Zelda

Zelda: Breath of the Wild terá DLCs

A expectativa pelo revolucionário Nintendo Switch é grande. O videogame, um híbrido de console e portátil, chega às prateleiras no dia 3 de março junto com o título de lançamento The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Além de ser o primeiro Zelda realmente em mundo aberto da franquia, ele trará uma novidade que divide os players: DLCs. A Nintendo vai comercializar dois pacotes com conteúdo adicional junto com um Expansion Pass que fornece itens a Link. A oferta sai por US$ 20 e os DLCs não estarão disponíveis na data do lançamento, mas ambos chegam ainda em 2017.

Jogamos: Breath of the Wild, o novo Zelda, surpreende

A fila era enorme. Dava voltas em torno do estande da Nintendo, a ponto de confundir os seus próprios funcionários. Chamava a atenção de quem chegava. Alguns desistiam, enquanto outros abusavam de paciência para aguardar a sua vez. Assim era a história de quem queria jogar um pouco do aguardado The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Embora vá receber uma versão para o NX, apenas a edição do Wii U era jogável, mas não importava: os fãs já estavam satisfeitos.

Em um movimento ousado, a Nintendo dedicou quase que todo o seu espaço no pavilhão da E3 para o game. Usando uma decoração temática, remetendo ao mundo do herói Link, a imersão em Breath of the Wild foi impactante. Com uma equipe super atenciosa, a empresa conseguiu deixar quem saísse com um sorriso no rosto.

Zelda - Estande da Nintendo na E3 2016Jogar Breath of the Wild na E3 era praticamente estar lá, dentro do game

A demonstração apresentada na E3, que jogamos já na primeira hora do evento, consistia em dois momentos: em um, com 15 minutos de duração, o herói já tinha vários equipamentos, como o arco e flecha e o ímã. A ideia era testar a mecânica de combate e se deslumbrar com os gráficos do gigantesco cenário. Em seguida, o momento final, com 20 minutos, que consistia no início do jogo: desde Link acordando, surpreso, até a primeira luta contra inimigos na terra que, segundo um misterioso senhor, é a que originaria o reino de Hyrule (!).

Sim, agora há um botão de pulo (Y), que serve também para escalar paredes e montanhas. Por outro lado, agora só é possível usar um armamento ao mesmo tempo, através do botão X do Gamepad. Não há mais o mapeamento de itens para as teclas. Para ação, existe o botão A, enquanto o B serve para correr (algo que consome resistência e pode deixar Link em apuros) ou guardar uma arma. Maçãs e cogumelos coletados no caminho recuperam energia. A propósito, nunca um Zelda teve tanta interação com elementos do cenário: é possível incendiar florestas e derrubar árvores para coletar lenha, por exemplo. A sensação de liberdade é gritante.

Sim, eventualmente há elementos que surgem repentinamente no cenário. Mas nada que incomode. É possível que seja devido às limitações de hardware do Wii U e que a edição do NX não tenha este problema. No mais, a experiência foi bastante fluida, com efeitos sonoros competentes e diferentes dos que a série acompanha. A impressão que tivemos, ao deixarmos o estande da Nintendo, é que a franquia The Legend of Zelda finalmente se modernizou. Deixou de lado clichês que ninguém aguentava mais para se inspirar em Skyrim, Dragon Age e similares. No final, um resultado surpreendente. Candidato fortíssimo a “game da E3 2016”, em nossa opinião.

Nintendo na E3: veja o que aconteceu

Repetindo o feito de anos anteriores, a Nintendo fez sua conferência da E3 2016 apenas online. Na transmissão, foram abordados exaustivamente o novo Zelda para Wii U, além de Pokémon Sun & Moon e outros destaques. Veja abaixo a nossa cobertura, que aconteceu no Twitter.


Novo Zelda terá evento online em 14 de junho

Após revelar seus planos modestos para a E3 2016 de forma superficial, a Nintendo detalhou melhor sua estratégia.

