Zelda

Nintendo Switch chega ao Museu do Videogame

Com vendas de estreia equivalentes às do Wii, o Nintendo Switch chegou de forma sólida ao mercado. Com um novo Zelda entre os títulos disponíveis, o sistema já é bem desejado: muita gente está louca para experimentar o console, em especial com a nova aventura de Link. Eis que o Museu do Videogame Itinerante incluiu o lançamento da Nintendo em sua exibição, que agora está em cartaz no Shopping Center Recife!

A iniciativa, que é gratuita, traz consoles antigos e novos sob a curadoria do jornalista Cleidson Lima. A terceira passagem do Museu por Recife foi a primeira no Brasil a trazer o Switch – “dockado” e conectado à TV – e The Legend of Zelda: Breath of the Wild entre as demonstrações abertas ao público. O BitBlog participou da experiência.

Breath of the Wild e Nintendo Switch: uma dupla ambiciosa

Joy-con Grip do Switch em nossas mãos, durante demonstração de Zelda

Bonito, mas desconfortável – essa foi a nossa impressão do Joy-con Grip do Nintendo Switch

Já tínhamos curtido o Breath of the Wild na E3 2016, especificamente no Wii U. A edição do Switch realmente estava mais estável, sem quedas notáveis de framerate. Na TV, o visual cartoon ajuda a esconder eventuais imperfeições, casando bem com a proposta do jogo. Em um save compartilhado por quem passava pelo evento, o título podia ser apreciado por até cinco minutos por cada pessoa presente. Difícil era passar tão pouco tempo jogando uma aventura tão vasta! Aventura que, por sinal, pode ficar maior com DLCs prometidos pela Nintendo para Breath of the Wild.

Dois consoles Switch estavam lá, cada um em seu dock, enquanto cada par de Joy-cons estava conectado ao suporte (grip) que vem com o videogame. Aí que reside o problema: o Joy-con Grip é minúsculo e quem tem mãos grandes vai sofrer um pouco para se acostumar. A impressão que passa é que as mãos ficam muito próximas. Para uma empresa que produziu comandos confortáveis – como o do N64 e GameCube – esperávamos mais nesse sentido.

De qualquer forma, Zelda é Zelda. Acreditamos que, no modo portátil, a “pegada” dos Joy-cons fica muito melhor com eles acoplados ao console propriamente dito. E ainda há o Pro Controller, um joystick mais tradicional fabricado pela Nintendo, que vem sido bastante elogiado pela crítica até aqui. Portanto, experimentar o jogo (que promete ser o melhor de 2017) na nova aposta da empresa é algo obrigatório!

Museu do Videogame tem até Atari

O Museu do Videogame Itinerante, que somente em 2015 e 2016 recebeu mais de 7 milhões de visitantes em 15 cidades, é o primeiro do gênero do país registrado pelo Ibram – Instituto Brasileiro de Museus. Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

A exposição totalmente interativa resgata quatro décadas de história da evolução dos videogames. Entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogamefabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985).

Em 2017, uma outra novidade interessante é o PlayStation VR, disponível para demonstrações.

Próximas cidades que vão receber o Museu do Videogame

Atualmente, o Museu do Videogame está de passagem pelo Recife. Ele pode ser visitado gratuitamente no Shopping Center Recife de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 21h. Para acompanhar as próximas cidades a receber o evento, basta acessar o Facebook do Museu ou o site oficial. Para facilitar, colocamos uma listinha abaixo, mas lembrem de verificar se as datas permanecem as mesmas, ok?

Recife – 04/03 a 26/03
Maceió – 08/04 a 23/04
Maringá – 04/05 a 14/05
Fortaleza – 12/08 a 03/09
São Paulo – 07/10 a 29/10

Vídeo compara Zelda: Breath of the Wild no Switch e Wii U

Como vocês já devem saber, o Nintendo NX, quero dizer… o Nintendo Switch foi lançado nesta sexta-feira. O título de lançamento é The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que tivemos o prazer de curtir um pouquinho durante a E3 2016. O game está tendo um hype imenso e as primeiras avaliações na crítica especializada são animadoras. Para se ter ideia, Breath of the Wild conseguiu nota 98/100 no Metacritic. O título está disponível para Wii U e Nintendo Switch. Abaixo, deixamos um vídeo publicado pela Eurogamer Portugal que mostra um comparativo entre as duas versões.

 

 

 

 

Microsoft e Sony parabenizam a Nintendo pelo Switch

Esta sexta-feira, 3 de março de 2017, passará para a história da indústria dos videogames como uma data especial. É o dia do lançamento do Nintendo Switch, que também chega às lojas com o aclamado Zelda: Breath of the Wild. Nós, do BitBlog, estamos superdivididos entre comprar a versão do game para o Wii U ou segurar a expectativa e juntar uma graninha para adquirir o novo console. Enquanto isso, vale parabenizar a Microsoft e a Sony pela postura de fair play e respeito à concorrente.

