. O conteúdo não é DLC, mas stand-alone: você não precisa de Dishonored 2 para jogar.

The Evil Within 2 ganha trailer com a saga de um pai para salvar a filha Lily. É o retorno do produtor Shinji Mikami, criador de Resident Evil. Título será lançado em uma sexta-feira 13, em outubro deste ano!

Quake World Champions é uma competição do famoso game a ser sediada no Texas neste ano, com prêmio de US$ 1 milhão para o vencedor.

Wolfenstein 2: The New Colossus é confirmado, após vazamento horas antes na Amazon. Com lançamento em 27 de outubro, trailer levou os jornalistas e convidados ao delírio. A aventura estará jogável na feira.

Com o encerramento da conferência, Bethesda chama o The Chainsmokers ao palco e libera todo mundo para andar pelo espaço do evento, onde há demos de The Elder Scrolls Online (com a atualização que leva os jogadores a Morrowind), além de comes e bebes. Valeu, Bethesda!


Obrigado por acompanhar a gente. Abaixo, um vídeo que lançamos em nosso Facebook com os bastidores do evento. Siga acompanhando o BitBlog para novos posts sobre EA Play e E3!

Jogamos: Star Wars Battlefront 2 é tudo o que os fãs esperam

O primeiro Battlefront, de 2015, é lindo e tem um multiplayer bastante competitivo. Mas os fãs queriam mais. A ausência de um modo estória foi bastante sentida e a EA mostrou que ouviu os feedbacks. Com isso, Star Wars Battlefront 2 foi anunciado e conta com uma saga entre os episódios VI e VII dos filmes. O BitBlog jogou a demo do game e traz as nossas impressões abaixo. Para ver o que rolou na conferência da EA Play, clique aqui!

Um multiplayer ainda mais envolvente

Já temos algumas informações do modo estória, mas o que nós jogamos na EA Play, em Los Angeles, foi uma demo multiplayer. Em partidas 20 x 20, dois times entram em combate: um exército de clones escolta um gigantesco tanque em direção a um templo, enquanto um grupo de stormtroopers precisa defender a área e explodir o tal veículo. A demo era dividida em três momentos da operação de ataque (ou defesa, dependendo de onde você está).

Pudemos escolher entre quatro classes de personagens: Assault (equilibrados), Heavy Assault (lentos, porém com grande poder explosivo), Officer (mais ágeis) e Specialist (com armas de longo alcance). Cada vez em que acertávamos – ou até mesmo eliminávamos – alguém, ganhamos pontos de combate. Estes pontos podem ser trocados pelo uso de veículos ou heróis (como Rey e Darth Maul).

A demo começou com a câmera invertida e, até conseguir mudar a configuração (em meio ao tiroteio), perdi algum tempo. Com a configuração ok, fui razoavelmente bem como o Specialist, até descobrir o critério do ranking no final da partida: não apenas quem morria menos e eliminava mais oponentes, mas também quem ganhava mais pontos. Mesmo na zona intermediária do placar no que diz respeito aos dois primeiros critérios, quando veio a questão dos pontos, fui parar lá no fundo! Triste fim.

A partida foi bem equilibrada e o mapa selecionado para a demo foi uma escolha acertada. O uso de habilidades secundárias estava lá e também trouxe valor para a experiência.

Resumo da ópera

Agressivo para iniciantes, Battlefront 2 premia os jogadores mais experientes com os mapas, que são grandes e cheios de detalhes. A jogabilidade parece bem natural, exceto pelo comando de aeronaves: para quem jogou a série Rogue Squadron, vai ser difícil se acostumar com os movimentos e curvas. Sim, Battlefront 2 é mais um Battlefield com os personagens de George Lucas no lugar.

O visual é bem realista, dado o poder do motor Frostbite. A trilha orquestrada é exatamente o que se espera de um jogo de Star Wars. A impressão que temos é que o game realmente traz muito conteúdo, com altíssimo fator replay. A notícia de que os DLCs serão gratuitos deixa ainda mais interessante o custo benefício. Resta saber se você está pronto para a curva de aprendizado que o título exige, pois este não é um Titanfall: é uma experiência puramente hardcore.


Star Wars Battlefront 2 chega ao Windows (via Origin), PS4 e Xbox One na primavera brasileira (entre setembro e novembro) de 2017. Siga acompanhando a EA Play 2017 e a E3 2017 aqui no BitBlog, direto de Los Angeles, para mais novidades!