  • Uma transmissão online em 14 de junho, conduzida pelo presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime, vai apresentar ao mundo – em detalhes – o novo The Legend of Zelda, para NX e Wii U. O evento começa às 13h, horário de Brasília, e será seguido por 24h de gameplay do aguardado título.
  • A transmissão estará disponível no site da Nintendo @ E3, onde a empresa também anunciou uma promoção para premiar fãs com uma viagem a E3 com acompanhante, com tudo pago e o direito de jogar o novo Zelda em primeira mão. É só dar uma olhada no site para ver como participar.
  • A edição apresentada durante a E3 será a do Wii U. Durante o evento, a Nintendo não deverá mencionar recursos da versão para o NX, que é guardada a sete chaves.

Leia mais:
Nintendo NX chega em março de 2017, com Zelda

Novos Star Fox e Paper Mario são anunciados no Nintendo Direct

Em uma das melhores edições do Nintendo Direct já lançadas, o Wii U e o 3DS ganharam sobrevida. Além de apresentações de jogos que todos já esperavam, a apresentação online trouxe surpresas. Veja, abaixo, o que aconteceu de melhor e se prepare para a E3 2016!

Wii U: Paper Mario e Tokyo Mirage Sessions lideram os anúncios

  • Shigeru Miyamoto falou sobre Star Fox Zero, que terá estágios clássicos da série, mas com uma nova narrativa. Corneria de Star Fox 64, por exemplo, terá um caminho alternativo que levará a um nível inédito. Os amiibo permitirão jogar com a nave Arwing do primeiro Star Fox, para SNES.


De odiado a aguardado: Star Fox Zero é uma história de superação

  • Project Guard, uma tech demo apresentada por Miyamoto na E3 2013, ganhou nome: Star Fox Guard. Nele, Slippy e seu tio Grippy precisam proteger seu negócio de mineração. É possível criar missões personalizadas e compartilhá-las online. O jogo fará parte do pacote de SF Zero na edição física, ou pode ser comprado separadamente em formato digital. Ambos chegam no dia 22 de abril.

Star Fox Zero - pacote com Star Fox GuardA caixinha de Star Fox Zero + Star Fox Guard ficou atrativa

  • Fãs de Splatoon, atenção! Um pacote gratuito está previsto para 8 de março, trazendo combos para as armas e uma atualização no sistema de matchmaking.
  • Foi exibida a abertura de Mario & Sonic at Rio 2016 Olympic Games no Wii U. O título ganhou data oficial: 24 de junho, bem depois da versão de 3DS (18 de março).
  • Se você ainda curte Super Mario Maker (eu enjoei, mas vai que você ainda joga), saiba que uma atualização está prevista para 9 de março. Com ela, virá também a possibilidade de usar portas trancadas e chaves em suas fases. 12 novos Mystery Mushrooms (que liberam personagens) foram adicionados ao modo 100 Mario Challenge, junto a um novo modo Super Expert (tô fora, o Expert já é quase impossível).
  • Tokyo Mirage Sessions #FE é o nome ocidental do mais novo RPG da Atlus. Já disponível no Japão, agora é a vez dos ocidentais, que poderão jogá-lo a partir de 26 de junho. Por essa ninguém esperava, já que traduções de games extensos como este costumam demorar séculos para chegar aqui. E como não se empolgar com uma mistura de Fire Emblem, Persona e Shin Megami Tensei?

Tokyo Mirage Sessions FETokyo Mirage Sessions #FE é o RPG japonês que os fãs do Wii U tanto esperavam

  • Lembra de Lost Reavers? O RPG de ação free-to-play da Bandai Namco terá um período de open beta em 14 de abril, sendo disponibilizado ao público no dia 28 do mesmo mês. O modo online cooperativo remete aos dias de ouro de Phantasy Star Online.


É Phantasy Star Online? Não é Lost Reavers, mesmo

  • Os rumores se confirmaram! Paper Mario está de volta em uma jornada para recuperar as cores de Prism Island. Paper Mario Color Splash está previsto para 2016.