A Microsoft comemorou a data no Twitter com uma mensagem parabenizando a Nintendo:

Vários usuários do Twitter comentaram sobre a tuitada, que foi bem recebida.

A Sony também prestou duas homenagens na rede social. A primeira, elogiando o novo Zelda – que teve nota 98/100 no Metacritic – e fazendo referência ao exclusivo Horizon. A segunda mensagem é mais focada no lançamento do Switch:

 

Zelda: Breath of the Wild terá DLCs

A expectativa pelo revolucionário Nintendo Switch é grande. O videogame, um híbrido de console e portátil, chega às prateleiras no dia 3 de março junto com o título de lançamento The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Além de ser o primeiro Zelda realmente em mundo aberto da franquia, ele trará uma novidade que divide os players: DLCs. A Nintendo vai comercializar dois pacotes com conteúdo adicional junto com um Expansion Pass que fornece itens a Link. A oferta sai por US$ 20 e os DLCs não estarão disponíveis na data do lançamento, mas ambos chegam ainda em 2017.

Jogamos: Breath of the Wild, o novo Zelda, surpreende

A fila era enorme. Dava voltas em torno do estande da Nintendo, a ponto de confundir os seus próprios funcionários. Chamava a atenção de quem chegava. Alguns desistiam, enquanto outros abusavam de paciência para aguardar a sua vez. Assim era a história de quem queria jogar um pouco do aguardado The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Embora vá receber uma versão para o NX, apenas a edição do Wii U era jogável, mas não importava: os fãs já estavam satisfeitos.

Em um movimento ousado, a Nintendo dedicou quase que todo o seu espaço no pavilhão da E3 para o game. Usando uma decoração temática, remetendo ao mundo do herói Link, a imersão em Breath of the Wild foi impactante. Com uma equipe super atenciosa, a empresa conseguiu deixar quem saísse com um sorriso no rosto.

Zelda - Estande da Nintendo na E3 2016Jogar Breath of the Wild na E3 era praticamente estar lá, dentro do game

A demonstração apresentada na E3, que jogamos já na primeira hora do evento, consistia em dois momentos: em um, com 15 minutos de duração, o herói já tinha vários equipamentos, como o arco e flecha e o ímã. A ideia era testar a mecânica de combate e se deslumbrar com os gráficos do gigantesco cenário. Em seguida, o momento final, com 20 minutos, que consistia no início do jogo: desde Link acordando, surpreso, até a primeira luta contra inimigos na terra que, segundo um misterioso senhor, é a que originaria o reino de Hyrule (!).

Sim, agora há um botão de pulo (Y), que serve também para escalar paredes e montanhas. Por outro lado, agora só é possível usar um armamento ao mesmo tempo, através do botão X do Gamepad. Não há mais o mapeamento de itens para as teclas. Para ação, existe o botão A, enquanto o B serve para correr (algo que consome resistência e pode deixar Link em apuros) ou guardar uma arma. Maçãs e cogumelos coletados no caminho recuperam energia. A propósito, nunca um Zelda teve tanta interação com elementos do cenário: é possível incendiar florestas e derrubar árvores para coletar lenha, por exemplo. A sensação de liberdade é gritante.

Sim, eventualmente há elementos que surgem repentinamente no cenário. Mas nada que incomode. É possível que seja devido às limitações de hardware do Wii U e que a edição do NX não tenha este problema. No mais, a experiência foi bastante fluida, com efeitos sonoros competentes e diferentes dos que a série acompanha. A impressão que tivemos, ao deixarmos o estande da Nintendo, é que a franquia The Legend of Zelda finalmente se modernizou. Deixou de lado clichês que ninguém aguentava mais para se inspirar em Skyrim, Dragon Age e similares. No final, um resultado surpreendente. Candidato fortíssimo a “game da E3 2016”, em nossa opinião.

Nintendo na E3: veja o que aconteceu

Repetindo o feito de anos anteriores, a Nintendo fez sua conferência da E3 2016 apenas online. Na transmissão, foram abordados exaustivamente o novo Zelda para Wii U, além de Pokémon Sun & Moon e outros destaques. Veja abaixo a nossa cobertura, que aconteceu no Twitter.


Novo Zelda terá evento online em 14 de junho

Após revelar seus planos modestos para a E3 2016 de forma superficial, a Nintendo detalhou melhor sua estratégia.

  • Uma transmissão online em 14 de junho, conduzida pelo presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime, vai apresentar ao mundo – em detalhes – o novo The Legend of Zelda, para NX e Wii U. O evento começa às 13h, horário de Brasília, e será seguido por 24h de gameplay do aguardado título.
  • A transmissão estará disponível no site da Nintendo @ E3, onde a empresa também anunciou uma promoção para premiar fãs com uma viagem a E3 com acompanhante, com tudo pago e o direito de jogar o novo Zelda em primeira mão. É só dar uma olhada no site para ver como participar.
  • A edição apresentada durante a E3 será a do Wii U. Durante o evento, a Nintendo não deverá mencionar recursos da versão para o NX, que é guardada a sete chaves.

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