Paper Mario Color SmashUm novo Paper Mario vai empolgar quem tem o Wii U

  • Pokkén Tournament foi abordado em seguida. Lucario, Machamp e Gengar tiveram suas habilidades demonstradas. O título chega ao Wii U em 18 de março.
  • O My Nintendo foi mencionado rapidamente como uma das novidades da empresa para março. Já é possível se inscrever no serviço.

3DS: Monster Hunter Generations, Metroid e Kirby prometem

  • Mini Mario & Friends amiibo Challenge (Wii U e 3DS) foi anunciado para 25 de março. Estará disponível para quem adquirir um amiibo na GameStop ou na Amazon norte-americana. Foi triste para nós, brasileiros.

Mini Mario and Friends amiibo ChallengeQuem curte a série Mario VS Donkey Kong vai gostar deste aqui

  • Novos amiibo cards de Animal Crossing, além do bonequinho de Isabelle (nossa secretária favorita), chegam em 10 de junho.
  • O New 3DS terá jogos de SNES! Super Mario World, F-Zero e Pilotwings já estão disponíveis. Em 24 de março, Super Mario Kart, Donkey Kong e Earthbound complementam a lista. Já no mês seguinte, em 04 de abril, é a vez de The Legend of Zelda: A Link to the Past, Super Metroid e Donkey Kong Country 2. Infelizmente, o 3DS clássico ficou de fora.
  • Dois novos mapas para Fire Emblem Fates já estão disponíveis. Em 17 de março, mais um nível complementará o game. Cada um custará US$ 2,49.

Fire Emblem Fates - DLCFire Emblem Fates mal foi lançado e já tem DLC

  • Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past ganhou novas imagens e é um lançamento deste ano para o portátil da Nintendo.
  • Hyrule Warriors Legends foi lembrado. Medli, de Zelda Wind Waker, será uma personagem jogável. Quem adquirir o Season Pass vai receber ainda quatro DLCs exclusivos e uma roupa bônus para Ganondorf.
  • Monster Hunter Generations, previsto para o meio do ano, ganhou um trailer inédito. Marth, de Fire Emblem, estará presente.


O visual de Monster Hunter Generations está bem caprichado para os padrões do 3DS

  • Metroid Prime: Federation Force causou polêmica na E3 2015 pela ausência de Samus Aran e o visual genérico. Mas o produtor Kensuke Tanabe, que trabalhou no primeiro Prime, surgiu no Direct para tranquilizar os fãs e garantir que Federation Force vai fazer parte da série principal. O jogo aborda a guerra entre a Galactic Federation e os Space Pirates. Como em um RPG, será possível escolher uma classe de guerreiro, podendo customizar suas armas. O visual está consideravelmente melhor do que na E3. Usará bastante o C-stick do New 3DS. Chega entre agosto e outubro.


Além do trailer acima, a Nintendo reservou bastante tempo para Federation Force no Direct

    • Kirby está de volta em um título inédito para o 3DS. Em Kirby: Planet Robobot, a bolota rosa vai se aventurar por cenários coloridos, alternando entre o percurso principal e fundo da fase (pareceu até Rayman Legends), se apossando de robôs alheios e destruindo tudo. No modo cooperativo Team Kirby Dash, será possível se juntar a mais 3 jogadores em lutas contra grandes chefões. Bonequinhos amiibo vão permitir habilidades exclusivas. Quatro amiibo comemorativos serão lançados junto ao título, em 10 de junho.

Kirby Planet RobobotKirby está de volta, mais agressivo do que nunca

Veja abaixo o Nintendo Direct desta quinta, 3 de março, na íntegra:

The Legend of Zelda completa 30 anos, veja curiosidades

Neste domingo, 21 de fevereiro, uma das séries mais amadas dos videogames completa 30 anos. Estamos falando de The Legend of Zelda.

Em 1986, nesta mesma data, a franquia estreava no Japão com um game para o NES. Pela primeira vez, Link salvava a Princesa Zelda e a terra de Hyrule do terrível Ganon. Trazendo elementos de RPG, ação e os famosos calabouços, o jogo foi eleito o melhor do ano por várias publicações e se tornou rapidamente um hit, vendendo mais de 6,5 milhões de unidades. Foi uma experiência diferente de tudo que os consoles já tinham recebido, redefinindo paradigmas e estabelecendo padrões usados até hoje.

Para comemorar a data, o BitBlog listou alguns dos jogos mais épicos da franquia Zelda (e outro nem tanto), com as inovações que cada um trouxe, além de músicas marcantes (à la BitSound, nossa coluna de trilhas sonoras).

Se você gostar da nossa publicação e quiser divulgá-la para seus amigos que também curtem Zelda, ficaremos muito felizes se você compartilhar o post nas redes sociais. ;-)

Os dois mundos paralelos de A Link to the Past


A trilha de Kakariko Village é uma das mais memoráveis do título de SNES

Após o início bem-sucedido no NES, chegou a vez do Super Nintendo receber a sua própria aventura Zelda. Em 1991 (no Japão) e 1992 (nos demais países), era lançado A Link to the Past. Com mais poder de hardware disponível, vieram novas possibilidades: andar na diagonal, correr com o uso das Pegasus Boots e o ataque giratório com a espada, além do conceito de mundos paralelos. A Link to the Past é lembrado também por conter diversos easter eggs, descobertos quase uma década depois.

The Legend of Zelda - A Link to the Past - 2Colorido e detalhado, o visual de A Link to the Past foi um marco no catálogo do SNES

Estragando a série em The Faces of Evil


Zelda ganhou mecânica de plataforma e cenas de diálogo. Assustador.

Se existe algo que a Nintendo deve se arrepender até hoje é da negociação com a Philips nos anos 90. Foram cedidos direitos para o desenvolvimento de jogos de Mario e Zelda no fracassado CD-i, tentativa da Philips de ingressar nos videogames. Os títulos eram realmente assustadores.

Link - The Faces of Evil - CD-iParece desenho do Paint, mas trata-se de um jogo do saudoso (só que não) Philips CD-i

O primeiro game (se é que podemos chamar assim) de The Legend of Zelda no CD-i chamava-se Link: The Faces of Evil. Com elementos de plataforma 2D e cenas em desenho animado, era difícil não se assustar com a má qualidade do produto. Para piorar, vieram ainda The Wand of Gamelon e Zelda’s Adventure. Não se preocupe, não vamos falar deles aqui.

A revolução de Ocarina of Time


Trilha do Hyrule Field é épica

O projeto de levar Zelda a um ambiente completamente tridimensional foi um dos mais ambiciosos da história da Nintendo. Após tantos atrasos e retrabalho, o produto final não decepcionou: Ocarina of Time, do N64, é considerado por muitos o melhor jogo de todos os tempos. Em 1998, conhecíamos elementos 3D que viraram padrão na indústria. O travamento de mira e as ações sensitivas ao contexto (os mesmos botões realizando tarefas diferentes, de acordo com a situação) repercutiram bastante.

The Legend of Zelda - Ocarina of Time - Link crianca e EponaA relação de companheirismo entre Link e a égua Epona marcou nossas vidas

Imagine comandar um jovem Link, solitário e fraco, que ia se tornando aos poucos um grande guerreiro, que viaja no tempo e se torna um adulto capaz de vencer o vilão Ganondorf. Com o uso de uma ocarina mágica, chamar a égua Epona ou fazer chover tornavam-se tarefas possíveis para o herói, trazendo novas possibilidades para o gameplay. Ocarina of Time inovou em outras dezenas de aspectos que nós não vamos abordar – afinal, não cabe aqui. Vale considerar que OoT é o game mais bem avaliado até hoje no Metacritic, com pontuação média de 9,9. Um remake, em 2011 para o 3DS, conseguiu aperfeiçoar algo que já era excelente.

Explorando o imenso oceano de Wind Waker


A faixa The Great Sea é a mais memorável de Wind Waker

Na minha opinião, o melhor título da série. Wind Waker, de 2003, inovou sem medo: ao adotar um estilo visual cartoon, buscou retratar mais as emoções dos personagens. Antes do lançamento no GameCube, não faltou gente (e me incluo nisso) torcendo o nariz, achando que virou “joguinho de criança”. Independentemente das vendas, consideradas baixas para um Zelda (pouco mais de 3 milhões no mundo todo), estamos falando de um universo à altura de Ocarina of Time. Saem Epona e o Hyrule Field, entra o King of Red Lions e a navegação por grandes oceanos.

The Legend of Zelda - Wind Waker - oceanoEmbarcar (literalmente) em uma jornada por um vasto mundo: não tem preço

Com direito a um remake HD para o Wii U de altíssimo nível, Wind Waker é cativante. Um pouco mais fácil do que os capítulos anteriores da franquia, mas igualmente ambicioso. Ao terminar a batalha final, lembro da tristeza que bateu… Parecia que estava me despedindo de um grande amigo.

Depois do mimimi dos fãs mais (chatos) conservadores, a Nintendo se viu obrigada a desenvolver um título mais maduro, pensado no público norte-americano, o Twilight Princess, que falamos em seguida.

A maturidade de Twilight Princess

A trilha de Hyrule Field em Twilight Princess é incrível

O Zelda que todo mundo queria: sombrio, com muitos mistérios e gráficos de ponta. Twilight Princess, de 2006, foi o primeiro da série a ser lançado (quase) ao mesmo tempo em duas plataformas: no fim da vida do GameCube e no lançamento do Wii, com suporte a controle por movimento. Aqui, Link podia virar um lobo, correndo mais rápido e encontrando caminhos escondidos. Esta foi a forma que o time de desenvolvimento encontrou pra fugir do clichê de “mundos paralelos” ou de “viagem no tempo”.

The Legend of Zelda - Twilight Princess HD - combate a cavaloNo Wii U, Twilight Princess vai ficar ainda mais interessante

Neste jogo, a Nintendo implementou recursos que não couberam em Ocarina of Time, devido a limitações de hardware. Entre eles, o combate a cavalo, já que Epona estava de volta. Os inimigos são bem mais difíceis aqui, já que o título apela nitidamente para um público mais hardcore. Não importa: mesmo com os controles forçados para Wii, Twilight Princess é uma grande experiência – e que vai ficar ainda melhor na versão HD para Wii U, que chega em 6 de março.

Se perdendo no mundo aberto de Zelda Wii U

O pouco que vimos até aqui do novo game é suficiente para nos deixar empolgados

Um novo Zelda está programado para o Wii U em 2016, mas pouco se sabe sobre ele. Vamos cobrir a E3 2016 ao vivo, em Los Angeles, e esperamos falar sobre ele o quanto antes para vocês. Até lá, é de conhecimento geral que o título terá um “mundo muito vasto”. Pelas imagens do vídeo acima, os efeitos gráficos estão caprichados, sem abrir mão de um estilo cartoon que remete a Skyward Sword, do Wii. Vamos aguardar!

 

Fã recria Donkey Kong 64 na Unreal Engine 4

Curte Donkey Kong 64? O game, feito pela Rare para o N64, é um clássico e traz saudade dos modelos quadradões tridimensionais do console da Nintendo.

Eis que o usuário CryZENx, especialista em recriar cenas de jogos na Unreal Engine 4, escolheu DK64 para a sua mais nova demonstração do poder da engine. O vídeo foi publicado em seu canal do YouTube e chamou a atenção dos fãs do gorila. Já pensou em algo assim rodando no Nintendo NX?

No início do vídeo, tem ainda um pouco de como seria The Legend of Zelda: Ocarina of Time com o poderoso motor de desenvolvimento. Confira.